Questões de Concurso Sobre travessão em português

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Q2114870 Português
Texto 15A1-I 

  Você mora em um lugar competitivo? Essa é a pergunta feita pelo Ranking de competitividade dos estados, que metrifica, em uma escala de 0 a 100, todos os cantos do Brasil, para classificar as 27 unidades federativas com base em dez pilares diferentes: segurança pública, infraestrutura, sustentabilidade social, solidez fiscal, educação, sustentabilidade ambiental, eficiência da máquina pública, capital humano, potencial de mercado e inovação.

     De acordo com os gráficos mostrados a seguir, dos mais de vinte estados, apenas cinco não mudaram de posição ao longo do último ano (2022), com destaque para São Paulo e Santa Catarina, que lideram, assim como Rio de Janeiro e Roraima, que subiram bastante.




    Ao todo, são quase noventa critérios avaliados dentro dos pilares fundamentais, que incluem desde infraestrutura até o capital humano de cada localidade, com pesos diferentes entre si.

     Paulistas lideram o ranking há anos. No ano de 2022, porém, houve piora no quesito segurança patrimonial, com aumento no número de furtos e roubos. Estados do Norte e do Nordeste são os menos competitivos do país.

     Trata-se de uma ferramenta de avaliação da administração pública, de diagnóstico e auxílio na escolha das prioridades e de promoção de boas práticas organizacionais, que, além de ajudar políticos a priorizarem ações com base em uma inteligência de dados bem robusta — ou seja, como um sistema de incentivo para os líderes públicos —, pode ser um bom indicador da gestão pública da região. São referências adotadas pelo ranking que apresentam novos parâmetros para os estados brasileiros.

Internet: <https://igdd.org.br> (com adaptações).

No que diz respeito aos indícios contextuais, às relações de sentido entre palavras e às relações coesivas no texto 15A1-I, julgue o item subsecutivo. 


No último parágrafo, o trecho entre travessões consiste em um indício contextual da ideia contida no trecho “além de ajudar políticos a priorizarem ações com base em uma inteligência de dados bem robusta”.  
Alternativas
Q2111021 Português
Na frase: “Pelé ... o rei do futebol ... faleceu em dezembro de 2022!”, os espaços em branco devem ser preenchidos respectivamente pelos seguintes sinais de pontuação:
Alternativas
Q2108804 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


De olho na geração alfa


Por Viviane Martins




(Disponível em: https://exame.com/colunistas/viviane-martins/de-olho-na-geracao-alfa-que-logo-chega-aomercado-de-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:

I. As duas vírgulas hachuradas na linha 01 separam adjuntos adverbiais, de lugar e tempo, respectivamente.
II. Na linha 13, o duplo travessão separa uma expressão explicativa e poderia ser substituído por dupla vírgula sem prejuízo à correção gramatical do trecho.
III. Na linha 21, o emprego dos dois pontos indica a ocorrência de trechos em discurso direto introduzidos por travessão.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2108474 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O preço da vida

Por Marcelo Rech 




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vidacldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que substitui corretamente a figura localizada na linha 04. 
Alternativas
Q2104118 Português
A nuvem

        — Fico admirado como é que você, morando nesta cidade, consegue escrever uma semana inteira sem reclamar, sem protestar, sem espinafrar!

         E meu amigo falou da água, telefone, Light em geral, carne, batata, transporte, custo de vida, buracos na rua etc. etc. etc. Meu amigo está, como dizem as pessoas exageradas, grávido de razões. Mas que posso fazer? Até que tenho reclamado muito isto e aquilo. Mas se eu for ficar rezingando todo dia, estou roubado: quem é que vai aguentar me ler? Acho que o leitor gosta de ver suas queixas no jornal, mas em termos.

