Questões de Concurso Sobre uso das aspas em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.198 questões

Q4208086 Português
Por que as gaivotas roubam comida?

Por Marlene Zuk

 

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam- comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova). 
No trecho retirado do texto “as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde amá-las como símbolos do mar até chamá-las de ‘ratos com asas’”, as aspas na expressão “ratos com asas” são utilizadas para: 
Alternativas
Q4207119 Português
Por que as gaivotas roubam comida?

Por Marlene Zuk



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/por-que-as-gaivotas-roubam- comida-cientistas-fizeram-um-experimento-com-batatas-fritas-para-descobrir – texto adaptado especialmente para esta prova). 
No trecho retirado do texto “as pessoas têm opiniões muito diferentes sobre as gaivotas, desde amá-las como símbolos do mar até chamá-las de ‘ratos com asas’”, as aspas na expressão “ratos com asas” são utilizadas para: 
Alternativas
Q4206912 Português

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?


Por Redação National Geographic Brasil



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar- dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado especialmente para esta prova).  

Analise as assertivas abaixo, que apresentam trechos retirados do texto:


I. Em “quais animais viveram no passado, quais não...”, o emprego das reticências sugere que o cientista interrompeu a fala por hesitação ou esquecimento momentâneo.


II. No trecho “Como o ‘escritório’ dos paleontólogos muda constantemente de lugar”, o emprego das aspas na palavra “escritório” indica que os paleontólogos têm escritórios próprios onde realizam suas atividades.


III. Em “Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café)”, os parênteses introduzem uma informação explicativa, complementando a ideia de que a refeição matinal dos pesquisadores pode incluir bebidas típicas da região, como o mate.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q4206832 Português

Como é o trabalho de encontrar dinossauros?


Por Redação National Geographic Brasil



  (Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/11/como-e-o-trabalho-de-encontrar-

dinossauros-um-paleontologo-revela-os-passos-de-uma-descoberta-pre-historica – texto adaptado

especialmente para esta prova). 

Analise as assertivas abaixo, que apresentam trechos retirados do texto:
I. Em “quais animais viveram no passado, quais não...”, o emprego das reticências sugere que o cientista interrompeu a fala por hesitação ou esquecimento momentâneo.
II. No trecho “Como o ‘escritório’ dos paleontólogos muda constantemente de lugar”, o emprego das aspas na palavra “escritório” indica que os paleontólogos têm escritórios próprios onde realizam suas atividades.
III. Em “Após o café da manhã (os argentinos costumam tomar mate ou café)”, os parênteses introduzem uma informação explicativa, complementando a ideia de que a refeição matinal dos pesquisadores pode incluir bebidas típicas da região, como o mate.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q4202691 Português

Texto CG1A1

Um dos temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso, brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas, uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea.

O mesmo tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com acuidade visual.

De vez em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”.

Em um artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem muita convicção.

Os números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos espelhos de um parque de diversões.

 

William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução:

Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).

No trecho “Como nos lembramos do que as coisas ‘deveriam’ custar, somos induzidos a pensar que temos um sentido infalível de valor” (segundo parágrafo do texto CG1A1), ao isolar o termo ‘deveriam’ entre aspas, o autor visa 
Alternativas
Q4184413 Português
No texto, a palavra “guardará” (l. 06) aparece entre aspas. O uso desse recurso mostra que o autor quis: 
Alternativas
Q4173545 Português

        O agrupamento das pessoas em classes sociais não é, ao contrário do que alguns pensam, "apenas uma decisão técnica como outra qualquer". Como tudo no estudo da desigualdade, esse agrupamento reflete decisões políticas, ainda que elas não sejam explícitas. E não é sem razão: a escolha da identificação de classes de uma forma específica tem implicações concretas. O problema não está apenas na terminologia usada, está também na forma como as classes são definidas. 

        Quem não consegue entender isso pode fazer um exercício simples: identifique pobres como uma classe; considere que quase todo mundo queira erradicar a pobreza; que quase todo mundo queira saber melhor o que é preciso para tanto; defina como pobre 0,1% da população; nesse caso, que medida erradicaria a pobreza? Caridade privada seria suficiente; agora defina como pobre 99,9% da população. A medida recomendada seria uma revolução.

