Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q438994 Português
Assinale a opção em que foram plenamente atendidas as regras de emprego de sinais de pontuação nos trechos adaptados da obra Humor, língua e discurso, de Sírio Possenti.
Alternativas
Q438993 Português
Os trechos a seguir constituem sequencialmente um texto adaptado de O Globo de 9/6/2013.
Assinale a opção que foi transcrita com erro de pontuação.
Alternativas
Q438987 Português
Assinale a opção correta em relação às estruturas linguísticas do texto.
Alternativas
Q438983 Português
Texto para responder a questão.

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Com relação a aspectos gramaticais do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q438340 Português
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Marco Antonio Sampaio Malagodi. Geografias do dissenso: sobre conflitos, justiça ambiental
e cartografia social no Brasil. In: Espaço e economia: Revista Brasileira de Geografia
Econômica. jan./2012. Internet: http://espacoeconomia.revues.org/136 (com adaptações).



Julgue o item que se segue, acerca das estruturas linguísticas do texto.

O sentido original do texto seria alterado caso se inserisse uma vírgula imediatamente após a palavra “policial” (l.24).
Alternativas
Q438337 Português
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Marco Antonio Sampaio Malagodi. Geografias do dissenso: sobre conflitos, justiça ambiental
e cartografia social no Brasil. In: Espaço e economia: Revista Brasileira de Geografia
Econômica. jan./2012. Internet: http://espacoeconomia.revues.org/136 (com adaptações).



Julgue o item que se segue, acerca das estruturas linguísticas do texto.

No trecho “devido ao fato (...) da política” (l.9-11), mantendo-se as ideias e a correção do texto, a expressão nominal “a instituição da política” poderia ser transformada em oração, desde que o sinal de dois-pontos que a antecede fosse substituído por vírgula, da seguinte forma: por ela se distanciar do que seria sua razão de ser, que é a instituição da política.
Alternativas
Q438202 Português
                                  Brasileiro bonzinho?

     Tempos atrás, num programa cômico de televisão, uma jovem americana radicada no Brasil, a cada comentário sobre violência ou malandragem neste país, pronunciava com muita graça: “Brasileiro bonzinho!”. E a gente se divertia. Hoje nos sentiríamos insultados, pois não somos bonzinhos nem sequer civilizados. O crime se tornou banal, a vida vale quase nada. Ser assaltado é quase natural - não só em bairros ditos perigosos ou nas grandes cidades, mas também no interior se perdeu a velha noção de bucolismo e segurança.

      Em São Paulo, só para dar um exemplo, os arrastões são tão comuns que em alguns restaurantes o cliente é recebido por dois ou quatro seguranças fortemente armados, com colete à prova de bala, que o acompanham olhando para os lados - atentos como em séries criminais americanas. Quem, nessas condições, ainda se arrisca a esta coisa tão normal e divertida, comer fora?

     Pessoas inocentes são chacinadas: vemos protestos, manifestações e choro, mas nada compensará o desespero das famílias ou pessoas destroçadas, cujo número não para de crescer. Morar em casa é considerado loucura, a não ser em alguns condomínios, e mesmo nesses o crime controla o porteiro, entra, rouba, maltrata, mata. Recomenda-se que moremos em edifícios: “mais seguros”, seria a ideia. Mas mesmo nos edifícios, nem pensar, a não ser com boa portaria, com porteiros preparados e instruídos para proteger dentro do possível nossos lares agora precários.

     Somos uma geração assustada, confinada, gradeada - parece sonho que há não tanto tempo fosse natural morar em casa, a casa não ter cerca, a meninada brincar na calçada; e não morávamos em ilhas longínquas de continentes remotos, mas aqui mesmo, em bairros de cidades normais. Éramos gente “normal”. Continua valendo a inacreditável lei de responsabilidade criminal só depois dos 18 anos. Jovens monstros, assassinos frios, sem remorso, drogados ou simplesmente psicopatas saem para matar e depois vão beber no bar, jogar na lan house, curtir o Facebook, com cara de bons meninos. Estamos em incrível atraso em relação a países civilizados. No Canadá, Holanda e outros, a idade limite é de 12 anos. No Brasil, assassinos de 17 anos, 11 meses e 29 dias são considerados incapazes... Estamos indefesos e apavorados.

