Questões de Concurso Comentadas sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português

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Q509033 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

                                                                                                                    Para crianças, dar é melhor do que receber
                                                                                                        Pequenos ficam mais felizes quando oferecem algo
                                                                                                                                            próprio a outros


21 de junho de 2012 | 15h 24

    Estudo avaliou reações de crianças ao partilhar guloseimas. Além de ser um gesto nobre, dar - em vez de receber - pode também tornar as pessoas mais felizes. E isso vale até mesmo para as crianças pequenas, sugere um novo estudo conduzido por psicólogos da Universidade da Columbia Britânica.
    O estudo, publicado no periódico PLoS One, revela que crianças com menos de dois anos são mais felizes quando oferecem algo do que quando recebem.
    A descoberta reforça pesquisas recentes que mostram que adultos se sentem melhor quando ajudam os demais e pode explicar por que pessoas às vezes tomam atitudes em prol dos outros, mesmo quando isso envolve custos pessoais.
    "As pessoas tendem a assumir que as crianças pequenas são naturalmente egoístas", diz Lara Aknin, coautora do estudo. "A descoberta mostra que as crianças são na realidade mais felizes dando do que recebendo".
    Durante o estudo, cada criança recebeu agrados, como biscoitos. Poucos minutos depois, a criança foi convidada a oferecer um deles a um fantoche. Depois, os cientistas ofereceram outro biscoito e pediram à criança que o oferecesse ao fantoche. As reações foram gravadas e incluídas num ranking de felicidade.
    Quando os pequenos partilhavam o biscoito com o fantoche, eles mostravam mais felicidade do que quando davam o biscoito oferecido pelo pesquisador. Segundo os autores, o contraste mostra o papel do sacrifício pessoal - em vez de ser algo aversivo, sugere que as crianças acham o comportamento recompensador.
    "O que é mais estimulante é que as crianças eram mais felizes quando davam algo próprio", diz Aknin. "Desistir de seus recursos em benefício de outros fazia deles mais felizes", diz.
    A descoberta lança luzes em um quebra-cabeça: por que humanos ajudam outros, incluindo pessoas que acabam de conhecer? Parte da resposta, parece, é que o ato de dar faz se sentir bem. O fato de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.

(Disponível em www.estodoo.com.br)

Releia o último período do texto:

O foto de que crianças pequenas também gostem de dar sugere que a capacidade de encontrar alegria ao ajudar os outros está profundamente enraizada na natureza humana.

Assinale a alternativa em que o termo ou expressão em destaque tem função de Adjunto Adnominal.
Alternativas
Q477237 Português
[...]
Vai e diz
Diz assim:
Como sou
Infeliz
No meu descaminho
Diz que estou sozinho
E sem saber de mim (Vinícius de Moraes)

No verso “Diz que estou sozinho”, a 2ª oração apresenta caráter sintático de
Alternativas
Q463392 Português
O povoado que deu origem ao município de Goianésia do Pará começou a ser formado às margens da rodovia PA-150. Mais tarde, devido à abertura da rodovia PA-263, vários imigrantes em busca de trabalho vieram para a região. Eram centenas de pessoas que se fixaram na região. Porém a quantidade de terra era pouca para o número de gente. Iniciavam-se os conflitos pela posse de terra.

Cedendo às pressões, o dono de uma fazenda da redondeza acabou doando uma grande área para o assentamento das famílias dos trabalhadores. Em troca pediu que o local fosse chamado de Goianésia, nome da sua cidade natal em Goiás. Assim nasceu, em dezembro de 1991, o município de Goianésia do Pará, localizado no sudeste do Pará, a 292 Km de Belém.

Com uma população de mais de 22 mil habitantes, o município vive da agricultura, pecuária e outras atividades. A piscicultura, que se desenvolveu a partir do surgimento do lago artificial da Hidrelétrica de Tucuruí, também é bastante expressiva na região.
A extração de madeira é o mais forte pilar de sustentação da economia local. O produto, além de economicamente rentável, é um atrativo cultural da região. O artesanato em madeira é marca registrada dos moradores de Goianésia do Pará. As peças talhadas em angelim-pedra, uma espécie típica da Amazônia, chamam a atenção dos visitantes. Mas os olhares dos turistas brilham, principalmente, diante dos rios Verde e Arapixi, duas grandes atrações da cidade, além do lago de Tucuruí.

