Questões de Concurso Sobre uso dos conectivos em português

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Q1859772 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Observe o seguinte fragmento do texto: ‘Observar a inquietude por esse ângulo de "potência a ser revelada" pode nos levar além, pois revela a direção de para onde nossa alma está apontando para criar e atuar’ (l. 13-15) e as seguintes propostas de reescrita:
I. Observar a inquietude por esse ângulo de "potência a ser revelada" deve levar nos além, visto que revela a direção de para onde nossa alma está apontando para criar e atuar.
II. Revelar a direção de para onde nossa alma está apontando para criar e atuar, nos fará observar a inquietude por esse ângulo de "potência a ser revelada", podendo nos levar aquém.
III. Observar a inquietude por esse ângulo de "potência a ser revelada" pode nos levar além, porque mostra a direção de para onde nossa alma está apontando para que criemos e atuemos.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1859768 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Em relação à frase: ‘Profissionalmente, é comum buscarmos direcionamento olhando para o que nos apaixona’ (l. 16), afirma-se que:
I. A vírgula é utilizada para separar um adjunto adverbial, entretanto, em virtude da brevidade do termo, poderia ser suprimida.
II. O fragmento é constituído por um período composto por subordinação.
III. A substituição de ‘olhando’ por ‘conquanto olhamos’ mantém a mesma relação de sentido expresso no fragmento original.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1859482 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Investimento em educação e ciência
Por RUY ALTENFELDER - Curador dos Prêmios Fundação Bunge, presidente do Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea) e presidente da Academia de Letras Jurídicas

A contenção do aquecimento global, cujos efeitos já podemos sentir nos dias de hoje, é o grande desafio das próximas gerações. Para frear o desequilíbrio ambiental, precisaremos de combustíveis menos poluentes, de novas técnicas agrícolas, de novas fontes de energia. Teremos que inventar modelos urbanos, econômicos e sociais mais sustentáveis. Estamos na antessala de um rearranjo completo das cadeias produtivas globais e do nosso próprio modo de vida, desafios que só serão superados com base em novos conhecimentos e novas tecnologias.
O investimento em educação e ciência, portanto, nunca foi tão importante. Avanço científico e progresso social sempre foram fenômenos indissociáveis, mas nota-se agora que a própria sobrevivência da espécie humana está em jogo. Sociedades que valorizam a ciência são aquelas com melhores chances de encontrar soluções para os grandes desafios deste século.
A pandemia de covid-19 deu uma amostra disso. Graças à ciência, conseguimos mapear a evolução do vírus e desenvolver vacinas em tempo recorde, as quais vêm reduzindo drasticamente o número de mortes e oferecendo uma rota de saída para a pandemia.
Investir em ciência não é um gasto, mas uma aposta no futuro. No médio e longo prazos, não há aplicação que traga tanto retorno, inclusive financeiro, quanto a valorização do trabalho dos cientistas.
Tecnologias inovadoras podem se tornar negócios bilionários, além de serem decisivas, como vimos, para a construção de um presente sustentável para toda a humanidade.
[...]
Diante de problemas ambientais, sociais e sanitários cada vez mais complexos, infelizmente ainda temos dificuldade para compreender o trabalho do cientista como essencial ao desenvolvimento nacional e até à nossa sobrevivência.
Investir em ciência é garantir que estaremos à altura dos grandes desafios que este século nos reserva.
Quanto antes aprendermos essa lição, mais chances teremos de construir um futuro próspero e sustentável para todos os brasileiros.
postado em 17/11/2021 – texto adaptado
https://www.correiobraziliense.com.br
“Quanto antes aprendermos essa lição, mais chances teremos de construir um futuro próspero e sustentável para todos os brasileiros.” 6º§
Na estruturação desse período, o autor usou um conector discursivo com ideia de: 
Alternativas
Q4388113 Português

Perfeito. Somos?



Não somos perfeitos, mas buscamos a perfeição nos outros;

Reiteramos “verdades absolutas”, mas nem mesmo sabemos interpretar a

nossa verdadeira essência.

Não somos belos o suficiente, e buscamos a beleza idealizada no outro.

(Afinal, o que é ser belo?)

Afirmamos a existência de um Deus onipotente, onipresente, onisciente,

entretanto, nós mesmos queremos definir e julgar o propósito do outro.