        Conclui-se desse exercício que a forma como pesquisas dividem a sociedade em classes tem implicações práticas, pois pesquisa em desigualdade é usada para definir políticas. Quando se coloca uma pessoa numa classe, a tendência é que essa pessoa passe a ser vista como todas as demais pessoas que estão naquela classe e, em alguns casos, passe a ser tratada do mesmo modo pelas políticas.

        Qual é a diferença substantiva entre uma pessoa um centavo abaixo da linha de renda que define os benefícios de assistência social e outra um centavo acima? Em renda, irrelevante, mas a classificação elegível e não elegível tem impactos concretos na vida das pessoas. Elas passam ou não pelo buraco da agulha dos critérios de elegibilidade de programas sociais. Alguns programas chegam a ser desenhados com base em classes, por isso o assunto não é apenas um detalhe acadêmico.


Marcelo Medeiros. Os ricos e os pobres. São Paulo: Companhia das Letras, 2023 

(com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


O uso das aspas no primeiro parágrafo indica um afastamento do autor da ideia transmitida no trecho por elas delimitado. 

Alternativas
Q4163677 Português

Adolescentes e redes sociais: pesquisa acende alerta sobre bullying digital contra meninas


    Na semana passada, o IBGE divulgou a maior pesquisa já feita sobre a saúde dos adolescentes brasileiros. A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense) entrevistou mais de 150 mil estudantes de 13 a 17 anos em escolas de todo o país.


    Os dados mostram que 43% das meninas relatam sofrimento emocional grave. Uma em cada quatro sente que a vida não vale a pena. A satisfação com o próprio corpo caiu pela terceira vez consecutiva: era 70% em 2015, passou a 66% em 2019 e chegou a 58% em 2024. Três medições, três quedas. Entre os meninos, os indicadores também preocupam. Mas entre as meninas, o que aparece não é preocupação, é emergência.


    Ao longo da série “O preço do vício em telas”, tenho falado sobre o que as telas fazem com o cérebro: o sono invadido, o vício reconhecido e não interrompido, o espelho incômodo dos adultos e os algoritmos que treinam a raiva. Tudo isso opera em qualquer pessoa conectada. Mas a Pense revela algo que ainda não tínhamos nomeado: o preço não é distribuído igualmente. As meninas sofrem mais bullying na escola (43% contra 37% dos meninos), mais cyberbullying (15% contra 10%), mais tristeza persistente e mais vontade de se machucar. Os mesmos algoritmos que alimentam a raiva, _ _ _ _ _ _ a vergonha, a comparação e a _ _ _ _ _ _ especialmente em meninas de até 14 anos, _ _ _ _ _ _ a um feed que reforça a sensação de nunca serem suficientes.


    No mesmo dia em que a Pense foi divulgada, um júri em Los Angeles condenou a Meta e o YouTube por negligência. Pela primeira vez, plataformas foram responsabilizadas judicialmente não pelo conteúdo que hospedam, mas pelo próprio design dos seus produtos. O caso envolvia uma jovem que começou a usar as redes na infância e chegou a passar 16 horas por dia conectada, desenvolvendo depressão e pensamentos suicidas. A defesa da Meta culpou o ambiente familiar da jovem, mas o júri não aceitou. A estratégia dos advogados da vítima foi a mesma usada contra a indústria do tabaco nos anos 90: não é que por acaso o produto leve a más consequências, mas que ele é projetado para viciar. Zuckerberg depôs pessoalmente pela primeira vez num tribunal. A Meta foi responsabilizada por 70% da indenização. A frase do advogado da jovem resume o que mudou: “o veredito de hoje é um recado de um júri para toda uma indústria.”.


