Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q4170202 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/julia-cameron-arte-da-escuta – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:

I. Na linha 06, o emprego do duplo travessão deve-se ao isolamento de uma expressão retificadora.
II. Na linha 10, o emprego da vírgula deve-se à separação de uma oração subordinada deslocada.
III. Na linha 22, o emprego da vírgula separa um aposto deslocado.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4168829 Português
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4168787 Português
Em relação à pontuação, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(  ) Ninguém, sabia onde ele, estava.
(  ) Qual é a sua motivação? 
Alternativas
Q4168474 Português
Por que o telefone com fio funciona mesmo quando estamos sem luz?


    Porque ele não precisa da energia elétrica da sua casa para funcionar. Nas centrais telefônicas, há baterias – geralmente de 48V – que são utilizadas como fonte de energia para os aparelhos dos ________ (pelo menos no caso dos modelos mais simples, que consomem pouca energia).
    A alimentação vem direto na linha telefônica – ou seja, chega pelos mesmos fios que transmitem sua voz. Dependendo do tamanho e da localização da central telefônica, podem existir também geradores, que mantêm as baterias carregadas caso ___________ apagões muito prolongados. Mas isso raramente é necessário, porque telefones com fio consomem pouco.
    Já o telefone sem fio exige uma potência maior, que não pode ser fornecida pela central telefônica. Portanto, precisa ser alimentado pela rede elétrica da própria casa.

Fonte: Super Interessante - adaptado.
Assinalar a alternativa em que a vírgula está sendo usada CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q4167509 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Dia mundial da bicicleta: solução para a mobilidade e a saúde urbana


Q1_10.png (649×613)

Disponível em https://via.ufsc.br/dia-mundial-da-bicicleta/ Acessado em 12/11/2020
Sem alterar seu conteúdo, uma outra redação possível para o enunciado Somente após esse período surgiram as primeiras produtoras nacionais e ela passou a se popularizar no país (linhas 11 a 13) seria 
Alternativas
Q4167506 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Dia mundial da bicicleta: solução para a mobilidade e a saúde urbana


Q1_10.png (649×613)

Disponível em https://via.ufsc.br/dia-mundial-da-bicicleta/ Acessado em 12/11/2020
Uma vírgula poderia ser substituída por um ponto em
Alternativas
Q4165032 Português
TEXTO

Jorge gritou pra moçada: "Aí, quem é o primeiro? Quando cheguei tinham cinco que dormiram aqui mesmo."

O bate-boca começou: "Fui o primeiro!" "Que nada, cara, quando você chegou eu já estava aqui, tá lembrado?". Mas o grupo ainda era pequeno, e Jorge botou ordem na casa. Ou melhor, na fila, que foi o que decidiram fazer, para não deixar os engraçadinhos levarem vantagem. Quando a bilheteria abriu, a multidão estava tranquila. Ninguém no prejuízo.

Fila de banco, supermercado, sacolão. Para comprar passagem na rodoviária, fazer matrícula, entrar no estádio. Ninguém gosta de filas. Seria super se elas não existissem... 

As filas fazem parte da vida em sociedade e são um ótimo exemplo das regras que ela nos impõe. A idéia de fila ajuda a entender uma outra coisa que, muitas vezes, não vemos com bons olhos: a lei.

Regras, ou indicações de como agir, facilitam a vida. E evitam problemas maiores. Jogo sem regras existe? Só se for o do "eu sozinho”!

No futebol, bola na rede é gol, bola na mão pode ser falta ou pênalti. Já o vôlei é com as mãos, bola na rede pode ser erro e no pé não é jogada das mais elegantes. Quem pratica esses esportes sabe disso. E não mistura as bolas. Muito menos as regras.
Considere só as afirmativas corretas e depois assinale a alternativa que as contém:

I. As filas fazem parte da vida em sociedade e são um ótimo exemplo das regras que ela nos impõe. O pronome ‘ela’ refere-se ao substantivo ‘vida’.
II. ‘pênalti’ e ‘vôlei’ não são acentuadas pela mesma regra.
III. “No futebol, bola na rede é gol, bola na mão pode, ser falta ou pênalti.”

A vírgula inserida na frase não prejudicou o sentido nem a correção gramatical do período.
Alternativas
Q4164848 Português

Instrução: A questão refere - se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



O papel do networking e sua importância na nossa trajetória profissional


Por Rachel Jordan


  (Disponível em: https://claudia.abril.com.br/coluna/trabalho-carreira-rachel-jordan/o-papel-do-networking-e- sua-importancia-na-nossa-trajetoria-profissional/ – texto adaptado especialmente para esta prova).  

