Questões de Concurso Sobre uso das aspas em português

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Q1322016 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão proposta.



Apropriação cultural é um problema do sistema, não de indivíduos


É necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade

Publicado em 05/04/2016 por DJAMILA RIBEIRO


    Ultimamente tem se falado muito sobre apropriação cultural nas redes sociais. Textos e mais textos sobre o tema, discussões, muitas vezes infrutíferas, e esvaziamento de conceitos. Sim, acredito que é necessário se discutir essa questão com seriedade, porém, sem intransigências e desonestidade. Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe, e, por outro lado, pessoas colocando a responsabilidade nos indivíduos, ignorando as questões estruturais. Acredito que ambos os caminhos são equivocados.
    Precisamos entender como o sistema funciona. Por exemplo: durante muito tempo, o samba foi criminalizado, tido como coisa de “preto favelado”, mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda. E a imagem mudar significa que se embranquece seus símbolos e atores para com o objetivo de mercantilização. Para ganhar dinheiro, o capitalista coloca o branco como a nova cara do samba.
    Por que isso é um problema? Porque esvazia de sentido uma cultura com o propósito de mercantilização ao mesmo tempo em que exclui e invisibiliza quem produz. Essa apropriação cultural cínica não se transforma em respeito e em direitos na prática do dia a dia. Mulheres negras não passaram a ser tratadas com dignidade, por exemplo, porque o samba ganhou o status de símbolo nacional. E é extremamente importante apontar isso: falar sobre apropriação cultural significa apontar uma questão que envolve um apagamento de quem sempre foi inferiorizado e vê sua cultura ganhando proporções maiores, mas com outro protagonista. Uma frase do poeta americano B. Easy, compartilhada no Twitter, e bastante compartilhadas nas redes sociais faz todo o sentido nessa discussão:
    “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”.
    Uma coisa é a troca, o intercâmbio de culturas, o que é muito positivo. Outra coisa é a apropriação. No nosso país, as culturas foram hierarquizadas, sendo a negra colocada como inferior, exótica. Dentro desse contexto é possível falar em troca? A troca só é possível quando não existem hierarquias. Enquanto terreiros são invadidos, há marcas que acham cult colocar modelos brancas representando Iemanjá. Esse discurso de que a cultura é humana só é válido quando querem apropriá-la. No momento de considerar a humanidade daqueles que produzem essa cultura, a história é bem diferente. No momento de perceber a necessidade histórica de ser representado e ter posse de sua história, é ignorado. E esse é ponto nevrálgico da nossa crítica em relação à apropriação cultural.
    Porém, isso não significa culpabilizar os indivíduos que estão inseridos dentro dessa lógica. Não julgo certo apontar dedos para pessoas brancas que fazem uso da cultura negra por alguns motivos. Primeiro, muitas dessas pessoas desconhecem a discussão sobre apropriação cultural, segundo, não se pode responsabilizar somente os sujeitos e, por fim, estamos falando de um problema estrutural.
    A crítica deve ser feitas às indústrias que lucram com isso. Achei correta a crítica feita à marca Farm quando colocou várias modelos brancas usando turbantes e nenhuma negra. A marca estava lucrando com um símbolo sem dar protagonismo aos sujeitos que os produzem. Agora, criticar uma pessoa somente por fazer o mesmo, acho energia gasta com o alvo errado.     
    É necessário, sim, se problematizar essas questões, mas tendo em mente que vivemos numa sociedade capitalista e nesta, tudo vira mercadoria.

Disponível em: http://azmina.com.br/2016/04/apropriacao-cultural-e-um-problema-do-sistema-nao-de-individuos/. Acesso em: 05/04/2017. [adaptado].
Leia as afirmativas sobre o uso da pontuação no texto.

( ) No trecho “preto favelado”, as aspas foram usadas com o objetivo de destacar expressão pouco comum. ( ) Em “A cultura negra é popular, mas as pessoas negras, não”, as aspas foram usadas para sinalizar discurso direto. ( ) Nos trechos “Há colunistas, por exemplo, escrevendo que apropriação cultural não existe” e “Por exemplo: durante muito tempo”, a vírgula e os dois pontos foram usados para assinalar a inversão de adjuntos adverbiais. ( ) O uso das vírgulas é facultativo no trecho “mas, a partir do momento que se percebe a possibilidade de lucro do samba, a imagem muda.”