    O Brasil não está parado. Em 17 de março, entrou em vigor o ECA Digital, a primeira lei das Américas a enfrentar diretamente o que o design viciante das plataformas faz a crianças e adolescentes: verificação de idade real para valer e fim da autodeclaração de “tenho 18 anos”; menores de 16 só com conta vinculada a responsável; proibição de mecanismos como rolagem infinita e reprodução automática para menores; multa de até 10% do faturamento. A lei existe e, agora, o desafio é outro: a pesquisa TIC Kids Online 2025 mostra que 92% das crianças e adolescentes brasileiros usam a internet e 85% têm perfil em pelo menos uma rede social. O problema que a lei enfrenta não é pequeno, é do tamanho de uma geração.


    Volto aos números que abriram esta coluna. 43% das meninas com sofrimento emocional. 25% que sentem que a vida não vale a pena. Esses números têm rostos, corpo e coração: são meninas e alunas de escolas em Porto Alegre, Recife ou Manaus, com o celular no bolso e um feed que ninguém fiscaliza. Em toda a série, tenho falado sobre consequências negativas do vício em telas. A Pense mostrou claramente sobre quem o peso recai com mais força. Saber disso e não agir também é uma escolha.


    Esta é a oitava coluna da série “O preço do vício em telas”. Te espero toda quinta-feira, aqui.

Texto Adaptado.

Observe o período abaixo:

A frase do advogado da jovem resume o que mudou: "o veredito de hoje é um recado de um júri para toda uma indústria".

As aspas foram usadas para: 
Alternativas
Q4153959 Português
Ministério da Saúde anuncia quase R$ 12 milhões para o enfrentamento da doença de Chagas em municípios


    O Ministério da Saúde anunciou, no Dia Mundial da Doença de Chagas, o investimento de quase R$ 12 milhões para o fortalecimento das ações de vigilância e controle da doença de Chagas em 17 estados do país. Com o repasse, o Governo do Brasil reforça o compromisso de manter o país avançando no controle da doença. O recurso fortalece a capacidade de atuação contínua em 155 municípios prioritários, apoiando ações essenciais como captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos. 

    “Não podemos esquecer que se trata de uma doença relevante, que já ultrapassou fronteiras e hoje também está presente no sul dos Estados Unidos, o que amplia a preocupação em nível global. Felizmente, o Brasil tem avançado de forma consistente no enfrentamento da doença. Houve um aumento de 130% na testagem para Chagas, fortalecendo a detecção precoce e ampliando as oportunidades de cuidado oportuno para a população”, afirmou o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Durante a 18ª edição da Expoepi, em Brasília, um dos principais eventos de vigilância em saúde do país, foram reconhecidos os municípios de Anápolis e Goiânia, em Goiás, com selo bronze de boas práticas para eliminação da transmissão vertical da doença. A programação da mostra inclui apresentação de pesquisas, iniciativas de vigilância e experiências bem-sucedidas nos territórios. O evento também conta com uma exposição dedicada à doença de Chagas, com conteúdos educativos sobre prevenção, diagnóstico e tratamento voltados a profissionais de saúde e à população.

    “A doença de Chagas ainda representa um desafio importante para a saúde pública, especialmente em áreas com maior vulnerabilidade social e presença de vetores. Estamos direcionando recursos com base em critérios técnicos, o que permite maior efetividade das ações e impacto direto na redução da transmissão. Nosso compromisso é ampliar o diagnóstico, garantir o tratamento oportuno e avançar de forma consistente na eliminação da doença como problema de saúde pública no Brasil”, afirmou a Secretária de Vigilância em Saúde e Meio Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão.

    A seleção foi baseada em critérios técnicos que consideram a interação dos insetos vetores com o ambiente e vulnerabilidade social, com prioridade para municípios classificados como de risco “muito alto” em índice composto (presença de vetores e condições socioambientais) e localidades com registro recente do vetor Triatoma infestans. Também foram considerados municípios com alta prioridade e de muito alta prioridade, para a forma crônica da doença de Chagas, concentrados principalmente nas regiões Nordeste e Sudeste. 

    O Ministério da Saúde, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também anunciou a fase 2 do projeto “Selênio como tratamento na cardiopatia crônica da doença de Chagas (STCC-2)”, que busca avaliar a eficácia e a segurança do mineral como estratégia terapêutica complementar para pacientes com cardiopatia chagásica crônica. 

