Questões de Concurso Sobre aritmética e problemas em matemática

Foram encontradas 50.718 questões

Q3534717 Matemática
O atendimento aos clientes de uma casa lotérica está acontecendo com intervalo de 3 minutos entre um cliente e outro. Considerando que o primeiro cliente foi atendido no minuto 0 (zero), quanto tempo depois dele será atendida a 32ª pessoa da fila?
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Q3534715 Matemática
Davi comprou 5 cotas do sorteio de um carro e está concorrendo com mais 195 pessoas, com uma cota cada. Qual é a probabilidade que ele tem de ganhar? 
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Q3533699 Matemática
A casa que Roberto está fazendo tem um recorte no telhado que o divide em dois. Se o maior tem 56 m² e precisa de 896 telhas, quantas telhas são necessárias para cobrir o que tem 35 m²? 
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Q3533697 Matemática
Luana comprou uma blusa com 15% de desconto e pagou R$114,75, mas descobriu que o preço sobre o qual foi dado o desconto não era o preço original da blusa e sim um valor com 20% de aumento. Qual era o preço da blusa antes do aumento?
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Q3533696 Matemática
Maurício comprou um 18,75 metros de e vai usar para vedar a parte de baixo de todas as portas da sua casa. Se as portas da casa de Maurício medem 1,25 metros, quantas portas tem na casa?
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Q3532833 Matemática
Fabiana quer forrar o vidro de uma mesa que mede 1,20 metros de largura e 1,8 metros de comprimento com uma película fosca. Se esse material é vendido a R$25,00 o metro quadrado, quanto ela gastará?
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Q3531302 Matemática

Antes de uma rede de supermercados construir uma nova instalação em uma cidade, realiza uma série de pesquisas de forma a compreender a realidade da população e os segmentos que mais seriam interessantes. Nesse sentido, foi perguntado a alguns cidadãos “Das opções abaixo, o que você considera melhor em um supermercado?”, e cada um tinha de dar uma nota de 0 a 10 para cada uma das respostas, como no caso de um cidadão específico: 



Imagem associada para resolução da questão



Qual das alternativas apresenta a média aritmética das notas desse cidadão?

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Q3530817 Matemática
Um produtor de café tem 1236 sacas em seu armazém e precisa transportá-las até o local onde ele será torrado, mas o seu carro só pode levar 50 sacas de cada vez. Quantas viagens ele dará para levar todas as sacas?
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Q3530816 Matemática
Um comerciante comprou 4 caixas, com 50 caixinhas, onde tem 60 embalagens de pilha, com 4 pilhas em cada embalagem. Quantas pilhas ele comprou?
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Q3530815 Matemática
José está projetando uma casa e precisa dividir a largura do terreno, que é de 15,48 metros, em 3 partes iguais. Quanto medirá cada parte?
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Q3530814 Matemática
Uma receita de bolo diz que a quantidade de leite usada deve ser o triplo da quantidade de açúcar. Então, se fizermos um bolo com 3/4 xícara de açúcar, quanto usaremos de leite?
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Q3530813 Matemática

Lucas tem um dado com os números 1, 2, 3 , - 1, - 2, - 3 nas faces. Um dia, Lucas e Pedro estavam brincando de jogar o dado três vezes, para ver quem faria a maior pontuação, ao todo. As três jogadas tiveram os seguintes resultados:



Lucas ( - 1, 3, - 1)


Pedro ( 3, - 2, 1)



Quem foi o vencedor e quantos pontos ele fez?

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Q3530812 Matemática
Leo e Luiz estavam estudando os números e suas características, então Leo disse ao amigo que a sua idade era um número composto e a do amigo não. Qual das alternativas abaixo traz a idade de Leo?
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Q3530811 Matemática
Juliana saiu de casa às 8h25min e normalmente gasta 40 minutos para chegar ao trabalho, mas nesse dia parou na casa de sua avó e atrasou 35 minutos. Que horas ela chegou ao seu local de trabalho?
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Q3530810 Matemática
Ao projetar um pequeno auditório, o arquiteto precisa alocar 52 cadeiras, formando filas e colunas. Qual das alternativas abaixo indica uma possibilidade de distribuição que ele pode usar?
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Q3530808 Matemática
 A prefeitura da cidade de Vila Nova construiu uma ponte que tem 1,4 km de comprimento, com uma pilastra no começo, uma no fim e outras 13 dividindo o trajeto em espaços com a mesma medida. Quanto mede cada espaço deixado entre duas pilastras?
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Q3530797 Matemática
Escolas do futuro são escolas 'low tech'


Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação

2. mai. 2024 | José Ruy Lozano

     Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público¹ de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos², como material didático obrigatório, no lugar de tablets e lap tops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.

    Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que                           [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e à caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.

   Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.

   Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio                           [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.

   Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores                 [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.

   Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.


José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escolasdo-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.
Em uma escola, um professor deseja analisar o desempenho médio de seus alunos em uma série de testes realizados ao longo do semestre. Os testes são divididos em quatro áreas principais: Matemática, Ciências, Língua Portuguesa e História. Cada teste é avaliado em uma escala de 0 a 100 pontos. 0 desempenho de certo aluno nos testes foi o seguinte:

✓ Matemática: 85 pontos.
✓ Ciências: x
✓ Língua Portuguesa: 92 pontos.
✓ História: 80 pontos.