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Q1319939 Português

ORA DIREIS OUVIR ESTRELAS

Olavo Bilac


"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo

Perdeste o senso! ”E eu vos direi, no entanto,

Que, para ouvi-las, muita vez desperto

E abro as janelas, pálido de espanto...


E conversamos toda a noite, enquanto

A Via-Láctea, como um pálio aberto,

Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto

Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!

Que conversas com elas? Que sentido

Tem o que dizem, quando estão contigo?"


E eu vos direi: "Amai para entendê-las!

Pois só quem ama pode ter ouvido

Capaz de ouvir e de entender estrelas."

(Ora direis ouvir estrelas: Coleção de Sonetos, Via Láctea. Soneto XIII. Olavo Bilac, 1888)

Considerando os aspectos de pontuação, no meio do texto foram inseridas “aspas” para
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Q1319128 Português
As aspas foram usadas em “incontinenti” (l. 24) por se tratar de:
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Ano: 2018 Banca: SELECON Órgão: IF-RJ Prova: SELECON - 2018 - IF-RJ - Nível Médio |
Q1318957 Português


Adaptado de: <https://www.brasildefato.com.br/node/7045/> Último acesso em 06/09/2018.

No terceiro parágrafo do texto, o uso do sinal gráfico das aspas na palavra “verdades” se justifica pelo fato de que:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2018 - IF-MA - Nível Médio |
Q1318748 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão. 


Abuso no videogame ganha status de

doença


Não há nada mais comum do que ver meninos e meninas diante de telas. Porém, o exagero tem preocupado os médicos. Tanto que, em 2022, entra em vigor uma nova versão da classificação internacional de doenças (conhecida como CID), que passa a considerar o uso abusivo de jogos eletrônicos como doença. “Os games são extremamente atraentes para os mais novos. Eles estimulam o mecanismo de recompensa cerebral”, explica a pediatra Evelyn Eisenstein, da Sociedade Brasileira de Pediatria. “Isso gera a necessidade de passar cada vez mais tempo jogando... até o momento em que não se consegue mais ter controle”, explica. Ela alerta que, seja no celular, seja na frente da TV, os pais precisam se questionar por que os filhos estão ficando dependentes. “Talvez eles se sintam abandonados pelos adultos, que estão sempre ocupados” raciocina a médica.


(Texto adaptado. Fonte: Revista Saúde é vital, n.

432, ago/2018, p.68)

As aspas no TEXTO são utilizadas para:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2019 - IF-MA - Nível Médio |
Q1316032 Português

Insubordinação 


você falou que eu não sou o suficiente

ser “o suficiente”

é corresponder a todas as suas expectativas

te obedecer

me subordinar?

se sim, fico feliz por ser

o mais “insuficiente” possível. 


(Fonte: SILVA, I. et al. Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente: onde dorme o amor. São Paulo: Globo Alt., 2019, p.123) 

O uso das aspas em “o suficiente” e “insuficiente”, no TEXTO, justifica-se, respectivamente, porque 
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Q1311070 Português
As aspas em "o progresso é natural" (l. 26) sinalizam
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Q1308334 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.



Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/.
Acesso em 15 fev. 2020.

No trecho “Se você é pai e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão ‘de fábrica’: o estar.” (Linhas 1-2)
O uso das aspas no termo “de fábrica” marca a presença de 
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Q1306150 Português
Leia as afirmativas a seguir:
(__) - Usa-se a vírgula para separar o sujeito do predicado; (__) - Usa-se as aspas para indicar uma citação direta; (__) - Usa-se o travessão para substituir a vírgula em frases explicativas.
Considerando que (V) significa verdadeiro e (F) significa falso, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1302443 Português
Leia o texto para responder a questão.
“O senhor… mire, veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam, verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra montão.” (Guimarães Rosa)
Nesse fragmento, as aspas foram utilizadas para
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Q1295932 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Marcos Piangers – Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcospiangers/noticia/2018/10/gente-grande-cjn38b8sf03ui01rx7ceklmea.html - adaptação.

Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Na linha 01, o emprego da vírgula deve-se à separação de orações subordinadas.

( ) Nas linhas 11-12, o emprego das aspas deve-se à transcrição de enunciados em discurso direto.

( ) Na linha 23, o emprego da vírgula deve-se à separação de itens em uma enumeração.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Q1293239 Português

Como o casamento reduz a pobreza

Tiago Cordeiro, especial para a Gazeta do Povo


      De todas as famílias brasileiras, 62,2% são formadas por casais, com ou sem filhos. Esse é o dado mais recente, produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2015. Dez anos antes, o percentual era maior: 65,3%. A queda é preocupante por um motivo simples: famílias compostas por casais são estratégicas para reduzir a pobreza.

      Ainda de acordo com o IBGE, entre os grupos familiares que estavam abaixo da linha de pobreza em 2017, 57% eram compostos por mulheres sem cônjuge e com filhos. Casais, com e sem filhos, formam uma fatia menor das famílias pobres brasileiras: 42%.

      A ideia de que o casamento é importante para aumentar a renda e garantir a estabilidade financeira também está bem arraigada nos Estados Unidos, onde há décadas estudos comparam a situação socioeconômica de casais, na comparação com solteiros ou viúvos. “Viver em uma família formada por um casal reduz a probabilidade de uma criança viver na pobreza em 82%”, afirma, por exemplo, Robert Rector, especialista em estudos de políticas domésticas, em artigo para a Fundação Heritage.

      Utilizando dados do censo americano, ele aponta que 36,5% das casas em que mães ou pais solteiros vivem com os filhos estão abaixo da linha de pobreza, enquanto que apenas 6,4% das residências compostas por casais com filhos são caracterizadas como pobres. “Não surpreende o fato de a esmagadora maioria das crianças pobres dos Estados Unidos viver em famílias formadas só pelo pai ou pela mãe. O casamento é uma arma poderosa na luta contra a pobreza”, conclui Robert Rector. “Ser casado tem o mesmo efeito, para a redução da pobreza, de adicionar cinco anos ao nível de formação escolar dos pais”.

      [...]

Disponível em https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/casamento-reduz-a-pobreza/

As aspas do texto foram utilizadas para
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Q1291030 Português
Assinale a oração em que há erro de uso ou colocação do pronome da palavra entre aspas:
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Q1288654 Português
Leia o texto para responder a questão.

Cuidados com excesso de peso previnem problemas mentais

Mais de um quinto da população brasileira é obesa, segundo dados do Ministério da Saúde

    Janeiro é considerado o mês de conscientização e prevenção da Saúde Mental. Transtornos psíquicos, como a depressão, a bipolaridade e a esquizofrenia, podem estar relacionados a problemas digestivos, como a obesidade, doença que afeta 23,2% dos brasileiros, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para especialistas, políticas públicas e conscientização devem enfocar a prevenção e o tratamento adequado.
    “A obesidade - quando a divisão do peso do indivíduo pelo quadro de sua altura é igual ou superior a 30 - é um fator de risco para diversas doenças, como hipertensão, diabetes e diversos tipos de câncer, e tem ligação com transtornos psíquicos, como a depressão”, explica a Drª Elaine Moreira, médica da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).
    Segundo o Dr. Adriano Segal, médico psiquiatra, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO), a relação entre os transtornos psíquicos e os problemas digestivos é complexa, envolvendo características não apenas de saúde, mas morais, simbólicas, históricas, sociais e políticas.
    “Hoje podemos dizer que, em alguns casos, há aspectos causadores comuns, como estados inflamatórios e problemas de microbiota intestinal. Mas, em outros casos, há quadros mais associados ao excesso de peso, como os transtornos alimentares, e ao tratá-los, existe uma melhora psiquiátrica”, detalha Segal.
    Para a médica gastroenterologista, ter bons hábitos de vida e gerenciar o estresse é fundamental. “Desde a gestação se pode prevenir a obesidade. Há pesquisas que mostram que quando tem um familiar obeso a chance de a criança se tornar obesa é de 40%. E quando ela tem dois familiares, aumenta para 80%. Por isso, é importante prestar atenção nos alimentos que se leva para dentro de casa e na forma como se relaciona com a comida”.
    “Quando for necessário, vale procurar tratamento, pelo qual se busca uma redução racional do peso. A modificação dos hábitos de vida, como a mudança na alimentação e a prática de atividades físicas, não beber em excesso e não fumar são modos de prevenir a obesidade e as doenças relacionadas”, complementa o médico da ABESO.

