Questões de Concurso Comentadas sobre uso da vírgula em português

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Q1946466 Português
Leia o texto, para responder à questão.


Ir ao mesmo lugar

   Como sempre dizemos, estamos vivendo amplamente realidades virtuais. Conhecemos o mundo através da televisão, que muitas vezes não o retrata tal como é, mas trata de reconstruí-lo ou até de construí-lo novamente. Cada vez mais, vemos apenas simulacros da realidade.
   Contudo, hoje as pessoas começaram a viajar como nunca antes. Cada vez mais gente, cujos pais foram no máximo a uma cidade vizinha, declara que visitou lugares com os quais eu, viajante compulsivo, ou melhor, profissional, ainda me limito a sonhar. Não deveríamos, portanto, ver esta paixão turística como uma forma de fugir da realidade virtual para ver “a própria coisa”? O turismo representa para muitos um modo de se reapropriar do mundo. Só que antes a experiência da viagem era decisiva, voltávamos diferentes do que éramos ao partir, enquanto agora só se encontra gente que volta sem ter sido tocada minimamente pela fascinação do Outro Lugar.
   Talvez isso aconteça porque hoje os locais de peregrinação real fazem o possível para ficarem parecidos com os locais de peregrinação virtual. Tudo que o local turístico deseja é ficar igual à sua própria imagem glamorizada pela mídia.
   Ocorre também que todos os lugares tendem a se parecer e dessa vez a globalização tem tudo a ver com a história. Penso em alguns lugares mágicos de Paris, onde pouco a pouco estão desaparecendo os velhos restaurantes, as livrarias à meia-luz, as lojinhas dos velhos artesãos, substituídos por lojas de estilistas internacionais, que por sua vez são as mesmas que podemos encontrar na em Nova York, em Londres, em Milão. As principais ruas das grandes cidades se parecem cada vez mais umas com as outras, além de exibirem as mesmas lojas.
   Quando tudo for igual a tudo, ninguém mais fará turismo para descobrir o mundo verdadeiro, mas para encontrar sempre, onde quer que esteja, aquilo que já conhece e que poderia ver perfeitamente ficando em casa diante da TV.


(Umberto Eco. Pape satàn aleppe: Crônicas de uma sociedade líquida. Editora Record, Rio de Janeiro: 2017. Adaptado)
Assinale a alternativa em que, com a inserção da vírgula na passagem do texto, a redação atende à norma-padrão de pontuação.
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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2022 - PC-SP - Escrivão de Polícia |
Q1945437 Português
Leia o texto, para responder à questão.

   Ainda alcancei a geração que cedia o lugar às senhoras grávidas. Se uma delas tomava o bonde, três, quatro ou cinco jovens se arremessavam. E a boa e ofegante senhora tinha seu canto, tinha seu espaço. E, quando ia pagar a passagem, dizia o luso condutor por trás dos bigodões: “Já está paga, já está paga!”.
   E assim, num simples gesto, temos o perfil, o retrato, a alma do antigo jovem. Hoje, não. Outro dia, fui testemunha auditiva e ocular de um episódio patético. Vinha eu, em pé, num ônibus apinhado. Passageiros amassados uns contra os outros. Essa promiscuidade abjeta desumanizava todo mundo. O sujeito perdia a noção da própria identidade e tinha uma sensação de bicho engradado. Pois bem. E, de repente, o ônibus para, e entra, exatamente, uma senhora grávida. Oitavo ou nono mês.
  O ônibus estava vibrante, rumoroso de jovens estudantes. Imaginei que esses latagões(*) iam dar uns dez lugares à mater recém-chegada. Pois bem. Ninguém se mexeu e, repito, ninguém piou. E foi aí que percebi subitamente tudo. Ali estava uma nova geração, sem nenhuma semelhança com as anteriores. Durante meia hora a pobre mulher ficou em pé, no meio da passagem. Faço uma ideia das cambalhotas que não virou o filho. Eis o que importa destacar: – ela viajou e desceu, e não teve a caridade de ninguém.