    A expectativa é que a pesquisa gere evidências científicas mais robustas e representativas em diferentes perfis de pacientes. Os resultados poderão subsidiar a avaliação de tecnologias à base de selênio – substância com ação antioxidante e anti-inflamatória – para proteção cardiovascular, além de apoiar sua possível incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).

    Para a Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, os avanços científicos são essenciais para ampliar as opções terapêuticas e garantir o cuidado em tempo oportuno no SUS. “A doença de Chagas ainda afeta muitas famílias brasileiras, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade. Por isso, investir em pesquisas nessa área é também um compromisso com a equidade e com a promoção de um cuidado mais digno e acessível para todos”, destacou.

    O Brasil tem ampliado o enfrentamento à doença de Chagas com mais diagnóstico, vigilância e assistência. Entre 2023 e 2025, a distribuição de testes e medicamentos cresceu mais de 130%, aumentando a detecção e o tratamento. As ações ganham ainda mais relevância durante a mobilização pelo Dia Mundial da Doença de Chagas, com foco no cuidado integral e na prevenção.

    Entre os avanços estão a retomada do benznidazol pediátrico, a ampliação de especialistas no SUS e o reforço da vigilância com recursos para municípios. O país também prepara a certificação inédita de cidades pela eliminação da transmissão vertical da doença.

    Nesse contexto, o Programa Brasil Saudável busca eliminar a doença como problema de saúde pública até 2030, com foco na redução das transmissões vetorial, oral e vertical, além do diagnóstico precoce e tratamento gratuito pelo SUS. A iniciativa integra ações de 14 ministérios, prioriza populações vulneráveis e reconhece a doença como socialmente determinada, ainda presente em cerca de 1,2 milhão de brasileiros.

    O cenário epidemiológico reforça a urgência das medidas: em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com maior concentração no Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará. Em 2025, dados preliminares indicam 627 casos agudos (97% no Norte) e 8.106 casos crônicos, concentrados em Minas Gerais, Bahia e Goiás, evidenciando a persistência da doença em áreas endêmicas.


(Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/. Acesso em: abril de 2026. Adaptado.)
A respeito das aspas e dos parênteses utilizados no 5º§, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) As aspas destacam o valor da expressão “muito alto”.
( ) Os parênteses intercalam uma explicação.
( ) A informação disposta entre os parênteses é essencial para o entendimento do trecho.
( ) Os parênteses podem ser substituídos pelas aspas sem prejuízo sintático.

A sequência está correta em
Alternativas
Q4132914 Português

O vício mais poderoso e perigoso do mundo não é mais uma substância


    Durante décadas, quando se falava em vício, o imaginário social recorria a drogas, álcool, nicotina ou jogos de azar. Substâncias químicas e comportamentos já reconhecidos como destrutivos. O que mudou no nosso tempo não foi apenas o objeto do vício, mas sua forma de apresentação. O vício mais poderoso do mundo contemporâneo não tem cheiro, não deixa marcas físicas imediatas e raramente é percebido como ameaça enquanto se instala. Ele se apresenta como entretenimento leve, descanso mental e até como forma legítima de informação.

    Um estudo publicado em 2025 no Psychological Bulletin oferece um mapa preciso desse fenômeno. Trata-se de uma revisão sistemática com meta-análise que reuniu dados de 71 estudos independentes, com quase 100 mil participantes, analisando os efeitos do consumo de vídeos de formato curto sobre a cognição e a saúde mental. O método é relevante justamente por eliminar impressões subjetivas e consolidar padrões que se repetem em diferentes contextos culturais e etários.

    As conclusões são consistentes. O consumo frequente de vídeos curtos está associado a prejuízos significativos na atenção sustentada e no controle inibitório, isto é, na capacidade de manter foco e resistir a impulsos. Em um dos trechos, os autores afirmam que “o consumo de vídeos curtos está consistentemente associado a um funcionamento cognitivo mais fraco, especialmente em domínios relacionados à atenção e ao autocontrole”. Não se trata de um efeito marginal. Trata-se de uma reorganização do modo como a mente aprende a funcionar.