Disponível em
https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1216892/cuidados-com-excesso-depeso-previnem-problemas-mentais
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.
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Q1279517 Português
Leia o texto para responder a questão.

Pai do vício nas telas agora quer oferecer a cura

    Quase 80% dos usuários de smartphones checam seus celulares nos primeiros 15 minutos depois de acordar. E a tendência é só piorar, diz Nir Eyal, professor de Stanford e consultor especializado em ajudar empresas de tecnologia a tornar seus produtos mais viciantes. Nesse mercado, ele afirma que “as empresas que vencem são aquelas que conseguem inventar os produtos mais grudentos”.
      Eyal esclarece que as empresas criaram o processo de fisgar pessoas, de jogar o anzol, acionando quatro passos básicos. Começa com um gatilho, algo que diz ao usuário o que fazer, podendo ser externo ou interno. No Facebook, por exemplo, seria uma notificação que chama atenção para o que está acontecendo na rede. Isso leva ao segundo passo, a ação, algo que o usuário faz em busca de uma recompensa. Ele vai abrir o aplicativo, checar a notificação e começar a ler seu “feed” de notícias. O terceiro passo é a recompensa variável. O psicólogo americano B.F. Skinner mostrou que, quando uma recompensa é dada sem que possa ser prevista, a ação se torna mais frequente. E, então, chega-se à fase do investimento: quando o consumidor usa o produto de forma a aumentar a probabilidade de voltar a usá-lo.
     Eyal admite que depois de um tempo, as empresas nem precisam mais de gatilhos externos. Em vez disso, eles começam a acontecer por causa dos gatilhos internos, associações na mente do usuário. Quando você está entediado, entra no YouTube, se se sente sozinho, abre o Facebook, se tem uma dúvida, checa o Google. Geralmente, são os sentimentos negativos que fazem as pessoas voltarem.
    Agora, Eyal começa a pensar em um método para reverter o vício e ele não está sozinho. Antigos executivos do Facebook e WhatsApp tornaram-se críticos da tecnologia. Eles criaram o vício e agora querem oferecer a cura. Mas para isso acontecer é preciso que os consumidores entendam como sentimentos ruins, como tédio ou solidão, são manipulados para mantê-los fiéis a essas empresas. “Quero que as pessoas pensem em formas de ganhar mais controle de suas vidas, em vez de serem controladas pela tecnologia”, arremata Eyal.

(www1.folhauol.com.br.Adaptado, acessado em 13.10.2019)
Assinale a frase em que, de acordo com o sentido do contexto e da norma-padrão da língua, o sinal de pontuação, em destaque, indica ironia.
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Q1276217 Português
Leia o Texto para responder a questão.
Texto 

Disponível em: <http://revistadonna.clicrbs.com.br/noticia/martha-medeirosfeliz-por-nada/>. Acesso em: 14 set. 2017.
No trecho Não estando “realizado”, também (6º parágrafo), o uso das aspas em realizado tem a intenção de
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Q1275229 Português

Leia as afirmativas, marque (V) verdadeiro ou (F) falso quanto à pontuação e assinale a alternativa correta:


( ) A vírgula pode separar orações coordenadas sem conjunção (assindéticas) e orações coordenadas iniciadas por conjunção (sindéticas).

( ) O ponto e vírgula pode separar uma oração coordenada que estabeleça relação de conclusão com a anterior, uma enumeração de orações coordenadas longas, ou com sujeitos diferentes.

( ) Os dois-pontos podem separar uma oração coordenada assindética que estabeleça relação de explicação com a oração anterior.

( ) As aspas são empregadas para destacar neologismos, termos estrangeiros, gírias etc.

( ) O travessão é empregado para separar orações intercaladas no texto.

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Q1260206 Português

Leia o texto.