        Além disso, a verdade não está apenas nos buracos das ruas e outras mazelas. Não é verdade que as amendoeiras neste inverno deram um show luxuoso de folhas vermelhas voando no ar? E ficaria demasiado feio eu confessar que há uma jovem gostando de mim? Ah, bem sei que esses encantamentos de moça por um senhor maduro duram pouco. São caprichos de certa fase. Mas que importa? Esse carinho me faz bem; eu o recebo terna e gravemente; sem melancolia, porque sem ilusão. Ele se irá como veio, leve nuvem solta na brisa, que se tinge um instante de púrpura sobre as cinzas de meu crepúsculo.

        E olhem só que tipo de frase estou escrevendo! Tome tenência, velho Braga. Deixe a nuvem, olhe para o chão – e seus tradicionais buracos.
(Rubem Braga. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Edições Best Bolso, 2011)
A respeito da maneira como o autor estabelece diálogos no interior da crônica, é correto afirmar que
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Q2103691 Português
Leia o texto para responder a questão.

O encantamento do mar.

            Tenho passado longos momentos com o olhar mergulhado no oceano que se estende à minha frente.

        O encantamento pelo mar é inesgotável porque, a cada dia, ele se faz diferente. Hoje, por exemplo, dia de poucas nuvens e vento soprando de leste, sei que a água está mais fria e que é prenúncio de tempo favorável. O mar está mais para cinzento do que para azul.

        Mas o vento pode mudar a qualquer momento. Se soprar o sudoeste, o mar se encherá de pequenas ondas coroadas de espuma e se revestirá de azul índigo.

        Nestes tempos de quase verão – quase, porque a temperatura sobe desce obedecendo ao comando da chuva ou de mais uma frente fria – o mar veste seu traje azul profundo.

        Ontem à noite teve tempestade, com direito a trovões e relâmpagos. Já estava dormindo e me assustei com o primeiro trovão, pensando que fosse uma explosão. Estamos tão acostumados com a violência urbana que já não dialogamos com a natureza, em vez disso pensamos em tiros, explosões, enfrentamentos. Deitada e protegida pelo lençol, imaginei o mar momentaneamente iluminado pelos relâmpagos e salpicado pela chuva torrencial. E com esse pensamento, vendo através das pálpebras fechadas o clarão intermitente, deslizei para o sono.
(Marina Colasanti. Adaptado)
No 4º parágrafo do texto, os travessões servem para destacar uma
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Q2101794 Português
Gamificação: atração e retenção de talentos

Por Diego Cidade

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(Disponível em: https://exame.com/carreira/gamificacao-melhore-suas-estrategias-de-atracao-e-retencao-de-talentos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha 10, a vírgula em destaque separa um adjunto adverbial deslocado. II. O emprego das aspas na linha 17 marca a ocorrência de uma palavra em sentido metafórico. III. Na linha 31, o duplo travessão não poderia ser substituído por dupla vírgula.
Quais estão corretas?  
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Q2100232 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 




Adaptado de: CORSO, M. Somos inteligentes o bastante para
saber quão inteligentes são os animais? Disponível
em:<https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/mariocorso/noticia/2022/08/somos-inteligentes-o-bastantepara-saber-quao-inteligentes-sao-os-animaiscl7gm60km003e0153mgguy0ra.html>. Acesso em: 12 nov.
2022. 
Considere as seguintes sugestões de mudança na pontuação do texto, levando em conta os ajustes com maiúsculas e minúsculas.

I - Substituição do ponto-final na linha 04 por dois-pontos.
II - Acréscimo de vírgula imediatamente após animais (l. 15).
III - Substituição das vírgulas nas linhas 43-44 por travessões.

Quais estariam de acordo com a norma gramatical?
Alternativas
Q2094728 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

Em termos gerais, parece haver dois métodos para reunir forças de combate – para convencer ou obrigar com sucesso coleções de homens a se envolverem no empreendimento violento, profano, sacrificial, incerto, masoquista e essencialmente absurdo conhecido como guerra. Os dois métodos levam a modos de guerrear distintos, e a distinção pode ser importante.

