Questões de Concurso
Sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português
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Aula de filosofia
Eu só te poderia dar uma noção do nada se não tivéssemos nascido. Agora é tarde, é muito tarde, minha filha... Ah, deliciosamente tarde!
Fonte: QUINTANA, Mário. Caderno H. Porto Alegre: Globo, 1983. p. 68.
Considerando a estrutura sintática do texto acima e os conceitos de semântica e sintaxe, analise as assertivas a seguir.
I. “Deliciosamente” é classificado como um advérbio de modo e está modificando o advérbio “tarde”.
II. “Só” é classificada como uma palavra denotativa e indica exclusão e nesse contexto poderia ser substituída pelo termo “apenas”.
III. “Muito” é classificado como um advérbio de intensidade e está modificando o advérbio “tarde”.
IV. O termo “deliciosamente” expressa um julgamento e nesse caso, o advérbio é considerado um modalizador.
Sobre as assertivas acima, é correto afirmar que
Polícia encontra livro roubado de Borges
A Polícia Federal da Argentina encontrou um exemplar da primeira edição de um livro de poemas de Jorge Luis Borges publicado em 1925 e que havia sido roubado. A obra está avaliada em US$ 10 mil, e estava em uma barraca numa feira de livros de Buenos Aires, segundo informações do jornal Clarín. O exemplar de Luna de Enfrente pertencia ao colecionador Horacio Porcel e foi roubada [sic] dele há menos de um ano. O livro traz uma dedicatória de Borges ao escritor argentino Ricardo Güiraldes.
Fonte: Folha de São Paulo, 20 set. 2004. p. E8.
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos da expressão “de Borges”, assinale a alternativa incorreta.
I. O professor disse que, depois da aula, não gosta de conversar com os estudantes.
II. O professor disse, depois da aula, que não gosta de conversar com os estudantes.

“O conceito de feminicídio hoje abrange todos os crimes praticados contra mulheres quando a motivação envolve o fato de ser mulher e o ódio a mulheres”.
Luciana Boiteux
I – Os termos “A publicação” exercem a função sintática de sujeito do verbo destacar.
II – Os termos “a inauguração do prédio anexo ao Masp” exercem a função sintática de objeto indireto do verbo destacar.
III – Os termos “o Edifício Pietro Maria Bardi” exercem a função sintática de aposto do substantivo prédio.
O vício mais poderoso e perigoso do mundo não é mais uma substância
Durante décadas, quando se falava em vício, o imaginário social recorria a drogas, álcool, nicotina ou jogos de azar. Substâncias químicas e comportamentos já reconhecidos como destrutivos. O que mudou no nosso tempo não foi apenas o objeto do vício, mas sua forma de apresentação. O vício mais poderoso do mundo contemporâneo não tem cheiro, não deixa marcas físicas imediatas e raramente é percebido como ameaça enquanto se instala. Ele se apresenta como entretenimento leve, descanso mental e até como forma legítima de informação.
Um estudo publicado em 2025 no Psychological Bulletin oferece um mapa preciso desse fenômeno. Trata-se de uma revisão sistemática com meta-análise que reuniu dados de 71 estudos independentes, com quase 100 mil participantes, analisando os efeitos do consumo de vídeos de formato curto sobre a cognição e a saúde mental. O método é relevante justamente por eliminar impressões subjetivas e consolidar padrões que se repetem em diferentes contextos culturais e etários.
As conclusões são consistentes. O consumo frequente de vídeos curtos está associado a prejuízos significativos na atenção sustentada e no controle inibitório, isto é, na capacidade de manter foco e resistir a impulsos. Em um dos trechos, os autores afirmam que “o consumo de vídeos curtos está consistentemente associado a um funcionamento cognitivo mais fraco, especialmente em domínios relacionados à atenção e ao autocontrole”. Não se trata de um efeito marginal. Trata-se de uma reorganização do modo como a mente aprende a funcionar.
No campo da saúde mental, o padrão se repete. O estudo identifica associações claras entre uso intensivo desse tipo de conteúdo e níveis mais elevados de estresse e ansiedade, além de impactos negativos sobre o sono e o bem-estar geral. Os pesquisadores observam que “os efeitos negativos observados não se limitam a adolescentes, manifestando-se também de forma consistente em adultos”, desmontando a ideia de que estamos diante de um problema transitório ou geracional.
O ponto mais decisivo, porém, não está apenas nos números, mas no mecanismo. Plataformas baseadas em vídeos curtos operam com estímulos rápidos, recompensas imprevisíveis e rolagem infinita. Esse desenho favorece a formação de hábitos automáticos. O estudo descreve esse processo ao registrar que “os sistemas de design dessas plataformas promovem padrões de uso compulsivo, reforçando a fragmentação da atenção e a dificuldade de engajamento prolongado”. A mente passa a ser treinada para o imediato, para o fragmento, para o próximo estímulo.
