Questões de Concurso Sobre tipologia textual em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.165 questões

Q40417 Português
No que se refere à tipologia textual, o texto é predominantemente
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Banco da Amazônia Provas: CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Administração | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Enfermagem do Trabalho | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Médico veterinário | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Serviço Social | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Banco de Dados | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Governança de TI | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Análise de Sistemas | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Contabilidade | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Economia | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Arquitetura de Tecnologia | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Engenharia Agronômica | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Psicologia do Trabalho | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Engenharia Civil | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Redes e Telecomunicações | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Segurança da Informação | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Administração de Dados | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Produção e Infraestrutura | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Suporte Técnico | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Engenharia Mecânica | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Engenharia Florestal | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Estatística | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Comunicação Social (Bacharelado) - Arquitetura de Tecnologia |
Q34504 Português
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Com referência às ideias e à tipologia do texto, julgue os itens
subsequentes.
O texto, por apresentar a síntese do pensamento de von Hayek, é predominantemente descritivo.
Alternativas
Q34251 Português
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Com relação ao texto I, julgue C ou E.
O autor do texto não se exime de emitir julgamento de valor em relação a obras literárias e a escritores, o que se conforma com o gênero do texto: a crônica.
Alternativas
Q30401 Português
Uma exploração racional da Amazônia
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Tendo em vista as informações veiculadas no texto acima, além de
seus aspectos gramaticais e textuais, julgue os próximos itens.
Com relação à tipologia textual, é correto afirmar que se trata de um texto predominantemente narrativo, em que o autor expõe deliberadamente o seu ponto de vista sobre a exploração da Amazônia por meio de uma pequena história.
Alternativas
Q30284 Português
Os textos II e III são predominantemente descritivos.
Alternativas
Q3002667 Português

Texto III


Poesia Pau-Brasília: Receita


Ingredientes


2 conflitos de gerações

4 esperanças perdidas

3 litros de sangue fervido

5 5 sonhos eróticos

2 canções dos Beatles


Modo de preparar

Dissolva os sonhos eróticos

Nos dois litros de sangue fervido

10 E deixe gelar seu coração.

Leve a mistura ao fogo

Adicionando dois conflitos de geração

Às esperanças perdidas

Corte tudo em pedacinhos

15 E repita com a canção dos Beatles

O mesmo processo usado com os sonhos eróticos

Mas dessa vez deixe ferver um pouco mais

E mexa até dissolver

Parte do sangue pode ser substituída

20 Por suco de groselha

Mas os resultados não serão os mesmos.

Sirva o poema simples

Ou com ilusões


BEHR, Nicolas, 7 fev. 2008. Disponível em: alldementedforever /

http://www.nicolas-behr.com.br (Acessado em abr. de 2009).

Na segunda parte da receita, os ingredientes mencionados na primeira estão precedidos de artigos definidos porque

Alternativas
Q3002154 Português

Texto II



Grande sertão: veredas


Olhe: conto ao senhor. Se diz que, no bando de

Antônio Dó, tinha um grado jagunço, bem remediado

de posses – Davidão era o nome dele. Vai, um dia,

coisas dessas que às vezes acontecem, esse Davidão

5 pegou a ter medo de morrer. Safado, pensou, propôs

este trato a um outro, pobre dos mais pobres, chamado

Faustino: o Davidão dava a ele dez contos de réis, mas,

em lei de caborje – invisível no sobrenatural – chegasse

primeiro o destino de Davidão morrer em combate,

10 então era o Faustino quem morria, em vez dele.

E o Faustino aceitou, recebeu, fechou. Parece que,

com efeito, no poder de feitiço ele muito não acreditava.

Então, pelo seguinte, deram um grande fogo, contra os

soldados do Major Alcides do Amaral, sitiado forte em

15 São Francisco. Combate quando findou, todos os

dois estavam vivos, o Davidão e o Faustino. A de ver?

Para nenhum deles não tinha chegado a hora-e-dia.

Ah, e assim e assim foram, durante os meses, escapos,

alteração nenhuma não havendo; nem feridos eles não

20 saíam... Que tal, o que o senhor acha? Pois, mire e

veja: isto mesmo narrei a um rapaz de cidade grande,

muito inteligente, vindo com outros num caminhão,

para pescarem no Rio. Sabe o que o moço me disse?

