Questões de Concurso
Sobre uso dos conectivos em português
Foram encontradas 5.190 questões
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que indica o correto desenvolvimento, mantendo-se o mesmo sentido, da oração reduzida a seguir: “para se construir um time de sucesso nas empresas” (l. 02).
Leia o texto para responder a questão:
“Minha história foi composta como uma aquisição para a
eternidade, não para ser ouvida por ocasião do triunfo na
competição de um dia.”
Na frase acima, o conector que mostra seu valor semântico corretamente é:
Um jornalista americano afirmou:
“Os ricos são diferentes de você e de mim. Eles têm mais crédito.”
Se reescrevêssemos este pensamento, substituindo o ponto entre os períodos por uma conjunção, a opção inadequada seria
Há um erro de construção na frase a seguir.
“Nenhum bem pode fundamentar-se na força, mesmo que a força fosse divina.”
Assinale a opção que o indica.
Para manter o sentido original, o vocábulo mas no texto do cartaz
“Mãe, desculpe! Deixei o quarto bagunçado,
mas fui arrumar o Brasil.”
não pode ser substituído por
A questão a seguir deve ser respondida a partir do fragmento a seguir.
“O boi, substantivo masculino, com que nós acudimos às urgências do estômago, pai do rosbife, rival da garoupa, entre pacífico e filantrópico, não é justo que viva... isto é, que morra obscuramente nos matadouros.” (Machado de Assis)

Andreas Jahn e Wibke Larink. Aula de anatomia. In: Revista
Mente&Cérebro, edição especial Neurociência 2,
n.o 50, jun./jul. de 2015 (com adaptações)
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.
O sentido original do texto seria preservado se o período
“Mas nem por isso deixamos de explorar o universo
interno” (linhas 35 e 36) fosse reescrito da seguinte
maneira: Ainda assim nós deixamos explorar o universo
interior.

Andreas Jahn e Wibke Larink. Aula de anatomia. In: Revista
Mente&Cérebro, edição especial Neurociência 2,
n.o 50, jun./jul. de 2015 (com adaptações)
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A expressão “por isso” (linha 35) introduz a conclusão
final do texto, que teria maior destaque se essa
expressão fosse isolada por vírgulas, sem prejuízo para a
correção gramatical do texto

Andreas Jahn e Wibke Larink. Aula de anatomia. In: Revista
Mente&Cérebro, edição especial Neurociência 2,
n.o 50, jun./jul. de 2015 (com adaptações)
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O termo “então” (linha 17) remete à “Renascença” (linha 16).
Texto para o item.

Jairo Bouer. Homo paradoxalis. In: Revista da Cultura,
edição 105, jul./ago. 2016 (com adaptações).
A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No período em que se insere, a oração “Se, por um
milésimo de segundo, outro tivesse vencido” (linhas 13
e 14) expressa uma consequência.
Texto para o item.

Jairo Bouer. Homo paradoxalis. In: Revista da Cultura,
edição 105, jul./ago. 2016 (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No período que compõe o penúltimo parágrafo do texto,
com o emprego da expressão “tão herdeiras da Terra
quanto ele” (linhas 44 e 45), o autor estabelece uma
relação de proporcionalidade entre seres humanos e
demais seres vivos, para defender que todos têm direito
a viver na Terra.
Texto CB1A1-I
Durante um seminário sobre a antropologia do dinheiro ministrado na Escola de Economia e Ciência Política de Londres, Jock Stirratt descreveu em um gráfico os usos a que alguns pescadores do Sri Lanka que prosperaram nos últimos anos submetiam sua riqueza recém-adquirida. A renda desses pescadores, antes muito baixa, deu um grande salto desde que o gelo se tornou disponível, o que possibilitou que seus peixes alcançassem, em boas condições, os mercados distantes da costa, onde atingiram preços altos. No entanto, as aldeias de pescadores ainda permanecem isoladas e, à época do estudo, não tinham eletricidade, estradas nem água encanada. Apesar desses desincentivos aparentes, os pescadores mais ricos gastavam os excedentes de seus lucros na compra de aparelhos de televisão inutilizáveis, na construção de garagens em casas a que automóveis sequer tinham acesso e na instalação de caixas-d’água jamais abastecidas. De acordo com Stirratt, isso tudo ocorre por uma imitação entusiasmada da alta classe média das zonas urbanas do Sri Lanka.
É fácil rir de despesas tão grosseiramente excêntricas, cuja aparente falta de propósito utilitário dá a impressão de que, por comparação, pelo menos parte de nosso próprio consumo tem um caráter racional. Como os objetos adquiridos por esses pescadores parecem não ter função em seu meio, não conseguimos entender por que eles deveriam desejá-los. Por outro lado, se eles colecionassem peças antigas de porcelana chinesa e as enterrassem, como fazem os Ibans, seriam considerados sensatos, senão encantados, tal como os temas antropológicos normais. Não pretendo negar as explicações óbvias para esse tipo de comportamento ― ou seja, busca de status, competição entre vizinhos, e assim por diante. Mas penso que também dever-se-ia reconhecer a presença de uma certa vitalidade cultural nessas atrevidas incursões a campos ainda não inexplorados do consumo: a habilidade de transcender o aspecto meramente utilitário dos bens de consumo, de modo que se tornem mais parecidos com obras de arte, carregados de expressão pessoal.
Alfred Gell. Recém-chegados ao mundo dos bens: o consumo entre os Gonde Muria. In: Arjun Appadurai (org). A vida social das coisas: mercadorias sob uma perspectiva cultural. Niterói: Eduff, 2008, p. 147-48 (com adaptações).
TEXTO I
Modernidade líquida
As relações humanas ficaram extremamente abaladas com o surgimento da modernidade líquida. Bauman usa o termo “conexão” para nomear as relações na modernidade líquida no lugar de relacionamento, pois o que se passa a desejar a partir de então é algo que possa ser acumulado em maior número, mas com superficialidade suficiente para se desligar a qualquer momento. A amizade e os relacionamentos amorosos são substituídos por conexões, que, a qualquer momento, podem ser desfeitas.