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Questões de Concurso Comentadas sobre vícios da linguagem em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 474 questões

Q1039147 Português
Leia as frases a seguir.
1. Na sala ao lado, alguns trabalhadores ficam à espera de clientes para serem contatados. 2. Afrânio querido, para que destino segues assim tão lesto, circunspecto e assaz atribulado? 3. Atualmente Vicente está bem diferente, pois já não sente tantas dores de dente quanto antigamente. 4. A questão é que o gerente foi apanhado com a mão na botija, apropriando-se indevidamente de uma vultuosa quantia de dinheiro. 5. Dei um rolê na área, ganhei a mina, mas acabei dançando: a mina estava a fim de outra parada.
De cima para baixo, as frases são exemplos dos seguintes vícios de linguagem:
Alternativas
Q980429 Português

Analisando os vícios de linguagem listados abaixo, relacione adequadamente:


I. ambiguidade

II. pleonasmo

III. cacófato

IV. eco

V. solecismo


( ) A boca dela tinha dentes cariados.

( ) Aquele era o pai da moça que estava doente.

( ) Vou te contar uma novidade inédita.

( ) Aqueles rapazes estava sem rumo.

( ) Teve vontade de ir à cidade só por maldade.


Está correta a sequência:

Alternativas
Q976228 Português

Observe a seguinte frase: “Ajudei a colega cansada no final do expediente.” Agora, analise as informações acerca da organização da estrutura da frase:

I. A frase sob o ponto de vista estrutural, não apresenta nenhum problema;

II. Há ambiguidade na frase, pois não deixa claro quem está cansada;

III. Para reorganizar a frase de modo a informar que quem está cansada é a locutora, pode-se reescrever a frase assim “cansada, ajudei a colega no final do expediente”;

IV. Para reorganizar a frase de modo que, quem esteja cansada é a colega, poderia ser reestruturada assim: “Ajudei a colega, que estava cansada, no final do expediente”.


Estão corretas:

Alternativas
Q2792661 Português

TEXTO 03

Na pobreza e na riqueza


No trecho que segue, apela-se para um valor como forma de argumentar: “Ele é pobre e sofreu muito na vida; se ele diz que a situação econômica do país é boa, temos de levar em conta seu ponto de vista”.

Nesse caso, temos o que se chama argumentum ad lazarum (argumento em que se apela para a pobreza). O ponto de vista de alguém deve ser considerado, porque ele é pobre. É o argumento em que a veracidade da tese que se defende está fundada na pobreza de quem anuncia. Isso significa que o valor em que se baseia esse argumento é de que os pobres são mais sábios, mais sensatos e mais virtuosos do que os ricos.

O nome desse raciocínio vem da parábola do pobre Lázaro (Lucas 16: 19-31) que narra a história do mendigo, de nome Lázaro, que coberto de chagas, ficava à porta de um homem rico, querendo matar a fome com as migalhas que caíam de sua mesa. Ambos morreram e o pobre foi levado “ao seio de Abraão”, enquanto o rico padecia muitos tormentos na montanha dos mortos. Este pede a Abraão que permita que Lázaro molhe a ponta de um dedo para refrescar-lhe a língua [...].

FIORIN, José Luiz. Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Ed. Segmento. Abril. / 2015, p. 20.

O título do texto se apresenta sob a forma de

Alternativas
Q2757942 Português

Analise a oração a seguir.


O guia do grupo, que nos veio encontrar hoje, prometeu-nos atividades lúdicas.


Nota-se que o pronome relativo está distante do seu antecedente, o que pode gerar ambiguidade de sentido. Indique a alternativa que melhor substituirá o pronome relativo sem perda de sentido.

Alternativas
Q2753879 Português

Texto 1


  1. ESTRANGEIRO: – Pois bem: nas ciências teóricas
  2. nós começamos por distinguir uma parte diretiva, e
  3. nesta, uma divisão a que chamamos, por analogia,
  4. autodirigente. A criação dos animais foi, por sua vez,
  5. considerada como uma das divisões da ciência auto-
  6. diretiva, da qual é um gênero e certamente não o
  7. menor; a criação de animais nos deu a espécie da
  8. criação em rebanho, e a criação em rebanho, por
  9. sua vez, deu-nos a arte de criar os animais pedes-
  10. tres; e a seguir, esta arte de criar os animais pedes-
  11. tres nos deu, como seção principal, a arte que cria
  12. raça de animais sem chifres; e, ainda, esta raça de
  13. animais sem chifres inclui uma parte que só poderá
  14. ser compreendida por um único termo pela adição
  15. necessária de três nomes; ela se chamará: “a arte
  16. de criar raças que não se cruzam”. Por fim, a última
  17. subdivisão restante, nos rebanhos bípedes, será a
  18. arte de dirigir os homens. É precisamente o que pro-
  19. curamos; a arte que se honra por dois nomes: políti-
  20. ca e real.