Que era assunto de valor, para se compor uma estória

25 em livro. Mas que precisava de um final sustante,

caprichado. O final que ele daí imaginou foi um: que,

um dia, o Faustino pegava também a ter medo, queria

revogar o ajuste! Devolvia o dinheiro. Mas o Davidão

não aceitava, não queria, por forma nenhuma.

30 Do discutir, ferveram nisso, ferraram numa luta

corporal. A fino, o Faustino se provia na faca, investia,

os dois rolavam no chão, embolados. Mas, no confuso,

por sua própria mão dele, a faca cravava no coração do

Faustino, que falecia...

35 Apreciei demais essa continuação inventada.

A quanta coisa limpa verdadeira uma pessoa de alta

instrução não concebe! No real da vida as coisas

acabam com menos formato, nem acabam. Melhor

assim. Pelejar, por exato, dá erro contra a gente. Não

40 se queira. Viver é muito perigoso...



GUIMARÃES ROSA, João. Grande sertão: veredas. Edição comemorativa dos 50 anos de publicação da obra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006, p. 75-76. (Fragmento)

Guimarães Rosa costumava construir seus textos com personagens reais, como é o caso de Antônio Dó, e com histórias ouvidas no sertão mineiro, em que realidade e ficção se confundem.

O fragmento de Grande sertão: veredas, ora transcrito, é um exemplo disso, pois, na história dos jagunços, o narrador-personagem toma por base

Alternativas
Q2952790 Português

Leia o texto a seguir para responder as questões de língua portuguesa.


O TOLO E SEU DINHEIRO


Juliana Garzon e Jerônimo Teixeira

Em muitas das teorias econômicas fundamentais as pessoas de carne e osso, falíveis e volúveis, não existem.

Essas teorias só funcionam com o "homem estatístico", o somatório de agentes econômicos vistos como

máquinas de calcular que administram com rigor seus recursos limitados. O pai da economia moderna, o

escocês Adam Smith (1723-1790), enxergava um mundo ordenado em que cada indivíduo agia sempre no

5 interesse pessoal e da família e, assim, acabava contribuindo para a prosperidade geral da nação. Disse Smith:

"Não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas

sim do empenho deles em promover o próprio autointeresse". Talvez a maioria das pessoas do século XVIII

fossem mesmo seres racionais, donos do próprio destino e empenhados na promoção do seu autointeresse

econômico. Mas é mais comum encontrar gente que gasta mais do que ganha e compra aquilo de que não

10 precisa.

Nas últimas quatro décadas, os teóricos da economia têm tentado contemplar em suas análises pessoas de

carne, osso e sangue quente. Essa escola, a "economia comportamental", nascida na década de 70 com o

trabalho dos psicólogos Amos Tversky e Daniel Kahneman, da Universidade Hebraica de Jerusalém, incorporou

as inconstâncias humanas aos seus modelos de previsão. Tversky e Kahneman focaram seus estudos sobre o

15 comportamento das pessoas em situações de incerteza e de alta carga emotiva, consideradas por eles, com

acerto, como predominantes nas grandes decisões econômicas - seja a compra do primeiro apartamento ou a

venda de ações nos momentos de queda das bolsas.

A economia comportamental arejou o pensamento econômico dando lugar a modelos mais sensíveis às

vicissitudes da psicologia humana, com suas falhas de cálculo e percepções enganosas. Talvez seu maior

20 mérito seja entender que os criteriosos padeiros e cervejeiros de Adam Smith existem, são numerosos, mas

convivem com multidões para quem a racionalidade financeira no dia-a-dia é tão estranha quanto o popular

esporte escocês de arremesso de troncos. Kahneman ganhou o prêmio Nobel de economia em 2002, tornando-

se o único psicólogo a conseguir esse feito. No mundo de Kahneman os padeiros e cervejeiros nem sempre

tomam decisões sóbrias e corretas. Eles agem de acordo com os misteriosos mecanismos mentais de aceitação

25 e rejeição do risco. Uma mesma pessoa que só bebe água mineral e morre de medo de bactérias pode ser vista

fazendo bungee jumping, esporte em que o praticante se joga de uma ponte sobre um abismo amarrado por uma

corda elástica. No mundo econômico, atitudes incoerentes como essa são quase a regra.