Intuitivamente, poderia parecer que o método mais fácil (e mais barato) para recrutar combatentes é alistar indivíduos que se deleitam com violência e a adotam rotineiramente, ou que a empregam para se enriquecerem ou as duas coisas. Na vida civil, temos um nome para essas pessoas – criminosos... Os conflitos violentos em que pessoas desse tipo são maioria podem ser chamados de guerras criminais, uma forma em que os combatentes são induzidos a causar violência primeiramente pelo divertimento e pelo proveito material que tiram da experiência.

Os exércitos de criminosos parecem surgir por dois processos. Às vezes, os criminosos – assaltantes, bandidos, aventureiros, sequestradores de cargas, vândalos, arruaceiros, salteadores, piratas, gangsters, indivíduos fora da lei – se organizam ou se juntam em gangues, bando ou máfias. Quando essas organizações se tornam suficientemente grandes, podem ficar parecidas com verdadeiros exércitos e agir praticamente da mesma forma como estes o fariam.

Alternativamente, os exércitos criminosos podem ser formados quando um governante precisa de combatentes para levar a termo uma guerra e conclui que empregar ou recrutar criminosos e bandidos é o método mais eficaz para conseguir isso. Neste caso, os criminosos e bandidos agem essencialmente como mercenários. 

Acontece, porém, que criminosos e bandidos tendem a ser guerreiros indesejáveis. Para começar, são frequentemente difíceis de controlar. São desordeiros, indisciplinados, desobedientes e rebeldes, cometendo frequentemente, em serviço ou fora dele, crimes não autorizados que podem ser prejudiciais ou mesmo deletérios para a ação militar.

O mais importante é que criminosos tendem a ser pouco dispostos a resistir e combater quando as situações se tornam perigosas, e muitas vezes simplesmente desertam, quando há uma oportunidade que coincide com seus caprichos. O crime comum, afinal de contas, faz vítimas entre os fracos – velhinhas e não atletas sarados – e criminosos com frequência mostram ser executores prontos e eficientes de pessoas indefesas. Mas quando aparecem os guardas, estão sempre prontos para fugir. O lema para o criminoso, afinal, não é uma variante de “Sempre fiéis”, “Um por todos e todos por um”, “Dever, honra, pátria”, “Banzai” ou “Lembrem-se de Pearl Harbour”, mas “Pega a grana e dá no pé” ...

Esses problemas com o emprego de criminosos como combatentes levaram a esforços para recrutar pessoas comuns – pessoas que, à diferença dos criminosos e bandidos, não cometem violências em nenhum outro momento da vida.

O resultado tem sido o desenvolvimento de um guerrear disciplinado, no qual os homens se infligem a violência em geral não por diversão e interesse, mas porque seu treinamento e doutrinação incutiram neles a necessidade de obedecer ordens; de observar um código de honra coerentemente orientado e cuidadosamente restritivo; de buscar a glória e a reputação em combate; de amar, honrar ou temer seus oficiais; de acreditar numa causa; de temer a vergonha, humilhação e custos da rendição; ou, em particular, de ser leal a e merecer a lealdade de seus companheiros de armas.

(MUELLER, John. Os remanescentes da guerra. In: PINKER, Steven. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza, precisão e elegância. São Paulo: Contexto, 2018, p. 233-234).
Sobre o segundo parágrafo do texto acima, analise os itens a seguir:
I. A primeira vírgula empregada no primeiro período tem a função de separar um adjunto adverbial e seu emprego nesse caso é facultativo. 
II. A vírgula empregada no segundo período tem a função de separar um adjunto adverbial e seu emprego nesse caso é facultativo.
III. O travessão empregado no segundo período tem a função de inserir uma explicação e poderia ser substituído por uma vírgula sem prejuízo sintático ou semântico do período.
Escolha a única alternativa correta
Alternativas
Q2087487 Português

Releia o trecho a seguir.