    No campo da saúde mental, o padrão se repete. O estudo identifica associações claras entre uso intensivo desse tipo de conteúdo e níveis mais elevados de estresse e ansiedade, além de impactos negativos sobre o sono e o bem-estar geral. Os pesquisadores observam que “os efeitos negativos observados não se limitam a adolescentes, manifestando-se também de forma consistente em adultos”, desmontando a ideia de que estamos diante de um problema transitório ou geracional.

    O ponto mais decisivo, porém, não está apenas nos números, mas no mecanismo. Plataformas baseadas em vídeos curtos operam com estímulos rápidos, recompensas imprevisíveis e rolagem infinita. Esse desenho favorece a formação de hábitos automáticos. O estudo descreve esse processo ao registrar que “os sistemas de design dessas plataformas promovem padrões de uso compulsivo, reforçando a fragmentação da atenção e a dificuldade de engajamento prolongado”. A mente passa a ser treinada para o imediato, para o fragmento, para o próximo estímulo.

    É assim que a tecnologia deixa de ser ferramenta e se torna vício. E quando o vício se consolida, ele passa a moldar não apenas comportamentos, mas expectativas internas. O esforço começa a parecer sofrimento. O silêncio, ameaça. A continuidade, tédio. O vício mais poderoso não é aquele que paralisa, mas o que reconfigura silenciosamente o limiar do que é suportável para a mente humana.

    Os próprios autores do estudo sugerem estratégias de mitigação, como limites de tempo, pausas deliberadas e estímulo a atividades que favoreçam atenção prolongada. Mas essa resposta, embora necessária, é insuficiente para compreender a dimensão do problema. O que está em jogo não é apenas desempenho cognitivo. É a própria relação do ser humano com a atenção, que sempre foi o fundamento da vida interior.


(Por: Madeleine Lacsko. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/cidadania-digital. Acesso em: 10/02/2026. Fragmento.)

Quanto à pontuação, analise os trechos extraídos do texto e assinale a alternativa que descreve corretamente a função sintático-discursiva.
Alternativas
Q4123728 Português

A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO 

Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente. 

O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante. 

Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes. 

Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.

Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade. 

Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.

No trecho: “O problema é que esse ‘mais tarde’ quase nunca chega”, as aspas foram utilizadas para:
Alternativas
Q4120529 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história extraordinária de Hércules, o urso que um casal adotou e criou como parte da família


Desde o momento em que Hércules chegou à casa de Andy e Maggie Robin em Sheriffmuir, perto da cidade de Dunblane, no centro da Escócia, os três se tornaram inseparáveis.


Começavam o dia tomando café da manhã juntos na cozinha (café adoçado com leite condensado e açúcar, ovos e salsichas) e passavam o resto do dia brincando, treinando ou simplesmente fazendo companhia um ao outro.


Mas, embora se comportassem claramente como uma família, eram, sem dúvida, um trio muito incomum.


Hércules — ou Herc, como seus amigos o chamavam — não era um ser humano; era um urso.


Sim, um urso-pardo (Ursus arctos horribilis) que o casal adotou quando ele era um filhote de nove meses e que, quando cresceu, tinha mais de 2,5 metros de altura e pesava mais de 190 quilos.


Maggie sempre se interessou por animais. Criada em uma fazenda na Escócia, ela diz que seu primeiro amor foram os cavalos. Quando criança, aprendeu a montar e ganhou prêmios em competições de salto.


Então, quando seu marido, Andy — um lenhador carismático e campeão de luta livre, mais de 15 anos mais velho que ela —, sugeriu adotar um filhote de urso, ela não hesitou nem por um segundo.


