Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
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“Depois de brincar, resolveu tirar uma soneca à sombra fresquinha de uma árvore.”
A vírgula foi utilizada para

Texto 2 para a questão.
Todos nós passamos por dificuldades na vida. Para alguns falta o pão na mesa; a outros, a alegria da alma. Muitos lutam para sobreviver; outros são ricos, mas mendigam o pão da tranquilidade e da felicidade. Não adianta dominar o mundo lá fora e não dominar o mundo interior, o enorme território da sua alma.
(Augusto Cury)
https://www.google.com/search?q=textos+de+augusto+cury&tbm=isch&ved; Acesso em 13.07.2022.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
4ª Onda de Covid: o que explica alta de casos no Brasil.

(Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/4%c2%aa-onda-de-covid-o-que-explica-alta-de-casos-no-brasil/ar-AAXZJdQ?ocid=mailsignout&li=AAggXC1 – texto especialmente adaptado para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Mobilidade urbana no Brasil

(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana-no-brasil.htm – texto especialmente adaptado para esta prova).
I. Para ser sustentável; a mobilidade urbana deve passar por um rigoroso planejamento urbano.
II. Para ser sustentável, a mobilidade urbana deve passar por um rigoroso planejamento urbano.
III. A mobilidade urbana, deve passar por um rigoroso planejamento urbano para ser sustentável.
Quais estão com a pontuação correta?
Leia o texto que segue e responda à questão

Leia o texto que segue e responda à questão

I. No trecho Filho, é só pra guardar as compras..., a vírgula após a palavra Filho pode ser retirada sem que se altere o sentido do trecho;
II. Se no trecho A “dúzia de ovos” agora tem só dez houvesse a mudança de A “dúzia” para As “dúzias”, não haveria necessidade de qualquer outra mudança no restante da frase;
III. Se no trecho O “quilo” da granola tem só 800 gramas o numeral fosse escrito por extenso, deveria ficar assim: oitocentas gramas.
Marque a opção CORRETA:
Espécies escondidas nas profundezas do Atlântico

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-55470722 – texto especialmente adaptado para esta prova).
Analise as orações abaixo:
I. Durante quase cinco anos, um estudo investigou as profundezas do oceano Atlântico.
II. O professor Murray Roberts, que liderou o projeto Atlas, disse que quase cinco anos de exploração e investigação revelaram alguns “lugares especiais” no oceano e “como eles funcionam”.
III. O oceano não é um recurso infinito, disseram os cientistas.
Quais estão com a pontuação correta?
Analise a frase abaixo para responder à questão.
É capaz que a gente já tenha depois desses dados que já foram mostrados nas próximas duas ou três semanas alguma liberação também para esse público.
(msn.com. Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão.
A hipótese da pesquisa é que cada um desses elementos represente um dia do mês totalizando em doze ciclos 360 dias.
(msn.com. Adaptado).
Leia o texto que segue e responda à questão
Precisamos lavar verduras, legumes e frutas antes de comer?

I. A vírgula após o vocábulo 'anos‘ se justifica porquanto separa uma expressão adverbial de tempo;
II. A troca do vocábulo 'germes‘ pelo vocábulo 'bactérias‘ exigiria o uso do acento grave antes deste;
III. A troca da forma verbal 'há‘ pelo verbo 'existir‘ exigiria a flexão de número plural para este último.
Marque a opção CORRETA:

I. A expressão 'autismo de alto desempenho' e 'síndrome de Asperger' estão em uma relação de sinonímia perfeita;
II. O uso do acento grave no trecho se justifica porque o vocábulo 'dificuldades' exige a preposição 'a' e a expressão 'outras formas' aceita a anteposição do artigo feminino 'a';
III. A vírgula antes da conjunção 'mas' pode ser retirada sem prejuízo para a correção gramatical do trecho.
Marque a opção CORRETA:
Alguns exemplos são típicos em doenças mentais, como as ruminações melancólicas, características da depressão; as obsessões, identidade do transtorno obsessivo-compulsivo; o sonhar acordado, comum aos que têm transtorno de déficit de atenção. (linhas 4 a 6)
Assinale a alternativa em que se tenha construído pontuação igualmente correta para o período acima.
I. A separação da expressão 'bem como o diagnóstico oportuno' por duas vírgulas deve levar a forma verbal 'permitem' ao singular;
II. O uso do acento grave deveria ter ocorrido no trecho 'levando a melhorias', uma vez que o gerúndio exige a preposição „a‟ e o substantivo „melhoria‟ admite o artigo feminino 'a';
III. O uso do acento grave deveria ter ocorrido na expressão 'a longo prazo', uma vez que ela já é tradicionalmente acentuada.
Marque a opção CORRETA:
I. A vírgula após o vocábulo 'especificação' se justifica porquanto inicia uma oração explicativa;
II. A expressão 'dentro do' pode ser permutada, sem prejuízo sintático-semântico, por „como pertencentes ao‟;
III. A troca da forma verbal 'Há' pelo verbo „existir‟ não exigiria a flexão de número plural para este último.
Marque a opção CORRETA:
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo do Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma.
Já na meninice fez coisas de sarapantar. De primeiro passou mais de seis anos não falando. Si o incitavam a falar exclamava:
— Ai! Que preguiça!...
E não dizia mais nada. Ficava no canto da maloca, trepado no jirau de paxiúba, espiando o trabalho dos outros e principalmente os dois manos que tinha, Maanape já velhinho e Jiguê na força do homem. O divertimento dele era decepar cabeça de saúva. Vivia deitado mas si punha os olhos em dinheiro, Macunaíma dandava pra ganhar vintém. E também espertava quando a família ia tomar banho no rio, todos juntos e nus. Passava o tempo do banho dando mergulho, e as mulheres soltavam gritos gozados por causa dos guaiamuns diz-que habitando a águadoce por lá. No mocambo si alguma cunhatã se aproximava dele pra fazer festinha, Macunaíma punha a mão nas graças dela, cunhatã se afastava. Nos machos guspia na cara. Porém respeitava os velhos, e frequentava com aplicação a murua a poracê o torê o bacororô a cucuicogue, todas essas danças religiosas da tribo.
ANDRADE, Mário de. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. São Paulo: Ubu Editora, 2017, p. 13.
Leia o texto para responder as questões.
Saudade do que não vivemos
Fomos enganados, acredite em mim.
Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.
Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.
Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.
Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.
E com isso, seríamos muito mais felizes.
Tá. Vai nessa.
Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.
Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.
Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.
Não está nada equilibrada essa brincadeira.
Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.
Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.
Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.
Voltava para casa olhando a paisagem.
Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.
Hoje tudo mudou.
Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.
Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.
A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.
Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.
Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.
Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.
Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.
No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.
Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.
Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.
Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.
É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.
Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.
Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.
A TV não é mais de graça.
Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.
Não me levem a mal.
Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.
Mas tenho saudade, ora.
Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.
Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?
Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/


I. Na linha 06, o emprego do duplo travessão deve-se ao isolamento de uma expressão retificadora.
II. Na linha 10, o emprego da vírgula deve-se à separação de uma oração subordinada deslocada.
III. Na linha 22, o emprego da vírgula separa um aposto deslocado.
Quais estão corretas?