Sintaticamente, o termo em negrito na frase: “ Em troca pediu que o local fosse chamado de Goianésia, nome da sua cidade natal em Goiás.” é classificado como
Alternativas
Ano: 2012 Banca: OBJETIVA Órgão: EPTC Prova: OBJETIVA - 2012 - EPTC - Agente Tributário |
Q462761 Português
No período “Relatora do recurso, a ministra Nancy Andrighi manteve o entendimento do tribunal estadual.”, o sublinhado classifica-se sintaticamente como:
Alternativas
Q461922 Português
Leia os versos a seguir:

Em vossa casa feita de cadáveres,
Ó princesa! Ó donzela!  Em vossa casa, de onde o sangue escorre,  quisera eu morar, [...]

Classificando sintaticamente as expressões do segundo verso, pode-se dizer que elas exercem a função sintática de:
Alternativas
Q443350 Português

                                                 Cair do cavalo 


    Todo mundo um dia cai do cavalo, alguns literalmente inclusive. Cair do cavalo é perder o equilíbrio e o movimento ao mesmo tempo. É bater com toda a força no chão e em seguida ficar prostrado, incapaz de planejar o próximo movimento. Cair do cavalo dói não apenas pelo impacto em si, mas porque nos arranca do conforto da rotina. Paranoicos, hipocondríacos, precavidos, todo mundo cai do cavalo do mesmo jeito, ou seja, sem aviso prévio. E ninguém consegue evitar a perplexidade e a indignação ao verificar, na própria pele, um dos fatos mais banais da existência: coisas dão errado. 

    Se as tijoladas do destino são mais a regra do que a exceção, deveríamos estar mais preparados para lidar com doenças, separações, mortes, problemas de dinheiro, frustrações em geral – mas o fato é que nunca estamos. Somos comovedoramente ingênuos e distraídos, pelo menos até o primeiro grande tombo.

    De volta à terra firme, quando já não há dúvida de que, enfim, sobrevivemos, cada pessoa elabora o sofrimento da forma que pode e sabe. Alguns naufragam na autopiedade, outros veem suas forças exauridas pelo próprio esforço de enfrentar a tormenta. Muitos sentem a necessidade de extrair sentido do sofrimento, atribuindo algum propósito à experiência e propondo a si mesmos uma espécie de jogo do (des)contente: sofri, mas aprendi. (Foi o caso, por exemplo, de Reynaldo Gianecchini, que em todas as entrevistas depois do fim do tratamento do câncer fez questão de falar sobre o lado transcendente da doença.) Há aqueles, porém, em que o sofrimento apenas acentua traços de personalidade que já existiam: o egoísta torna-se intratável, o tímido recolhe-se ainda mais, o extrovertido abusa da grandiloquência. (Lula, na primeira grande entrevista depois do fim do tratamento, falou da doença com a mesma ênfase barroca que usa para florear todos os assuntos, da economia internacional às derrotas do Corinthians: “Se eu perdesse a voz, estaria morto” ou “Estava recebendo uma Hiroshima dentro de mim”.) 

    O ensaísta francês Michel de Montaigne (1533-1592) também caiu do cavalo – concreta e metaforicamente – e essa experiência foi determinante para tudo o que ele viria a produzir depois. A tese é apresentada na deliciosa biografia do filósofo lançada há pouco no Brasil: Como Viver Uma biografia em uma pergunta e vinte tentativas de respostas, da escritora inglesa Sarah Bakewell. O acidente quase fatal, sustenta a autora, ajudou Montaigne a desencanar das preocupações com o futuro e prestar mais atenção no presente e nele mesmo. Seus magníficos Ensaios, escritos nos 20 anos seguintes ao acidente, nada mais são do que a tentativa de ficar alerta às próprias sensações e experiências e buscar a paz de espírito – o “como viver” do título. 

