Questões de Concurso Sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português

Foram encontradas 2.522 questões

Q1728448 Português
No país do carnaval, só samba quem tem dinheiro.”. É correto afirmar que os termos destacados exercem função sintática de:
Alternativas
Q1728146 Português

Analise os versos a seguir.


Quero ver do alto do horizonte,

Que foge de mim. (O. Mariano)


Considerando, agora, o contexto acima, o pronome “que” será classificado como:
Alternativas
Q1398944 Português
Leia a seguir.
“A tempestade tropical Ophelia chegou à costa sul da Irlanda com ventos de até 176 km/h, derrubando árvores e fios elétricos e causando ondas de dez metros.”
O termo destacado classifica-se, sintaticamente, como
Alternativas
Q1398943 Português
Leia.
“Uma nova série de incêndios florestais deixou pelo menos 35 mortos nas regiões do centro e do norte de Portugal.”
O termo destacado classifica-se, sintaticamente, como
Alternativas
Q1368628 Português

Leia.


No início do século XX, na época do cinema mudo, a representação dos atores se realizava pela mímica.”


O termo destacado classifica-se, sintaticamente, como

Alternativas
Q1368626 Português

Leia.


“Meu pai tinha uma pequena propriedade na Inglaterra; eu era o terceiro de cinco filhos. Enviou-me a estudar numa escola de Cambridge, quando eu tinha quatorze anos. Ali permaneci três anos, inteiramente dedicado aos estudos.”

(Viagens de Gulliver)


O termo destacado classifica-se, sintaticamente, como

Alternativas
Q1368618 Português
Em: “O primeiro dia de aula cativou alguns alunos estudiosos.”, o termo destacado classifica-se, sintaticamente, em
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2018 - IF-PE - Nível Médio |
Q1325500 Português

Leia o TEXTO 2 para responder à questão.

TEXTO 2

Disponível em:<http://www.muza.com.br/2012/07/divulgado-relatorio-sobre-homofobia-no.html> . Acesso em: 27 set. 2018.

No TEXTO 2, as locuções adjetivas “das vítimas” e “dos suspeitos” acompanham o substantivo “perfil”, desempenhando a função sintática de
Alternativas
Q1309635 Português

Como combater fake news sem abrir espaço para a censura?



Apesar de boatos não serem, de forma alguma, um fenômeno recente, a dimensão de sua propagação proporcionada pelas redes sociais, especialmente em momentos críticos como [ ] vésperas de eleições, é. O combate [ ] fake news entrou na agenda política e midiática nacional, o que levou [ ] algumas possibilidades distintas de atuação.


Algumas pessoas tendem [ ] preferir soluções institucionais, como a responsabilização dos produtores e a tipificação do crime pela legislação brasileira. No entanto, essa via leva [ ] um outro questionamento ético: como garantir que [ ] pessoas nas instituições responsáveis por punir a propagação de fake news vão agir de forma isenta, sem incorrer em perseguição política contra adversários?


Para Daniel Nascimento, ex-hacker e consultor de Segurança Digital, a reação às notícias falsas deve ser tão “espontânea” quanto a sua propagação. Ele explica que a proliferação dos boatos é facilitada pelo imediatismo que a internet proporciona. “A pessoa só lê a manchete, três linhas, e já compartilha”, exemplifica. Por isso, ele trabalha no desenvolvimento de uma ferramenta, a “fakenewsautentica”, que mostraria, mediante o uso de um comando, a veracidade das notícias recebidas pelo Whatsapp ou pelo Facebook instantaneamente. Segundo ele, é possível usar os “bots” que propagam notícias falsas para propagar os desmentidos e as notícias bem apuradas, com base no trabalho de jornalistas contratados para esse propósito.


Edgard Matsuki, jornalista responsável pelo site Boatos. org, acredita no poder da conscientização. “Hoje, grande parte das pessoas sabe operar quase que de forma intuitiva um smartphone, mas infelizmente as pessoas não são educadas para checar a informação que chega via redes sociais. Nesse sentido, iniciativas que visem aumentar o senso crítico das pessoas em relação ao que circula na internet são importantes”.


O site Boatos.org apresenta dicas de checagem, dentre as quais se destacam: 1) Quando se deparar com um conteúdo, ler a notícia por completo e não parar apenas no título ou nas primeiras frases. 2) Perguntar-se sobre até que ponto a notícia escrita tem chances de ser falsa. 3) Quando a fonte não está descrita no texto, ver se foi publicado em outras fontes confiáveis. 4) Quando a notícia tem um caráter muito alarmista, desconfiar. 5) Desconfiar também de um pedido de compartilhamento. Essa é uma tática para ajudar na sobrevivência do boato. Exemplo: conteúdos com a mensagem “compartilhe antes que apaguem essa informação”. 6) Verificar os erros de português, pois as notícias falsas não têm muito apreço pela correção gramatical.