Falamos de amor, união e fraternidade,

contudo, definimos aqueles que são “os escolhidos”;

Chegamos a pronunciar “obrigado”, no entanto, esquecemos

de exercer a verdadeira gratidão.

Quanto mais religiosos nos tornamos, menos especulativos.

Já por outro lado, quanto mais

Espiritualidade buscamos, menos religiosidade queremos,

E mais aptos

ficamos para exercer o “servir ao outro”

Sem se explicar. Na busca pelo futuro promissor,

Pela ciência a cada dia desvendando mistérios,

oferecendo mais praticidade, revelando tudo o que nos falta.

Mas o que nos falta então?

Olhar para nós mesmos, bem para dentro de nós,

Para o centro de nosso ser

E olhar para aquele que está à nossa frente

E percebemos que não somos só,

Nem somos sós

Somos nós e os nossos ambientes. Somos.

Volto a perguntar: “O que nos falta?”

Talvez um espelho

Um espelho que nos mostra que somos tão importantes

quanto ao outro, e não mais importante do que o outro.

Outros de nós mesmos.



(MENDONÇA, Túlio – Entreatos – Páginas Editora)


“Não somos perfeitos, mas buscamos a perfeição nos outros; Reiteramos “verdades absolutas”, mas nem mesmo sabemos interpretar a nossa verdadeira essência. Não somos belos o suficiente, e buscamos a beleza idealizada no outro. (Afinal, o que é ser belo?) Afirmamos a existência de um Deus onipotente, onipresente, onisciente, Entretanto, queremos nós mesmos definir e julgar o propósito do outro. Falamos de amor, união e fraternidade, Todavia, definimos aqueles que são “os escolhidos”; Chegamos a pronunciar “obrigado”, no entanto, esquecemo-nos De exercer a verdadeira gratidão”.

Nos versos acima, foram destacados alguns elementos de articulação no texto. É correto afirmar que todos os elementos exprimem: 
Alternativas
Q4388109 Português
Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo

Um muro feito de ideias

Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações

Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo
14 de Fevereiro de 2021


        Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.

        Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.

        Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.

        As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.

        Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...] 

        Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham.

        Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.

        Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.

        [...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?

        Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.


(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)
“Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena?” A oração destacada expressa: 
Alternativas
Q4386704 Português
Leia o texto a seguir.


“Um palestrante entrou num auditório para proferir uma palestra e, surpreso, se deparou com um auditório vazio. Só havia um homem sentado na primeira fileira. Desconcertado, o palestrante perguntou ao homem se devia ou não dar a palestra só para ele. O homem respondeu:
    
– Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.


O palestrante entendeu a mensagem e deu a palestra inteira, conforme havia preparado. Quando terminou, perguntou ao homem:

– Então, gostou da palestra?


O homem respondeu:

– Como eu lhe disse, sou um homem simples, não entendo muito dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e só tivesse uma única galinha, eu não daria o saco de milho inteiro para ela.

(Autor desconhecido – Trabalhar com estratégia)
 “– Sou um homem simples, não entendo dessas coisas. Mas se eu entrasse num galinheiro e encontrasse apenas uma galinha para alimentar, eu alimentaria essa única galinha.” A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por: 
Alternativas
Q4386626 Português

CONTO DE FANTASMAS



    Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.



    A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.



    “Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.



    “Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.



    “Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.



    “Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”



    O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.



    Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.



Disponível em: www.henriqueschneider

“Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar , no meio da livraria, todos paramos de rir.” A palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q4386624 Português

CONTO DE FANTASMAS



    Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos. Era uma velha daquelas que se veem sorridentes em propagandas de plano de Saúde e certamente pareceria mais verossímil procurando livros de Tricô ou culinária. Mas fantasmas, não.



    A mulher explicou à Vendedora, que, surpresa, a levou aos livros esotéricos, sob o olhar sorridente da Clientela próxima.



    “Até sábado passado eu não acreditava em fantasma.” – disse – “Mas nesse dia, de repente, eles começaram a aparecer. Moro só. Só eu e meus Gatos.” – comentou, enquanto folheava livros a esmo. Todos nos aproximávamos disfarçadamente. Pessoas cúmplices entre desconhecidos, todos interessados neste Assunto novo e inaudito.



