Questões de Concurso Comentadas sobre uso da vírgula em português

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Q981 Português

As crônicas de Rubem Braga



Décadas atrás, afortunados leitores de jornal podiam
contar com uma coluna em que sobravam talento, reflexão,
observação atenta das cenas da vida, tudo numa linguagem
límpida, impecável, densamente poética e reflexiva. Era uma
crônica de Rubem Braga. Os chamados "assuntos menores",
que nem notícia costumam ser, ganhavam na pena do cronista
uma grandeza insuspeitada. Falasse ele de um leiteiro, de um
passarinho, de um pé de milho, de um casal na praia, de uma
empregada doméstica esperando alguém num portão de
subúrbio
? tudo de repente se tornava essencial e vivo, mais
importante que a escandalosa manchete do dia. É o que
costumam fazer os grandes artistas: revelam toda a carga de
humanidade oculta que há na matéria cotidiana pela qual
costumamos passar desatentos.
Rubem Braga praticamente só escreveu crônicas, como
profissional. À primeira vista, espanta que seja considerado um
dos grandes escritores brasileiros dedicando-se tão-somente a
um gênero considerado "menor": a crônica sempre esteve longe
de ter o prestígio dos romances ou dos contos, da poesia ou do
teatro. Mas o nosso cronista acabou por elevá-la a um posto de
dignidade tal que ninguém se atreverá de chamar seus textos
de "páginas circunstanciais". Tanto não o foram que estão todas
recolhidas em livros, driblando o destino comum do papel de
jornal. Recusaram-se a ser um entretenimento passageiro:
resistem a tantas leituras quantas se façam delas, reeditam-se,
são lidas, comentadas, não importando o dia em que foram
escritas ou publicadas.
Conheci Rubem Braga já velho, cansado, algo
impaciente e melancólico, falando laconicamente a estudantes
de faculdade. Parecia desinteressado da opinião alheia,
naquele evento organizado por uma grande empresa, a que
comparecera apenas por força de contrato profissional.
Respondia monossilabicamente às perguntas, com um olhar
distante, às vezes consultando o relógio. Não sabíamos, mas já
estava gravemente doente. Fosse como fosse, a admiração que
os jovens mostravam pelo velho urso pouco lhe dizia, era
evidente que preferiria estar em outro lugar, talvez sozinho,
talvez numa janela, ou na rede do quintal de seu apartamento
(sim, seu apartamento de cobertura tinha um quintal aéreo,
povoado de pássaros e plantas), recolhendo suas últimas
observações, remoendo seus antigos segredos. Era como se
nos dissesse: "Não me perguntem mais nada, estou cansado,
tudo o que me importou na vida já escrevi, me deixem em paz,
meninos."
E teria razão. O leitor que percorrer crônicas do velho
Braga saberá que ele não precisaria mesmo dizer nada além do
que já disse e continua dizendo em suas páginas mágicas,
meditadas, incapazes de passar por cima da poesia da vida.



(Manuel Régio Assunção)

Quanto à pontuação, a frase inteiramente correta é:
Alternativas
Q2263342 Português
Considerando as várias possibilidades de alteração dos constituintes e da pontuação dada na máxima de Celsus (enunciado da questão anterior), assinale a alternativa CORRETA que não altera o sentido original. 
Alternativas
Q2253527 Português
As verdades da Ciência

         Li recentemente nos jornais que o renomado cientista Stephen Hawking fez uma declaração sensacional, para dizer o mínimo. Afirma que cometeu um erro ao enunciar, nos anos 70, a sua teoria dos buracos negros, e agora se prepara para apresentar as devidas correções diante de um plenário de cientistas. Para entender o de que vou aqui tratar não é necessário saber o que são os buracos negros; basta lembrar que constituem uma das questões mais controversas e cativantes da astrofísica moderna.
        Para os que lidam com as ciências, não há nada de excepcional nessa atitude de Hawking, mas entendo que o episódio deva ser levado ao conhecimento dos jovens de todas as escolas não-fundamentalistas e leigas, para que reflitam sobre os princípios da ciência moderna. Esta não crê que o novo está sempre certo, ou que a verdade reside congelada num passado remoto. Ao contrário, ela se baseia no princípio da “falibilidade”, segundo o qual a ciência avança corrigindo-se constantemente, desmentindo suas hipóteses por meios de tentativa e erro, reconhecendo os próprios enganos e considerando que um experimento malsucedido não é um fracasso, podendo ser tão valioso quanto outro bem-sucedido, por provar que determinada linha de pesquisa estava equivocada, e que é necessário corrigi-la, ou mesmo recomeçar do zero.
      Esse modo de pensar opõe-se a todas as formas de fundamentalismo, a todas as interpretações literais das sagradas escrituras – também passíveis de constante reinterpretação – e a todas as certezas dogmáticas das próprias idéias. Essa é a boa “filosofia”, no sentido cotidiano e socrático do termo, que a escola deveria ensinar.

