Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
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I. Para isso, terá dois caminhos: incorporar novas áreas ou ampliar a produtividade. (1º parágrafo) Os dois-pontos assinalam o sentido especificativo e explicativo do segmento introduzido por eles.
II. "sem derrubar uma única árvore" (4º parágrafo) As aspas isolam a afirmativa que constitui a ideia principal, em torno da qual se desenvolve o texto.
III. ele opta pela expansão da área, que é muito mais barata (final do texto) A vírgula pode ser retirada do período, que permanece correto, porém com alteração do sentido original.
Está correto o que consta APENAS em .



Observe as informações acerca dos sinais de pontuação:
I. O uso das vírgulas entre “ainda” se justifica pelo advérbio de tempo.
II. A vírgula depois da palavra “relatado” se justifica pela circunstância de modo.
III. Os parênteses foram utilizados para explicar o termo anterior “meio”.
Assinale a alternativa CORRETA:
I) Na passagem - Mantêm suas moradas, andam, voam e nadam libertos na natureza, sem a ficção do Estado constituído. – substituir as duas primeiras vírgulas por pontos finais e acrescentar mais um ponto final depois da forma verbal VOAM com os devidos ajustes de letras minúsculas em maiúsculas.
II) Substituir os dois pontos do parágrafo 4 por uma vírgula seguida de PORQUE.
III) Substituir as vírgulas em - A convivência, até com os vegetais, não é regrada por textos legislativos. - por travessões.
IV) Na passagem - Lamentável, pois as lições dos bichos são bem diversas. – deslocar o conector POIS para depois de BICHOS, colocando-o entre vírgulas.
Quais manteriam o texto de acordo com a norma culta?
A justificativa do emprego da(s) vírgula(s) é a mesma da passagem transcrita acima em:
Na linha 11, a vírgula que antecede “observou” poderia ser substituída por travessão, sem prejuízo para o sentido original e para a correção gramatical do texto.

No que se refere às ideias do texto e à sua tipologia textual, julgue
os itens subsequentes.
A retirada da vírgula empregada logo após “Heródoto” (L.22) prejudicaria a correção gramatical do texto
Na linha 13, o sinal de travessão poderia ser substituído, com correção, por vírgula.
Para marcar com mais nitidez que o período iniciado na linha 9 trata do voto obrigatório, a vírgula poderia ser deslocada para depois da palavra “voto", ficando o período assim pontuado: Somente quando se torna obrigatório o voto, assumiria (...).
Se a conjunção “porém" (l.4) fosse deslocada para o início do período, estaria correta a seguinte pontuação: Porém, em geral, as constituições (...).
Não haveria prejuízo para os sentidos ou para a correção gramatical do texto caso o advérbio “primordialmente" (l.1) fosse deslocado, com as vírgulas que o isolam, para imediatamente antes da forma verbal “tem" (l.1).
A vírgula empregada após a expressão “ou seja" (l.17) poderia ser substituída por dois-pontos sem prejuízo para a correção gramatical do texto.
Nas linhas 15 e 16, os sinais de parênteses isolam uma explicitação numérica, por isso podem ser substituídos, com correção, pelo duplo travessão, desde que a vírgula antes do vocábulo “que" (l.16) seja suprimida.
No segundo período do texto, as vírgulas logo após as palavras “representantes" e “eleitos" poderiam ser suprimidas, sem prejuízo para a correção gramatical do texto, dado que, nessas ocorrências, trata-se de emprego facultativo desse sinal de pontuação.
TODAS AS QUESTÕES SERÃO AVALIADAS COM BASE NO
REGISTRO CULTO E FORMAL DA LÍNGUA.

SURPRESA NA ENTRADA DA ALDEIA

Retornando à Reserva Indígena de Jaqueira, no extremo sul da Bahia, a turista Tânia Mara Scavello disse ter se surpreendido, já na portaria, ao ver a placa indicativa de aceitação de cartões de crédito. Essa é a reação mais comum de quem procura a reserva para comprar artesanato, de acordo com o índio pataxó Juraci, vice-presidente da Associação Pataxó de Ecoturismo.
– Há tantos lugares que não aceitam, e aqui já estão se modernizando – disse Tânia, cliente do índio Camaiurá, que foi à reserva com o marido, o italiano Mário Scavello, para levar um casal de amigos. Scavello considera positiva a implantação do sistema na aldeia:
– Eles já sobrevivem da tradição, está certo desfrutarem um pouco da tecnologia para ganhar dinheiro. Para o casal de turistas paulistas, Fabrício Lisboa e Camila Rodrigues, pela primeira vez na reserva, a disponibilidade do sistema também surpreendeu:
– Fiquei surpresa pelo fato de estar numa aldeia e ter o privilégio de poder contar com a modernização – disse Camila, que comprou peças do índio Aponen.
Implantado há mais de um mês, o cartão impulsionou as vendas locais.
– Outro dia, veio um turista e separou um monte de artesanato. Só levou tudo porque aceitamos cartão. Eles andam com pouco dinheiro. – contou a índia Mitynawã.
As peças de artesanato, produzidas com sementes e coco, variam de R$ 5 a R$ 15. Outra fonte de renda é o valor do ingresso, que custa R$ 35:
– Não somos assalariados, todo mundo é voluntário. A venda do artesanato é uma alternativa de sobrevivência, pois não caçamos mais, e a implantação do cartão colabora para o aumento da nossa renda. O Globo, 26 ago. 2008. (Adaptado)
No trecho transcrito acima, o uso da vírgula no período justifica-se porque