(Nelson Rodrigues, Jovens imbecilizados pelos velhos. O óbvio ululante: primeiras confissões. Adaptado)


(*)latagões: homens jovens, robustos e de grande estatura.
Assinale a alternativa que explica corretamente o emprego da vírgula na passagem do primeiro parágrafo – E, de repente, o ônibus para, e entra, exatamente, uma senhora grávida.
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Q1945219 Português
Confusões cronológicas

   Rigorosamente, quando o amável leitor e a encantadora leitora lerem no jornal de hoje que algum fato se dará amanhã, estarão lendo uma mentira, não importa a veracidade da notícia. A mentira se encontra na feitura da matéria, porque o redator a escreve, por exemplo, na quinta, para que ela seja publicada na sexta. Portanto, para ele é quinta, mas, como o jornal sai na sexta, escreve “amanhã”, referindo-se ao sábado. Quando eu escrevo “hoje” aqui, claro que não é o hoje do dia em que escrevi, mas o hoje de hoje, domingo. Parece, e é simples, mas, pelo menos no tempo em que não havia escolas de comunicação e a profissão se aprendia no tapa, sob a orientação nem sempre carinhosa de veteranos, muitos focas – ou seja, calouros – caíam nessa. Eu mesmo, vergonha mate-me, caí e acho que o trauma da gozação subsequente nunca foi inteiramente superado. Minha matéria tinha um “realizou-se hoje”, ou equivalente, mas, para os leitores, seria “realizou-se ontem”.
   Outro dia, esteve um técnico aqui em casa, para resolver uns probleminhas de televisão. Muito simpático, fez questão de cumprimentar-me com efusão. Pessoalmente, não era dado à leitura, mas na família dele havia vários fãs meus, tinha realmente grande prazer em me conhecer, era uma honra. E aí, com boa vontade e competência, ajeitou todos os pepinos encontrados. Muito grato, resolvi pegar dois livros meus que estavam por aqui à toa, para dar de presente a ele. Ele ficou comovido, pediu dedicatórias para o pessoal da família. Enquanto eu fazia as dedicatórias, me perguntou, com admiração:
    – O senhor leva mais de um dia para fazer um livro destes, não é, não?
    – Levo, levo – disse eu.
   Portanto, concluo que haverá quem pense que, minutos antes do fechamento da edição, me dirijo a este computador, encaro o teclado como um pianista virtuose iniciando um concerto e, em poucos instantes, dedilho um texto prontinho para ser publicado. Ai de mim, já se disse mais de uma vez que escritor escreve com dificuldade, quem escreve com facilidade é orador. Além disso, o fato de eu ser acadêmico me rende uma fiscalização zelosa e irritadiça. Um dia, em 2012, eu me distraí e escrevi “asterisco” em vez de “apóstrofo” e até hoje padeço por isso. Mas, mesmo que não fosse assim e eu fosse o Flash, a triste situação em que me meteram os fados cruéis não seria resolvida.
   O primeiro clichê do jornal de domingo, como sabem os mais impacientes, começa a chegar às bancas no fim da tarde do sábado. Ou seja, praticamente tudo já estará pronto, quando acabar o jogo de ontem. Vejam que frase esquisita acabo de escrever: quando acabar o jogo de ontem, estranhíssima contradição em termos, pois é óbvio que o jogo de ontem só pode ter acabado, tudo de ontem já acabou. [...]


(RIBEIRO, João Ubaldo. Confusões cronológicas. O Estado de S. Paulo, São Paulo, ano 135, nº 44.084, 29/jun. 2014. Caderno 2, p. C4.)
Sobre o uso da vírgula, analise as afirmativas a seguir.

I. Em “Ele ficou comovido, pediu dedicatórias para o pessoal da família.”, (2º§) a vírgula, de acordo com a gramática tradicional, deveria ser substituída pelo conectivo “e”, já que foi usada para separar duas orações coordenadas cujo sujeito é o mesmo.
II. Quando se usa certas expressões para explicar, retificar/corrigir, continuar ou concluir o que está sendo dito, elas devem ser isoladas por vírgulas, como ocorre, corretamente, no seguinte trecho transcrito do texto: “porque o redator a escreve, por exemplo, na quinta, [...]”. (1º§)
III. O emprego da vírgula com expressões adverbiais não se subordina a critérios nitidamente estabelecidos pelos gramáticos. Ainda assim, em: “Outro dia, esteve um técnico aqui em casa, [...].”, (2º§) a supressão da vírgula nesse trecho implica em desvio da norma padrão, uma vez que os sintagmas da oração não estão combinados na ordem direta.