Aplicadas ao estudo do comportamento dos investidores nas bolsas, as teses de Kahneman e seus colegas

mostram que a convivência de atitudes racionais e irracionais é uma força considerável. Entre o início de 2003 e

30 o máximo de alta em maio de 2008, o Índice Bovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, valorizou-se 350%.

Nesse período, a maioria dos investidores enxergou todos os acontecimentos, os bons e os ruins, com a lente

da euforia. Passaram despercebidos os sinais precoces da crise que viria a se abater sobre a economia mundial

com repercussões fortes no Brasil no fim do ano passado. Mesmo os investidores profissionais não estão

imunes a ilusões. A mais comum é acreditar que projeções baseadas em dados recentes podem ser tomadas

35 como tendências duradouras. [ ... ] Diz Plínio Chap Chap, professor de finanças corporativas da escola de

negócios Brazilian Business School (BBS): "Bastam alguns ganhos para que as pessoas se julguem mais

capazes que as outras para escolher ações."[ ... ]

Nem todos os enganos são originários da autoconfiança. O investidor também pode ser atrapalhado por uma

emoção de natureza bem diversa: a angústia. O investidor novato, sobretudo, tende a entrar no mercado com a

40 sensação de que está atrasado. [ ... ] Essa sensação conduz a escolhas precipitadas. Em vez de traçar uma

estratégia sólida, o novato dá grandes tacadas de uma vez só, para evitar a tensão de analisar e optar - ou não -

por determinada ação. A impaciência custa caro. [ ... ] As frustrações se tornam ainda mais agudas quando as

cotações caem. O investidor que tomou sua decisão de compra sem base sofre por não saber se deve vender as

ações que estão patinando e estancar as perdas ou apostar na recuperação dos papéis e mantê-los em carteira.

45 [ ... ] Mas o investidor que der um passo atrás para observar o cenário com emoções menos exacerbadas poderá

ter uma visão mais realista da economia brasileira e de suas perspectivas: uma boa oportunidade de

investimentos tanto para os padeiros e cervejeiros de Adam Smith quanto para os bungee jumpers de

Kahneman.

Texto adaptado da Revista Veja, edição 2095, ano 42, n. 2, de 14 de jan. 2009. p. 68-70

Assinale a alternativa correta quanto à passagem do discurso direto para o discurso indireto do período: Disse Smith: “Não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover o próprio autointeresse”.

Alternativas
Q2925958 Português

Texto para as questões de 26 a 28

Os saberes necessários à educação do futuro não têm nenhum programa educativo, escolar ou universitário. Aliás, não estão concentrados no primário, nem no secundário, nem no ensino universitário, mas abordam problemas específicos para cada um desses níveis. Eles dizem respeito aos buracos negros da educação, completamente ignorados, subestimados ou fragmentados nos programas educativos. Programas esses que, na minha opinião, devem ser colocados no centro das preocupações sobre a formação dos jovens, futuros cidadãos.

Um desses buracos negros é o que vou chamar de antropo-ético, porque os problemas da moral e da ética diferem a depender da cultura e da natureza humana. Existe um aspecto individual, outro social e outro genético, diria de espécie. Algo como uma trindade em que as terminações são ligadas: a antropo-ética. Cabe ao ser humano desenvolver, ao mesmo tempo, a ética e a autonomia pessoal (as nossas responsabilidades pessoais), além de desenvolver a participação social (as responsabilidades sociais), ou seja, a nossa participação no gênero humano, pois compartilhamos um destino comum

A antropo-ética tem um lado social que não tem sentido se não for na democracia, porque a democracia permite uma relação indivíduo-sociedade e nela o cidadão deve se sentir solidário e responsável. A democracia permite aos cidadãos exercerem suas responsabilidades mediante o voto. Somente assim é possível fazer com que o poder circule, de forma que aquele que foi uma vez controlado, terá a chance de controlar. Porque a democracia é, por princípio, um exercício de controle.

Edgar Morin. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Internet: <www.microeducacao.pro.br> (com adaptações).