    “Sábado, quando acordei, estavam sentados no Sofá da Sala. Não eram fantasmas de Lençol, nem daqueles que aparecem em Filmes de Terror. Eram fantasmas comuns, daquela palidez triste que não se encontra entre os Vivos.” – e já todos ríamos meio abertamente, pensando no quanto a solidão mexe com as Pessoas, ao tempo em que a velha escolhia dois livros sem maior critério.



    “Conversamos Horas, desde então. Há Anos ninguém conversava tanto comigo e com os gatos.” – e nós, rindo de tudo, sabendo que devíamos nos condoer, enquanto a vendedora pegava os livros e levava-os ao Caixa.



    “Ontem, me falaram que eu era especial, depois foram embora.” – “e eu não soube o que queriam dizer com isso. Por esta razão, quero os livros: para entender melhor nossa próxima conversa.”



    O Senhor ao meu lado riu alto, como se lhe contassem uma Piada. Estávamos todos divertidos com a História da velha; a Culpa era para depois. “Quero entender por que sou especial”, – questionou, quando todos nós já ríamos indisfarçados.



    Mas quando a velha pagou os livros e desapareceu no Ar, no meio da livraria, todos paramos de rir.



Disponível em: www.henriqueschneider

“Quando a Velhinha entrou na Livraria e perguntou se havia Livros que ensinassem a conversar com Fantasmas, todos nos surpreendemos.” A oração destacada estabelece em relação às demais uma: 
Alternativas
Q4382341 Português
Assinale a única alternativa incorreta:
Alternativas
Q4377901 Português

Se você gritasse,

se você gemesse,

se você tocasse

a valsa vienense,

se você dormisse,

se você cansasse,

se você morresse…

Mas você não morre,

você é duro, José!


No poema “E agora, José?”, de Carlos Drummond de Andrade, o trecho em destaque está construído com base nos sentidos estabelecidos pelas conjunções, respectivamente, de 

Alternativas
Q4373919 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A Borboleta Azul


Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.

As meninas sempre faziam muitas perguntas.

Algumas ele sabia responder, outras não.

Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.

O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.

Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.

- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.

- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.

Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.

E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.

- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

- Depende de você...ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.


Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).

Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...

Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html 
No período "Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado" as orações relacionam-se sintaticamente por meio do processo de:
Alternativas
Q4373916 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

A Borboleta Azul


Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.

As meninas sempre faziam muitas perguntas.

Algumas ele sabia responder, outras não.

Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.

O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.

Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.

- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.

- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.

- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.

Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la.

E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!

As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.

- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?

Calmamente o sábio sorriu e respondeu:

- Depende de você...ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.


Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).

Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...

Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html 
No período "- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta ", a conjunção "E" expressa uma ideia de:
Alternativas
Q4372627 Português
Assinale o item que só contenha conjunções: 
Alternativas
Q4371898 Português


O calçado certo


Vinícius Possebon



(http://www.revistapenseleve.com.br/fitness-destaque/caminhar-requer-cuidados-e-atencao-com-

saude/ - adaptação)

Quanto às conjunções que introduzem oração subordinada adverbial concessiva, analisar os itens abaixo:


I - Embora.


II - Conquanto.


III - Porquanto.


IV - Caso.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q4365832 Português
“Time Out” escolhe os bairros “mais legais do mundo” em 2021

        Um centro gastronômico na capital dinamarquesa com novos negócios que prosperaram mesmo no auge da pandemia foi considerado o bairro mais legal do mundo pela revista “Time Out”. Nørrebro, em Copenhague, liderou a lista de 2021 da publicação global. A seleção foi compilada usando uma pesquisa com cerca de 27 mil pessoas que vivem em cidades em todo o mundo, analisada pela equipe global de editores da “Time Out”.

        Para a publicação, o espírito comunitário desempenhou um papel importante na seleção dos melhores distritos na esteira da Covid-19. “A pandemia foi bastante devastadora para as cidades e para as empresas de cultura e hospitalidade”, opinou Caroline McGinn, editorachefe global da “Time Out”, ao CNN Travel. “Mas cada um desses lugares tem sua própria história para contar sobre como as pessoas se uniram para apoiar umas às outras – e como inventaram uma nova cultura ao longo dessa trajetória”.