Está correto o que se afirma em 
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Ano: 2022 Banca: IBADE Órgão: CRC-RO Prova: IBADE - 2022 - CRC-RO - Contador |
Q1944471 Português

O novo modelo de contabilidade para pequenas empresas e autônomos


     Em um país onde as micro e pequenas empresas representam cerca de 17 milhões de CNPJs ativos, mais de 30% do PIB e mais de 50% dos empregos, existe um espaço claro para negócios que analisam e entendem as dificuldades dos empreendedores. E uma das principais dificuldades desse setor está logo no início de sua jornada: abrir um CNPJ e cumprir suas obrigações fiscais. São pequenos comerciantes, médicos, engenheiros, profissionais de tecnologia, advogados, entre outros, que precisam de ajuda para navegar pela burocracia brasileira.[...]

    Pioneira nesta transformação, a Contabilizei surgiu em 2013 e foi uma das primeiras a oferecer abertura de empresa e serviço contábil adequado aos novos tempos. [...]

    Sete anos depois e com mais de 30.000 clientes, a Contabilizei se tornou a maior empresa de serviços de contabilidade para autônomos e pequenas empresas. Isso aponta para uma transformação do setor de contabilidade que já ocorreu em muitos outros setores: a de passar de um serviço feito exclusivamente por milhares de prestadores individuais e pouco profissionalizados, para um setor de empresas maiores e mais profissionalizadas que investem em tecnologia e propõe processos claros e seguros de atendimento ao cliente, inclusive contando com auditoria internacional independente. De fato, essa transformação atraiu até investidores internacionais: hoje a Contabilizei tem como investidores alguns dos maiores fundos do mundo como Kaszek, SoftBank e Banco Mundial, fazendo parte de um seleto grupo de startups como Nubank, QuintoAndar, Creditas e Loggi, que compartilham parte dos mesmos investidores.[...]

(Disponível em: https://exame.com/negocios/o-novo-modelo-de-contabilidade-para-pequenas-empresas-e-autonomos/ Adaptado)

No trecho “São pequenos comerciantes, médicos, engenheiros, profissionais de tecnologia, advogados, entre outros, que precisam de ajuda para navegar pela burocracia brasileira.”, a vírgula foi utilizada para:
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Q1942404 Português
Texto CB1A1-I   

        O desenvolvimento tecnológico das últimas décadas levou à Quarta Revolução Industrial, também chamada de Indústria 4.0, que busca integrar pessoas, organizações e processos por meio da utilização de tecnologias digitais desenvolvidas ao longo dos últimos anos.   

        Entre as áreas afetadas pelas inovações da Indústria 4.0, o comércio internacional sofre impactos substanciais em sua estrutura. A conexão entre tecnologia e negociações reduz comunicações e custos de transporte, por exemplo, por meio da ampliação do e-commerce e da Internet. A digitalização oferece potencial para aprimorar as trocas de bens e serviços entre países e para reduzir seus custos mediante negócios paperless, ou seja, negociações sem o uso de papel, medida tomada por alguns países desde a década passada. Uma das formas como as novas tecnologias afetaram os fluxos internacionais de bens e serviços no período anterior à pandemia foi o surgimento e fortalecimento das plataformas de vendas online.   

          Com o impacto da pandemia, todo o prévio processo de modernização das negociações internacionais foi acelerado. Não só o volume das trocas foi alterado, como também a sua natureza: as exportações, antes constituídas em sua maioria por bens, referem-se agora, em proporção cada vez mais importante, a serviços. 


Yohan Farias Capela Ferreira et alii. A Indústria 4.0 no cenário global pós-pandemia:  aplicabilidade nos negócios internacionais. In: Revista de Artigos.  Simpósio em Negócios Internacionais da ApexBrasil,  v. 1, 2021, p. 45 e 47 (com adaptações). 
Assinale a opção em que a proposta de alteração no texto CB1A1-I preservaria a correção gramatical e atenderia ao disposto no Manual de Redação e Estilo da ApexBrasil
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Q1942249 Português

“SOBRE ÉTICA E IMPRENSA”

Texto incita jornalistas à saudável autocrítica 

       As acusações de espionagem contra o físico Wen Ho Lee, divulgadas este ano pelo mais respeitado jornal dos EUA, "The New York Times", depois comprovadas como falsas, provocaram recentemente intenso debate público sobre ética e imprensa nesse país e resultaram num editorial de "mea culpa" do diário.

       Outros episódios (os equívocos das redes de TV na boca de urna da eleição presidencial, por exemplo) têm colocado a prática do jornalismo no centro das atenções da sociedade americana.

       Erros comparáveis ou até mais graves no Brasil dificilmente motivam discussões similares entre jornalistas, "interna corporis" ou - muito menos - diante dos consumidores de informação.

