Questões de Concurso
Comentadas sobre aspectos gerais da comunicação oficial em redação oficial
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“É a opinião escrita ou verbal, dada por alguém acerca de determinado assunto. Indica e fundamenta solução para o assunto tratado. Seu principal objetivo é o esclarecimento de dúvidas. Em sentido amplo, é a análise de um caso; em sentido restrito, é a opinião jurídica de um magistrado ou tribunal consultor.”
(Medeiros, 2001.)
O enunciado anterior trata-se de:
COLUNA I 1. Documentação oficial 2. Documentação empresarial 3. Documentação descartável 4. Documentação artificial
COLUNA II ( ) Notas fiscais ( ) Revistas e jornais ( ) Mapas ( ) Currículos ( ) Fotocópias ( ) Filmes ( ) Panfletos ( ) Portarias ( ) Propostas ( ) Ofícios ( ) Leis
Assinale a sequência CORRETA.
A respeito do telegrama, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Deve ser grafado em letras minúsculas.
( ) Os números inteiros são escritos em algarismos romanos: IX, XXXVI.
( ) Há a supressão de expressão de cortesia.
( ) O texto deve ser conciso, claro e objetivo.
( ) Dispensa-se o uso dos acentos gráficos.
A sequência está correta em
“Uma comunicação torna-se eficaz quando o redator de um texto administrativo, ao invés de utilizar um código aberto, usa um código fechado.”
(João Bosco Medeiros, 2001.)
Dentre as seguintes informações, assinale aquela que utiliza corretamente um código fechado.
Muito da clareza da linguagem diz respeito ao leitor a que se destina. Com base nessa informação, analise as proposições e escreva (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) Textos científicos e filosóficos se destinam a especialistas no assunto e, portanto, exigem conhecimentos prévios.
( ) Correspondências oficiais exigem clareza, objetividade, adequação vocabular e concisão na organização textual.
( ) Todo gênero textual de redações oficiais exige um eixo argumentativo com objetivos contundentes para convencer o leitor.
Assinale a sequência CORRETA.
O problema do lugar-comum
Falta de motivação com falta de informação é geralmente a receita do que há de pior num texto: o lugar-comum (também chamado de chavão ou clichê) que tem contaminado boa parte dos textos escritos cotidianamente.
O lugar-comum é aquela afirmação tão batida e repetida que não significa mais nada – tudo que se pode fazer com ela é repeti-la. Na prática da escrita, frequentemente, o chavão acaba sendo útil: encerramos o texto dizendo que não há nada mais belo que o sorriso de uma criança, ou, então que as guerras acabarão quando todos perceberem que só o amor constrói!
O lugar-comum dispensa-nos de pensar ou argumentar. Muitas vezes, ele se resume a uma ordem ao leitor. Em vez de convidar o leitor a seguir um raciocínio ou desdobrar criticamente um ponto de vista, o lugar-comum convida-o simplesmente a obedecer a uma ordem pré- estabelecida e indiscutível.
(Texto adaptado de Oficina de Texto, p. 263)
Analise as proposições, colocando (V) para verdadeira e (F) para falsa e marque a alternativa que contém a sequência CORRETA.
Está (ão) CORRETA(S), apenas:
( ) Em se tratando de comunicações oficiais internas, o lugar-comum pode ser usado.
( ) O uso do “burocratês”, por estabelecer uma ordem indiscutível, é permitido, pois se caracteriza por jargões burocráticos.
( ) Os clichês não são aceitáveis, em comunicações oficiais, pois apresentam afirmações generalizantes de totalidades indeterminadas.