PLATÃO. Diálogos – Fédon, Sofista, Político. Trad. Jorge Paleikat; João Cruz Costa. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. p. 177.



Releia o Texto 1 e leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 10.


Texto 2


Admirável gado novo


  1. Vocês que fazem parte dessa massa
  2. Que passa nos projetos do futuro
  3. É duro tanto ter que caminhar
  4. E dar muito mais do que receber
  5. E ter que demonstrar sua coragem
  6. À margem do que possa parecer
  7. E ver que toda essa engrenagem
  8. Já sente a ferrugem lhe comer
  9. Êh, ôô, vida de gado
  10. Povo marcado
  11. Êh, povo feliz!
  12. Lá fora faz um tempo confortável
  13. A vigilância cuida do normal
  14. Os automóveis ouvem a notícia
  15. Os homens a publicam no jornal
  16. E correm através da madrugada
  17. A única velhice que chegou
  18. Demoram-se na beira da estrada
  19. E passam a contar o que sobrou!
  20. Êh, ôô, vida de gado
  21. Povo marcado
  22. Êh, povo feliz!
  23. O povo foge da ignorância
  24. Apesar de viver tão perto dela
  25. E sonham com melhores tempos idos
  26. Contemplam esta vida numa cela
  27. Esperam nova possibilidade
  28. De verem esse mundo se acabar
  29. A arca de Noé, o dirigível,
  30. Não voam, nem se pode flutuar
  31. Êh, ôô, vida de gado
  32. Povo marcado
  33. Êh, povo feliz!

RAMALHO, Zé. Zé Ramalho da Paraíba. Discobertas. © Avohai Editora (EMI) BRSME9700721, 2008. Disponível em: <http://www.zeramalho.com.-br/sec_discografia_view.php?id=65>. Acesso em: 15 fev. 2018.

Na última estrofe do Texto 2, a retomada do sujeito “o povo”, verbalizado no primeiro verso, é feita por silepse com os verbos no plural. Trata-se de

Alternativas
Q2746372 Português

Considere a oração a seguir e assinale a alternativa que apresenta a figura de sintaxe CORRETA: Natália estuda Gastronomia; sua irmã, Pedagogia.

Alternativas
Q2728524 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

“A espaços um ronco rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado, assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do jorro de uma goteira que transborda.” (linhas 4-7). A expressão sublinhada é classificada como:

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Ano: 2018 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UNIFESSPA Prova: CEPS-UFPA - 2018 - UNIFESSPA - Redator |
Q2723085 Português

“Saltei num instante para cima da laje que pesava sobre meu corpo, meus olhos de início foram de espanto, redondos e parados, olhos de lagarto que abandonando a água imensa tivesse deslizado a barriga numa rocha firme;”


As figuras de linguagem são recursos estilísticos usados na escrita ou na fala para realçar a mensagem, tornando-a mais expressiva. São muito recorrentes nos textos literários. No trecho acima, do romance “Lavoura Arcaica”, de Raduan Nassar, a figura de linguagem que se destaca é a

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Q2062695 Português

Infolatria tecnofágica: a era do smartphone


A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.


Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.


Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro. 


Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.


QUARESMA, Alexandre.


<http://sociologiacienciaevida.com.br/infolatria-tecnofagica-era-do-smartphone/> Acesso em 27/março/2018. [Adaptado]

Assinale a alternativa correta, considerando o texto.
Alternativas
Q2013738 Português
Vida e carreira: um equilíbrio possível? (Mário Sérgio Cortella)

12, novembro, 2012. 0Em artigo, Mário Sérgio Cortella introduz o tema que apresentará na Estação de Conhecimento CBN Young Professionals.