Considerando o emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha 14, o uso dos dois pontos deve-se à introdução de uma explicação que foi anunciada no parágrafo anterior.
II. Na linha 31, a dupla vírgula separa um aposto.
III. Na linha 36, o uso da vírgula deve-se à separação de uma oração subordinada deslocada.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4161327 Português

Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje


    Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.


    Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?


    Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.


    Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.


    É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.


    E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.


    O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.


(Fonte: VC S/A - adaptado.)

Assinalar a alternativa na qual o uso da vírgula está INCORRETO:
Alternativas
Q4159928 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão



Vlogs literários no ambiente YouTube


Existe um universo de vídeos dentro da plataforma YouTube. A variação de vídeos se dá por conta de filmes, videoaulas, resenhas, vlogs e outros assuntos. Vídeos intitulados vlogs podem ser caseiros, amadores ou não, feitos por qualquer pessoa que tenha em sua posse uma câmera, acesso à internet e uma temática, como ressaltam Bezerra e Santos (2014). O internauta se dispõe a contar para a câmera o que quer que seja. Então, como protagonista, o vlogueiro apresenta o vídeo, filmando a si próprio falando sobre alguma temática. Os vlogs são variantes de blogs, cujo conteúdo é feito em forma de vídeo.


Conforme Bezerra e Santos (2014), antes os conteúdos de cunho pessoal eram escritos em forma de texto e postados na web e em páginas de blogs. Os autores salientam que “o hábito de pegar uma câmera, fazer um vídeo e postá-lo na internet é anterior ao surgimento do YouTube e, até mesmo, ao da nomenclatura vlog.” (BEZERRA; SANTOS, 2014, p. 4). Dornelles (2015) esclarece que os vloggers ou vlogueiros são produtores de vídeos denominados também de produzers, que se referem a produtores de conteúdos, e fazem parte do grupo de internautas que aumentam o número de conteúdo multimídia.


Dornelles (2015, p. 8) diz que os internautas “criam canais alternativos para expor suas ideias, opiniões e visão do mundo. Cada internauta torna-se autor, narrador e protagonista da própria história.”


Para qualquer um desses sentidos, existem extensões, e os vlogs, por sua vez, funcionam como extensão da visão e da audição humanas ao proporcionarem as mais variadas construções e representações de sentido, além da facilidade para propagação de ideias (BEZERRA; SANTOS, 2014, p. 5).


Assim, os vlogs literários funcionam como a extensão dos vlogueiros literários ou booktubers, que querem expandir o alcance das críticas, resenhas, análises e indicações de livros. Esses vídeos podem ser feitos da mesma forma que um vlog de assuntos gerais, porém a temática gira em torno de literatura, livros, resenhas, críticas literárias, tratando sempre do tema no ramo da literatura. A linguagem direta e informal contida nos vlogs literários é um atrativo para a visualização desses vídeos pelos internautas, pois, “além de mais ‘interativos’, os sujeitos estão se tornando mais visuais do que verbais.” (SIBILIA, 2008, p. 48). Segundo Dornelles (2015, p. 102), o fenômeno vlog no YouTube é uma das frentes de produção que vem abrindo espaço na preferência do espectador, talvez por se tratar de um formato informal e acessível.


Sua principal característica é a temática do universo dos livros e da literatura. O vlogger, então, pode, por meio desses vídeos, dispor-se a contar para as câmeras sua opinião acerca de uma determinada obra, levando em conta a experiência de leitura, analisando-a de forma lúcida e tendo o devido cuidado para não dar spoiler do livro lido. Os vlogs literários podem ou não ser vinculados a um canal de literatura do YouTube.


PEREIRA, Gleice; GUIMARÃES, Rachel Cristina Mello; SANTOS, Gilcelene Pereira dos. Vlogs literários no ambiente YouTube. In: Vlogs literários: o incentivo à leitura por meio da mídia social digital Youtube. Disponível em: https://www.uel.br/revistas/uel/index.php/infoprof/article/view/33109. Acesso em: 30 abr. 2022.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, em relação ao emprego da vírgula, à classificação das orações de acordo com a análise sintática dos períodos compostos, à sinonímia ou à grafia das palavras em conformidade com o Novo Acordo Ortográfico, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4159187 Português
Indique em qual frase o uso da vírgula está incorreto: 
Alternativas
Q4158468 Português
Assinale a afirmativa em que a pontuação está corretamente aplicada:
Alternativas
Q4157960 Português
Marque a alternativa que tenha o uso correto da vírgula. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFCA Órgão: UFCA Prova: UFCA - 2022 - UFCA - Produtor Cultural |
Q4142322 Português
Assinale a alternativa que corresponde ao período de pontuação correta.
Alternativas
Q4141066 Português
Leia o texto para responder a questão.