    Para Montaigne, a vida é aquilo que acontece quando estamos fazendo outros planos, e nossa atenção tem que estar o tempo todo sendo reorientada para onde ela deveria estar: aqui e agora. Cair do cavalo pode ser inevitável, mas prestar atenção na paisagem é o que faz o passeio valer a pena. 


                                                                                   LAITANO, Claudia. In: Zero Hora, Porto Alegre, 

                                                                                                                              7 de abril de 2012, p. 2.

Considere as afirmativas abaixo.   
I) No período De volta à terra firme, quando já não há dúvida de que, enfim, sobrevivemos, cada pessoa elabora o sofrimento da forma que pode e sabe. há uma oração que está na função de complemento nominal.
II) No segmento Para Montaigne, a vida é aquilo que acontece quando estamos fazendo outros planos há uma oração que está na função de adjunto adverbial de tempo.
III) No segmento e essa experiência foi determinante para tudo o que ele viria a produzir depois a última oração tem como termo antecedente um pronome demonstrativo.
IV) No segmento Muitos sentem a necessidade de extrair sentido do sofrimento, atribuindo algum propósito à experiência e propondo a si mesmos uma espécie de jogo do (des)contente: há três orações reduzidas, e duas delas exemplificam uma situação de paralelismo sintático.   
Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2012 Banca: Quadrix Órgão: DATAPREV Provas: Quadrix - 2012 - DATAPREV - Engenheiro de Segurança do Trabalho | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Administração de Pessoal e Benefício | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Arquitetura | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Comunicação Social | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Advocacia | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Engenharia Elétrica | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Contabilidade | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Engenharia Civil | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Engenharia Mecânica | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Médico do Trabalho | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Análise de Negócios | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Desenvolvimento | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Análise de Informações | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Finanças | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Processos Administrativos | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Qualidade de Vida | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Banco de Dados |
Q441872 Português
                                    Inadimplência do consumidor recua em agosto

O indicador de Inadimplência aponta alta de 7% na  comparação com mesmo mês do ano passado, o menor  ritmo de expansão nesta base de comparação desde  agosto de 2010.

Wladimir D'Andrade, da Agência Estado

     A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na  passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda  mensal consecutiva, informou a Serasa Experian. O  Indicador de Inadimplência do Consumidor aponta alta de  7% na comparação com mesmo mês do ano passado,  porém este é o menor ritmo de expansão nesta base de  comparação desde agosto de 2010. Além disso, no ano até  agosto, a inadimplência cresceu 16,2%, ritmo bem menor  que o verificado no mesmo período de 2011, quando o
indicador teve alta de 23,4%.
     De acordo com a Serasa Experian, os dados  "confirmam que a inadimplência do consumidor está
perdendo fôlego
", em razão da redução das taxas de juros  no crédito, renegociação de dívidas, lotes recordes de  restituição do Imposto de Renda e antecipação da primeira  parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas  realizada na última semana de agosto.
     Os resultados também mostram diferentes  cenários. Nos primeiros oito meses do ano passado, a
inadimplência era crescente por causa da expansão do  endividamento de 2010 e dos juros mais altos. Já no  mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e  o baixo consumo contribuíram para uma reversão do  indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à  imprensa.
     As dívidas com bancos e os cheques sem fundos  puxaram para baixo a queda da inadimplência em agosto,  com variações negativas de 1,3% e 2,9%, respectivamente.  Os títulos protestados recuaram 0,8%. E a queda no  indicador geral só não foi maior porque as dívidas não  bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e  prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de  energia elétrica e água) apresentaram alta de 1,5%.