Em relação à tipologia, é correto afirmar que o texto é essencialmente

Alternativas
Q2885891 Português

O texto 1 refere-se às questões 1, 2, 3, 4 e 5.

TEXTO I

A crônica acima é uma narração porque

Alternativas
Q2885033 Português

TEXTO: O TERCEIRO SETOR E AS FUNDAÇÕES


O Terceiro Setor envolve inúmeras organizações não governamentais que foram criadas para exercerem finalidade de interesse público, e por isso contam com o apoio do próprio Estado e da sociedade civil para custearem suas atividades.

Na presente pesquisa, elaboramos um estudo sobre a remuneração de “dirigentes” em fundações privadas e fundações públicas com personalidade jurídica de direito privado que recebem menos de 50% (cinquenta por cento) do Orçamento Público, enfocando aspectos legais, morais e o reflexo desta despesa no patrimônio das entidades, já que apresentam normalmente em seus quadros pessoas que são remuneradas para exercerem o comando da entidade.

Estudando essas fundações percebemos que as da área de educação, especificamente, têm se configurado mais como um tipo de empreendimento onde existe um hiato significativo entre a teoria e a prática. O seu surgimento foi caracterizado pela satisfação de uma necessidade coletiva, e sua regulação foi elaborada no sentido de dar respaldo e credibilidade à sua manutenção. No entanto, a má interpretação de alguns de seus dispositivos normativos, principalmente em função de interesses particulares, acabou por desvirtuar determinados procedimentos.

A insuficiência do Estado em sanar as necessidades da coletividade se estendeu também à fiscalização dessas instituições que, por serem consideradas instituições de grande utilidade e credibilidade, em função de sua finalidade pública, deixam de ser fiscalizadas com maior rigor, possibilitando abusos e disponibilização de recursos a quem não está realmente interessado em complementar as atividades estatais.

Como resultado da pesquisa, foi apresentado o reflexo da remuneração de dirigentes no patrimônio das fundações. O que se pode perceber, em primeiro lugar, foi a existência de pessoas remuneradas pertencentes aos órgãos de gestão, mesmo havendo vedação legal. A segunda constatação, não menos importante, é que os recursos despendidos na remuneração de dirigentes influenciam diretamente no resultado patrimonial das entidades, principalmente se for considerado que os benefícios fiscais podem ser cancelados.

É necessária uma revisão nos instrumentos normativos que regulam as fundações, bem como dos requisitos para obtenção de benefícios fiscais. Procedimentos de fiscalização e acompanhamento devem ser otimizados com o objetivo de dar maior credibilidade à atuação dessas instituições que, a cada dia, ganham mais importância em função de sua atuação, e da complexidade trazida pela desigualdade social.


SANTOS, Jair Alcides. In: http://www.scribd.com/doc/6486899/Revista-N11- Ministerio-Publico-SC-2007. Acesso em: 03/06/2006. Fragmento adaptado.

Quanto ao gênero textual, assinale a alternativa correta relativamente ao texto.

Alternativas
Q2878087 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.


Com ajuda dos meus amigos


A necessidade atávica do ser humano de ter amigos prova que a amizade pode ser uma das mais poderosas forças de transformação de uma sociedade. Ela é capaz de mudar trajetórias, encorajar decisões e iluminar pensamentos. É com os amigos que se espera comemorar o sucesso ou lamentar um fracasso. É com eles que valores, experiências e interesses são compartilhados sem cobrança ou obrigação. Com o apoio dos amigos, diz-se, tudo dá certo. O que sempre inspirou escritores, pensadores e filósofos passou a ser medido por estatísticas. Dezenas de estudos dos mais respeitados centros de pesquisa do mundo constatam que a amizade influencia, de maneira ainda mais decisiva do que se supunha, a vida pessoal e profissional de cada um. Está provado que um sólido círculo social é capaz de evitar doenças, amenizar o sofrimento, prolongar a vida, catapultar carreiras e até mesmo melhorar a forma física.

Um dos maiores levantamentos já feitos sobre o efeito das amizades na vida prática é o do pesquisador americano Tom Rath, coordenador de pesquisas da Gallup Organization, um dos maiores institutos de pesquisas do mundo. Segundo ele, quem tem um grande amigo no trabalho é sete vezes mais produtivo, mais criativo e mais engajado nas propostas da empresa do que aquele funcionário que não consegue se relacionar com os colegas.