        Andersonville, em Chicago, conhecido por sua cena LGBTQIA+ próspera e pelos espaços verdes, ficou em segundo lugar na lista. Já o histórico bairro de Jongno 3-ga, em Seul, na Coreia do Sul, ficou em terceiro lugar. O quarto lugar ficou com o bairro de Leith, em Edimburgo, uma antiga área industrial da cidade que tem uma cena criativa emergente e uma lista crescente de restaurantes bem cotados. Completando os cinco primeiros está o artístico Station District de Vilnius, na Lituânia, elogiado pela “Time Out” por sua street art e a cena de bares. 

        O bairro número um, Nørrebro, foi recomendado pela “Time Out” não apenas por causa de seu comércio movimentado, com endereços antigos e novos, mas também por suas recentes iniciativas comunitárias, incluindo o programa de domingo sem carros e uma exposição de arte interativa chamada Usynglige Stier (“Caminhos invisíveis”). 

        Copenhague também foi recentemente reconhecida como a cidade “mais segura” do mundo pelo Índice de Cidades Seguras (SCI, na sigla em inglês) da Economist Intelligence Unit. Nesta semana, o restaurante Noma, um marco contemporâneo de Copenhague, também foi eleito o melhor do mundo.
        
        “As classificações da pesquisa não são o único ponto que importa, também pensamos na „vibe‟, na atmosfera do bairro”, disse McGinn, explicando que os editores aprimoraram a lista aplicando uma perspectiva localizada. “Os bairros das grandes cidades são dinâmicos, mudam rapidamente. E isso traz uma coisa muito boa: olhar para algumas das ideias interessantes que viraram realidade de forma muito veloz durante a Covid-19”.

        A “Time Out” também diz que a sustentabilidade está na vanguarda de decisão: o segundo bairro mais legal, Andersonville, Chicago, foi celebrado por seu programa de compostagem ecologicamente correto, chamado Clark Free Composts, enquanto Sai Kung, em Hong Kong, nono na lista, foi elogiado por suas lojas com zero resíduos e o grupo ambientalista Friends of Sai Kung.

        McGinn disse que a pesquisa destacou como as cidades foram afetadas pela pandemia de forma diferente, mas um fator unificador foi “uma grande mudança em direção ao localismo e hiperlocalismo, que veio para ficar”.

        “As pessoas frequentavam seus bairros, dependiam deles para seu sustento, para a vida da comunidade e social e, em muitos casos, se apaixonavam por eles”, disse a editora-chefe.

        A publicação também destacou empresas e pontos de referência obrigatórios para cada bairro – entre eles locais de música ao vivo como o Corner Hotel em Richmond, Melbourne (número 10) e a cafeteria Graine D‟Or em Ngor, Dakar (número oito).

        Para a editora-chefe, os pontos de referência são a “alma de nossas cidades”. “Quando a „Time Out‟ faz a curadoria do melhor das cidades, nossos editores buscam surpresas alegres: os novos pontos fora do radar que não têm um departamento de marketing habilidoso, mas são maravilhosos. Procuramos todas as coisas óbvias – sabor, autenticidade, excelência – mas também o ingrediente secreto, locais onde a vibração e a experiência realmente mexem com o ambiente e parecem definitivas para este lugar e época”.

Fonte: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/cultura/time-out-escolheos-bairros-mais-legais-do-mundo-em-2021/ Acesso em 08 de outubro de 2021. 
Assinale a alternativa que apresente a relação estabelecida pelos termos em destaque entre as orações coordenadas do período: O bairro número um, Nørrebro, foi recomendado pela “Time Out” não apenas por causa de seu comércio movimentado, com endereços antigos e novos, mas também por suas recentes iniciativas comunitárias, incluindo o programa de domingo sem carros e uma exposição de arte interativa chamada Usynglige Stier (“Caminhos invisíveis”):
Alternativas
Q4355204 Português
“Embora seja considerado o país do futebol, os últimos resultados têm-se mostrado terríveis”. O termo destacado apresenta um valor semântico de: 
Alternativas
Q4338066 Português
NASCE JÚLIO VERNE