      A ausência desse tipo de autoexame pelos jornalistas brasileiros só empobrece seu ofício e fornece munição aos que tentam desacreditá-lo diante da sociedade.

       Essa é uma das razões por que o lançamento de "Sobre Ética e Imprensa", de Eugênio Bucci, é um sinal de alento. O fato de um dirigente de primeiro escalão de uma das mais importantes empresas jornalísticas do país se dispor a gastar parte de seu tempo na reflexão sobre questões éticas da profissão e, mais ainda, a reparti-las com o público (com todos os riscos naturais da empreitada) só merece elogios.

      Ainda mais quando o produto final é um texto bem escrito, embasado em sólida pesquisa, comedido e, muitas vezes, corajoso.

     Para fazer justiça completa ao autor e aceitar os desafios que ele mesmo propõe, uma resenha de seu trabalho deve, no entanto, dar mais destaque às divergências que ele suscite do que aos elogios. Por isso, seguem-se alguns pontos defendidos por Bucci no livro a respeito dos quais discordo, ao menos do modo como os expôs.

    O primeiro é que Bucci parece fazer uma distinção entre as exigências da separação entre opinião e informação feitas a veículos de comunicação diversos. Ele demonstra ter muito mais tolerância com as revistas do que com a TV; condena com grande vigor o comportamento do telejornalismo da Rede Globo na eleição presidencial de 89, mas quase justifica o da revista "Exame" na de 94.

       As justificativas para esse tratamento diferenciado vão desde o que Bucci classifica de "traço de nascença" das revistas, que a seu ver lhes permite editorializar a notícia, até o fato de a TV atingir muito maior número de pessoas, muitas das quais analfabetas e sem outras fontes de informação.

       São argumentos duvidosos, ainda que dignos de consideração. Ninguém está à mercê da televisão. Mesmo os mais pobres e ignorantes dispõem de meios de apreensão da realidade que se confrontam com o mundo apresentado nas telas.

     A Rede Globo, por mais poderosa que fosse, não impediu que Leonel Brizola se elegesse duas vezes governador do Rio. Quanto às revistas, elas podem ser consumidas por menos pessoas, mas elas são líderes de opinião; portanto o seu efeito social pode ser até mais poderoso do que o da TV.

     Em relação a outros assuntos que deveriam receber tratamento igual, Bucci adota graus de flexibilidade bastante variados, sem apresentar muitos argumentos que expliquem seu procedimento diferenciado. Por exemplo, é muito mais compreensivo com os conflitos de convicção e consciência dos jornalistas do que com suas necessidades econômicas.

      É possível depreender de seu raciocínio, por exemplo, que um repórter ou editor só pode ser eticamente condenado se tiver um cargo remunerado num partido político e trabalhar num jornal ou revista; mas, se ele agir na imprensa em favor de uma causa ideológica em que acredita sem ser pago por uma organização que a represente, sua falta é mais leve.

     Bucci afirma que o jornalista "não tem autorização ética para perseguir outros fins que não (o de bem informar o público)". Pode ser assim no mundo ideal. Mas há muitas situações no Brasil em que essa exigência é cruel. Por exemplo, em muitas cidades do Nordeste, em que o salário do jornalista não garante sobrevivência digna, exigir dele que não tenha "duplo emprego" (muitas vezes no governo e num jornal) só é justificável como sonho.

      Aqui e ali, Bucci revela alguma ingenuidade. Como ao achar que o fim da condescendência com a aceitação de viagens e favores para a produção de reportagens de turismo é uma "questão de (pouco) tempo", em aparente demonstração de fé numa espécie de teoria evolucionista da imprensa. Ele mesmo argumenta, com razão, ao longo do livro, que o processo de aperfeiçoamento ético depende de muito esforço e encontra sérias resistências não apenas no interior das empresas jornalísticas, mas também (e talvez mais) na própria corporação profissional.

       Outras mostras de boa-fé excessiva aparecem nas frequentes referências ao sistema de comunicação dos EUA como exemplo de preservação da "diversidade".

        Embora haja legislação (contestada seriamente nesta década e já em estado de caduquice) para impedir a concentração excessiva de meios de comunicação nas mãos de um mesmo proprietário em uma só cidade, a uniformidade do jornalismo americano é dramática. Para o consumidor, importa pouco que suas emissoras de TV pertençam a donos diferentes se os telejornais que tem disponíveis são idênticos em todos os canais.

     Se o livro se referisse mais a exemplos concretos (apesar de fictícios, se fosse necessário não atiçar suscetibilidades), talvez muitas das posições do autor tivessem ficado mais claras.