A maioria das pessoas passa no trabalho 70% do tempo em que estão acordadas. Quem trabalha fora costuma conviver mais com os colegas e com o chefe do que com a própria família. Portanto, ter alguém com quem conversar, trocar confidências, pedir conselhos ou mesmo partilhar um olhar de cumplicidade faz toda a diferença. O amigo pode até desconhecer detalhes da vida íntima do outro, entretanto é um porto seguro para enfrentar intempéries da carreira.

Em qualquer idade, a amizade é tida como coisa seriíssima. Cerca de 60% das pessoas respondem que ter amigos é mais importante do que carreira, dinheiro ou família. Ainda assim, amizades verdadeiras estão cada vez mais difíceis. Como dizia Santo Agostinho, “quando uma amizade é verdadeira, nada mais santo e vantajoso se pode desejar no mundo”.

(Daniela Pinheiro, Veja, 27.12.2006. Adaptado)

Considere os trechos do 3.º parágrafo.


Portanto, ter alguém com quem conversar...

... entretanto é um porto seguro para enfrentar...


As expressões em destaque estabelecem entre as orações, correta e respectivamente, as relações de

Alternativas
Q1769043 Português
O texto desta prova deve ser classificado como predominantemente:
Alternativas
Q1389373 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

A respeito da tipologia textual, é correto afirmar que o texto II:
Alternativas
Q1389366 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

A respeito da organização do texto I , analise as afirmativas a seguir:


I. No processo de argumentação, o autor valeu-se de estratégias de persuasão por meio de juízos de valor.

II. As recomendações incluídas no texto são exemplos de um segmento injuntivo dentro do texto argumentativo.

III. Quanto à tipificação do discurso, observa-se que a construção das estruturas frasais privilegia a função estética da palavra.


Assinale: 

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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1238902 Português
Se o estudo recém-divulgado pelo IBGE, em vez de se chamar Síntese de Indicadores Sociais, se chamasse Síntese de Indicadores de Futuro, talvez ajudasse o País a se dar conta do que o espera se o mais crucial desses indicadores no mundo contemporâneo – a educação – continuar a ser, no Brasil, a catástrofe que as pesquisas revelam com desalentadora regu laridade. Fala-se em futuro não porque as escabrosas defi ciências do ensino já não venham emperrando a modernização nacional e a expansão dos nossos setores econômicos de ponta. Mas sobretudo porque, na era da revolução tecnológica permanente e globalizada, sem a superação acelerada do atraso educacional, a distância entre o País e as "sociedades do conhecimento" só tenderá a aumentar. O resultado previsível será o encolhimento da participação relativa do Brasil no intercâmbio internacional dos bens e serviços de alto valor agre gado – o que faz a riqueza das nações neste século XXI. Diga-se desde logo que a educação de massa, no Brasil, já foi pior. Avançou-se enormemente na última década em matéria de universalização do acesso à escola. Do mesmo modo, o desempenho do sistema de ensino melhorou, embora de forma muito desigual. Mas, a exemplo do que ocorre em tan tos outros aspectos da realidade do País, também na educação se avança a passos exasperadamente lentos – seja em relação às necessidades da população, seja em relação ao ritmo do progresso nas outras nações com as quais o Brasil deve ser cotejado. Entram governos, saem governos, e o poder público não consegue concentrar, pelo tempo devido, programas prioritários, recursos focalizados e políticas de gestão eficazes ali onde se trava de fato a mais decisiva das batalhas na frente da edu cação – o ensino fundamental. As consequências estão nos no vos números do IBGE. Há 2,4 milhões de crianças analfabetas na faixa dos 7 aos 14 anos, embora a maior parte delas esteja na escola. É o retrato de uma falência para a qual contribuem professores despreparados e sobrecarregados, condições de ploráveis de trabalho, a pobreza das famílias e o interesse insuficiente dos pais, eles próprios analfabetos ou quase isso. Outro indicador da crise é a chamada defasagem idade série. Os dados melhoraram, mas novamente o ritmo da me lhora deixa a desejar. O mesmo raciocínio vale para o nível de escolarização dos brasileiros com 15 anos ou mais. O aumento foi pequeno e ficou em um patamar muito abaixo de países como a Coreia do Sul. Sem falar, ainda, que a evasão no ensino médio é da ordem de 5 milhões de alunos por ano – o que reforça o nexo entre educação de baixíssima qualidade e a escassez de mão de obra qualificada. Em 2007, 30% dos bra sileiros de 15 anos em diante eram analfabetos funcionais ou analfabetos totais. É ominoso constatar que um terço da ge ração que desponta para o mercado de trabalho, por falta de educação básica adequada, não tem condições de ascensão social. São cidadãos que dificilmente sairão do nível de po breza.
É correto afirmar que se trata de um texto 
Alternativas
Q450784 Português
Leia o texto para responder à questão.