Umberto Eco
(Adaptado do site http:// revistaentrelivros.uol.com.br)
A supressão da(s) vírgula(s) implicará alteração de sentido na frase:
Alternativas
Q2250948 Português

Considere o fragmento abaixo, para responder ao que se pede.


“No século XVI, com a chegada dos portugueses, os indígenas que habitavam a região em que se localiza nosso Estado recuaram para a floresta, iniciando, a partir de então, uma luta de guerrilhas contra os portugueses, que se prolongaria até meados do século seguinte.” (Adapt de www.brasilrepublica.hpg.ig.com/espiritosanto.htm)


É INCORRETO afirmar que: 

Alternativas
Q1639852 Português
Savana caracteriza-se por vegetação rasteira e pequenas árvores ao estilo do cerrado. A longa duração de períodos de seca impede o desenvolvimento de vegetação abundante. A prática excessiva de queimadas provoca o surgimento das savanas.
As frases acima articulam-se num único período, com lógica, correção e clareza, em:
Alternativas
Q1639848 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

    Com as agravantes do desmatamento e do aquecimento global, a seca na Amazônia ganha alguns contornos de novidade que se dissipam no longo curso da história da região. De acordo com o meteorologista Pedro Dias, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a atual redução das chuvas se encaixa no padrão de ciclos observado na Amazônia no último século. É o que os técnicos chamam de “variabilidade decadal do Oceano Pacífico”, que impacta o Atlântico.
    Os regimes de chuvas ao norte e ao sul do Rio Amazonas se têm alternado, em ciclos de três décadas, ao longo de 120 anos. Nos anos 40, 50 e 60 choveu menos na Amazônia. Nas três décadas seguintes, as chuvas aumentaram. Agora, no início do século XXI, a região pode estar começando um novo ciclo de 10% a 15% a menos de chuva, assim como aconteceu no início do século XX. “Nos últimos 100 a 120 anos, os ciclos têm sido bastante regulares”, diz.
    Coincidentemente, as variações possivelmente causadas pelo efeito estufa também são da ordem de 10% a 15%. “Há um consenso de que o aumento do efeito estufa já tem uma magnitude comparável à da variação natural”, registra Pedro Dias. Assim, o que poderia acontecer, falando grosseiramente, é que a variação causada por esse efeito venha se somar à variação natural, duplicando o impacto sobre o ambiente. O meteorologista salienta, em qualquer caso, que se trata de variações médias ao longo de três décadas, e não de ano a ano, quando o comportamento pode ser bem diferente.
    Numa escala ainda maior de tempo, a atual seca se torna mais relativa. Entre 5 mil e 3 mil anos atrás, onde hoje existe floresta, havia grandes extensões de savana, característica de regiões com longos períodos de seca. Também há registros de grandes variações nas chuvas e de períodos em que os rios baixaram, causando mudanças significativas na fauna e na flora, lembra Virgílio Viana, Secretário do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas.
    “Esta é a maior seca com internet e cobertura em tempo real”, ironiza Elpídio Gomes Filho, Superintendente da Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental (Ahimoc). Adaptados a grandes variações de profundidade dos rios entre os períodos de chuva e de estiagem, os portos da Amazônia têm um sistema de braços flutuantes – inventado pelos ingleses – que sobem e descem, acompanhando a superfície da água.
    “Os rios sobem 14 metros durante 6 meses e descem 14 metros durante 6 meses, de forma previsível, milenar e regularmente”, assegura Elpídio.