     A primeira metade do trabalho é especialmente abstrata e, por isso, ainda que útil para provocar o pensamento, pouco prática para o debate do procedimento ético. Com frequência, quando cita exemplos, o autor mostra dois possíveis comportamentos antagônicos e não diz qual deles é o mais recomendável na sua opinião, o que, de novo, ajuda a refletir, mas não a discutir.

        Louve-se, no entanto, a coragem de algumas opiniões, como as que cobram, com absoluta clareza, que as empresas jornalísticas adotem práticas compatíveis com a ética que exigem de seus jornalistas no dia a dia.

       Mais do que isso, como já dito antes, "Sobre Ética e Imprensa" merece aplausos por incitar os jornalistas brasileiros ao saudável exercício da autocrítica, tão desprezada entre eles pela posição de arrogância e de anti-intelectualismo arraigado que ainda é hegemônica na corporação.


SILVA, Carlos Eduardo Lins da. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3012200017.htm 
Sobre as vírgulas presentes na passagem “Ainda mais quando o produto final é um texto bem escrito, embasado em sólida pesquisa, comedido (...)” (6º parágrafo), assinale o comentário correto: 
Alternativas
Q1941782 Português

Texto para o item.



Julgue o item, referente a aspectos linguísticos do texto. 


Estariam mantidos o sentido original e a correção gramatical do texto caso a vírgula empregada após “Helena” (linha 5) fosse suprimida e fosse inserido, imediatamente após o referido vocábulo, o elemento de coesão “e” — Helena e o pivô da guerra. 

Alternativas
Q1941744 Português
Texto I

NFTs em luxo e arte digital: até onde podem ir?

O mercado de arte vive um dos seus momentos mais atípicos, mas também um dos mais esperados e evidentes, onde todo o seu potencial especulativo atendeu plenamente às possibilidades do ecossistema digital. Estamos diante de um ponto de virada ou é apenas mais um grito desesperado do capitalismo?

         Um dos principais pilares sobre os quais uma obra de arte ainda repousa e é cobiçada é, além de seu valor e importância dentro de seu contexto e discurso, o significado único que ela possui, ou seja, tudo o que pode fazer uma peça diferente das demais. No entanto, ao longo dos anos, esse elemento foi sendo ampliado, reconfigurado e também desfigurado para especular nos mercados sobre o possível valor, ou ausência de, em uma peça, instalação, arte-objeto e, recentemente, arte digital.

          No ritmo voraz do mercado e das últimas tendências digitais, e mesmo que boa parte da população não conheça bem termos como tokens não fungíveis ou cadeias de blockchain, a tendência NFT se acelerou de forma impensável durante os últimos dois anos, atingindo a arte e os seus mercados.

       Entre os problemas e especulações cada vez mais frequentes sobre pagamentos justos, royalties e detalhes contratuais, o blockchain é projetado como uma ferramenta poderosa e potencial para desenvolver e eliminar intermediários complicados em diferentes indústrias, incluindo luxo, começando pela resolução de conflitos associados a pagamentos e até mesmo para alcançar um maior envolvimento por parte de criadores, produtores e artistas com seus públicos ou consumidores finais. E, embora nem todas as vozes envolvidas sejam a favor dos NFTs, esse instrumento digital demonstrou um poder além de mais uma moda caprichosa dos grandes empórios do mercado.

        Os chamados non-fungible-tokens ou NFTs nada mais são do que tokens criados em um Blockchain específico que possuem conteúdo único e irrepetível (vamos imaginar uma fotografia digital que não pode ser compartilhada, replicada, capturada em tela ou algo do tipo). Essa possibilidade pode ser uma obra de arte, um item ou peça colecionável, poderes em um jogo, a escritura de uma casa real ou praticamente qualquer outra coisa que possamos imaginar.

           Estando hospedados em Blockchains, como as criptomoedas Binance Smart Chain, Bitcoin ou Ethereum, esses tokens não podem ser duplicados ou falsificados, portanto, nossa compra pode ser garantida no que diz respeito ao original.
           E enquanto o experimento era promissor, curioso e fascinante há dois anos, em julho de 2021 alarmou os analistas financeiros, quando durante um leilão na famosa casa de leilões Christie's, remotamente, sem a já icônica cena de uma sala lotada e o golpe final do martelo, um lote de colagens de imagens digitais intitulado Every Day: The First 5,000 Days, arrecadou US$ 69 milhões, pago em equivalente Etherum.