É assim que a tecnologia deixa de ser ferramenta e se torna vício. E quando o vício se consolida, ele passa a moldar não apenas comportamentos, mas expectativas internas. O esforço começa a parecer sofrimento. O silêncio, ameaça. A continuidade, tédio. O vício mais poderoso não é aquele que paralisa, mas o que reconfigura silenciosamente o limiar do que é suportável para a mente humana.
Os próprios autores do estudo sugerem estratégias de mitigação, como limites de tempo, pausas deliberadas e estímulo a atividades que favoreçam atenção prolongada. Mas essa resposta, embora necessária, é insuficiente para compreender a dimensão do problema. O que está em jogo não é apenas desempenho cognitivo. É a própria relação do ser humano com a atenção, que sempre foi o fundamento da vida interior.
(Por: Madeleine Lacsko. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/cidadania-digital. Acesso em: 10/02/2026. Fragmento.)
O vício mais poderoso e perigoso do mundo não é mais uma substância
Durante décadas, quando se falava em vício, o imaginário social recorria a drogas, álcool, nicotina ou jogos de azar. Substâncias químicas e comportamentos já reconhecidos como destrutivos. O que mudou no nosso tempo não foi apenas o objeto do vício, mas sua forma de apresentação. O vício mais poderoso do mundo contemporâneo não tem cheiro, não deixa marcas físicas imediatas e raramente é percebido como ameaça enquanto se instala. Ele se apresenta como entretenimento leve, descanso mental e até como forma legítima de informação.
Um estudo publicado em 2025 no Psychological Bulletin oferece um mapa preciso desse fenômeno. Trata-se de uma revisão sistemática com meta-análise que reuniu dados de 71 estudos independentes, com quase 100 mil participantes, analisando os efeitos do consumo de vídeos de formato curto sobre a cognição e a saúde mental. O método é relevante justamente por eliminar impressões subjetivas e consolidar padrões que se repetem em diferentes contextos culturais e etários.
As conclusões são consistentes. O consumo frequente de vídeos curtos está associado a prejuízos significativos na atenção sustentada e no controle inibitório, isto é, na capacidade de manter foco e resistir a impulsos. Em um dos trechos, os autores afirmam que “o consumo de vídeos curtos está consistentemente associado a um funcionamento cognitivo mais fraco, especialmente em domínios relacionados à atenção e ao autocontrole”. Não se trata de um efeito marginal. Trata-se de uma reorganização do modo como a mente aprende a funcionar.
No campo da saúde mental, o padrão se repete. O estudo identifica associações claras entre uso intensivo desse tipo de conteúdo e níveis mais elevados de estresse e ansiedade, além de impactos negativos sobre o sono e o bem-estar geral. Os pesquisadores observam que “os efeitos negativos observados não se limitam a adolescentes, manifestando-se também de forma consistente em adultos”, desmontando a ideia de que estamos diante de um problema transitório ou geracional.
O ponto mais decisivo, porém, não está apenas nos números, mas no mecanismo. Plataformas baseadas em vídeos curtos operam com estímulos rápidos, recompensas imprevisíveis e rolagem infinita. Esse desenho favorece a formação de hábitos automáticos. O estudo descreve esse processo ao registrar que “os sistemas de design dessas plataformas promovem padrões de uso compulsivo, reforçando a fragmentação da atenção e a dificuldade de engajamento prolongado”. A mente passa a ser treinada para o imediato, para o fragmento, para o próximo estímulo.
É assim que a tecnologia deixa de ser ferramenta e se torna vício. E quando o vício se consolida, ele passa a moldar não apenas comportamentos, mas expectativas internas. O esforço começa a parecer sofrimento. O silêncio, ameaça. A continuidade, tédio. O vício mais poderoso não é aquele que paralisa, mas o que reconfigura silenciosamente o limiar do que é suportável para a mente humana.
Os próprios autores do estudo sugerem estratégias de mitigação, como limites de tempo, pausas deliberadas e estímulo a atividades que favoreçam atenção prolongada. Mas essa resposta, embora necessária, é insuficiente para compreender a dimensão do problema. O que está em jogo não é apenas desempenho cognitivo. É a própria relação do ser humano com a atenção, que sempre foi o fundamento da vida interior.
(Por: Madeleine Lacsko. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/cidadania-digital. Acesso em: 10/02/2026. Fragmento.)