“Este projeto, chamado Radvac – sigla em inglês de ‘vacina colaborativa de implantação rápida’ – se define como ‘um necessário ato de compaixão’.”

Nesse trecho, os travessões foram utilizados para:

Alternativas
Q2078307 Português
Texto para responder à questão.

Conceitos da vida cotidiana

   A metáfora é, para a maioria das pessoas, um recurso da imaginação poética e um ornamento retórico – é mais uma questão de linguagem extraordinária do que de linguagem ordinária. Mais do que isso, a metáfora é usualmente vista como uma característica restrita à linguagem, uma questão mais de palavras do que de pensamento ou ação. Por essa razão, a maioria das pessoas acha que pode viver perfeitamente bem sem a metáfora. Nós descobrimos, ao contrário, que a metáfora está infiltrada na vida cotidiana, não somente na linguagem, mas também no pensamento e na ação. Nosso sistema conceptual ordinário, em termos do qual não só pensamos, mas também agimos, é fundamentalmente metafórico por natureza.
   Os conceitos que governam nosso pensamento não são meras questões do intelecto. Eles governam também a nossa atividade cotidiana até nos detalhes mais triviais. Eles estruturam o que percebemos, a maneira como nos comportamos no mundo e o modo como nos relacionamos com outras pessoas. Tal sistema conceptual desempenha, portanto, um papel central na definição de nossa realidade cotidiana.
   Para dar uma ideia de como um conceito pode ser metafórico e estruturar uma atividade cotidiana, comecemos pelo conceito de DISCUSSÃO e pela metáfora conceitual DISCUSSÃO É GUERRA. Essa metáfora está presente em nossa linguagem cotidiana numa grande variedade de expressões: seus argumentos são indefensáveis; ele atacou todos os pontos da minha argumentação; e, destruí sua argumentação.
   É importante perceber que não somente falamos sobre discussão em termos de guerra. Podemos realmente ganhar ou perder uma discussão. Vemos as pessoas com quem discutimos como um adversário. Atacamos suas posições e defendemos as nossas. Planejamos e usamos estratégias. Se achamos uma posição indefensável, podemos abandoná-la e colocar-nos numa linha de ataque. Muitas das coisas que fazemos numa discussão são parcialmente estruturadas pelo conceito de guerra.
   Esse é um exemplo do que queremos dizer quando afirmamos que um conceito metafórico estrutura (pelo menos parcialmente) o que fazemos quando discutimos, assim como a maneira pela qual compreendemos o que fazemos.
(LAKOFF, G. & JOHNSON, M. Texto adaptado de Metáforas da vida cotidiana. Campinas: Mercado de Letras; São Paulo: Educ., 2002, p. 45- 47.)
Reconhecendo-se a função exercida pelo emprego do travessão em “[...] um recurso da imaginação poética e um ornamento retórico – é mais uma questão de linguagem extraordinária do que de linguagem ordinária.” (1º§), assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2077510 Português

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Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?

Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

O travessão empregado na linha 6 foi utilizado para isolar orações intercaladas.  

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Q2075994 Português
Ainda no mesmo periódico, foi publicado um conto que narra a história de três inseparáveis irmãs e as descreve – seus traços angelicais, seus belos cabelos e seus jeitos dóceis e amáveis – construindo para cada uma delas uma representação do conceito de “feminilidade”.
Quanto ao uso do travessão no excerto anterior, pode-se afirmar:
Alternativas
Q2075839 Português
No trecho: “O passar dos anos desmascara os sonhos. Fica-se com a vida que nos deu alegrias, tristezas – que foi, enfim, nossa!”, o travessão tem como finalidade: 
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Balneário Camboriú - SC Provas: FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Advogado | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Analista de Comunicação | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Anaista de Controle Interno | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Analista de Recursos Humanos | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Analista Financeiro | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Arquiteto e Urbanista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Assistente Social | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Auditor Fiscal de Tributos Municipais | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Auditor Interno | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Contador | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Designer Gráfico | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Terapeuta Ocupacional | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Médico do Trabalho | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Engenheiro de Segurança do Trabalho | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Intérprete de Libras | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Nutricionista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Psicólogo | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Engenheiro de Tráfego | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Engenheiro Eletricista | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Especialista em Inteligência de Dados | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Especialista em Segurança da Informação | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Especialista em Redes e Infraestrutura de TI | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Especialista em Sistemas de Informação | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Fiscal de Obras II | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Balneário Camboriú - SC - Fisioterapeuta |
Q2070166 Português
Assinale a frase correta quanto à pontuação.
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Q4140381 Português
Leia o texto para responder a questão.