CALEGARI, L. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/brasil/como-combater-fake-news-sem-abrir-espaco-para-a-censura/>Acesso: 04/julho/2018. [Adaptado]

Analise as afirmativas abaixo, considerando-as em relação ao texto.


1. Os segmentos “ex-hacker e consultor de Segurança Digital” (1a frase do 3o parágrafo) e “jornalista responsável pelo site Boatos.org” (1a  frase do 4o parágrafo) aparecem entre vírgulas por funcionarem como aposto.


2. O termo “fake news” é um vício de linguagem e não deveria estar presente em textos escritos.


3. Trata-se de uma matéria publicitária que divulga produtos gratuitos para alimentar fake news.


4. A expressão “No entanto” (2o parágrafo) introduz uma ideia de contraste, podendo ser substituída por “Entretanto”, sem prejuízo de significado no texto.


5. Em “Verificar os erros de português, pois as notícias falsas não têm muito apreço pela correção gramatical.” (5o parágrafo), o vocábulo sublinhado pode ser substituído por por que, sem prejuízo de sentido e sem ferir a norma culta da língua escrita.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1300271 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Fonte: https://www.midiamax.com.br/bichos-silvestres-em-areas-urbanas-sao-cada-vez-mais-frequentes/ (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considere a seguinte frase do texto para responder à questão.
A principal causa da invasão de bichos silvestres em centros urbanos é a diminuição das florestas naturais.

Analise as seguintes afirmativas sobre a sintaxe da frase:

I. Os termos sublinhados são adjuntos adnominais.
II. A expressão ‘em centros urbanos’ é adjunto adverbial.
III. A frase tem predicado nominal.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1297427 Português

Leia o texto.

O dono da bola


O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
— Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
— Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo…
— Espírito esportivo, nada! — berrava Caloca. — E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
— Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
— Se eu não for o capitão do time, vou embora!
— Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
— Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou vermelhinho de raiva:

— A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

— Pois é isso mesmo! — disse o Beto, zangado. — É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

— Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

— Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

— Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!

— Viva!

— Viva o Catapimba!

— Viva!

— Viva o Carlos Alberto!

— Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

— Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!


Ruth Rocha

Observe as frases.

1. O menino, dono da bola, colocou um aviso na porta de sua casa: “Não perturbe-me, quero jogar sozinho!”

2. O treinador olhava à meninada decepcionada e sentia-se triste.

3. Havia meninos que compartilhavam da tristeza que reinava na vila.

4. Depois, o garoto já sentia menas raiva da turma.

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1291543 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Templo da aparência

Há algumas semanas, na festa de aniversário da filha adolescente de um casal amigo, testemunhei ao vivo e em cores uma modalidade de comemoração que ainda não conhecia. Os convidados, uma dúzia de rapazes e mocinhas da mesma faixa etária da aniversariante, reuniram-se bem acomodados nos sofás da sala. O silêncio deles foi que chamou minha atenção. Ninguém abria o bico. Mas todos, sem exceção, empunhavam seus celulares inteligentes de última geração, e seus dedos indicadores batiam céleres naquelas letrinhas minúsculas. “O que estão fazendo”, perguntei? “Estão conversando, estão no chat”, respondeu o dono da casa. Com quem? “Entre eles mesmos, os membros do grupo. Agora falar e ficar olhando na cara do interlocutor virou brega e saiu de moda”.
Bem, moda é moda, e sobretudo os mais jovens desde sempre tendem a se deixar escravizar pela ditadura dos modismos. Precisamos nos conformar. Mas. . . Será assim tão mais interessante e mais prazeroso contemplar uma tela de celular do que a emoção de olhar diretamente nos olhos dos interlocutores e tentar adivinhar o que eles realmente nos contam por trás das palavras que suas bocas pronunciam? Fui buscar respostas e encontrei algumas.
Para começar, bem ao contrário do que seu nome indica, as redes sociais são, para muitos,. . . dessocializantes! De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da faculdade de medicina da Universidade de Pittsburg, nos Estados Unidos, quanto mais os jovens adultos consagram tempo às redes sociais, mais eles desenvolvem um sentimento de solidão. Pior ainda: a frequência das conexões é proporcionalmente ligada a esse sentimento negativo. 
Tais resultados, publicados em março na revista American Journal of Preventive Medicine, sugerem que as redes sociais não constituem, em absoluto, uma panaceia para reduzir o sentimento de solidão. “É importante estudar esse fenômeno, pois os problemas de saúde mental e de isolamento chegam agora a um nível epidêmico entre os jovens adultos”, afirma o professor Brian Primack, mestre em medicina e principal autor do estudo. “Apesar de as redes sociais parecerem, à primeira vista, oferecer oportunidades para preencher o vazio social, acredito que nosso estudo demonstra claramente que elas não constituem a solução que as pessoas esperam”, conclui Primack. 
As redes sociais são, por excelência, o templo da aparência e da idealização. Cada um quer mostrar o melhor da sua existência, o que pode suscitar sentimentos de inveja e a convicção falsa e deformada de que os outros têm uma vida mais feliz e mais bem-sucedida. “Não duvido, é claro, que algumas pessoas possam efetivamente encontrar algum conforto e preencher suas necessidades de sociabilidade ao se relacionarem por meio desses canais”, afirma Primack. “No entanto, os resultados desses estudos nos lembram claramente que, no conjunto, essa prática tende a ser associada a um incremento do sentimento de solidão, e não o contrário”. Tudo isso me leva à certeza de que muito melhor do que passar horas e horas surfando nas ondas das redes sociais é reunir-se no bar com os amigos e bater um bom papo ao redor de um café ou de uma cerveja.

