Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q2460532 Português

Texto para o item.


Quase 30% das espécies conhecidas no planeta correm risco de extinção, diz órgão internacional


Dentre os destaques, documento alerta que 37% dos tubarões e raias estão ameaçados, assim como os dragões de Komodo. Publicação chamada de “Lista Vermelha”, da IUCN, foi atualizada



Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Considerando os aspectos gerais do texto, julgue o item.


O termo “Além disso” (linha 28), que está isolado por vírgula, funciona como um conector de adição.

Alternativas
Q2460525 Português

Texto para o item.




Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.


Na linha 41, deveria haver uma vírgula após a palavra “expectativa”.

Alternativas
Q2459680 Português
Dengue: confira dicas para prevenir a doença








(Disponível em: www.pucrs.br/blog/prevencao-da-dengue/– texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “Aplique inseticidas: inseticidas são grandes aliados na prevenção da dengue , pois ajudam a eliminar focos do mosquito em locais abertos e fechados.”, os três sinais de pontuação destacados são, respectivamente:
Alternativas
Q2459586 Português

O sinal de pontuação que substitui corretamente a figura da linha 04 é: 

Alternativas
Q2458932 Português

Segurança



Por Luís Fernando Verissimo







(Disponível em: www.armazemdetexto.blogspot.com/2018/09/cronica-seguranca-luis-fernando.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego correto das vírgulas, analise as assertivas a seguir:

I. Na linha 02, as vírgulas hachuradas separam uma sequência de itens.

II. Na linha 19, o ponto final hachurado poderia ser substituído por vírgula, desde que a próxima frase iniciasse com letra minúscula.

III. Na linha 22, a vírgula hachurada separa duas ações ocorridas em sequência.

Quais estão corretas? 
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Q2456812 Português
Assinale a frase que está perfeitamente adequada, considerando-se o uso da pontuação.
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Q2453605 Português

Leia o texto a seguir.


Questionada pela mãe sobre a nota baixa, a filha respondeu:

- Eu estudei muito para a prova, mas não consegui obter uma boa nota.

Elaborado pelo(a) autor(a)


O uso da vírgula, na resposta dada pela filha, está adequado, uma vez que ela funciona para

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Q2452401 Português
Ex-professora doa quase R$ 5 bi, e alunos de
faculdade dos EUA terão aulas de graça



Uma doação feita por Ruth Gottesman, professora de longa data da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, irá garantir que os alunos da instituição não precisem mais pagar a mensalidade. O presente, no valor de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões), foi anunciado aos estudantes na segunda-feira, 26, e provocou lágrimas e aplausos.


De acordo com a NBC News, o objetivo da ex-professora, de 93 anos, é atrair um grupo mais diversificado de candidatos, que antes não teriam condições de estudar na unidade de ensino, além de permitir que os alunos concluam os estudos sem dívidas, o que é muito comum no país. O curso no Einstein custa US$ 59.458 por ano, cerca de R$ 295 mil.


Ruth deu os créditos da doação ao seu falecido marido, David “Sandy” Gottesman, por deixá-la meios financeiros. Ele construiu uma casa de investimento em Wall Street, rua que é considerada como o centro do distrito financeiro de Nova Iorque, chamada First Manhattan e fez parte do conselho da Berkshire Hathaway de Warren Buffett. Ele morreu em 2022, aos 96 anos.


“Sinto-me abençoada por ter o grande privilégio de fazer esta doação para uma causa tão nobre”, disse a exprofessora em seu discurso.


Segundo a NBC, a Montefiore Einstein, organização guarda-chuva da faculdade, acredita que talvez essa seja a maior doação feita a qualquer faculdade de Medicina do país.


https://www.terra.com.br/, 27/0/2024
No título: “Ex-professora doa quase R$ 5 bi, e alunos de faculdade dos EUA terão aulas de graça”, o emprego da vírgula separa duas orações: 
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Q2452099 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

O autoclismo da retrete

Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em Lisboa. Logo no primeiro dia, tive uma amostra das deliciosas diferenças que nos separavam, a nós e aos portugueses, em matéria de língua. Houve um problema no banheiro da redação e eu disse à secretária: “Isabel, por favor, chame o bombeiro para consertar a descarga da privada.” Isabel franziu a testa e só entendeu as quatro primeiras palavras. Pelo visto, eu estava lhe pedindo que chamasse a Banda do Corpo de Bombeiros para dar um concerto particular de marchas e dobrados na redação. Por sorte, um colega brasileiro, em Lisboa havia algum tempo e já escolado nos meandros da língua, traduziu o recado: “Isabel, chame o canalizador para reparar o autoclismo da retrete.” E só então o belo rosto de Isabel se iluminou.