"Lembro-me da primeira vez que Andy me disse: 'O que você diria se eu lhe contasse que estou pensando em adotar um filhote de urso?' O que eu jamais imaginei foi a vida que teríamos, que isso se transformaria em uma relação mágica", conta Maggie à BBC.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cpwp2v2x8xqo-fragmento

"Lembro-me da primeira vez que Andy me disse: 'O que você diria se eu lhe contasse que estou pensando em adotar um filhote de urso?' O que eu jamais imaginei foi a vida que teríamos, que isso se transformaria em uma relação mágica", conta Maggie à BBC.
Analise as afirmativas a seguir, com base na pontuação empregada no trecho. Com base nas regras de pontuação, assinale a alternativa correta:
I.As aspas foram usadas incorretamente, pois não se admite discurso direto dentro de relato jornalístico.
II.Os dois-pontos após 'disse' introduzem corretamente o discurso direto da personagem.
III.A vírgula após 'teríamos' está correta, pois separa o sujeito do predicado.
IV.A vírgula antes de 'conta' isola a expressão que identifica quem narra a informação, organizando o discurso direto.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4119365 Português
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estuda-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao "ser humano". Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.
(Disponível em: https://acesse.one/ki3f9eb. Acesso em: 15 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:

I.No trecho sublinhado, as vírgulas foram usadas pelo mesmo motivo em todo o trecho: separar termos ou orações coordenadas assindéticas.
II.As aspas, simples ou duplas, podem ser usadas por vários motivos e são um sinal de pontuação. No contexto em análise, as aspas foram usadas em "ser humano" para indicar que a expressão tem outro sentido, diferente do que comumente denota.
III.No trecho "Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema", a vírgula foi usada porque há uma oração subordinada adverbial (nesse caso comparativa), que exerce a mesma função do adjunto adverbial e está anteposta ao verbo. Essa mesma sentença poderia ser reescrita sem a vírgula, assim: A ciência visa resolver um problema mais do que uma curiosidade.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4119239 Português
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estuda-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao "ser humano". Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.

(Disponível em: https://acesse.one/ki3f9eb. Acesso em: 15 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:
I.No trecho sublinhado, as vírgulas foram usadas pelo mesmo motivo em todo o trecho: separar termos ou orações coordenadas assindéticas.
II.As aspas, simples ou duplas, podem ser usadas por vários motivos e são um sinal de pontuação. No contexto em análise, as aspas foram usadas em "ser humano" para indicar que a expressão tem outro sentido, diferente do que comumente denota. 
III.No trecho "Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema", a vírgula foi usada porque há uma oração subordinada adverbial (nesse caso comparativa), que exerce a mesma função do adjunto adverbial e está anteposta ao verbo. Essa mesma sentença poderia ser reescrita sem a vírgula, assim: A ciência visa resolver um problema mais do que uma curiosidade.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4119119 Português
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estuda-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao "ser humano". Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.

(Disponível em: https://acesse.one/ki3f9eb. Acesso em: 15 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:

I.No trecho sublinhado, as vírgulas foram usadas pelo mesmo motivo em todo o trecho: separar termos ou orações coordenadas assindéticas.
II.As aspas, simples ou duplas, podem ser usadas por vários motivos e são um sinal de pontuação. No contexto em análise, as aspas foram usadas em "ser humano" para indicar que a expressão tem outro sentido, diferente do que comumente denota.
III.No trecho "Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema", a vírgula foi usada porque há uma oração subordinada adverbial (nesse caso comparativa), que exerce a mesma função do adjunto adverbial e está anteposta ao verbo. Essa mesma sentença poderia ser reescrita sem a vírgula, assim: A ciência visa resolver um problema mais do que uma curiosidade.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FAMGOV Prova: FURB - 2026 - FAMGOV - Biólogo |
Q4118984 Português
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estuda-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao "ser humano". Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.

(Disponível em: https://acesse.one/ki3f9eb. Acesso em: 15 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:

I. No trecho sublinhado, as vírgulas foram usadas pelo mesmo motivo em todo o trecho: separar termos ou orações coordenadas assindéticas.
II. As aspas, simples ou duplas, podem ser usadas por vários motivos e são um sinal de pontuação. No contexto em análise, as aspas foram usadas em "ser humano" para indicar que a expressão tem outro sentido, diferente do que comumente denota.
III. No trecho "Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema", a vírgula foi usada porque há uma oração subordinada adverbial (nesse caso comparativa), que exerce a mesma função do adjunto adverbial e está anteposta ao verbo. Essa mesma sentença poderia ser reescrita sem a vírgula, assim: A ciência visa resolver um problema mais do que uma curiosidade.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FURB Órgão: FAMGOV Prova: FURB - 2026 - FAMGOV - Geógrafo |
Q4118935 Português
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estuda-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao "ser humano". Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.