(Disponível em:<https://www.revistaplaneta.com.br/tempo-da-aparencia/>. Acesso em: 20 nov. 2017.)
Com base no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1285167 Português
O MUNDO É UM MOINHO

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés

FONTE: Música: Cartola; Compositor: Angenor De Oliveira
No verso “Ouça-me bem, amor”, a palavra “amor” tem a função de
Alternativas
Q1285154 Português
FRANÇA VAI PROIBIR USO DE CELULARES PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

País também estuda proibir redes sociais para menores de 16 anos.

O ministro da Educação francês, Jean-Michel Blanquer, confirmou nesta semana que o uso de smartphones será totalmente proibido para os alunos do ensino fundamental, do 1° ao 9° ano, a partir do início do próximo ano letivo, em setembro de 2018.

Oito em cada 10 adolescentes franceses possuem um smartphone, segundo estudos, e utilizam o aparelho nas escolas. Além disso, o governo também prepara um projeto de lei que irá proibir a abertura de contas nas redes sociais aos menores de 16 anos sem a autorização expressa dos pais.

Várias hipóteses estão em estudo no ministério da Justiça. As redes sociais mais utilizadas pelos adolescentes franceses – Facebook, Snapchat e Instagram, por exemplo – se veriam obrigadas a pedir aos pais uma cópia da carteira de identidade do jovem.

Outra ideia é organizar uma videoconferência de controle com os pais do adolescente e a instalação de ferramentas de controle de conteúdo para proteger a navegação. Mas associações de proteção à infância estão pessimistas em relação à viabilidade das medidas. Especialistas alertam que não existem atualmente meios confiáveis para validar a identidade e a autenticidade de qualquer pessoa na internet.

(Disponível em: https://g1.globo.com, com adaptações)
Com base no texto 'FRANÇA VAI PROIBIR USO DE CELULARES PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL', leia as afirmativas a seguir:
I. No trecho “um projeto de lei que irá proibir”, a palavra “que” exerce função sintática de aposto. II. O texto lido tem como principal objetivo persuadir o leitor a adotar um ponto de vista sobre um tema específico.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1285115 Português

FRANÇA VAI PROIBIR USO DE CELULARES PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

País também estuda proibir redes sociais para menores de 16 anos.

O ministro da Educação francês, Jean-Michel Blanquer, confirmou nesta semana que o uso de smartphones será totalmente proibido para os alunos do ensino fundamental, do 1° ao 9° ano, a partir do início do próximo ano letivo, em setembro de 2018.

Oito em cada 10 adolescentes franceses possuem um smartphone, segundo estudos, e utilizam o aparelho nas escolas. Além disso, o governo também prepara um projeto de lei que irá proibir a abertura de contas nas redes sociais aos menores de 16 anos sem a autorização expressa dos pais.

Várias hipóteses estão em estudo no ministério da Justiça. As redes sociais mais utilizadas pelos adolescentes franceses – Facebook, Snapchat e Instagram, por exemplo – se veriam obrigadas a pedir aos pais uma cópia da carteira de identidade do jovem.

Outra ideia é organizar uma videoconferência de controle com os pais do adolescente e a instalação de ferramentas de controle de conteúdo para proteger a navegação. Mas associações de proteção à infância estão pessimistas em relação à viabilidade das medidas. Especialistas alertam que não existem atualmente meios confiáveis para validar a identidade e a autenticidade de qualquer pessoa na internet.

(Disponível em: https://g1.globo.com, com adaptações)

Com base no texto 'FRANÇA VAI PROIBIR USO DE CELULARES PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL', leia as afirmativas a seguir:

I. O trecho “Mas associações de proteção à infância estão pessimistas em relação à viabilidade das medidas” revela uma opinião do autor do texto.