CASTRO, Ruy. O autoclismo da retrete. Folha de São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 21 fev. 2024.
Segundo a gramática normativa, a utilização da vírgula dá-se por questões estilísticas e sintáticas. No período “Em 1973, fui trabalhar numa revista brasileira editada em Lisboa”, segundo a norma-padrão, justifica-se o emprego da vírgula pelo mesmo motivo sintático que justifica o emprego da(s) vírgula(s) em
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Q2451307 Português
Guterres alerta que o planeta está "à beira do abismo"


O secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou, esta quinta-feira, a alertar que o planeta está "à beira do abismo" devido às crises ambientais, durante a VI Assembleia das Nações Unidas para o Ambiente (UNEA6).

"O nosso planeta está à beira do precipício. Os ecossistemas estão em colapso", disse António Guterres num vídeo apresentado na abertura da cimeira ambiental de alto nível da UNEA-6, o principal órgão de tomada de decisões ambientais do mundo, realizado em Nairobi, no Quénia.

António Guterres sublinhou que o clima "está a implodir" e que "a culpa é da humanidade". "As consequências, desde rios envenenados até à subida dos mares, afetam-nos a todos", alertou o secretário-geral da ONU, sublinhando que "os menos responsáveis são os que mais sofrem".

Para combater esta crise, apelou a um trabalho "em conjunto (...) para colocar o mundo no caminho da sustentabilidade e acelerar o desenvolvimento sustentável".

"Isto significa tomar medidas urgentes para acelerar uma transição justa dos combustíveis fósseis para as energias renováveis, adaptar-se a fenômenos meteorológicos extremos, proporcionar justiça climática, controlar a poluição e proteger e restaurar os ecossistemas", realçou.

Segundo António Guterres, os países "devem definir objetivos nacionais para cumprir este quadro", ou seja, "criar novas contribuições a nível nacional para toda a economia antes de 2025 que estejam em linha com a limitação do aumento da temperatura global a 1,5 graus Celsius". 

"Juntos, precisamos que os governos elaborem um novo tratado sobre a poluição causada pelo plástico e aumentem o financiamento para o desenvolvimento sustentável e para ações climáticas e de biodiversidade nos países em desenvolvimento", acrescentou.

Numa mensagem aos líderes da UNEA-6, que inclui o presidente queniano, William Ruto, e outros chefes de estado africanos, bem como vários ministros de todo o mundo, Guterres instou os países a "cumprirem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU".

"Vocês têm muitas resoluções importantes diante de vocês, então aproveitem esta oportunidade para pressionar por soluções multilaterais. Vamos fazer o espírito de Nairobi funcionar mais uma vez", concluiu.

A UNEA-6 reúne mais de cinco mil representantes de governos, da sociedade civil e do setor privado no complexo da ONU na capital queniana desde segunda-feira e até hoje.

Na sessão deste ano, a sexta desde o lançamento da Assembleia em 2014, os países devem avaliar cerca de 19 resoluções que cobrem desafios como parar a desertificação, combater a poluição atmosférica ou limitar a poluição química.



https://www.jn.pt/8490102869/, 29/02/2024
"devem definir objetivos nacionais para cumprir este quadro", ou seja, "criar novas contribuições a nível nacional...”


Assinale a opção que contém a explicação ADEQUADA para o emprego das duas vírgulas no trecho.
Alternativas
Q2451186 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A influência dos supercochilos na saúde humana


Em muitas culturas, a soneca no período da tarde é um ritual diário.

A cultura espanhola é famosa pela siesta de todos os dias. E alguns profissionais japoneses dormem um pouco no horário de almoço − a chamada hirune, a "soneca da tarde".

Gigantes da tecnologia, como a Google, Samsung e Facebook, oferecem módulos de soneca nos seus escritórios. Eles permitem que os funcionários durmam por algum tempo durante o dia de trabalho.

Pesquisas demonstram que sonecas regulares fazem bem à saúde do cérebro a longo prazo.