O pH da água influencia a nossa saúde?

Por Revista Super no Instagram


    Não. Algumas empresas de fato vendem água alcalina por um preço salgado, lucrando em cima de uma fake news de WhatsApp que afirma o seguinte: como o pH do sangue humano é ligeiramente básico – algo entre 7,35 e 7,45 em vez de 7, que é neutro –, beber água com o pH correspondente teria efeitos quase mágicos, como retardar o envelhecimento. Isso é besteira da grossa.

    “Água alcalina é só água”, diz a médica Alicia Kowaltowski, professora de Bioquímica da USP. “Não tem nenhum benefício à saúde diferente de água comum, nada justifica o alto custo.” Tanto é que a água, ao entrar no organismo, passa pelo estômago – onde é misturada a enzimas ácidas, com pH entre 1,5 e 3,5. Isso não a impede de ser absorvida pelo intestino depois. Cada órgão exige um pH diferente, e seu corpo é perfeitamente capaz de manter esse equilíbrio.

   É sempre bom lembrar que as moléculas de H2O, por si só, não são ácidas ou alcalinas. O que aumenta ou diminui o Ph da solução são as substâncias dissolvidas nela. É evidente que um gole de água com soda cáustica é extremamente alcalino e fará alguma diferença para sua saúde – porque irá corroer sua garganta por dentro. Mas uma alcalinidade leve, como a propiciada por um pouquinho de bicarbonato de sódio, não fará diferença alguma.

#OráculoSuper

Disponível em https://www.instagram.com/p/CcshH4TPbhI/
Analise: “Mas uma alcalinidade leve, como a propiciada por um pouquinho de bicarbonato de sódio, não fará diferença alguma.” E assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso das vírgulas nesse contexto.
Alternativas
Q4140377 Português
Analise os dois enunciados sobre o uso das vírgulas e assinale a alternativa correta.

I. Segundo especialistas, haverá no mundo, em 2020, aproximadamente 50 megacidades (cidades com mais de 10 milhões de habitantes).
II. Segundo especialistas, haverá no mundo, em 2020, aproximadamente, 50 megacidades (cidades com mais de 10 milhões de habitantes). 
Alternativas
Q4140376 Português
Leia este trecho de crônica para responder a questão.

Sonhar cansa, como qualquer outra coisa; e, com a velhice, nós, os pobres, já que não podemos economizar dinheiro, passamos a economizar ambições. (Rubem Braga)
“Sonhar cansa, como qualquer outra coisa (...)” a vírgula tem a função de
Alternativas
Q4140375 Português
Leia este trecho de crônica para responder a questão.

Sonhar cansa, como qualquer outra coisa; e, com a velhice, nós, os pobres, já que não podemos economizar dinheiro, passamos a economizar ambições. (Rubem Braga)
Analise: “(..) e, com a velhice, nós, os pobres, (...)” e assinale a alternativa que apresenta o papel da vírgula no termo destacado.
Alternativas
Q4140253 Português

Leia o texto para responder a questão.



PSYCHO KILLER


Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?


Por Revista Super no Instagram



    Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.

    Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.

    Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".

    Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").

    Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.

    Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".

    Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).

    Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").

    Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.

    Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.

    Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.

    Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.

    Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.



Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/

Analise: “Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso” e também “psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar” e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4140252 Português

Leia o texto para responder a questão.



PSYCHO KILLER


Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?


Por Revista Super no Instagram



    Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.

    Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.

    Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".

    Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").

    Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.

    Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".

    Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).

    Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").

    Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.

    Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.

    Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.

    Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.

    Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.



Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/

Analise: “psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar” e assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso das vírgulas nesse contexto. 
Alternativas
Respostas
2321: C
2322: D
2323: D
2324: B
2325: D
2326: B
2327: B
2328: D
2329: C
2330: C
2331: C
2332: B
2333: C
2334: B
2335: B
2336: D
2337: C
2338: D
2339: B
2340: D