(Adaptado de Lourival Sant’Anna, O Estado de S. Paulo, 16 de outubro de 2005, A 13).
Considere as frases do texto:
I. ... “variabilidade decadal do Oceano Pacífico”, que impacta o Atlântico.
... “variabilidade decadal do Oceano Pacífico” que impacta o Atlântico.
II. Nos anos 40, 50 e 60 choveu menos na Amazônia. Nas três décadas seguintes, as chuvas aumentaram. Nos anos 40, 50 e 60 choveu menos na Amazônia; nas três décadas seguintes, as chuvas aumentaram.
III. .... têm um sistema de braços flutuantes – inventado pelos ingleses –, que sobem e descem... ... têm um sistema de braços flutuantes (inventado pelos ingleses), que sobem e descem...
Com a alteração dos sinais de pontuação, ocorreu também alteração de sentido SOMENTE em
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332924 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

Dentre os segmentos abaixo transcritos, há emprego obrigatório da vírgula em:
Alternativas
Q176269 Português
Considere as seguintes frases:

I. Tenho sempre saudades dos tios, que tanto fizeram por mim.

II. Ela me passou as informações, apenas, necessárias para a inscrição no concurso.

III. Durante o dia todo, ela ficou se lastimando por não haver cumprido a promessa.

A supressão de vírgula(s) altera o sentido do que está em
Alternativas
Q102717 Português
Nos itens seguintes, julgue se as alterações propostas para o texto I respeitam o emprego dos sinais de pontuação e a coerência textual.

Imagem 003.jpg

A quantidade de itens certos é igual a
Alternativas
Q11703 Português
Imagem 002.jpg

Em relação ao texto acima, assinale a opção incorreta.
Alternativas
Q2864 Português

As opções trazem o diagnóstico e a indicação de correção do que estiver gramatical e lingüisticamente errado no trecho abaixo.

Podemos prever o traço fundamental do comércio
colonial: ele deriva imediatamente do próprio caráter
da colonização, organizada como ela está na base
da produção de gêneros tropicais e metais preciosos
para o fornecimento do mercado internacional. É a
exportação desses gêneros, pois, que constituirá
o elemento essencial das atividades comerciais da
colônia.
O comércio exterior brasileiro é todo ele, pode-se
dizer, marítimo. Nossas fronteiras atravessavam áreas
muito pouco povoadas, quando não inteiramente
indevassadas. A colonização portuguesa vinda do
Atlântico, e a espanhola, quase toda do Pacífi co, mal
tinham ainda engajado suas vanguardas, de sorte
que entre ambas ainda sobravam vastos territórios
ocupados.
Circunstância essa ditada por contingências
geográfi cas e econômicas, e que tem grande
signifi cação política e administrativa, pois facilitou,
pode-se dizer mesmo que tornou possível, o monopólio
do comércio da colônia que a metrópole pretendia para
si. Foi bastante reservar-se a navegação, providência
muito mais simples que uma fi scalização fronteiriça
– difícil, se não impraticável, nos extensos limites do
país.


(Caio Prado Júnior, História econômica do Brasil, com
adaptações)

Alternativas
Q2855 Português

Em relação ao texto, assinale a opção correta.

IBGE e BNDES mostraram que a desesperança nas cidades pequenas empurra a força de trabalho para as médias, que detêm maior dinamismo econômico. A carga da pesada máquina administrativa das pequenas "cidades mortas" é paga pelas verbas federais do Fundo de Participação dos Municípios. A economia local nesses municípios, como o IBGE também já mostrou, é dependente da chegada do pagamento dos aposentados do Instituto Nacional de Seguridade Social. O seminário "Qualicidade", por sua vez, confi rmou que a favelização é produto de "duas ausências", a do crescimento econômico e a de política urbana.

(Gazeta Mercantil, 17/10/2005, Editorial)

Alternativas
Ano: 2004 Banca: ESAF Órgão: MPU Prova: ESAF - 2004 - MPU - Técnico de Segurança |
Q2253601 Português
Assinale a opção em que o trecho está redigido e pontuado de forma gramaticalmente incorreta.
Alternativas
Q1356728 Português

Julgue o item que segue quanto a pontuação, grafia e concordância.