                                                                                                       (Disponível em www.estadao.com.br)
Releia o trecho abaixo, extraído do texto (terceiro parágrafo). 
"Já no mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e o baixo consumo contribuíram para uma reversão do indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à imprensa".
Sobre ele, analise as afirmações.
I.     O pronome "deste" promove um processo de Coesão Referencial Anafórica e aponta para o ano de 2010, citado anteriormente.
II.    Em "à imprensa" ocorre crase por ser uma locução adverbial feminina, com função sintática de Adjunto Adverbial.
III.  A forma verbal "contribuíram" está no plural porque concorda com um sujeito composto, cujos núcleos são "quadro" e "consumo".
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: Quadrix Órgão: DATAPREV Provas: Quadrix - 2012 - DATAPREV - Engenheiro de Segurança do Trabalho | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Administração de Pessoal e Benefício | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Arquitetura | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Comunicação Social | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Advocacia | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Engenharia Elétrica | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Contabilidade | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Engenharia Civil | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Engenharia Mecânica | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Médico do Trabalho | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Análise de Negócios | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Desenvolvimento | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Análise de Informações | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Finanças | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Processos Administrativos | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Qualidade de Vida | Quadrix - 2012 - DATAPREV - Analista de Tecnologia da Informação - Banco de Dados |
Q441871 Português
                                    Inadimplência do consumidor recua em agosto

O indicador de Inadimplência aponta alta de 7% na  comparação com mesmo mês do ano passado, o menor  ritmo de expansão nesta base de comparação desde  agosto de 2010.

Wladimir D'Andrade, da Agência Estado

     A inadimplência do consumidor recuou 0,2% na  passagem de julho para agosto deste ano, a terceira queda  mensal consecutiva, informou a Serasa Experian. O  Indicador de Inadimplência do Consumidor aponta alta de  7% na comparação com mesmo mês do ano passado,  porém este é o menor ritmo de expansão nesta base de  comparação desde agosto de 2010. Além disso, no ano até  agosto, a inadimplência cresceu 16,2%, ritmo bem menor  que o verificado no mesmo período de 2011, quando o
indicador teve alta de 23,4%.
     De acordo com a Serasa Experian, os dados  "confirmam que a inadimplência do consumidor está
perdendo fôlego
", em razão da redução das taxas de juros  no crédito, renegociação de dívidas, lotes recordes de  restituição do Imposto de Renda e antecipação da primeira  parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas  realizada na última semana de agosto.
     Os resultados também mostram diferentes  cenários. Nos primeiros oito meses do ano passado, a
inadimplência era crescente por causa da expansão do  endividamento de 2010 e dos juros mais altos. Já no  mesmo período deste ano, o quadro de redução dos juros e  o baixo consumo contribuíram para uma reversão do  indicador, avaliou a empresa, em nota distribuída à  imprensa.
     As dívidas com bancos e os cheques sem fundos  puxaram para baixo a queda da inadimplência em agosto,  com variações negativas de 1,3% e 2,9%, respectivamente.  Os títulos protestados recuaram 0,8%. E a queda no  indicador geral só não foi maior porque as dívidas não  bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e  prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de  energia elétrica e água) apresentaram alta de 1,5%.

                                                                                                       (Disponível em www.estadao.com.br)
Em "Os resultados também mostram diferentes cenários.", aparecem dois Adjuntos Adnominais, que são:
Alternativas
Q399546 Português
Considere o texto a seguir para responder às questões de 9 a 12. 
                                                       O ciclista

Curvado no guidão lá vai ele numa chispa. Na esquina dá com o sinal vermelho e não se perturba - levanta voo bem na cara do guarda crucificado. No labirinto urbano persegue a morte com o trim-trim da campainha: entrega sem derreter sorvete a domicílio.

É sua lâmpada de Aladino a bicicleta e, ao sentar-se no selim, liberta o gênio acorrentado ao pedal. Indefeso homem, frágil máquina, arremete impávido colosso, desvia de fininho o poste e o caminhão; o ciclista por muito favor derrubou o boné.

Atropela gentilmente e, vespa furiosa que morde, ei-lo defunto ao perder o ferrão. Guerreiros inimigos trituram com chio de pneus o seu diáfano esqueleto. Se não se estrebucha ali mesmo, bate o pó da roupa e - uma perna mais curta - foge por entre nuvens, a bicicleta no ombro.