Entenda como Yakecan está causando o frio no Brasil.

Por Revista Super no Instagram

    A onda de frio extremo que atingiu para boa parte do Brasil tem uma culpada: a tempestade tropical Yakecan. O nome, que significa “som do céu”, é pertinente para descrevêla — vieram junto ruidosos ventos intensos, além de uma onda de frio bem mais longa do que o esperado. Mas o fenômeno todo da friaca repentina é mais inusitado do que suas partes separadas.
Esse frio é fruto de dois acontecimentos meteorológicos somados: essa tempestade Yakecan, que estava estacionada, e a influência da massa polar atlântica (mPa). Massas polares são frias e úmidas por definição, e sua intensidade é maior durante o inverno. A mPa é responsável pelas quedas de temperatura nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No entanto, dessa vez, a pedra no sapato é a tempestade.
    Em condições normais, as frentes frias duram alguns dias; porém, com a tempestade barrando seu caminho, ela ficou, de certa forma, presa dentro do país.
    A nomenclatura pode variar, mas ciclones e tempestades tropicais obedecem à mesma definição básica: são sistemas de baixa pressão atmosférica, que se movimentam em sentido horário. O que muda de um para o outro é a intensidade dos ventos.
    A Yakecan, na verdade, não chega a estar parada, só está muito devagar - bem mais do que o normal. Essa demora permite que ela interaja mais com o oceano, então o vapor d’água sobe e se transforma em mais nuvens. No fim das contas, isso reflete em ventos intensos, ondas de frio acima da média e até geadas e chuvas de granizo.
    E tem mais: outro fenômeno também age no processo: a conhecida La Niña. Caracterizada pelo esfriamento anormal das águas do Pacífico, ela altera o padrão dos ventos e intensifica as frentes, adiantando os dias de frio.
    A previsão é de que essa onda gelada diminua. A Yakecan se afasta cada vez mais em direção ao oceano, e a frente fria presa vai ser aliviada. Com a chegada do inverno, os próximos meses ainda prometem ser frios - menos parecidos com essa Era do Gelo contemporânea, mas ainda assim frios.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/CdyETo7KOvH/
Analise: “(...) O nome, que significa “som do céu”, é pertinente para descrevê-la — vieram junto ruidosos ventos intensos, além de uma onda de frio bem mais longa do que o esperado” (...) e assinale a alternativa correta sobre a pontuação usada.
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Q4115248 Português

Recado ao Senhor 903


        Vizinho.


        Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em meia- -noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a lei e a polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ao repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor: é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a leste pelo 1005, a oeste pelo 1001, ao sul pelo oceano Atlântico, ao norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos; apenas eu e o oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago sul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar às 21:45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 horas às 7 pois às 8:15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará até o 527 de outra rua, onde trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada; e reconheço que ela só pode ser tolerável quando o número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhes desculpas – e prometo silêncio. 


       Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: “Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou”. E o outro respondesse: “Entra vizinho, e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela”.


       E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.


 (BRAGA, Rubem. Portal da Crônica Brasileira. Crônicas. Acervo Fundação Casa de Rui Barbosa. Adaptado.)