                                      Memorial monta exposição com
                                    grandes nomes das artes brasileiras

da Folha Online

    Di Cavalcanti, Candido Portnari,Tarsila do Amaral, Flávio Shiró... A lista de nomes que integram a exposição no Memorial da América Latina (região oeste da cidade de São Paulo) é grande.
    A eles, se alinham Brecheret – cujas obras já estão em dois espaços culturais na cidade de São Paulo –, Benedito Calixto, Almeida Jr., Ismael Néri, Antonio Dias, Livio Abramo e Sérvulo Esmeraldo.
    Ao todo, são 45 artistas de várias gerações, cujas obras surgiram nas últimas décadas do século 19 até a primeira metade do século 20.
    O lado pitoresco é que as telas e as peças escolhidas costumam ficar expostas em outros lugares, como a Pinacoteca do Estado, o MAC (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e os palácios do governo.
    “São quadros que dificilmente saem dos museus”, conta o curador João Spinelli. “Tivemos que insistir bastante.”
    A exposição, que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil, fia aberta até 10 de dezembro.

                                               imagem-009.jpg

                           (http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u650020.shtml. Acesso em 12.11.2009)





Schneuwly e Dolz agrupam os gêneros orais e escritos de acordo com os domínios sociais de comunicação e as capacidades de linguagem dominantes. O texto lido faz parte do grupo do
Alternativas
Q450783 Português
Leia o texto para responder à questão.

                                      Memorial monta exposição com
                                    grandes nomes das artes brasileiras

da Folha Online

    Di Cavalcanti, Candido Portnari,Tarsila do Amaral, Flávio Shiró... A lista de nomes que integram a exposição no Memorial da América Latina (região oeste da cidade de São Paulo) é grande.
    A eles, se alinham Brecheret – cujas obras já estão em dois espaços culturais na cidade de São Paulo –, Benedito Calixto, Almeida Jr., Ismael Néri, Antonio Dias, Livio Abramo e Sérvulo Esmeraldo.
    Ao todo, são 45 artistas de várias gerações, cujas obras surgiram nas últimas décadas do século 19 até a primeira metade do século 20.
    O lado pitoresco é que as telas e as peças escolhidas costumam ficar expostas em outros lugares, como a Pinacoteca do Estado, o MAC (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e os palácios do governo.
    “São quadros que dificilmente saem dos museus”, conta o curador João Spinelli. “Tivemos que insistir bastante.”
    A exposição, que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil, fia aberta até 10 de dezembro.

                                               imagem-009.jpg

                           (http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u650020.shtml. Acesso em 12.11.2009)





O texto __________ e a frase colocada abaixo da ilustração é _________ .
Alternativas
Q450781 Português
Leia o texto escrito por uma criança para o mural da escola:

                            imagem-007.jpg

O diagnóstico das necessidades de aprendizagem desse aluno indica que ele:

I. transcreve a fala (vendu, muchila);
II. não usa a concordância nominal da variante culta (10 real);
III. não sabe que o mesmo fonema pode ser grafado com diferentes letras (rocha);
IV. não sabe que o gênero anúncio deve conter título e identificação do anunciante.