Opõe o peito magro ao para-choque do ônibus. Salta a poça d'água no asfalto. Num só corpo, touro e toureiro, golpeia ferido o ar nos cornos do guidão.

Ao fim do dia, José guarda no canto da casa o pássaro de viagem. Enfrenta o sono trim-trim a pé e, na primeira esquina, avança pelo céu na contramão, trim-trim.

Dentre as questões gramaticais seguintes, acerca do último parágrafo desse texto, somente uma opção está errada. Qual?
Alternativas
Q399540 Português
O ovo frito e o colesterol bom Aumentar o HDL reduz o risco de infarto? Essa é mais uma crença que se vai

Sim, eles conseguiram de novo. Mais uma vez a divulgação de um estudo científico nos faz pensar que, se a medicina é uma ciência de verdades transitórias, parece que ultimamente elas andam mais transitórias do que nunca. A ponto de ninguém mais saber no que e em quem acreditar.

Quem melhor traduziu a perplexidade do público diante da constante divulgação de contraditórias pesquisas médicas foi o escritor Luis Fernando Veríssimo na crônica Ovo, publicada há alguns anos. Por muito tempo, o ovo foi considerado um dos maiores vilões das artérias. Até que os cientistas mudaram de ideia. Quem, como Veríssimo, reprimiu o prazer supremo de furar a gema de um ovo frito sobre um punhado de arroz, não foi indenizado.

Quase sempre as mensagens parecem contraditórias, mas são fruto do avanço do conhecimento. O melhor a fazer é respirar fundo, tentar entender e aceitar que a vida é feita de mudanças.[...]


Assinale a opção em que a vírgula é utilizada para separar o adjunto adverbial anteposto.
Alternativas
Q359481 Português
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 07.

 O JEITINHO BRASILEIRO expressa duas características. A positiva é a capacidade de adaptação em diferentes situações. Isso dá ao país uma flexibilidade política e uma capacidade de inovação invejáveis. O lado negativo é uma ambiguidade em relação às regras. Isso afeta o sistema político e as instituições, que por vezes operam com um certo desprezo pelas regras formais do jogo político. Esta flexibilidade também está ligada ao “familismo amoral”, um padrão moral que privilegia as relações familiares e permite um desrespeito às regras daquilo que é público. Essa é a dimensão do comportamento brasileiro que mais propicia a corrupção. Percorremos um importante caminho até considerar essas práticas negativas para o sistema político, mas ainda não conseguimos superá-las. Corrupção depende da percepção, já que quem é corrupto não o admite publicamente. Não existe método para classificá-la internacionalmente. Ela varia de acordo com a liberdade de imprensa e das instituições democráticas de cada país. Os índices, principalmente o da Transparência Internacional, não consideram essas dimensões. Então, vemos países com ótimas performances comparativas, mas sem mecanismos democráticos, como a Malásia. Hoje, o Brasil está distante de aceitar uma postura de “roubo, mas faço”. Mas esse sistema político se deslegitima quando a opinião pública percebe que ele não consegue tratar da corrupção no seu interior. O grande problema não é perceber a corrupção, mas puni-la. O combate está muito concentrado no Executivo, especialmente na Polícia Federal. Já a mídia não tem um papel muito claro. Ela prefere novos casos a seguir até o final os já existentes. Poderia ser mais transparente, acompanhar exaustivamente toda a tramitação e exercer uma pressão maior sobre o Judiciário para que as punições ocorram. Resposta de Leonardo Avritzer ao questionamento “O jeitinho brasileiro é uma forma de corrupção?”, publicada na Revista de História da Biblioteca Nacional, nº 42, de março de 2009.  
O período em que a ausência de um complemento nominal compromete o entendimento do texto é;
Alternativas
Q316748 Português
Texto para as questões 1 a 10

Imagem 001.jpg

É questionável ainda a ideia de embalar comida com comida. (L.31-32)

Assinale a alternativa em que o termo sublinhado tenha classificação idêntica à do adjunto adverbial sublinhado no período acima.