      Gosto demais do que um dia escreveu o britânico Beda, o Venerável, lá no século VIII: “Há três caminhos para o fracasso: não ensinar o que se sabe; não praticar o que se ensina; não perguntar o que se ignora”.
        Por isso, uma carreira a ser “turbinada” exige a capacidade de “ensinar o que se sabe”, isto é, ter permeabilidade e ser reconhecido como alguém que reparte competências, de modo a fortalecer a equipe e demonstrar ambição (querer mais) em vez de ganância (querer só para si, a qualquer custo).
        É necessário também “praticar o que se ensina”, de forma a deixar clara a coerência de postura, o equilíbrio entre o dito e o feito, e a disposição para assumir com segurança aquilo que adota como correto.
         Por fim, o mais importante, “perguntar o que se ignora”, pois corre perigo aquele ou aquela que não demonstrar que está sempre em estado de atenção (em 4 vez de estado de tensão) para ampliar capacidades e assumir a humildade (sem subserviência) de compreender e viver aquilo que Sócrates, na Grécia clássica, nos advertiu: “Só sei que nada sei”, ou seja, só sei que nada sei por inteiro, só sei que nada sei que só eu saiba, só sei que nada sei que não possa ainda vir a saber.           
     Afinal, os projetos e metas em qualquer organização são apenas um horizonte que funciona especialmente para sinalizar quais são as possibilidades e limites de progressão; no entanto, horizontes não são obstáculos e sim fronteiras.             
       Performance e “fazer” carreira exige atitude e iniciativa e, por isso, é um “fazer” em vez de ser um “receber”. Construir o equilíbrio d'as intenções com as condições é prioritário, sempre lembrando que o equilíbrio precisa ser em movimento (como na bicicleta), sem conformar-se com o sedutor e falso equilíbrio que se imagina atingir ao se ficar imóvel.
          Em 2007, a Brasilprev pediu-me uma pequena reflexão sobre equilíbrio na vida pessoal e profissional; eu o chamei de “Ô balancê, balancê…”. e agora aqui o retomo. Balancê? Por incrível que pareça esse termo francês significa, na dança, ficar apenas alternando um pé com o outro, mexendo o corpo para lá e para cá, mas, sem sair do lugar. Quando, em 1936, Braguinha e Alberto Ribeiro compuseram essa marchinha de carnaval, não poderiam supor que mais de 70 anos depois alguns de nós usaríamos a última estrofe como uma lamentação estagnante do desequilíbrio entre vida profissional e vida pessoal: “Eu levo a vida pensando / Pensando só em você / E o tempo passa e eu vou me acabando / No balancê, balancê”.     
         “Acho que estou precisando colocar as coisas na balança e ver como consigo lidar melhor com a minha vida no trabalho e a minha vida particular.” Tem ouvido muito isso? Tem pensado muito nisso? Ainda bem; é sinal de sanidade. Qualquer perturbação que abale a integridade e autenticidade do que se vive é perniciosa. Todas as vezes nas quais se tem a sensação de se ser “dois”, isto é, de existir de forma dividida, desponta o perigo de se ter de escolher um entre ambos e relegar o outro. A questão vital não é dividir-se, mas, isso sim, repartir-se. Pode parecer óbvio: quando se divide, há uma diminuição; quando se reparte, há uma multiplicação. Em outras palavras: se me divido entre duas atividades, vem sofrimento; se me reparto, vem equilíbrio.
          Não por acaso, a palavra “equilíbrio” está ligada à ideia de pesar, avaliar, aferir e, portanto, colocar na balança. A expressão latina “aequilibrium” tem a sua origem em equ (igual) e libra (balança). Balancear as dimensões vitais favorece uma mente sadia; afinal, a vida profissional é parte da vida pessoal, e não toda  ela. Não deve pesar mais, nem menos. Terá a gravidade (em múltiplos sentidos) que for obtida pelo honesto valor que a ela for atribuído.
          O que não dá é ficar só balançando sem sair do lugar; harmonia é construção planejada e persistente, em vez de pura espera.
         Para que harmonia, então?
      Como um dia desenvolvi no meu livro Qual é a Tua Obra? (Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética) publicado pela Editora Vozes: Cuidado, a vida é muito curta para ser pequena. É preciso engrandecê-la. E, para isso, é preciso tomar cuidado com duas coisas: a primeira é que tem muita gente que cuida demais do urgente e deixa de lado o importante. Cuida da carreira, do dinheiro, do patrimônio, mas deixa o importante de lado. Depois não dá tempo. A segunda grande questão é gente que se preocupa muito com o fundamental e deixa o essencial de lado.
           O essencial é tudo aquilo que não pode não ser: amizade, fraternidade, solidariedade, sexualidade, religiosidade, lealdade, integridade, liberdade, felicidade. Isso é essencial. Fundamental é tudo aquilo que te ajuda a chegar ao essencial. Fundamental é a tua ferramenta, como uma escada. Uma escada é algo que me ajuda a chegar a algum lugar. Ninguém tem uma escada para ficar nela. Dinheiro não é essencial. Dinheiro é fundamental. Sem ele, você tem problema, mas ele, em si, não resolve. Emprego é fundamental, carreira é fundamental.
           O essencial é o que não pode não ser. Essencial é aquilo que faz com que a vida não se apequene. Que faz com que a gente seja capaz de transbordar.
          Repartir vida. Repartir o essencial, a amizade, a amorosidade, a fraternidade, a lealdade. Repartir a capacidade de ter esperança e, para isso, ter coragem. Coragem não é a ausência de medo. Coragem é a capacidade de enfrentar o medo. O medo, assim como a dor, é um mecanismo de proteção que a natureza coloca para nós. Se você e eu não tivermos medo nem dor, ficamos muito vulneráveis. Porque a dor é um alerta e a dor nos prepara. É preciso coragem para que a nossa obra não se apequene. E, para isso, precisamos ter esperança.
               E, como dizia o grande Paulo Freire, “tem de ser esperança do verbo esperançar”. Tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. “Ah, eu espero que dê certo, espero que resolva, espero que funcione.” Isso não é esperança.
              Esperançar é ir atrás, é se juntar, é não desistir. Esperançar é achar, de fato, que a vida é muito curta para ser pequena. E precisamos pensar se estamos nos dedicando ao importante em vez de ao urgente. 
             Tem gente que diz: “Ah, mas eu não tenho tempo”. Atenção: tempo é uma questão de prioridade, de escolha. Quando eu digo que não tenho tempo para isso, estou dizendo que isso não é importante para mim. Cuidado, você já viu infartado que não tem tempo? Se ele sobreviver, ele arruma um tempo. O médico dizia “você não pode fazer isso, tem de andar todos os dias”. Se ele infartar e sobreviver, no outro dia você vai vê-lo, às 6 horas da manhã, andando. Se ele tinha tempo, que ele teve de arrumar agora, por que não fez isso antes? Você tem tempo? Se não tem, crie. Talvez precisemos rever as nossas prioridades.
            Será que estamos cuidando do urgente e deixando o importante de lado? Será que não estamos atrás do fundamental, em vez de ir em busca do essencial?