Júlio Verne, escritor francês considerado precursor da literatura de ficção científica moderna, nasce em Nantes, no dia 8 de fevereiro de 1828. Estudou filosofia e retórica em sua cidade natal e viajou a Paris para estudar leis. Em 1848, começou a escrever alguns sonetos e textos teatrais e, dois anos mais tarde, foi aprovada sua tese de doutorado em Direito. Seus inícios literários foram difíceis, pois suas peças de teatro não tiveram grande repercussão. Trabalhou como secretário no Théâtre Lyrique e, após publicar alguns relatos, em 1857 se tornou agente da bolsa e começou a viajar, visitando a Inglaterra, a Escócia e a Escandinávia. Nessa época, não parou de escrever. O editor PierreJules Hetzel se interessou pelos seus textos e, em 1863, publicou “Cinco semanas em um balão”, obra que gozou de grande sucesso e o estimulou a prosseguir com a temática fantástica e de aventuras. Devido à colaboração regular com Hetzel na revista Magasin d’education et de recreation”, em pouco tempo Verne alcançou grande celebridade. Graças às suas numerosas pesquisas, adquiriu conhecimentos geográficos que, unidos ao seu entusiasmo pela revolução tecnológica e industrial, o levaram a se especializar em relatos de aventura de estilo científico. Soube combinar uma prosa leve e amena com uma enorme facilidade para criar situações transbordantes de imaginação e de criatividade. Na redação de “Viagem ao centro da Terra” (1864), aplicou seus conhecimentos sobre geologia, mineralogia e paleontologia, mostrando uma assombrosa intuição científica que maravilhou os especialistas. A publicação de seu terceiro grande livro, “Da Terra à Lua” (1865), despertou um entusiasmo extraordinário pelas viagens espaciais. Com o mesmo interesse foi recebido “A volta ao mundo em oitenta dias” (1873), publicado em capítulos. De seus numerosíssimos livros, “Vinte mil léguas submarinas” (1870) é talvez um dos que melhor conservaram sua capacidade de atrair o leitor. Seu protagonista, o capitão Nemo, comandante do submarino “Nautilus”, é um misterioso e solitário desterrado, talvez uma representação do próprio Verne. Ambos, solitários e incompreendidos, refugiados atrás da dissimulação e do segredo, e de pensamento extremamente liberal, lutam pela libertação dos povos oprimidos, mostrando uma profunda rejeição pela sociedade convencional e vulgar. Em 1872, ele se estabeleceu em Amiens, onde viveu até a morte, em 1905. Seus textos se popularizaram com rapidez e figuram entre os grandes clássicos da literatura infanto-juvenil.


(365 Dias que mudaram o mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 88).
Na oração “Seus inícios literários foram (...), pois suas peças (...)”, a palavra “pois” possui a seguinte classificação gramatical: 
Alternativas
Q4330055 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Para muitos, a hora de escolher a profissão é um desafio. São diversos cursos _____ disposição e, junto com isso, o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e exigente. Além de pesquisar cursos e instituições de ensino, buscar ajuda profissional é uma boa alternativa.


"A orientação profissional é um processo e uma construção. Ela mostra um pouco da pessoa e quais habilidades ou interesses podem ser direcionados para determinadas áreas dentro da universidade", afirma Diogo Scandolara, psicólogo, consultor empresarial e palestrante, especialista em orientação profissional e atendimento _____ jovens e adolescentes.


Segundo o psicólogo, os pais podem e devem opinar, mas não impor _____ profissão de seus filhos. "Vários fatores estão envolvidos nessa escolha. As características individuais, o que pretende conseguir com a carreira, a relação com os pais. _____ vezes, eles esperam a continuidade de um negócio ou esperam que o filho seja aquilo que eles não foram. Também, valores e crenças", explica Scandolara. [...]


(Disponível em https://www.furb.br/web/1704/noticias/interacao-abre-com-palestra-sobre-orientacao-profissional/8837. Acesso em: 20/set/2021.[adaptado])

Em "Segundo o psicólogo, os pais podem e devem opinar...", a palavra destacada neste trecho do texto:


I. É um numeral.


II. É sinônima de "consoante".


III. Exprime conformidade.


Está de acordo com o texto:

Alternativas
Q4328265 Português
Leia o texto para responder a questão.


Pix tem 100 milhões de chaves registradas A chave permite identificar rapidamente a conta do recebedor


   O sistema de pagamento instantâneo Pix atingiu a marca das 100 milhões de chaves hoje (3), conforme informação do Banco Central. A chave, previamente cadastrada, em banco ou outra instituição financeira, permite identificar a conta para receber pagamentos e transferências.