         Foi o mesmo autor da peça, Beeple, que descreveu os NFTs como uma potencial bolha especulativa, pois, assim que trocou seus Ethers por dólares, se surpreendeu com a volatilidade: “Não sou nem remotamente um purista de criptomoedas”, assegurou o artista digital. (...)

      Recentemente, a casa de moda italiana Dolce & Gabbana lançou uma venda NFT muito lucrativa, Collezione Genesi, que arrecadou mais de seis milhões de dólares em um modelo híbrido físico/NFT, composto por nove peças, unindo o aspecto físico da moda e os aspectos metafísicos da NFTs. O que as partes interessadas “realmente” compram? O item físico e o NFT juntos. (...)

         Uma das vozes críticas no âmbito e possíveis cenários em torno da arte e dos NFTs tem sido o músico, produtor e criador de música ambiente britânico, Brian Eno , que vislumbra “um mundo inundado de especuladores e dinheiro fácil, porque os governos mundiais, relutantes em fazer verdadeiras mudanças estruturais que colocam em risco o status quo, decidiram que a solução para qualquer problema é imprimir mais dinheiro. Essa é provavelmente a razão pela qual o mercado de ações dispara quando ocorre uma emergência como a covid, porque os especuladores sabem que uma nova emergência significa mais dinheiro e que muito disso acabará em suas mãos.

        Do primeiro tweet da história, ao meme do gato voador, passando pelas capas icônicas da Time, ou o primeiro álbum do NFT, alguns analistas veem a chegada desse instrumento intangível como o prelúdio da reimaginação do dinheiro, onde os campos semânticos ainda incipientes ao redor o metaverso e as criptomoedas definirão o curso das coisas. (...)

Ricardo Pineda
Disponível em https://elpais.com/america/sociedad/reinterpretar-el-lujo/2022-03-18/nfts-en-el-lujo-y-el-arte-digital-hasta-donde-puedenllegar.html
Em “Essa possibilidade pode ser uma obra de arte, um item ou peça colecionável, poderes em um jogo, a escritura de uma casa real ou praticamente qualquer outra coisa que possamos imaginar”, as vírgulas foram empregadas para 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CREMERO Prova: Quadrix - 2022 - CREMERO - Controle Interno |
Q1941504 Português

Texto para o item.


A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


A inserção de uma vírgula imediatamente após o termo “países” (linha 6) prejudicaria a coerência das ideias do texto. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: AL-SP Prova: VUNESP - 2022 - AL-SP - Analista Legislativo |
Q1941294 Português
Leia o texto para responder à questão.

Mais inflação, juros e dúvidas

    O Brasil pode chegar ao fim do ano com inflação de 7%, o dobro da meta oficial, e juros básicos avançando para 14%, segundo projeções do mercado financeiro, turbinadas pela recente alta do petróleo e dos alimentos no mercado internacional. A insegurança econômica gerada pela guerra na Ucrânia e pelas sanções impostas à Rússia torna mais escuro um horizonte já nublado. Apesar do cenário mais preocupante, a maioria dos especialistas consultados pelo Estadão/Broadcast continua prevendo uma alta de juros de 10,75% para 11,75% na próxima semana, quando será realizada a reunião periódica do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC).
    O aperto mais forte da política monetária virá em seguida, e poderá prolongar-se mais do que se estimava antes da guerra. As possibilidades de recuperação econômica a partir de 2023, já muito limitadas, tornam-se mais problemáticas com as pressões inflacionárias e com as novas incertezas. Pelas projeções do mercado conhecidas na última segunda- -feira, o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer 0,42% neste ano e 1,5% no próximo. Se as condições de crédito ficarem piores do que se esperava, as famílias serão mais pressionadas, a retomada do emprego será mais complicada e a atividade econômica terá menos impulso para avançar.
    O cenário já tenebroso inclui uma inflação já muito alta, uma produção industrial com 9 quedas em 12 meses e vendas do varejo 1% abaixo do patamar pré-pandemia. A recuperação mensal de 0,8% em janeiro ficou longe de compensar a queda de 1,5% em dezembro e de recriar o dinamismo perdido a partir de 2020. Além do desemprego, também a alta de preços continua limitando severamente os gastos familiares. 
   Alguma segurança econômica ainda é garantida pelo agronegócio, com produção suficiente de alimentos para suprimento interno e para exportação. Problemas de abastecimento de fertilizantes, em consequência da guerra, geram alguma preocupação. Mas há estoques e, além disso, o plantio da próxima safra de verão só deverá começar no segundo semestre. Até lá, as condições internacionais poderão melhorar. Além disso, haverá tempo para a procura de novos fornecedores de adubos para substituir a Rússia, se for o caso. De toda forma, o espaço de tolerância para erros será quase nulo, neste ano.