II. A expressão entre vírgulas “Jean-Michel Blanquer” tem função sintática de aposto enumerativo.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1275520 Português
Assinalar a alternativa em que a(s) vírgula(s) está(ão) isolando o vocativo:
Alternativas
Q1252684 Português

Leia o poema a seguir.


MADRIGAL

Tu és a matéria plástica de meus versos, querida...

Porque, afinal,

Eu nunca fiz meus versos propriamente a ti:

Eu sempre faço versos de ti!



A função sintática dos termos grifados no poema é, RESPECTIVAMENTE:
Alternativas
Q1219622 Português

Leia o texto.


Juquinha foi visitar o Museu Histórico. Aí cansou de andar, sentou-se numa cadeira belíssima que estava no centro da sala. Veio o guarda:

— Meu filho, não sente nesta cadeira, não. Esta cadeira é do Pedro I.

E o Juquinha:

— Não tem problema. Quando ele chegar, eu me levanto.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao texto.


( ) No diálogo presente no texto, há três intenções comunicativas diferentes: ordem, possibilidade e certeza, respectivamente.

( ) A primeira frase do texto pode ser desdobrada em duas orações: 1: Juquinha foi ao Museu Histórico. 2: Juquinha visitou o Museu Histórico.

( ) A expressão sublinhada no texto tem a função de interpelar o ouvinte. É denominada “vocativo”.

( ) A palavra “aí” infere uma noção de tempo e pode ser classificada sintaticamente como um adjunto adnominal.

( ) O advérbio “esta” está perto da pessoa que fala, assim seu emprego está adequado.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CONSULPAM Órgão: Câmara de Juiz de Fora - MG
Q1200389 Português
As instituições sociedades se configuram em padrões econômicos, culturais e ético-políticos. Esses padrões são correlatos de uma ordem historicamente construída. A ordem social pode ser chamada de “autogerada” somente no sentido em que ela resulta da atividade dos seres humanos, que são seres sociais, não sendo, portanto, definida por um ser supremo fora de nosso mundo, nem muito menos resultante meramente de nossas tendências biológicas, tais como se verificaria numa colmeia ou num formigueiro. A ordem social é autogerada coletivamente a partir da produção e reprodução coletiva da existência humana. Essa empreita, transformando-se constantemente de acordo com as reconfigurações da correlação de forças econômicas e ético-políticas, possui uma dimensão histórica radical, pois tudo está em um processo, em um “devir” contínuo. A história não dá saltos, nada acontece sem ter sido preparado, sem que condições específicas não tivessem possibilitado o advento do novo. A ordem social é construída historicamente e só é criticamente compreensível segundo a configuração das forças sociais em dado momento, o que pode ser investigado a partir da pergunta sobre a quem ela serve. Essas forças expressam o entrelaçamento das relações de poder econômico, político, técnico-científico, comunicativo e bélico.
Devido ao caráter instável da configuração e constituição social, nenhuma ordem, padrão de reconhecimento entre as pessoas, em relação ao qual se estabelece o que cabe a cada uma fazer, ceder, oferecer e receber, deve ser entendida fora do processo contraditório de destruição e criação de padrões, da desordem que lhe é correlata, das ações que não se enquadram nos padrões de reconhecimento estabelecidos num determinado momento, mas que os tornam relativos.
O poder público tem-se definido como esquema de constrangimento, capacidade de definir prioridades para a coletividade, controle dos meios de produção e reprodução da existência social e dos meios de persuasão e de repressão. A sociedade é desigual porque a partilha do poder econômico gera diferenças históricas definidas pela divisão social do trabalho e da propriedade. Assim, a desigualdade de poder de consumo é apenas a ponta do iceberg da configuração das forças sociais, do processo histórico segundo o qual uma sociedade se constitui. A ordem expressa nas leis constitucionais que modulam juridicamente uma sociedade reflete e justifica a configuração de forças históricas, que define como os frutos da cooperação social são diferentemente apropriados.
SILVA, S. R. Ética pública e formação humana. Educ. Soc., Campinas, vol. 27, n. 96 - Especial, p. 645-665, out. 2006. p. 648-649. Disponível em http://www.cedes.unicamp.br (com adaptações).
A propósito do emprego das vírgulas no trecho “Essa empreita, transformando-se constantemente de acordo com as reconfigurações da correlação de forças econômicas e ético-políticas, possui uma dimensão histórica radical, pois tudo está em um processo, em um “devir” contínuo.” do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1174305 Português
“Falou muito, por isso ficou bastante rouco.”. É correto afirmar que os termos destacados exercem função sintática de:
Alternativas
Respostas
1801: A
1802: A
1803: C
1804: B
1805: C
1806: D
1807: C
1808: C
1809: B
1810: E
1811: C
1812: C
1813: B
1814: D
1815: D
1816: D
1817: B
1818: E
1819: B
1820: C