(Fonte: Portal HSM. Texto completo disponível em http://www.shermarketing.com.br/vidae-carreira-um-equilibrio-possivel-mario-sergio-cortella/. Acesso em 11/01/2018)

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q2000561 Português
Observe atentamente a figura seguinte. 
27.png (285×187)

No trecho: “Proibido barulho sonoro.”, podemos notar a presença de um Vício de Linguagem. Aponte-o. 
Alternativas
Q1309635 Português

Como combater fake news sem abrir espaço para a censura?



Apesar de boatos não serem, de forma alguma, um fenômeno recente, a dimensão de sua propagação proporcionada pelas redes sociais, especialmente em momentos críticos como [ ] vésperas de eleições, é. O combate [ ] fake news entrou na agenda política e midiática nacional, o que levou [ ] algumas possibilidades distintas de atuação.


Algumas pessoas tendem [ ] preferir soluções institucionais, como a responsabilização dos produtores e a tipificação do crime pela legislação brasileira. No entanto, essa via leva [ ] um outro questionamento ético: como garantir que [ ] pessoas nas instituições responsáveis por punir a propagação de fake news vão agir de forma isenta, sem incorrer em perseguição política contra adversários?


Para Daniel Nascimento, ex-hacker e consultor de Segurança Digital, a reação às notícias falsas deve ser tão “espontânea” quanto a sua propagação. Ele explica que a proliferação dos boatos é facilitada pelo imediatismo que a internet proporciona. “A pessoa só lê a manchete, três linhas, e já compartilha”, exemplifica. Por isso, ele trabalha no desenvolvimento de uma ferramenta, a “fakenewsautentica”, que mostraria, mediante o uso de um comando, a veracidade das notícias recebidas pelo Whatsapp ou pelo Facebook instantaneamente. Segundo ele, é possível usar os “bots” que propagam notícias falsas para propagar os desmentidos e as notícias bem apuradas, com base no trabalho de jornalistas contratados para esse propósito.