Fome e subdesenvolvimento

A fome é, de longe, o sintoma mais grave e mais geral do subdesenvolvimento. Resulta de todo um conjunto de causas e provoca toda uma gama de consequências. Sendo a alimentação a necessidade primeira do homem e a busca da alimentação tendo sido, durante milênios, uma preocupação quase obsessiva, a fome é, entre as características do subdesenvolvimento, aquela que mais profundamente choca a opinião dos países ricos. É a manifestação mais flagrante da miséria, a expressão das privações que não é possível eludir: admite-se que os homens fiquem nus (é, diz-se, “a tradição”), que se alojem em cabanas (à primeira vista é “pitoresco”), que sejam doentios (não existe a doença nos países desenvolvidos?), que não tenham trabalho (“certamente não gostam de se cansar”), etc., mas não é possível admitir a fome. Sua denúncia é, de fato, o único meio de levar a opinião pública dos países desenvolvidos a tomar consciência dos problemas do subdesenvolvimento. (…)

Yves Lacoste. Geografia do subdesenvolvimento.

Avalie as afirmativas feitas de acordo com o texto.
1. A denúncia da fome é a única maneira de o mundo prestar atenção ao problema do subdesenvolvimento. 2. O uso de aspas em: “a tradição”, “é pitoresco” e “não gostam de se cansar” infere uma ironia que busca retratar uma forma de suavizar a realidade retratada. 3. A expressão “que não se pode eludir” pode ser corretamente substituída por “que não se pode esquivar ardilosamente”. 4. A fome é apenas uma das características do subdesenvolvimento. 5. A frase: “É a manifestação mais flagrante da miséria” pode ser substituída por: “É a manifestação mais recôndita da miséria”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Q1255124 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Garganta de Galvão Bueno mostra sinais de desgaste

durante transmissão dos Jogos Olímpicos

A garganta de Galvão Bueno já mostra sinais visíveis de

desgaste.

 

     De acordo com o colunista Flávio Ricco, o locutor da Rede Globo tem acumulado diversas funções nas transmissões dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e isso não está sendo bom para sua voz.

     Galvão, que deveria narrar somente os eventos mais importantes, está fazendo diversas participações no canal, inclusive apresentando o Jornal Nacional com Renata Vasconcellos do Parque Olímpico. 

     E, falando no locutor, Galvão virou motivo de piada depois que um narrador da BBC se sentiu incomodado com seus gritos na cabine de transmissão durante a prova de natação com o super medalhista olímpico Michel Phelps

     "Ele precisa calar a boca!", disse o narrador estrangeiro ao vivo. "É muito, muito barulho no estádio. E muito barulho vindo aqui de perto de mim. Este comentarista precisa calar a boca no começo da prova. Desculpem. Neste momento, por exemplo: todo mundo está quieto, mas ele não", acrescentou, depois da largada da prova ter sido interrompida pela juíza.

     Um dia após o incidente, Galvão Bueno respondeu aos comentários do narrador da BBC. "Pra quem tá com falta de pauta! Equipe da RedeGlobo e BBC juntas. O careca é o campeão Olímpico em Seoul 1988 nos 100mts peito AdrianMoorhouse. Companheiros de trabalho de outras olimpíadas. É que meu som vazou no microfone dele e reclamaram. Eu errei. Tinha que estar calado na largada. Fim do mimimi. somostosdosolimpicos", escreveu em seu Instagram.

(g1.globo.com)

Sobre a linguagem do último parágrafo, assinale a alternativa que apresente apenas análises corretas.
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Q1253825 Português

Fonte: Tunísia Cores - Ascom Educa Mais Brasil https://www.educamaisbrasil.com.br/ educacao/noticias/pisa-2018-mais-de-10-mil-estudantes-participam-do-programa Acesso em 01/09/2018. 

No período “A criação de projetos literários que destaquem autores importantes, além dos clássicos da literatura nacional e internacional, ou a “simples” adoção de livros paradidáticos para trabalhar ao longo do ano são válidas” (l. 20-21), a palavra “simples” aparece entre aspas porque:
Alternativas
Respostas
581: D
582: B
583: E
584: B
585: A
586: C
587: A
588: A
589: A
590: A
591: C
592: C
593: B
594: B
595: E
596: D
597: D
598: E
599: B
600: B