Cochilos habituais mantêm o cérebro maior por mais tempo. Eles também promovem a saúde geral deste órgão, segundo um estudo realizado em 2023 por pesquisadores de Londres e do Uruguai. Eles analisaram dados de trinta e cinco mil pessoas com idade entre quarenta e sessenta anos, participando de um estudo do UK Biobank, um banco de dados biomédicos que serve de fonte de pesquisas.

Os cientistas analisaram fragmentos de DNA identificados anteriormente e associados a pessoas que costumam tirar cochilos com frequência. O cérebro das pessoas que tiram cochilos várias vezes por semana era mais de quinze centímetros cúbicos maior que o das pessoas que nunca faziam sonecas diárias.

O cérebro se contrai naturalmente com a idade. E esta diferença equivale ao envelhecimento do cérebro por três a seis anos, segundo a líder do estudo, a pesquisadora Victoria Garfield, da Unidade de Londres. "A grande descoberta foi que a soneca durante o dia apresentou relação muito sólida com as causas do volume maior do cérebro", afirma Garfield. E sabemos que o menor volume do cérebro está associado a um grande número de doenças.

Garfield destaca que os benefícios de longo prazo apenas são observados em pessoas que tiram sonecas regularmente. "É preciso que seja cumulativo."

Existem também benefícios à saúde de curto prazo relacionados às sonecas. Pequenos cochilos que duram de cinco a quinze minutos melhoram imediatamente o nosso desempenho mental. E esse estímulo pode durar até três horas depois que acordamos.

Nós dormimos em ciclos que duram cerca de noventa minutos cada um. E cada ciclo é composto de quatro estágios.

No primeiro e no segundo estágio, os músculos relaxam, a atividade cerebral fica mais lenta e a temperatura do corpo e os batimentos cardíacos caem.

Neste momento, entramos no terceiro estágio, chamado de sono de ondas lentas ou sono profundo, para depois seguirmos para o quarto estágio − o sono REM (abreviação em inglês para "movimento rápido dos olhos"), momento este em que começamos a sonhar.

Por isso, sonecas de quinze a vinte minutos não permitem que as pessoas entrem em sono profundo.

O sono é o remédio da natureza. Somos muito evoluídos e precisamos de muito poder cerebral. É por isso que precisamos de muito sono à noite.

Se você pretende começar a tirar cochilos, é importante que eles sejam rápidos e façam parte do seu estilo de vida, como a tradição espanhola da siesta. A soneca não é uma escolha, é um hábito. Depois que você adquire o costume, o seu cérebro ajuda a mantê-lo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cndnzjewke9o.Adaptado. 

Se você pretende começar a tirar cochilos, é importante que eles sejam rápidos e façam parte do seu estilo de vida, como a tradição espanhola da siesta.


Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

Alternativas
Q2450962 Português
Assinalar a alternativa em que a vírgula foi usada de maneira INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Access Órgão: Prefeitura de Cataguases - MG Provas: Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Analista Jurídico | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Analista Ambiental | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Fisioterapeuta | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Assistente Social | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Contador | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Farmacêutico | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Nutricionista | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Sanitarista | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Psicólogo | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Enfermeiro | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Educador Físico | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Odontólogo | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Fonoaudiólogo | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Terapeuta Ocupacional | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Turismólogo | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Engenheiro Elétrico | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Médico Cirurgião | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Médico de Família | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Médico Dermatologista | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Médico Oftalmologista | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Médico Pediatra | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Médico Psiquiatra | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Médico Urologista | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Médico Otorrinolaringologista | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Cirurgião Dentista Endodontista | Instituto Access - 2024 - Prefeitura de Cataguases - MG - Cirurgião Dentista Buco-Maxilo-Facial |
Q2448599 Português
Populações negra e indígena têm menor acesso
à rede de esgoto nos maiores municípios do país











(Tayguara Ribeiro. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/02/populacoes-negra-eindigena-tem-menor-acesso-a-rede-de-esgoto-nos-maiores-municipios-dopais.shtml. 23.fev.2024) 
Com isso, o setor institui uma política capitalista, que vê saneamento como mercadoria e, portanto, só quem pode ter acesso é quem pode pagar, o que exclui mais uma vez. (L.45-48)
Assinale a alternativa com pontuação igualmente correta para o período acima.
Alternativas
Q2448184 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

A característica da relação do adulto com o velho é a falta de reciprocidade que se pode traduzir numa tolerância sem o calor da sinceridade. Não se discute com o velho, não se confrontam opiniões com as dele, negando-lhe a oportunidade de desenvolver o que só se permite aos amigos: a alteridade, a contradição, o afrontamento e mesmo o conflito. Quantas relações humanas são pobres e banais porque deixamos que o outro se expresse de modo repetitivo e porque nos desviamos das áreas de atrito, dos pontos vitais, de tudo o que em nosso confronto pudesse causar o crescimento e a dor! Se a tolerância com os velhos é entendida assim, como uma abdicação do diálogo, melhor seria dar-lhe o nome de banimento ou discriminação.

BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 1994. 
No período “Se a tolerância com os velhos é entendida assim, como uma abdicação do diálogo, melhor seria darlhe o nome de banimento ou discriminação”, a vírgula utilizada depois da palavra “assim” justifica-se pelo mesmo fenômeno sintático que exige o emprego da(s) vírgula(s) que ocorre(m) em: 
Alternativas
Q2448086 Português
Mitigar o perigoso desfecho dos jovens nem-nem?


        O fenômeno dos jovens nem-nem, aqueles que nem trabalham nem estudam, é uma preocupação crescente, especialmente em países em desenvolvimento como o Brasil. Estudos recentes, incluindo dados do IBGE de 2022, mostram que cerca de 20% dos jovens entre 15 e 29 anos se enquadram nesta categoria, ressaltando a necessidade urgente de abordagens inovadoras e eficazes.
        Eles representam uma parcela significativa da população jovem, configurando um desafio para o país que aspira prosperar. Diante deste cenário, diversas estratégias têm sido propostas e implementadas, tanto globalmente quanto no contexto brasileiro - apesar de em nosso país ser mais ‘estrutural’ o menor empenho das políticas educacionais voltadas para o adolescente.
      Lembro-me de algumas palestras que ministrei em Brasília a convite de Anna Penido, que estava empenhada no fundamental 2, quando poucas eram as ações relevantes para esta fase. Neste Seminário Internacional Desafios e Oportunidades para os Anos Finais do Ensino Fundamental, de 2017, promovido pelo Ministério da Educação, em parceria com o Banco Mundial, Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e o Instituto Inspirare, o evento reuniu adolescentes, especialistas e gestores educacionais de todo o país para debater os desafios e as possibilidades para os anos finais do ensino fundamental.
       Pena que pouco caminhamos desde então, pois potencializado pela pandemia, está menos provável a chegada do adolescente ao ensino médio, quiçá sua conclusão.
      No entanto, o ensino técnico tem se mostrado uma solução promissora em vários países. Na Alemanha, o sistema de ensino técnico dual tem sido extremamente eficaz na preparação dos jovens para o mercado de trabalho. No Brasil, a valorização e promoção do ensino técnico como uma alternativa viável poderia oferecer caminhos claros para emprego e realização profissional. Programas de qualificação profissional, especialmente para jovens de baixa renda, são essenciais para aumentar a empregabilidade.
      Exemplos como os Centros de Formação Profissional na Coreia do Sul mostram como esses programas podem ser efetivos. No Brasil, a adaptação desses modelos poderia envolver parcerias entre governos, instituições educacionais e setor privado. Além disso, intervenções focadas na juventude, que incluem orientação profissional, desenvolvimento e treinamento de habilidades cognitivas e socioemocionais e apoio no desenvolvimento de projetos de vida, são fundamentais.
       Políticas públicas integradas que combinem educação, saúde, assistência social e desenvolvimento econômico podem atender às necessidades específicas dos jovens nem-nem. Essa abordagem integrativa é essencial para criar um ambiente propício ao desenvolvimento juvenil.
       No Brasil, a implementação de políticas inspiradas em modelos bem-sucedidos de outros países, adaptadas ao contexto local, pode oferecer novas oportunidades para os jovens. Isso inclui a expansão do acesso ao ensino técnico e profissionalizante, bem como a criação de programas de mentorias e estágios que facilitem a transição para o mercado de trabalho.
       Além disso, fortalecer o suporte à saúde mental dos jovens, oferecendo serviços acessíveis e eficazes, pode ajudar a mitigar os fatores que contribuem para a marginalização dessa população. Investir em programas de qualificação profissional e na reformulação do sistema educacional é crucial. Estes programas devem focar em habilidades práticas e técnicas, bem como as soft skills: planejamento, organização e resolução de problemas. O objetivo é equipar os jovens com as ferramentas necessárias para navegar no mercado de trabalho contemporâneo.
     A solução para o desafio dos jovens nem-nem não é simples… e ‘nem’ impossível. Reforço: com abordagens inovadoras e colaborativas, baseadas em modelos bem-sucedidos de outros países e adaptadas à realidade brasileira, é possível criar um caminho para que esses jovens não apenas encontrem seu lugar na sociedade, mas também contribuam ativamente para o crescimento e o desenvolvimento do país.
       Ao investir em educação, suporte psicossocial e oportunidades econômicas, podemos ficar mais perto em garantir que todos os jovens tenham o fundamental: a chance de um futuro mais promissor e equitativo.