Estão corretas
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUNRIO Órgão: DEPEN Prova: FUNRIO - 2009 - DEPEN - Serviço Social |
Q381748 Português
TEXTO I

População feminina em situação de prisão no Brasil triplica em menos de 10 anos

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. Em 2003, eram registradas mais de 9 mil detentas.
Crescimento da população feminina e da violação dos direitos humanos das mulheres em situação de prisão. Essa foi uma das constatações em comum apresentadas por representantes governamentais e da sociedade civil de Brasil, Argentina e Paraguai durante o seminário “Mulheres em Situação de Prisão: Diagnósticos e desafios na implementação de políticas integradas no âmbito do Mercosul”, evento que se encerra hoje (28/10), em Brasília.
“Até na mais terrível situação que é a perda da liberdade, homens e mulheres são desiguais”, disse a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ao inaugurar o seminário, ontem (27/10) à tarde. Para a ministra, a desigualdade se manifesta de muitas formas como “na negação dos direitos sexuais e reprodutivos e às visitas íntimas”.
Para Nilcéa Freire, um grande momento para visibilizar a situação das mulheres em situação de prisão no Brasil será a realização do Mutirão de Revisão Processual, que será lançado na próxima semana, em 3 de novembro, em São Paulo. “Esse vai ser um passo importante, vamos mostrar para a sociedade o abandono das famílias, da advocacia e o comprometimento da vida de mulheres que poderiam estar em outro regime”, acrescentou a ministra da SPM.
A ministra Ana Cabral, diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério de Relações Exteriores, considerou que “a questão das mulheres em situação de prisão precisa ganhar mais visibilidade” para pressionar as autoridades a criarem políticas públicas e combaterem as causas que levam as mulheres ao mundo do crime.

Crescimento vertiginoso

“Em menos de 10 anos, a população carcerária feminina triplicou. Eram pouco mais de 9 mil detentas. Hoje são 27.762 mulheres em situação de prisão. Passou de menos de 3% para 6,03%”, apontou André Luiz de Almeida e Cunha, diretor de Políticas Penitenciárias, do Ministério da Justiça. Na abertura do seminário, Cunha informou que as mulheres chegam às prisões por causa de um fenômeno social. “Quase metade das mulheres está presa por causa do tráfico de drogas. Boa parte por conta do tráfico passivo”. Ao comentar essa realidade, Cunha enfatizou que a situação das mulheres é muito diferente da dos homens. “A mulher carcerária é muito mais fragilizada, ela é abandonada pelo homem logo nos primeiros dias ou meses de cárcere. Já os homens presos são acompanhados por suas companheiras até o último dia da pena”, afirmou Cunha. O diretor de Políticas Penitenciárias do Ministério da Justiça classificou “essa área” como muito “difícil para a gestão pública” e pontuou: “O Depen quer reverter esse quadro. Começamos pela transparência do diagnóstico”.

Retrato do sistema prisional brasileiro

Hoje, a população feminina em situação de prisão no Brasil é formada por 27.762 mulheres, o que corresponde a 6,3% da população carcerária total de 440.013 pessoas presas no País. O delito criminoso mais cometido pelas mulheres é o tráfico de drogas, causa de 43,75% das prisões. A maioria das mulheres está em regime fechado (47,37%), seguido pelo semi-aberto (35,40) e provisório (17,09%). Está na faixa de 18 a 24 anos (27,15) e de 25 a 29 anos (24,35). São elas pardas (44,07%), brancas (37,88%) e negras (16,41%).
Entre as estrangeiras, as bolivianas (22,7%) aparecem em primeiro lugar, sendo seguidas pelas sul-africanas (17,17%). Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) também indicam que 2% das mulheres em situação de prisão no Brasil estão grávidas ou em período de lactação. A cobertura do sistema penitenciário no País possui 58 estabelecimentos prisionais femininos e 450 com espaços reservados para as mulheres.
fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO (QUA, 29 DE OUTUBRO DE 2008 20H42MIN)

(Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal. Sessão Justiça, 28/10/2008. Disponível em: http://www.forumplp.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=912:populacao-feminina-em- situacao-de-prisao-no-brasil-triplica-em-menos-de-10-anos&amp;catid=137:dh2&amp;Itemid=314)


Predomina no texto I a seguinte característica do gênero reportagem:
Alternativas
Respostas
4001: B
4002: E
4003: C
4004: E
4005: E
4006: A
4007: C
4008: E
4009: A
4010: D
4011: C
4012: D
4013: D
4014: B
4015: D
4016: B
4017: A
4018: E
4019: C
4020: A