(https://opiniao.estadao.com.br. 11.03.2022. Adaptado)
Identifica-se emprego de vírgula(s) para separar uma expressão explicativa no trecho:
Alternativas
Q1941038 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Estariam preservadas a correção gramatical e a coerência do texto caso a vírgula empregada após “benéfico” (linha 29) fosse substituída pelo sinal de dois-pontos. 
Alternativas
Q1941032 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Estariam mantidos o sentido original e a correção gramatical do texto caso, na linha 3, o termo “ainda” fosse deslocado, com as vírgulas que o isolam, para imediatamente depois de “ano”.
Alternativas
Q1939653 Português
Assinale a frase escrita em desconformidade com a norma-padrão da língua portuguesa quanto ao emprego da vírgula.
Alternativas
Q1938131 Português
Laços de Família

Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.


LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.
Em: Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte (...), o uso das vírgulas:
Alternativas
Q1937885 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


A respeito dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


No trecho “Nada de justiça, de pretorias...” (linhas 28 e 29), caso fosse suprimida a vírgula empregada logo após “justiça”, seria mantida a correção gramatical do trecho, mas seu sentido seria alterado. 

Alternativas
Q1937354 Português


O Texto a seguir refere-se ao item. 



ELES NÃO APRENDEM


Estudo monitora psicopatas condenados por crimes violentos e descobre que eles respondem mal a penalizações como forma de aprendizado


        O neurologista norte-americano James Fallon já estudava há décadas o cérebro de pacientes diagnosticados com distúrbios psíquicos quando ficou sabendo de seis assassinatos na família de seu pai. Decidiu, então, fazer uma tomografia, e, ao analisar o resultado, encontrou características semelhantes às apresentadas por psicopatas. “Minha mãe teve quatro abortos espontâneos, então, quando cheguei, me trataram como um garoto de ouro. Se tivesse sido tratado normalmente, talvez fosse hoje meio barra-pesada”, ele diz.

        Fallon agora se reconhece como psicopata. Ele faz parte da corrente que acredita que é possível diagnosticar a psicopatia a partir de anomalias no cérebro, teoria ainda contestada por parte da comunidade médica, mas que acaba de ganhar um reforço importante. Um estudo feito pela Universidade de Montreal e pelo King's College London analisou 12 homens condenados por conduta violenta e diagnosticados clinicamente como psicopatas e outros 20 condenados pelo mesmo motivo, mas diagnosticados apenas como antissociais. Eles jogaram uma espécie de jogo da memória enquanto estavam dentro de uma máquina de ressonância magnética. As regras eram alteradas com frequência, e a ideia era justamente observar como eles se adaptavam a essas mudanças — errar é uma forma de aprendizado, já que o cérebro costuma entender a mensagem, representada no jogo pela perda de pontos, e deixa de repetir o padrão que levou à punição.

        Os psicopatas tiveram mais dificuldades que os antissociais para aprender com as penalidades, e duas áreas do cérebro apresentaram comportamentos anormais. “Nosso estudo desafia a visão de que psicopatas têm baixa sensibilidade neural a punições”, dizem os pesquisadores. “Em vez disso, o problema é que existem alterações no sistema de processamento de informações responsável pelo aprendizado”. A expectativa é que a descoberta seja útil na busca por novos tratamentos para prevenir ações violentas.

Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/05/psicopatas-podem-se-recuperar-ao-serem-penalizados.html. Acesso em: 16 mar. 2022.

Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item. 


Em “As regras eram alteradas com frequência, e a ideia era justamente observar como eles se adaptavam a essas mudanças [...]”, a vírgula está sendo empregada porque separa uma oração coordenada sindética aditiva.  

Alternativas
Q1936643 Português

A arte silenciosa e o café


Ia escrever sobre café. Já escrevi algumas vezes sobre esse prazer que hoje me é proibido, por conta de uma esofagite. Queria refletir sobre o motivo de o nome das casas de café, muitas vezes, associarse à arte: Café Sabor & Arte, Café e Arte, Arte do Café, Café, Letras & Arte, etc. Uma amiga me disse que é porque a cafeína conduz a um estado sublime, tal qual a arte. Às vezes, o café pode estar amargo; e a arte também, muitas vezes, tem de ser amarga. Frequentar cafés, os estabelecimentos, não é um hábito tão comum no Brasil quanto na Europa ou nos EUA, onde tem dois cafés a cada quadra. Justo nós que somos seu maior e talvez melhor produtor.