O garimpo invenena os rios com mercúrio, provocando a morte ou o acúmulo desse metal em peixes e vegetais.

Alternativas
Q1356727 Português

Julgue o item que segue quanto a pontuação, grafia e concordância.


O garimpo se destaca por ser a atividade, que mais prejudica o meio ambiente e a saúde.

Alternativas
Q1356718 Português

Quanto à correção gramatical, julgue o item seguinte.


É preciso usar a água com parcimônia, principalmente na agricultura, que consome 70% da água disponível do planeta.

Alternativas
Q1356717 Português

Quanto à correção gramatical, julgue o item seguinte.


A escassez de água decorre do aumento da população, do uso crescente da água em processos produtivos e da poluição.

Alternativas
Q1356715 Português

Quanto à correção gramatical, julgue o item seguinte.


A escassez de água potável, assim como a poluição e a contaminação das fontes, ultrapassou todas as fronteiras que separa as diversas regiões do mundo.

Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Prefeitura de Boa Vista - RR Provas: CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Infectologista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Dermatologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Ginecologista e Obstetra | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Oftalmologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Urologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Administrador | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Administrador Hospitalar | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista - Comunicação Social | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista de Nível Superior | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista de Sistemas | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista - Turismo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista Jurídico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Arquiteto | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Antropólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Bibliotecário Documentalista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Fisioterapeuta | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Assistente Social | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Biólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Gastroenterologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Nefrologia Pediátrica | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Pediatria | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Auditor Fiscal do Município | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Psicólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Radiologista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Cirurgião Dentista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Ortopedista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Anestesiologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Inspetor Sanitário | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Agrônomo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Economista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Clínico Geral | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Geólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Enfermeiro | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Biomédico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Civil | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Cardiologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Florestal | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Mecânico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Farmacêutico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Fonoaudiólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Secretário Executivo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Inspetor do Meio Ambiente | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Terapeuta Ocupacional | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Veterinária |
Q1356608 Português

Julgue os fragmentos de texto no item subseqüente quanto à grafia, à pontuação, à regência e ao emprego do sinal indicativo de crase.


Às vezes, o significado decorre de fatores sociais sutis, conforme se verifica, por exemplo, no uso da palavra “progresso” no discurso de um executivo e no uso da mesma palavra em uma publicação de um grupo radical de defesa do meio ambiente.

Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Prefeitura de Boa Vista - RR Provas: CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Infectologista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Dermatologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Ginecologista e Obstetra | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Oftalmologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Urologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Administrador | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Administrador Hospitalar | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista - Comunicação Social | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista de Nível Superior | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista de Sistemas | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista - Turismo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Analista Jurídico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Arquiteto | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Antropólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Bibliotecário Documentalista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Fisioterapeuta | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Assistente Social | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Biólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Gastroenterologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Nefrologia Pediátrica | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Pediatria | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Auditor Fiscal do Município | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Psicólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Radiologista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Cirurgião Dentista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Ortopedista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Anestesiologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Inspetor Sanitário | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Agrônomo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Economista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Clínico Geral | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Geólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Enfermeiro | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Biomédico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Civil | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Cardiologia | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Florestal | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Engenheiro Mecânico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Farmacêutico | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Fonoaudiólogo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Secretário Executivo | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Inspetor do Meio Ambiente | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Terapeuta Ocupacional | CESPE / CEBRASPE - 2004 - Prefeitura de Boa Vista - RR - Médico - Veterinária |
Q1356607 Português

Julgue os fragmentos de texto no item subseqüente quanto à grafia, à pontuação, à regência e ao emprego do sinal indicativo de crase.


As melhores palavras são as mais eficazes, e não as mais pomposas; há não ser nos discursos prolixos e demagógicos, cujo exagero verbal procura encobrir a pobreza do conteúdo.

Alternativas
Respostas
4961: E
4962: C
4963: B
4964: D
4965: C
4966: A
4967: A
4968: B
4969: B
4970: D
4971: D
4972: C
4973: A
4974: E
4975: E
4976: C
4977: C
4978: E
4979: C
4980: E