O vício mais poderoso e perigoso do mundo não é mais uma substância
Durante décadas, quando se falava em vício, o imaginário social recorria a drogas, álcool, nicotina ou jogos de azar. Substâncias químicas e comportamentos já reconhecidos como destrutivos. O que mudou no nosso tempo não foi apenas o objeto do vício, mas sua forma de apresentação. O vício mais poderoso do mundo contemporâneo não tem cheiro, não deixa marcas físicas imediatas e raramente é percebido como ameaça enquanto se instala. Ele se apresenta como entretenimento leve, descanso mental e até como forma legítima de informação.
Um estudo publicado em 2025 no Psychological Bulletin oferece um mapa preciso desse fenômeno. Trata-se de uma revisão sistemática com meta-análise que reuniu dados de 71 estudos independentes, com quase 100 mil participantes, analisando os efeitos do consumo de vídeos de formato curto sobre a cognição e a saúde mental. O método é relevante justamente por eliminar impressões subjetivas e consolidar padrões que se repetem em diferentes contextos culturais e etários.
As conclusões são consistentes. O consumo frequente de vídeos curtos está associado a prejuízos significativos na atenção sustentada e no controle inibitório, isto é, na capacidade de manter foco e resistir a impulsos. Em um dos trechos, os autores afirmam que “o consumo de vídeos curtos está consistentemente associado a um funcionamento cognitivo mais fraco, especialmente em domínios relacionados à atenção e ao autocontrole”. Não se trata de um efeito marginal. Trata-se de uma reorganização do modo como a mente aprende a funcionar.
No campo da saúde mental, o padrão se repete. O estudo identifica associações claras entre uso intensivo desse tipo de conteúdo e níveis mais elevados de estresse e ansiedade, além de impactos negativos sobre o sono e o bem-estar geral. Os pesquisadores observam que “os efeitos negativos observados não se limitam a adolescentes, manifestando-se também de forma consistente em adultos”, desmontando a ideia de que estamos diante de um problema transitório ou geracional.
O ponto mais decisivo, porém, não está apenas nos números, mas no mecanismo. Plataformas baseadas em vídeos curtos operam com estímulos rápidos, recompensas imprevisíveis e rolagem infinita. Esse desenho favorece a formação de hábitos automáticos. O estudo descreve esse processo ao registrar que “os sistemas de design dessas plataformas promovem padrões de uso compulsivo, reforçando a fragmentação da atenção e a dificuldade de engajamento prolongado”. A mente passa a ser treinada para o imediato, para o fragmento, para o próximo estímulo.
É assim que a tecnologia deixa de ser ferramenta e se torna vício. E quando o vício se consolida, ele passa a moldar não apenas comportamentos, mas expectativas internas. O esforço começa a parecer sofrimento. O silêncio, ameaça. A continuidade, tédio. O vício mais poderoso não é aquele que paralisa, mas o que reconfigura silenciosamente o limiar do que é suportável para a mente humana.
Os próprios autores do estudo sugerem estratégias de mitigação, como limites de tempo, pausas deliberadas e estímulo a atividades que favoreçam atenção prolongada. Mas essa resposta, embora necessária, é insuficiente para compreender a dimensão do problema. O que está em jogo não é apenas desempenho cognitivo. É a própria relação do ser humano com a atenção, que sempre foi o fundamento da vida interior.
(Por: Madeleine Lacsko. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/cidadania-digital. Acesso em: 10/02/2026. Fragmento.)
“Aqui fora, a luz incomoda.”
Assinale a alternativa correta quanto à análise sintática dos termos da oração.
"Machado de Assis, um dos maiores escritores da literatura brasileira , publicou obras de grande relevância histórica."
Assinale a alternativa que classifica corretamente a função sintática do termo destacado
Coluna 01
(__)Machado de Assis, importante romancista brasileiro, publicou obras centrais do Realismo nacional.
(__)Senhores candidatos, o prazo para entrega dos documentos termina nesta sexta-feira.
(__)A Amazônia, maior floresta tropical do planeta, possui enorme biodiversidade ambiental.
(__)Caros pesquisadores, os resultados preliminares serão divulgados após a revisão metodológica.
(__)Clarice Lispector, escritora reconhecida internacionalmente, influenciou diversas gerações de leitores.
Coluna 02
I.Aposto.
II.Vocativo.
Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
- Texto para os itens de 9 a 16.