(Adriana Fóz. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br. Acesso em: 05/02/2024.)
Assinale a alternativa em que as vírgulas separam oração adjetiva explicativa. 
Alternativas
Q2447282 Português

Assinale a frase correta quanto à pontuação.


Alternativas
Q2446460 Português
Há erro no uso da vírgula na seguinte alternativa: 
Alternativas
Q2446074 Português
Polenta: história secreta de uma das comidas favoritas da Itália

    É dourada, granulada, pegajosa e tem um sabor bastante insípido se servida sozinha. Mas a versatilidade da polenta transformou-a em uma estrela culinária, com o famoso prato de fubá cozido da Itália combinando perfeitamente com uma infinidade de sabores. As coberturas podem incluir desde carne de veado, peixe, coelho, javali e vitela refogada até cogumelos, molho de tomate e queijo derretido. Também pode ser utilizado em sobremesas, incluindo biscoitos, tortas e panquecas -alguns até comem com Nutella. E não se pode esquecer das texturas, ela vem em vários formatos e pode ser extremamente cremosa.

    A polenta é consumida em toda a Itália, mas há três regiões principais no norte do país onde é particularmente popular – Veneto, Lombardia e Piemonte. Giovanna Gilli, 85 anos, tem boas lembranças de sua avó piemontesa mexendo lentamente o mingau de fubá dentro de um enorme caldeirão de cobre na lareira, depois servindo em uma mesa de madeira, derramando molho de tomate, salsichas e cebolas por cima antes que todos pegassem sua parte. “Pegávamos uma colherada e colocávamos em nossos pratos. Era uma delícia, derretia na boca”, lembra ela. “No dia seguinte, a polenta crocante e seca que sobrou era cortada em palitos para nós, crianças, mergulharmos no leite ou polvilharmos com açúcar no café da manhã.”

     Hoje, acredita-se que a polenta seja o alimento básico mais popular da Itália, depois das massas e da pizza. Na sua essência, continua a ser um humilde prato comunitário, mas durante os anos da Segunda Guerra Mundial foi consumido, principalmente, por necessidade. No final de um árduo dia de trabalho, alguns familiares reuniam-se à volta da mesa e partilhavam a polenta. Usando as mãos como colheres, esfregavam cada mordida em um arenque seco pendurado por um barbante no teto da cozinha para dar mais sabor à polenta simples e, ao mesmo tempo, conservar o peixe.

   Embora os historiadores da culinária observem que os antigos romanos costumavam comer um tipo mais macio de polenta, feita com espelta moída cozida, a versão que as pessoas conhecem e amam hoje tem suas raízes no Oceano Atlântico, nas Américas. Tudo começou quando Cristóvão Colombo trouxe consigo para o Velho Continente uma safra “exótica” de milho, produto que não era familiarizado até sua viagem em 1492.

     Segundo o chef e o historiador alimentar Amedeo Sandri, o milho foi posteriormente importado para a Itália por missionários que voltavam das Américas para a região de Friuli. O cultivo em grande escala se espalhou nos anos 1600 para Veneto e Lombardia, substituindo as culturas tradicionais e desencadeando uma revolução agrária. Hoje, existem cerca de uma dúzia de tipos de milho italiano cultivados no país. “Os agricultores perceberam que o milho tinha maior rendimento e ciclo de cultivo mais curto em comparação ao milheto, centeio e trigo, e que dava força suficiente para trabalhar na lavoura”, diz Sandri. “Mas houve alguns efeitos colaterais graves nesta dieta à base de polenta.”

