Questões de Concurso
Sobre uso dos conectivos em português
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I. Observar a inquietude por esse ângulo de "potência a ser revelada" deve levar nos além, visto que revela a direção de para onde nossa alma está apontando para criar e atuar.
II. Revelar a direção de para onde nossa alma está apontando para criar e atuar, nos fará observar a inquietude por esse ângulo de "potência a ser revelada", podendo nos levar aquém.
III. Observar a inquietude por esse ângulo de "potência a ser revelada" pode nos levar além, porque mostra a direção de para onde nossa alma está apontando para que criemos e atuemos.
Quais estão corretas?


I. A vírgula é utilizada para separar um adjunto adverbial, entretanto, em virtude da brevidade do termo, poderia ser suprimida.
II. O fragmento é constituído por um período composto por subordinação.
III. A substituição de ‘olhando’ por ‘conquanto olhamos’ mantém a mesma relação de sentido expresso no fragmento original.
Quais estão corretas?
Na estruturação desse período, o autor usou um conector discursivo com ideia de:
Perfeito. Somos?
Não somos perfeitos, mas buscamos a perfeição nos outros;
Reiteramos “verdades absolutas”, mas nem mesmo sabemos interpretar a
nossa verdadeira essência.
Não somos belos o suficiente, e buscamos a beleza idealizada no outro.
(Afinal, o que é ser belo?)
Afirmamos a existência de um Deus onipotente, onipresente, onisciente,
entretanto, nós mesmos queremos definir e julgar o propósito do outro.
Falamos de amor, união e fraternidade,
contudo, definimos aqueles que são “os escolhidos”;
Chegamos a pronunciar “obrigado”, no entanto, esquecemos
de exercer a verdadeira gratidão.
Quanto mais religiosos nos tornamos, menos especulativos.
Já por outro lado, quanto mais
Espiritualidade buscamos, menos religiosidade queremos,
E mais aptos
ficamos para exercer o “servir ao outro”
Sem se explicar. Na busca pelo futuro promissor,
Pela ciência a cada dia desvendando mistérios,
oferecendo mais praticidade, revelando tudo o que nos falta.
Mas o que nos falta então?
Olhar para nós mesmos, bem para dentro de nós,
Para o centro de nosso ser
E olhar para aquele que está à nossa frente
E percebemos que não somos só,
Nem somos sós
Somos nós e os nossos ambientes. Somos.
Volto a perguntar: “O que nos falta?”
Talvez um espelho
Um espelho que nos mostra que somos tão importantes
quanto ao outro, e não mais importante do que o outro.
Outros de nós mesmos.
(MENDONÇA, Túlio – Entreatos – Páginas Editora)
Nos versos acima, foram destacados alguns elementos de articulação no texto. É correto afirmar que todos os elementos exprimem:
CONTO DE FANTASMAS
Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.
A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.
“Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.
“Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.
“Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.
“Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”
O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.
Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.
Disponível em: www.henriqueschneider
CONTO DE FANTASMAS
Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.
A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.
“Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.
“Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.
“Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.
“Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”
O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.
Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.
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Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!
No poema “E agora, José?”, de Carlos Drummond de Andrade, o trecho em destaque está construído com base nos sentidos estabelecidos pelas conjunções, respectivamente, de
O calçado certo
Vinícius Possebon

(http://www.revistapenseleve.com.br/fitness-destaque/caminhar-requer-cuidados-e-atencao-com-
saude/ - adaptação)
Quanto às conjunções que introduzem oração subordinada adverbial concessiva, analisar os itens abaixo:
I - Embora.
II - Conquanto.
III - Porquanto.
IV - Caso.
Está(ão) CORRETO(S):
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Para muitos, a hora de escolher a profissão é um desafio
"A orientação profissional é um processo e uma construção
Segundo o psicólogo, os pais podem e devem opinar, mas não impor _____ profissão de seus filhos
(Disponível em
Em "Segundo o psicólogo, os pais podem e devem opinar...", a palavra destacada neste trecho do texto:
I. É um numeral.
II. É sinônima de "consoante".
III. Exprime conformidade.
Está de acordo com o texto:
TEXTO 2 para a questão
Esse rio que passa
Tive o privilégio de ainda viver um rio vivo, cacei caranguejos, andei descalça enfiando o pé na lama, brinquei nas suas margens. Fomos morar na Av. Beira Rio quando eu tinha 2 anos de idade e saí de lá quando ganhei o mundo aos 17. Passava um bom tempo observando as águas levando no seu caminho objetos, histórias e emoções, canoeiros que se locomoviam enfiando a vara no leito do rio, pescadores, criançada pulando na água.
Para mim, criança, era uma alegria quando as baronesas desciam, sinal de chuva no Agreste, e, quando o rio transbordava, havia sempre a possibilidade de não ter aula. Nas grandes cheias, uma tragédia recorrente na cidade, quando tudo em volta alagava, e o rio virava um monstro sem cabeça, feroz, destruindo tudo e todos, nossa casa virava abrigo dos moradores da Favela da Mangueira.
Esse rio tem muitas histórias, mas nada tão pitoresco quanto a implosão da ponte que não caiu. Condenada pelos engenheiros após uma grande cheia, a Prefeitura decidiu implodir a Ponte da Torre. Um grande acontecimento, a primeira implosão da cidade, toda a mídia envolvia, tudo marcado, as rádios foram cobrir o grande feito ao vivo. Eu estava lá. Contagem regressiva transmitida, bum, quando a fumaça e a poeira baixaram, a ponte permaneceu lá, intacta, e essa história virou a maior piada da cidade durante um bom tempo.
Ninguém pega mais caranguejo, a lama cheira mal, o rio é sujo, poucos se arriscam a pescar. Graças aos investimentos em engenharia, as cheias não acontecem mais, e um matagal cresceu as suas margens, quase impedindo a gente de ver o rio passar. O Capibaribe pede socorro, mas continua majestoso. Tenho fé em Deus que ele ainda volte a ser exuberante em nossas vidas.
Marta Lima. Revista Textos. Dezembro/2019. Ed. 1. Editora Textos. p. 22. Adaptado.
Leia as afirmativas abaixo e coloque nos parênteses V para as Verdadeiras e F para as Falsas:
() "e saí de lá quando ganhei o mundo aos 17." - o termo grifado liga orações exprimindo circunstância temporal.
() "mas nada tão pitoresco quanto a implosão da ponte que não caiu." - o termo grifado poderia ser substituído pelo conectivo porque, e o sentido original seria mantido.
()"e essa história virou a maior piada da cidade durante um bom tempo." - o termo grifado une orações exprimindo uma ideia de adição.
() "O Capibaribe pede socorro, mas continua majestoso." - o termo grifado poderia ser substituído pelo conectivo pois, e o sentido da oração se manteria inalterado.
Assinale alternativa que indica a sequência CORRETA.