Nos últimos anos, essa moda parece ter crescido. Nas grandes cidades, como aqui em Natal, já há lugares onde se pode sentar sem pressa, pedir um expresso, ler um livro. E há uma profusão de tipos para escolher: tem café orgânico, descafeinado, macchiato … tem até café para quem não quer sentir o gosto do café. Talvez, o café seja artístico porque saber tirar o café seja uma arte; que aliás dá nome a uma profissão que tem curso e sindicato na Itália, é a do barista (o operador de máquinas de café). A gente só descobre a diferença quando toma café tirado por barista, com pó de qualidade, máquina limpa e, sim, arte no tirar.


Sobre tudo isso eu queria escrever e reabilitar a minha paixão pelo café. Mas ontem à noite revi o filme O Rosto, de Bergman, e fui dormir (ou não domir) pensando na condição do artista enquanto escravo da tentativa de agradar. E nessa fase de pandemia em que proliferam lives e mais lives, às vezes, surdas plataformas de exibicionismo, o quanto talvez não caiamos na ilusão de que “somos atraentes quando somos mascarados”, nas palavras do cineasta sueco. O filme também discute fé e ceticismo, misticismo versus ciência, só para agregar mais atualidade a outro tema da película.


A morte, um de seus temas, também está lá, além da procura de Deus, um Deus silencioso que deixou os homens à própria sorte – lembremos que o cineasta era filho de um pastor austero. A solidão da certeza da morte, em muitos de seus filmes, é aliviada apenas pelo amor. Além de O Rosto, vemos isso em Ana e os lobos, Persona, O silêncio, Gritos e Sussurros, Cenas de um casamento e na mais psicanalítica de suas películas, plena de imagens surreais, Morangos Silvestres.


Tinha terminado esta coluna quando soube de uma homenagem ao cineasta italiano Michelangelo Antonioni na Itália. Reabro esse texto, apanho uma xícara de café (não posso, mas para isso existe omeprazol). Me lembro de que os dois morreram no mesmo dia, 30 de julho de 2007. Como esquecer a força que me causou Blow up, fita que vi sozinho, num quarto escuro, e que até hoje tento entender? Nela, com sutileza, sempre sutileza, e objetividade, esgarça o mais tênue limite entre aparência e realidade. Antonioni das mulheres sábias, do diálogo surdo entre Mastroianni e Monica Vitti em A Noite, dos espaços entre as falas para se adivinhar o que pensam as personagens. Antonioni da noite vazia, escura como café.


O que mais assemelha os dois cineastas talvez seja o silêncio, hoje tão raro nesse nosso descartável cinema barulhento. A força do silêncio, na amarga arte dos dois. Se Antonioni foi uma xícara vazia, Bergman foi o café do cinema ocidental.


André Carrico. Disponível em: https://apartamento702.com.br/cronica-arte-silenciosae-o-cafe/

 

As vírgulas presentes em “(...) vemos isso em Ana e os lobos, Persona, O silêncio, Gritos e Sussurros, Cenas de um casamento (...)” foram empregadas, pois:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: SES-DF Prova: IBFC - 2022 - SES-DF - Cirurgião-Dentista |
Q1936427 Português
“Lembro-me de que, quando minha mãe morreu no hospital, meu pai se jogou sobre seu corpo sem vida e começou a gritar.” (1º§)
A ocorrência das duas vírgulas, na passagem acima, deve ser justificada por isolar:
Alternativas
Q1935750 Português


Texto para o item.


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item. 


Na oração “Ele me cobre de glórias” (linha 14), a sequência “de glórias” constitui um adjunto adverbial de curta extensão, razão pela qual é dispensável o emprego de vírgulas para isolar essa expressão no período em que ela se encontra.

Alternativas
Q1935736 Português


Texto para o item.


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item. 


A vírgula empregada logo após “artista” (linha 7) poderia ser substituída pelo sinal de dois-pontos, sem prejuízo da coerência do texto e da correção gramatical do segundo parágrafo.

Alternativas
Respostas
1701: D
1702: C
1703: B
1704: C
1705: D
1706: D
1707: E
1708: A
1709: C
1710: A
1711: C
1712: E
1713: D
1714: B
1715: C
1716: E
1717: B
1718: B
1719: E
1720: C