     Diz-se que os europeus ficaram tão viciados em fubá cozido que desenvolveram uma doença peculiar chamada pelagra, causada pela falta de niacina – também conhecida como vitamina B3. Muitos teriam sofrido de demência, diarreia e erupções cutâneas como resultado da doença.

Fonte: Polenta: história secreta de uma das comidas favoritas da Itália | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o uso da vírgula no período: Muitos teriam sofrido de demência, diarreia e erupções cutâneas como resultado da doença.
Alternativas
Q2445869 Português
Como designers estão mudando o conceito de vaso sanitário ao redor do mundo

        Consideremos o vaso sanitário – aquele humilde objeto de porcelana que armazena nossos resíduos várias vezes ao dia. Não é uma peça de tecnologia que muitas vezes recebe atualizações chamativas (embora descarga dupla, aquecimento de assento e recursos de bidê eletrônico possam certamente elevá-la), nem é uma queridinha do mundo do design.

        Mas os banheiros necessitam desesperadamente de uma atualização – tal como toda a nossa abordagem ao esgoto, de acordo com muitos projetistas, engenheiros ambientais e especialistas em saneamento que esperam provocar uma mudança de paradigma.

        Descartar nossos resíduos é, de certa forma, um desperdício, sendo responsável por quase um terço do uso interno de água nas residências dos EUA, de acordo com a Agência de Proteção Ambiental (EPA).

        Em muitas partes do mundo, a utilização de instalações sanitárias com água tornou-se cada vez mais preocupante à medida que as alterações climáticas provocam secas extremas e inundações, que obstruem os esgotos e transbordam fossas sépticas. Em zonas de catástrofe ou em locais sem acesso a água corrente, a necessidade de inovação é ainda mais urgente. 

        Repensar a forma como lidamos com os resíduos também pode representar uma oportunidade: os nossos excrementos podem ser convertidos em calor renovável, eletricidade e fertilizantes. “Resíduo não é desperdício, é um recurso”, disse Arja Renell, uma artista e arquiteta finlandesa que trouxe o tema para a Bienal de Arquitetura de Veneza do ano passado como curadora do pavilhão do seu país. Ela não era uma especialista na área, mas ficou alarmada ao saber que algumas das águas residuais de Veneza são descarregadas diretamente nos seus canais e queria demonstrar uma abordagem circular ao saneamento: o banheiro “seco”.

        Conhecido como “Huussi” em finlandês, o banheiro seco separa a urina das fezes e é ventilado para impedir a entrada de odores – Na Finlândia, os banheiros secos são particularmente prevalentes em casas rurais de verão, disse Renell à CNN em uma videochamada.
    
        Os usuários cobrem o conteúdo da lixeira com turfa ou serragem após seus “afazeres”; uma vez cheios, eles movem os excrementos para um recipiente maior e hermético ao longo de vários meses, para que todos os microrganismos morram.

        O restante material, rico em nitrogênio e fósforo, pode ser usado como fertilizante natural, em vez do habitual tipo sintético, que emite gases de efeito estufa.

        O método de compostagem a seco será familiar para quem tem casas fora da rede. Nos EUA, os sanitários de compostagem seca têm sido construídos há muito tempo como alternativas aos autoclismos em casas rurais que não estão ligadas a um sistema de esgotos, ou por pessoas que não têm dinheiro para instalar uma fossa séptica neutralizante, que pode custar milhares de dólares. Kelsey McWilliams, uma engenheira ambiental que constrói sistemas circulares de saneamento em todo o país com a sua empresa Point of Shift, disse que a necessidade de soluções sustentáveis só aumentará em áreas atingidas por secas ou inundações.

Fonte: Como designers estão mudando o conceito de vaso sanitário ao redor do mundo | CNN Brasil 
Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o uso da vírgula no período: Em zonas de catástrofe ou em locais sem acesso a água corrente, a necessidade de inovação é ainda mais urgente. 
Alternativas
Q2445595 Português


Internet:<www.ijep.com.br>  (com adaptações).

Quanto à estrutura linguística, ao vocabulário e aos mecanismos de coesão empregados no texto, julgue o item.


A omissão da vírgula empregada após a palavra “assim” (linha 31) prejudicaria a correção gramatical do texto.

Alternativas
Respostas
1461: C
1462: E
1463: D
1464: E
1465: E
1466: E
1467: C
1468: D
1469: B
1470: A
1471: C
1472: A
1473: A
1474: A
1475: A
1476: E
1477: C
1478: B
1479: C
1480: C