Edgard Matsuki, jornalista responsável pelo site Boatos. org, acredita no poder da conscientização. “Hoje, grande parte das pessoas sabe operar quase que de forma intuitiva um smartphone, mas infelizmente as pessoas não são educadas para checar a informação que chega via redes sociais. Nesse sentido, iniciativas que visem aumentar o senso crítico das pessoas em relação ao que circula na internet são importantes”.


O site Boatos.org apresenta dicas de checagem, dentre as quais se destacam: 1) Quando se deparar com um conteúdo, ler a notícia por completo e não parar apenas no título ou nas primeiras frases. 2) Perguntar-se sobre até que ponto a notícia escrita tem chances de ser falsa. 3) Quando a fonte não está descrita no texto, ver se foi publicado em outras fontes confiáveis. 4) Quando a notícia tem um caráter muito alarmista, desconfiar. 5) Desconfiar também de um pedido de compartilhamento. Essa é uma tática para ajudar na sobrevivência do boato. Exemplo: conteúdos com a mensagem “compartilhe antes que apaguem essa informação”. 6) Verificar os erros de português, pois as notícias falsas não têm muito apreço pela correção gramatical.



CALEGARI, L. Disponível em: <https://exame.abril.com.br/brasil/como-combater-fake-news-sem-abrir-espaco-para-a-censura/>Acesso: 04/julho/2018. [Adaptado]

Analise as afirmativas abaixo, considerando-as em relação ao texto.


1. Os segmentos “ex-hacker e consultor de Segurança Digital” (1a frase do 3o parágrafo) e “jornalista responsável pelo site Boatos.org” (1a  frase do 4o parágrafo) aparecem entre vírgulas por funcionarem como aposto.


2. O termo “fake news” é um vício de linguagem e não deveria estar presente em textos escritos.


3. Trata-se de uma matéria publicitária que divulga produtos gratuitos para alimentar fake news.


4. A expressão “No entanto” (2o parágrafo) introduz uma ideia de contraste, podendo ser substituída por “Entretanto”, sem prejuízo de significado no texto.


5. Em “Verificar os erros de português, pois as notícias falsas não têm muito apreço pela correção gramatical.” (5o parágrafo), o vocábulo sublinhado pode ser substituído por por que, sem prejuízo de sentido e sem ferir a norma culta da língua escrita.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1292403 Português
Assinale a única alternativa em que NÃO HÁ vícios de linguagem.
Alternativas
Q1287504 Português
Leia as frases abaixo e indique os respectivos vícios de linguagem que ocorreram:
I – O colaborador recebeu uma crítica muito sútil. II – Me empresta o seu celular? III – O advogado conversou com o cliente em sua casa.
Alternativas
Q1270809 Português

Analise as frases abaixo e relacione a segunda coluna de acordo com a primeira.


Coluna 1 Frases

1. Finalmente levou o seu filho para o quarto.

2. É imensurável a fé de meu Pai.

3. Haviam muitas pessoas na reunião.

4. Marcela era uma excessão naquela sala.

5. Encontraremos outra alternativa para este problema.


Coluna 2 Vícios de linguagem

( ) solecismo

( ) redundância

( ) ambiguidade

( ) cacofonia

( ) barbarismo


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1242513 Português
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1242510 Português

Leia a tirinha abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

https://www.google.com.br


Analise as afirmativas abaixo em relação à tirinha.


1. Na tirinha, há uma ambiguidade e, no contexto, é considerado um vício de linguagem.

2. De acordo com o novo acordo ortográfico em vigência, a palavra “pôr” está inadequada, haja vista a queda dos acentos diferenciais.

3. Na frase: “O médico falou com o paciente caído no chão”, temos um exemplo de vício de linguagem chamado ambiguidade.

4. Na fala: “não está à venda”, temos o uso adequado da crase. Situação idêntica encontramos na expressão: “estou à olhar o nascer do sol”.

5. Supondo-se que o menino estivesse vendendo o que consta na placa, teríamos no verbo “vender” um exemplo de transitividade direta.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Campos Novos - SC
Q1189556 Português
Leia a frase abaixo:

Eu assisti o filme em casa.
Qual o vício de linguagem que há na frase?
Alternativas
Respostas
301: E
302: A
303: A
304: C
305: B
306: C
307: B
308: D
309: A
310: E
311: B
312: D
313: B
314: B
315: D
316: D
317: B
318: E
319: D
320: B