No fragmento “Peço-lhes desculpas – e prometo silêncio.” (2º§), o travessão tem como propósito:
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Q4114831 Português

Envelhecer com saúde: hora de desenhar o novo mapa da vida



    Aos 94 anos, o engenheiro aposentado Luiz Carlos França Domingues demonstra aquilo que os franceses chamam de “joie de vivre”, a alegria de viver que muitos pesquisadores do envelhecimento saudável apontam como um dos segredos para uma vida longa, produtiva e feliz.

    Todas as manhãs, ele salta cedo da cama, faz uma refeição leve e, apesar da preocupação dos filhos, dirige o próprio carro até o Esporte Clube Pinheiros, no Jardim Europa, zona oeste de São Paulo. Não perde as aulas de pilates. “Tenho vontade de viver por causa da serotonina que me traz bem-estar”, diz ele. “Para mim, os exercícios são uma necessidade diária e envolvem um sentimento estético. Gosto da elegância, da postura, da coordenação dos movimentos. Acho tudo isso muito bonito.”

    Em poucos anos, encontrar quase centenários ativos e independentes como Domingues deixará de ser surpresa. Metade das crianças que hoje têm 5 anos poderá chegar aos 100 anos nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos. E essa tem chance de se tornar a norma para recém-nascidos em 2050, segundo um relatório lançado recentemente pelo Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    Em três décadas, quase 30% da população brasileira será idosa, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um índice três vezes superior ao verificado em 2010. Para que a experiência do envelhecimento seja satisfatória, há muito o que aprender com exemplos como o de Domingues. Com 1,65 metro e 64 quilos, ele mantém o peso há 68 anos. Viúvo há nove anos, mora sozinho e tem boa condição geral de saúde.

    A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século ––, mas o aposentado também colhe os frutos de décadas de alimentação saudável. E de passar longe do cigarro, das bebidas alcoólicas e do sedentarismo. “Para envelhecer bem, é só fazer o básico e ter um casamento feliz como eu tive.”    

    Domingues não sente dores nem sofre de osteoporose. “Nunca tive problema de coluna. Isso é falta de exercício e de ter uma musculatura abdominal forte”, afirma. “Tomo sol enquanto leio o Estadão na beira da piscina. Quer receita melhor para os ossos?”

    Frequentador de vários grupos de terceira idade, ele acha que é importante manter um convívio social ativo. Lamenta quando vê idosos que não saem de casa. “Ficam ranzinzas, emburrecendo com o controle remoto da TV na mão e dizendo que no tempo deles as coisas eram diferentes”, afirma. “O nosso tempo é agora.”

    Graças aos avanços da ciência e aos recursos da Medicina, viver décadas a mais com qualidade será possível, mas o mundo está preparado para os centenários? Não exatamente, segundo a professora Laura Carstensen, diretora do Centro de Longevidade da Universidade Stanford.

    “A nossa cultura evoluiu em torno de vidas com a metade desse tempo”, diz ela. “Isso não funciona mais. Precisamos criar normas sociais que acomodem trajetórias muito mais longas.”     

    Nos últimos três anos, a equipe liderada por Laura criou recomendações reunidas no relatório O Novo Mapa da Vida. O texto sugere mudanças na educação, nas carreiras e nas transições de vida para que elas sejam compatíveis com existências de um século ou mais.


(Cristiane Segatto, Estadão Conteúdo. São Paulo. Em: 05/01/2022.)

Acerca do emprego do travessão duplo em “A genética contribui para a longevidade –– os avós paternos passaram dos 90 anos e o irmão morreu pouco antes de completar um século –– [...],” pode-se afirmar que:



I. Sua função é assinalar uma expressão intercalada.


II. Os travessões podem ser substituídos por parênteses.


III. Assinala a mudança de interlocutor, realçando a informação intercalada.



Está correto o que se afirma apenas em

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Q4110240 Português
Covid longa: as novas descobertas


Ela atinge pelo menos um em cada dez infectados e tem consequências persistentes, que podem durar meses ou anos: danos vasculares, cerebrais e no sistema imunológico. Mas a ciência começa a decifrá-la, e já testa um arsenal de medicamentos contra a Covid longa – a herança maldita da pandemia.