                                                                      (Lya Luft. Revista Veja, 24 de abril de 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa com a frase pontuada de acordo com a norma-culta da língua.
Alternativas
Q437686 Português
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A respeito do texto acima, julgue o próximo item.
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso, na linha 21, a expressão “daí em diante” fosse isolada por vírgulas: (...) que, daí em diante, regeria (...).
Alternativas
Q437365 Português
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A alternativa que mostra uma afirmação inadequada em relação à charge acima é
Alternativas
Q436133 Português
Em relação às estruturas linguísticas do texto a seguir, assinale a opção correta.
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q436084 Português
O sentido original e a correção gramatical do texto seriam preservados caso a vírgula fosse
Alternativas
Q436081 Português
Em relação a aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q435970 Português
As opções abaixo constituem adaptações de trechos do jorna O Estado de Minas, de 25/3/2013. Assinale a opção gramaticalmente correta em relação ao emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q435964 Português
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No texto, é correto afirmar que a vírgula após “empoçada” (l.5) isola
Alternativas
Q435908 Português
A Galeria de Arte Zé de Dome foi fundada em 29 de junho de 1984 pelo Sr. Osvaldo José dos Santos, conhecido como o faroleiro-moldureiro, que através das suas molduras formou um acervo de mais de mil obras entre telas e esculturas de artistas sergipanos. Foi pioneiro em molduras no estado atendendo a mais de 90% da sociedade entre clientes e artistas plásticos. Marcelus Fonseca buscando dar continuidade a este sonho do seu pai, Osvaldo, transformou a Galeria de Arte Zé de Dome, num espaço para amigos. 
(Adaptado de: Galeria Zé de Dome promove Grande Leilão de Artes e Antiguidades. Disponível em: http://jornaldacidade.net. Acessado em 23/07/2013.)

Considere as seguintes afirmativas a respeito da pontuação do texto acima:

I. O segmento através de suas molduras pode ser isolado por vírgulas sem prejuízo para a correção e, em linhas gerais, para o sentido.
II. Pode-se acrescentar uma vírgula entre Marcelus Fonseca e buscando, sem prejuízo para a correção.
III. Na última frase do texto pode-se suprimir a vírgula após Osvaldo, sem prejuízo para a correção e, em linhas gerais, para o sentido.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q433071 Português
                Muito além do ridículo (fragmento)

     "Certa vez, ante o espanto da opinião pública com a violência de uma rebelião de presos, o memorável jurista Evandro Lins e Silva saiu-se com esta: espantoso, mesmo, é que os detentos enjaulados em condições subumanas não estejam realizando mais motins pelo país afora.

     Lins era um humanista por excelência e sempre achou equivocada a política penitenciária. Não havia ironia no que disse. Com mais de 500 mil presos, o sistema atual tem capacidade para receber pouco mais de 300 mil. O que sobra fica amontoado em celas fétidas, sujeito à disseminação de doenças e, o que é pior, a mais violência. Como é possível imaginar que um ser humano se adapte a tais condições?

     Do outro lado dos muros das prisões, uma sociedade acuada pela escalada da violência urbana prefere imaginar que lugar de bandido é na cadeia, deixando o Estado à vontade para varrer a sujeira tapete abaixo. Construir presídios e dar tratamento digno ao preso não rendem votos. Punir, sim.

     Daí porque se discute tanto um novo Código Penal, como se fossem frouxas as 117 leis penais especiais e os 1.170 crimes tipificados de que dispomos. Inclusive trazendo de volta a ideia da maioridade penal, que na prática significa transformar menino em delinquente e sujeitá-lo à crueldade das prisões. Nada mais autoritário. O que a juventude precisa é de amparo, de oportunidade, de educação, e não de medidas que visem a puni-la.

     A sociedade não pode virar as costas ao drama dos presídios".

                                                                                                      (Marcus Vinicius Furtado)

"...espantoso, mesmo, é que os detentos enjaulados...".

O vocábulo "mesmo" foi colocado entre vírgulas com a intenção de
Alternativas
Q428555 Português
No que se refere às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o  item.  

As expressões “por algum tempo” (l.1) e “dentro de uma sala mais ou menos escura” (l.2) exercem a função de complemento da forma verbal “permanece” (l.1), razão por que o emprego de vírgulas para isolar a primeira expressão prejudicaria a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q427839 Português
No que se refere às ideias do texto acima e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Seria mantida a correção gramatical do texto caso fosse empregada vírgula logo após o adjetivo “federal” (l.12).
Alternativas
Respostas
6201: C
6202: A
6203: B
6204: B
6205: C
6206: C
6207: D
6208: E
6209: C
6210: C
6211: E
6212: A
6213: C
6214: E
6215: B
6216: A
6217: C
6218: C
6219: E
6220: C