Sabendo que esse aluno ainda não sabe sua nota em Ciências, quanto ele deve tirar neste teste para que sua média seja igual a 85 pontos?
Alternativas
Q3530796 Matemática
Escolas do futuro são escolas 'low tech'


Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação

2. mai. 2024 | José Ruy Lozano

     Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público¹ de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos², como material didático obrigatório, no lugar de tablets e lap tops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.

    Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que                           [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e à caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.

   Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.

   Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio                           [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.

   Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores                 [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.

   Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.


José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escolasdo-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.
Leandro organizou seus livros por gêneros literários e percebeu que 1/4 do total era de aventura, 2/5 do total eram de suspense, 3/10 do total eram biografias e o restante eram clássicos. Que fração corresponde à diferença entre os livros de suspense e os livros de aventura?
Alternativas
Q3530795 Matemática
Escolas do futuro são escolas 'low tech'


Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação

2. mai. 2024 | José Ruy Lozano

     Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público¹ de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos², como material didático obrigatório, no lugar de tablets e lap tops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.

    Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que                           [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e à caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.

   Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.

   Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio                           [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.

   Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores                 [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.

   Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.


José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escolasdo-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.
Em uma escola os alunos do Ensino Fundamental Anos Finais correspondem a 2/5 do total de alunos matriculados. Se existem 250 alunos matriculados neste segmento, quantos alunos estudam nesta escola?
Alternativas
Q3530794 Matemática
Escolas do futuro são escolas 'low tech'


Materiais físicos impulsionam habilidades motoras, criatividade e imaginação

2. mai. 2024 | José Ruy Lozano

     Chamou a atenção da imprensa, no ano passado, o fato de que o sistema público¹ de educação da Suécia decidiu voltar a usar livros e cadernos físicos², como material didático obrigatório, no lugar de tablets e lap tops. As razões apresentadas pelos suecos3 são várias, mas passam pela aprendizagem da leitura e pela manutenção da capacidade de concentração dos estudantes4. Em ambos os casos, os materiais físicos apresentam resultados muito melhores.

    Os escandinavos não estão sozinhos. Já forma uma longa fileira a lista de países desenvolvidos que                           [vem/vêm] progressivamente abandonando equipamentos digitais e retornando ao papel e à caneta. As autoridades educacionais desses países baseiam-se em pesquisas científicas recorrentes, que apontam não só a melhoria do rendimento acadêmico como também o desenvolvimento mais adequado de habilidades motoras e o impulso à criatividade e à imaginação, sempre mais bem estimuladas pelo uso de materiais físicos nas escolas.

   Não há que se imaginar a escola contemporânea totalmente desconectada do mundo digital. Evidentemente, salas de aulas com computador e conexão à internet, que permitam a exibição de materiais visuais diversos, além de espaços com equipamentos digitais para pesquisa online, mostram-se indispensáveis no mundo de hoje. A tecnologia digital, no entanto, não é fetiche ou panaceia. Ela não só não é capaz de solucionar problemas, como, por vezes, termina por ampliá-los.

   Jonathan Haidt, professor da Universidade de Nova York, publicou dados alarmantes em seu novo livro, "The Anxious Generation" ("A Geração Ansiosa"), que aborda a deterioração da saúde mental de crianças e adolescentes a partir de 2010. Quadros de depressão, ansiedade, automutilação e suicídio                           [tem/têm] aumentado dramaticamente desde então. Não à toa, é justamente a partir de 2010 que se dá a generalização do uso das redes sociais, notadamente o Instagram, difundindo-se entre os mais jovens.

   Ao largo das pressões negativas do mundo virtual, que captura a atenção dos mais jovens, corrói sua capacidade de concentração e os transforma em objetos manipulados por algoritmos, educadores                 [tem/têm] reiterado a necessidade da redescoberta das relações de proximidade e do mundo físico. Nas mais renomadas escolas do Vale do Silício, na Califórnia, onde estudam os filhos dos executivos das grandes corporações mundiais de tecnologia, há poucas telas de LED e muitas ferramentas. No lugar do computador, lápis e caneta, mas também martelo, chave de fenda, pincel. A educação "mão na massa", com objetos e materiais físicos, predomina em relação a dispositivos eletrônicos.

   Diante da revolução representada pelo Big Data e pelas inteligências artificiais, devemos nos manter firmes como educadores que visam produzir conhecimento, não apenas reproduzir o que está armazenado nas bases de dados de governos e de empresas. Afinal, a educação não é apenas dar acesso a informações, mas principalmente fazer refletir e questionar a partir das informações que acessamos.


José Ruy Lozano - Sociólogo e educador, é autor de livros didáticos e membro da Comunidade Reinventando a Educação (Core).

LOZANO, José Ruy. Escolas do futuro são escolas 'low tech'. Folha de São Paulo, 02 de maio de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/05/escolasdo-futuro-sao-escolas-low-tech.shtml. Acesso em: 05 mai. 2024. Adaptado.
0 triplo da metade de cinco mais dois quartos da quinta parte de dois equivale a:
Alternativas
Respostas
14141: D
14142: B
14143: C
14144: D
14145: C
14146: D
14147: B
14148: B
14149: D
14150: A
14151: A
14152: B
14153: D
14154: A
14155: C
14156: A
14157: D
14158: A
14159: C
14160: B