(Disponível em: https://acesse.one/ki3f9eb. Acesso em: 15 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:

I. No trecho sublinhado, as vírgulas foram usadas pelo mesmo motivo em todo o trecho: separar termos ou orações coordenadas assindéticas.
II. As aspas, simples ou duplas, podem ser usadas por vários motivos e são um sinal de pontuação. No contexto em análise, as aspas foram usadas em "ser humano" para indicar que a expressão tem outro sentido, diferente do que comumente denota.
III. No trecho "Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema", a vírgula foi usada porque há uma oração subordinada adverbial (nesse caso comparativa), que exerce a mesma função do adjunto adverbial e está anteposta ao verbo. Essa mesma sentença poderia ser reescrita sem a vírgula, assim: A ciência visa resolver um problema mais do que uma curiosidade.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4118887 Português
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estuda-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao "ser humano". Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.
(Disponível em: https://acesse.one/ki3f9eb. Acesso em: 15 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:

I.No trecho sublinhado, as vírgulas foram usadas pelo mesmo motivo em todo o trecho: separar termos ou orações coordenadas assindéticas.
II.As aspas, simples ou duplas, podem ser usadas por vários motivos e são um sinal de pontuação. No contexto em análise, as aspas foram usadas em "ser humano" para indicar que a expressão tem outro sentido, diferente do que comumente denota.
III.No trecho "Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema", a vírgula foi usada porque há uma oração subordinada adverbial (nesse caso comparativa), que exerce a mesma função do adjunto adverbial e está anteposta ao verbo. Essa mesma sentença poderia ser reescrita sem a vírgula, assim: A ciência visa resolver um problema mais do que uma curiosidade.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4118838 Português
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estuda-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao "ser humano". Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.

(Disponível em: https://acesse.one/ki3f9eb. Acesso em: 15 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:
I.No trecho sublinhado, as vírgulas foram usadas pelo mesmo motivo em todo o trecho: separar termos ou orações coordenadas assindéticas.
II.As aspas, simples ou duplas, podem ser usadas por vários motivos e são um sinal de pontuação. No contexto em análise, as aspas foram usadas em "ser humano" para indicar que a expressão tem outro sentido, diferente do que comumente denota. 
III.No trecho "Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema", a vírgula foi usada porque há uma oração subordinada adverbial (nesse caso comparativa), que exerce a mesma função do adjunto adverbial e está anteposta ao verbo. Essa mesma sentença poderia ser reescrita sem a vírgula, assim: A ciência visa resolver um problema mais do que uma curiosidade.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4118786 Português
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estuda-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao "ser humano". Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.

(Disponível em: https://acesse.one/ki3f9eb. Acesso em: 15 mai. 2026. Adaptado.)

Analise as sentenças a seguir:

I.No trecho sublinhado, as vírgulas foram usadas pelo mesmo motivo em todo o trecho: separar termos ou orações coordenadas assindéticas.
II.As aspas, simples ou duplas, podem ser usadas por vários motivos e são um sinal de pontuação. No contexto em análise, as aspas foram usadas em "ser humano" para indicar que a expressão tem outro sentido, diferente do que comumente denota.
III.No trecho "Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema", a vírgula foi usada porque há uma oração subordinada adverbial (nesse caso comparativa), que exerce a mesma função do adjunto adverbial e está anteposta ao verbo. Essa mesma sentença poderia ser reescrita sem a vírgula, assim: A ciência visa resolver um problema mais do que uma curiosidade.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: B
4: B
5: C
6: C
7: C
8: B
9: A
10: B
11: B
12: B
13: D
14: E
15: C
16: D
17: D
18: B
19: C
20: E