Alternativas
Q307230 Português
imagem-retificada-texto-003.jpg

Com referência à ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens.
No trecho “à suprema descoberta: a de que todos os males do homem “ (l.34-35), o elemento “a” exerce a função de aposto.
Alternativas
Q295187 Português
A passagem do texto em que se encontra adjunto adverbial expressando circunstância de modo é:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2012 - TJ-SP - Assistente Social |
Q295186 Português
Sabendo que o aposto é empregado para precisar, explicar um termo antecedente, assinale a alternativa contendo passagem do texto com essa função.
Alternativas
Q276954 Português
Em – Culposamente, lembro de quando vou comprar fruta seca. – a palavra destacada tem sentido de
Alternativas
Q276164 Português
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

                           Carona: uma medida para reduzir o número de veículos nas ruas

Todos os dias, milhões de pessoas se deslocam de casa para o trabalho ou para a escola, para visitas ou passeios, fazendo, inevitavelmente, o retorno ao ponto de origem. No caso da Região Metropolitana de São Paulo, essas viagens somam algumas dezenas de milhões, utilizando ônibus, trens, metrô e automóveis particulares. E também a pé. Estudo de origem e destino, realizado em 1997 pelo Metrô de São Paulo, já revelou números assustadores: diariamente, 10,3 milhões de viagens por meio de transporte coletivo, 10 milhões com veículos particulares e 10,6 milhões a pé. Já na época, estimava-se que 20% dos trabalhadores perdiam cerca de três horas por dia no deslocamento de casa para o trabalho e vice-versa. Outros 10% chegavam a gastar mais de quatro horas por dia. Ao lado dos investimentos no sistema viário, meios de transporte coletivo e outras medidas que envolvem políticas de médio e longo prazo, além de grandes investimentos, devemos buscar soluções mais baratas e de alcance imediato. Esta é a proposta do “MUTIRÃO DA CARONA – Seja Solidário. Carona é Legal!", que enfatiza a conscientização e a participação para buscar a sustentabilidade do planeta. Fique esperto! No dia 28 de maio, mostre que você é um cidadão consciente de suas responsabilidades, participando das medidas propostas para melhorar a qualidade de vida em nossa cidade. Dê carona aos seus vizinhos e colegas de trabalho, ou faça os seus deslocamentos nos carros de seus amigos, contribuindo para reduzir o número de veículos circulando nas ruas e avenidas. Assim, o trânsito vai fluir com mais rapidez e diminuir o volume de poluentes veiculares emitidos no meio ambiente. Vamos todos ganhar com isso. E você vai receber um adesivo com os parabéns da Secretaria do Meio Ambiente do Estado. Caso contrário, se você estiver andando sozinho em seu carro, desculpe-nos, mas vai ganhar a MULTA LEGAL, só para lembrá-lo de que a participação coletiva é fundamental para o sucesso de ações de recuperação e preservação da qualidade de vida nas grandes cidades. (Disponível em: www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodacarona/carona.html. Acesso em: 14.09.2012. Adaptado)
Na frase – ... mostre que você é um cidadão consciente de suas responsabilidades, participando das medidas propostas para melhorar a qualidade de vida em nossa cidade. – a palavra em destaque expressa a ideia de
Alternativas
Q268724 Português
Considere as seguintes afirmações sobre o vocábulo que no texto.


I - Em dizia que quem morria passava para outro tempo (L. 01-02), tem a função de sujeito da oração de que faz parte.


II - Em que mesmo quando não é clara (L. 14-15), introduz uma oração com valor explicativo.


III - No trecho ou um sentido que faça sentido (L. 19-20), introduz uma oração com função de aposto.


IV - Em o mesmo que dizia o Becket (L. 47-48), tem a função de objeto direto da oração de que faz parte.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q232647 Português
Para cada segmento do texto que compõe as alternativas da questão há uma afirmação. Está incorreta a da alternativa:
Alternativas
Respostas
1621: E
1622: E
1623: A
1624: B
1625: C
1626: C
1627: D
1628: B
1629: A
1630: B
1631: A
1632: D
1633: E
1634: C
1635: C
1636: E
1637: C
1638: A
1639: D
1640: D