   A chave pode ser os números do CPF (pessoas) ou do CNPJ (empresas), e-mail, número de celular ou chave aleatória - sequência alfanumérica utilizada por usuários que não queiram vincular seus dados pessoais às informações de sua conta. O recebedor também pode gerar QR Codes para recebimento de pagamentos. Outra possível é fazer o pagamento ou a transferência sem a chave, mas neste caso, é preciso digitar os dados bancários do recebedor.

   O Pix é gratuito para pessoas físicas nas operações de transferência e de compra. Cada conta de pessoa física pode ter até cinco chaves vinculadas.

   No caso de pessoa jurídica, o máximo é de 20 chaves por conta. As instituições financeiras poderão cobrar tarifa das empresas tanto no envio como no recebimento de dinheiro por meio do Pix. Serviços acessórios ligados ao pagamento e ao recebimento de recursos também poderão ser tarifados.

   Hoje (3), o Banco Central e a Receita Federal anunciaram que as empresas podem quitar as contas com o Fisco por meio do Pix.


Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-12/pixtem-100-milhoes-de-chaves-registradas
Assinale a alternativa que apresenta uma conjunção.
Alternativas
Q4256140 Português

TEXTO 2 para a questão



Esse rio que passa


Tive o privilégio de ainda viver um rio vivo, cacei caranguejos, andei descalça enfiando o pé na lama, brinquei nas suas margens. Fomos morar na Av. Beira Rio quando eu tinha 2 anos de idade e saí de lá quando ganhei o mundo aos 17. Passava um bom tempo observando as águas levando no seu caminho objetos, histórias e emoções, canoeiros que se locomoviam enfiando a vara no leito do rio, pescadores, criançada pulando na água.

Para mim, criança, era uma alegria quando as baronesas desciam, sinal de chuva no Agreste, e, quando o rio transbordava, havia sempre a possibilidade de não ter aula. Nas grandes cheias, uma tragédia recorrente na cidade, quando tudo em volta alagava, e o rio virava um monstro sem cabeça, feroz, destruindo tudo e todos, nossa casa virava abrigo dos moradores da Favela da Mangueira.

Esse rio tem muitas histórias, mas nada tão pitoresco quanto a implosão da ponte que não caiu. Condenada pelos engenheiros após uma grande cheia, a Prefeitura decidiu implodir a Ponte da Torre. Um grande acontecimento, a primeira implosão da cidade, toda a mídia envolvia, tudo marcado, as rádios foram cobrir o grande feito ao vivo. Eu estava lá. Contagem regressiva transmitida, bum, quando a fumaça e a poeira baixaram, a ponte permaneceu lá, intacta, e essa história virou a maior piada da cidade durante um bom tempo.

Ninguém pega mais caranguejo, a lama cheira mal, o rio é sujo, poucos se arriscam a pescar. Graças aos investimentos em engenharia, as cheias não acontecem mais, e um matagal cresceu as suas margens, quase impedindo a gente de ver o rio passar. O Capibaribe pede socorro, mas continua majestoso. Tenho fé em Deus que ele ainda volte a ser exuberante em nossas vidas.


Marta Lima. Revista Textos. Dezembro/2019. Ed. 1. Editora Textos. p. 22. Adaptado.

Leia as afirmativas abaixo e coloque nos parênteses V para as Verdadeiras e F para as Falsas:



() "e saí de lá quando ganhei o mundo aos 17." - o termo grifado liga orações exprimindo circunstância temporal.

() "mas nada tão pitoresco quanto a implosão da ponte que não caiu." - o termo grifado poderia ser substituído pelo conectivo porque, e o sentido original seria mantido.

()"e essa história virou a maior piada da cidade durante um bom tempo." - o termo grifado une orações exprimindo uma ideia de adição.

() "O Capibaribe pede socorro, mas continua majestoso." - o termo grifado poderia ser substituído pelo conectivo pois, e o sentido da oração se manteria inalterado.



Assinale alternativa que indica a sequência CORRETA.

Alternativas
Respostas
1841: C
1842: D
1843: E
1844: D
1845: D
1846: D
1847: A
1848: B
1849: C
1850: A
1851: D
1852: E
1853: B
1854: B
1855: B
1856: D
1857: A
1858: A
1859: E
1860: B