Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q95955 Português
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Com base nesse texto, julgue os próximos itens.

A vírgula empregada após “Rio de Janeiro” (L.21) separa elementos de mesma função sintática componentes de uma enumeração.
Alternativas
Q95945 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

O emprego de vírgula após “junho” (L.6) e “Lei Seca” (L.7) justifica-se porque isola oração subordinada adjetiva restritiva.
Alternativas
Q95944 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

Após a palavra “trânsito” (L.4), não se emprega vírgula porque o adjunto adverbial de lugar está em sua posição lógica na oração.
Alternativas
Q95943 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

O emprego de vírgulas após as palavras “aponta” (L.2) e “Volante” (L.3) indica que o adjunto adverbial de tempo está deslocado na oração.
Alternativas
Q95937 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem.

O trecho “divulgada pelo Ministério da Saúde” (L.4) está entre vírgulas porque constitui oração subordinada adjetiva explicativa.
Alternativas
Q95581 Português
Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q95408 Português
Em qual das seguintes frases está INCORRETO, segundo o registro culto e formal da língua, o uso da(s) vírgula(s)?
Alternativas
Q95219 Português

Marcelo Viana Estevão de Moraes. Internet: https://conteudo.gespublica.gov.br/folder_produtos/pasta.2009-05-15.4365295963seges_artigo_secretario_uma_janela_de_oportunidade_para_a_gestao_publica.
pdf (com adaptações).
Acesso em 3/8/2009


Quanto aos aspectos gramaticais e semânticos do terceiro parágrafo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q94708 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens de 44 a 49.


Preserva-se o respeito à correção gramatical e à coerência entre os argumentos ao se utilizar o sinal de dois-pontos em lugar da vírgula depois de “só” (L.4).
Alternativas
Q94678 Português
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No que se refere ao uso das estruturas linguísticas na organização das ideias no texto acima, julgue os itens subsequentes.
O uso de duas vírgulas demarcando o adjetivo “novas” (L.16), gramaticalmente opcional, sugere ênfase à qualidade da ideia expressa em importantes exigências.
Alternativas
Q85156 Português
Para responder às questões 19 e 20, observe as
frases abaixo, retiradas do texto.

I - O número varia de 300 a 399, sendo que as pares
cruzam o país na direção noroeste-sudeste, e as
ímpares rumam por nordeste-sudoeste.

II - Nas estradas estaduais, a regra é algo parecida,
mas há menos variações.

Sobre a pontuação das frases I e II, é correto dizer que:
Alternativas
Q85145 Português
Nas estradas estaduais, a regra é algo parecida, mas há menos variações. (l. 33)

Em relação às vírgulas usadas no período, afirma-se que:

I - Ambas são usadas face à mesma justificativa.

II - A primeira separa um adjunto adverbial deslocado.

III - A segunda separa orações.

IV - A segunda poderia ser retirada, pois seu uso é facultativo.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q82113 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens de a seguir

O emprego de vírgula logo após "Manaus" (l.5) justifica-se por isolar a subsequente oração subordinada de caráter explicativo.
Alternativas
Q80738 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os seguintes itens.

Como a oração "E do amanho (...) portentosa" (l.8-13) expressa uma explicação do termo "terra" (l.12), o autor do texto poderia ter optado pelo emprego da vírgula após esse termo.
Alternativas
Q73421 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto, no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usual de
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemos modelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e não dois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
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Em relação ao trecho: "Aqui, a idéia de um custeio social - que na verdade é um rateio, porque como contribuintes pagamos aquilo que vamos desfrutar como cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos o custo de operações de câncer, de tratamento de doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo de cada um" (4º parágrafo), a mudança de pontuação que se propõe é INACEITÁVEL, consideradas as normas em vigor, na alternativa:
Alternativas
Q69805 Português
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2009 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q69373 Português
Considerando que o termo Cristina é sujeito de oração, assinale a alternativa correta quanto à pontuação.
Alternativas
Q65941 Português
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Com base no texto apresentado, julgue os itens de 9 a 21.

Na linha 21, as vírgulas utilizadas no interior do período que termina na palavra "olhos" têm a função de separar elementos de mesma função gramatical componentes de uma enumeração.
Alternativas
Q65934 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.

A substituição de travessões por vírgulas, nas linhas 26 e 27, manteria a correção gramatical do período e suas informações originais.
Alternativas
Q65933 Português
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Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.

Na linha 22, as vírgulas após as palavras "que" e "cidade" foram empregadas para se isolar adjunto adverbial de lugar deslocado.
Alternativas
Respostas
7061: C
7062: E
7063: C
7064: C
7065: C
7066: A
7067: D
7068: B
7069: E
7070: C
7071: B
7072: B
7073: C
7074: E
7075: D
7076: A
7077: E
7078: C
7079: C
7080: C