Por Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro, 15 jun 2022, 13h05


        [...]


       Se você continuar com sintomas três meses após a infecção inicial, está com Covid longa. Podem ser problemas diretamente relacionados aos sistemas respiratório e cardiovascular, como fadiga crônica, falta de ar e taquicardia severa – que transformam até as coisas mais triviais, como subir escadas, num suplício. Ou mais enigmáticos, como dores no corpo, tontura persistente, problemas auditivos, insônia, depressão, perda de memória e problemas cognitivos. Mais de 200 sintomas já foram associados à síndrome. A OMS estima que 1 em cada 5 indivíduos que pegaram o coronavírus pode desenvolvê-la.
       Esse número, 20%, foi confirmado por um estudo do Centers for Disease Control americano, que analisou os registros médicos de 353 mil pessoas. Já uma análise do governo inglês obteve um número um pouco menor: 9,5% dos indivíduos vacinados, e 14,5% dos não vacinados, desenvolveram algum grau de Covid longa.
        Em aproximadamente metade dos casos, os sintomas eram graves, a ponto de impedir as atividades normais da pessoa. E, o que talvez seja mais alarmante, eles não costumam melhorar com o tempo. Sete meses após a infecção, um terço das vítimas da Covid longa havia conseguido superar seus problemas respiratórios – mas a incidência de todos os demais problemas continuava praticamente igual.
      As vacinas são altamente eficazes contra a hospitalização ou morte, mas não conseguem impedir que você pegue o vírus, tenha Covid – e desenvolva a forma longa da doença. No estudo do governo inglês, a vacinação reduziu em 34,5% o risco da síndrome. É um nível de proteção modesto; e pode ser até menor. Cientistas da Universidade de Washington avaliaram 34 mil pessoas vacinadas e 113 mil não vacinadas nos EUA, e constataram que a imunização diminuiu em apenas 15% a incidência de Covid longa.
     Tanto o estudo inglês quanto o americano consideraram pessoas vacinadas com duas doses – portanto, não levam em conta o possível aumento de proteção com a terceira dose. Mas é pouco provável que a dose de reforço forneça um ganho dramático ou permanente contra a Covid longa (inclusive porque os níveis de anticorpos contra o vírus caem naturalmente nos meses após a vacinação). Ela continuará sendo um risco real. [...] E ela é uma roleta russa. Mulheres correm um risco um pouco maior do que os homens (elas são 60% dos casos), e a síndrome é mais frequente nas pessoas entre 36 e 64 anos. Também há uma relação direta com a Covid inicial: quanto mais graves os sintomas da doença, maior a chance de ter Covid longa depois. Mas há estudos mostrando que ela também pode ocorrer após casos leves.
       O fato é que ainda não há como prever, com um grau de confiança razoável, se alguém irá ou não desenvolver a síndrome pós-Covid. Inclusive porque ela pode ser sorrateira, e só se manifestar semanas após o fim da infecção inicial, ou agir de forma traiçoeira – são comuns os relatos de vítimas que se consideravam curadas da Covid longa, mas voltaram a ter problemas depois que tentaram se exercitar, por exemplo. [...]


Fonte: https://super.abril.com.br/saude/covid-longa-as-novas-descobertas-e-os-possiveis-tratamentos/ (Adaptado)
Assinale a alternativa CORRETA com relação à função da pontuação no texto.
Alternativas
Q4106638 Português

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No texto da anedota os travessões foram emprega dos para

Alternativas
Respostas
221: C
222: E
223: C
224: E
225: C
226: A
227: C
228: E
229: D
230: B
231: A
232: E
233: D
234: A
235: D
236: C
237: A
238: C
239: D
240: D