A formação do fonoaudiólogo frente às novas tecnologias: desafios e oportunidades
A transformação digital tem redefinido práticas, processos e paradigmas em diversas especialidades, criando um novo cenário de possibilidades e desafios para profissionais e instituições de ensino. Na fonoaudiologia, a tecnologia também tem avançado, oferecendo novas ferramentas e possibilidades de intervenção. As inovações tecnológicas têm o potencial de ampliar significativamente o acesso ao cuidado fonoaudiológico. A teleaudiologia, por exemplo, representa uma mudança paradigmática ao possibilitar o atendimento a pacientes em regiões remotas ou com dificuldades de deslocamento. Essa modalidade de atendimento não apenas amplia o alcance do serviço, mas também promove maior equidade no acesso à saúde. Por outro lado, essa rápida evolução tecnológica também traz desafios significativos para a formação profissional. A formação do fonoaudiólogo precisa acompanhar esse ritmo acelerado de mudanças, garantindo que os estudantes desenvolvam não apenas competências tecnológicas, mas também as habilidades éticas e humanas necessárias para atuar com segurança e efetividade nesse novo cenário digital. O uso de tecnologias na saúde exige uma reflexão ética aprofundada. Os futuros fonoaudiólogos devem compreender questões complexas relacionadas à privacidade, à confidencialidade, ao consentimento informado e ao uso responsável de dados. É fundamental que os profissionais compreendam as implicações legais e éticas do uso dessas tecnologias, garantindo que a inovação não comprometa a segurança e privacidade dos pacientes. Apesar do avanço tecnológico impressionante, é crucial reconhecer que habilidades humanas continuam essenciais e insubstituíveis na prática fonoaudiológica. A tecnologia deve ser vista como uma ferramenta que potencializa e complementa essas habilidades, e nunca como um substituto para o cuidado humano. A formação do fonoaudiólogo, diante das novas tecnologias, representa tanto um desafio quanto uma oportunidade extraordinária. O caminho à frente exige adaptação contínua, investimento em recursos e uma visão clara de que a tecnologia deve servir ao propósito maior da fonoaudiologia: melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio do cuidado especializado com a comunicação humana.
Internet:(com adaptações)
No que diz respeito ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.
No período “As inovações tecnológicas têm o potencial de ampliar significativamente o acesso ao cuidado fonoaudiológico”, o vocábulo “significativamente” é um advérbio de modo que, no contexto, modifica o adjetivo “fonoaudiológico”.
- Texto para os itens de 9 a 16.
A formação do fonoaudiólogo frente às novas tecnologias: desafios e oportunidades
A transformação digital tem redefinido práticas, processos e paradigmas em diversas especialidades, criando um novo cenário de possibilidades e desafios para profissionais e instituições de ensino. Na fonoaudiologia, a tecnologia também tem avançado, oferecendo novas ferramentas e possibilidades de intervenção. As inovações tecnológicas têm o potencial de ampliar significativamente o acesso ao cuidado fonoaudiológico. A teleaudiologia, por exemplo, representa uma mudança paradigmática ao possibilitar o atendimento a pacientes em regiões remotas ou com dificuldades de deslocamento. Essa modalidade de atendimento não apenas amplia o alcance do serviço, mas também promove maior equidade no acesso à saúde. Por outro lado, essa rápida evolução tecnológica também traz desafios significativos para a formação profissional. A formação do fonoaudiólogo precisa acompanhar esse ritmo acelerado de mudanças, garantindo que os estudantes desenvolvam não apenas competências tecnológicas, mas também as habilidades éticas e humanas necessárias para atuar com segurança e efetividade nesse novo cenário digital. O uso de tecnologias na saúde exige uma reflexão ética aprofundada. Os futuros fonoaudiólogos devem compreender questões complexas relacionadas à privacidade, à confidencialidade, ao consentimento informado e ao uso responsável de dados. É fundamental que os profissionais compreendam as implicações legais e éticas do uso dessas tecnologias, garantindo que a inovação não comprometa a segurança e privacidade dos pacientes. Apesar do avanço tecnológico impressionante, é crucial reconhecer que habilidades humanas continuam essenciais e insubstituíveis na prática fonoaudiológica. A tecnologia deve ser vista como uma ferramenta que potencializa e complementa essas habilidades, e nunca como um substituto para o cuidado humano. A formação do fonoaudiólogo, diante das novas tecnologias, representa tanto um desafio quanto uma oportunidade extraordinária. O caminho à frente exige adaptação contínua, investimento em recursos e uma visão clara de que a tecnologia deve servir ao propósito maior da fonoaudiologia: melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio do cuidado especializado com a comunicação humana.
Internet:(com adaptações)
No que diz respeito ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item seguinte.
Em “Os futuros fonoaudiólogos devem compreender questões complexas relacionadas à privacidade, à confidencialidade, ao consentimento informado e ao uso responsável de dados”, o adjunto adnominal “relacionadas” restringe e especifica o sentido do substantivo “questões”.
Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.
No fragmento “Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem”, a inserção de uma vírgula imediatamente após o segundo travessão estaria correta gramaticalmente, uma vez que o trecho intercalado pelos travessões exerce função explicativa em relação ao sujeito da oração.