Questões de Concurso Sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português

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Q262638 Português
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Com relação aos sentidos do poema acima e ao nível de
formalidade da linguagem nele empregada, julgue os itens a seguir.

Em “Eu olho eles, espeto eles,/Corto eles” (v.4-5), o pronome pessoal “eles” ocupa a função de objeto direto, estrutura própria da linguagem oral informal e coloquial. Na linguagem culta escrita, essa estrutura seria inaceitável.

Alternativas
Q261099 Português
O verbo em destaque, retirado do Texto II, tem seu complemento verbal explicitado em:

Alternativas
Q261097 Português
No Texto II, a palavra (ou expressão) que completa sintaticamente o verbo avistara no período “Além do mais, não seriam aquelas aves as mesmas que havia menos de três anos ao navegar por águas destas latitudes o grande Vasco da Gama também avistara?” (L. 28-31) é

Alternativas
Q236765 Português
A alternativa em que o termo destacado funciona como agente (e não como paciente) do termo anterior é:
Alternativas
Q220644 Português
Atenção: As questões de números 11 a 15 referem-se ao
texto abaixo.

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... riscos de um intenso tremor devastar a cidade. (final do texto)

Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
Alternativas
Q213388 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

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Com base no período “De fato, há um prazer na própria intensidade dos sentimentos; por isso, desconfio um pouco das palavras com as quais os manifestamos.”, analise os itens a seguir:

I. Osujeito do verbo “haver” é oracional.

II. O objeto indireto da forma verbal “desconfio” é: DAS PALAVRAS.

III. O pronome oblíquo OS age como objeto direto de MANIFESTAMOS.

Assinale:
Alternativas
Q210593 Português
Bárbaros
A hipocrisia é uma característica comum dos impérios,
mas alguns exageram. Quando a rainha Vitória se declarou chocada
com os bárbaros chineses em revolta contra os ingleses,
no fim do século XIX, não mencionou que a revolta era uma
reação dos chineses à obrigação de importar o ópio que os
ingleses plantavam na Índia, tendo destruído sua agronomia no
processo.
Os ingleses obrigavam os hindus a abandonarem culturas
tradicionais para produzir o ópio e foram à guerra para
obrigar os chineses a consumi-lo, num momento particularmente
bárbaro de sua história.
Havia sempre bárbaros convenientes nas fronteiras dos
impérios: orientais fanáticos, monstros primitivos, tiranos sanguinários.
Legitimavam a conquista colonial, transformando-a
em missão civilizadora, enobreciam a raça conquistadora pelo
contraste e – em episódios como o da Guerra do Ópio – disfarçavam
a barbaridade maior dos civilizados alegando a truculência
já esperada de raças inferiores.
As razões do mais forte continuam chamando-se razões
históricas. As razões dos mais fracos são “protestos raivosos
desses bárbaros rebeldes”, que teimam em se opor à sua dominação
pelos mais fortes. E como são os vencedores que se
encarregam de contar a História...
(Adaptado de Luís Fernando Veríssimo, O mundo é bárbaro)
O termo sublinhado em Sabe-se quão barbaramente os ingleses subjugaram os hindus exerce a função de ......, a mesma função sintática que é exercida por ...... na frase Cometeram-se incontáveis violências contra os hindus.

Preenchem corretamente as lacunas do enunciado acima, respectivamente:
Alternativas
Q210250 Português
O termo sublinhado em Sabe-se quão barbaramente os ingleses subjugaram os hindus exerce a função de ......, a mesma função sintática que é exercida por ...... na frase Cometeram-se incontáveis violências contra os hindus.
Preenchem corretamente as lacunas do enunciado acima, respectivamente:

Alternativas
Q196107 Português
Julgue o item que se segue,relativos às estruturas sintáticas e semânticas do texto.

Com correção gramatical, o trecho “ao princípio de que o sistema democrático representativo" (l.13-14) poderia ser reescrito da seguinte forma: ao princípio que o sistema democrático representativo.
Alternativas
Q104332 Português
Com referência às ideias do texto acima e às estruturas nele empregadas, julgue os itens seguintes.

No trecho "descritos por Maquiavel" Imagem 005.jpg , a expressão “por Maquiavel” designa o agente da ação expressa pela forma nominal "descritos".
Alternativas
Q2930026 Português

Atenção: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto abaixo.


"Nenhum homem é uma ilha", escreveu o inglês John Donne em 1624, frase que atravessaria os séculos como um dos lugares-comuns mais citados de todos os tempos. Todo lugar- comum, porém, tem um alicerce na realidade ou nos sentimentos humanos – e esse não é exceção. Durante toda a história da espécie, a biologia e a cultura conspiraram juntas para que a vida humana adquirisse exatamente esse contorno, o de um continente, um relevo que se espraia, abraça e se interliga.

A vida moderna, porém, alterou-o de maneira drástica. Em certos aspectos partiu o continente humano em um arquipélago tão fragmentado que uma pessoa pode se sentir totalmente separada das demais. Vencer tal distância e se reunir aos outros, entretanto, é um dos nossos instintos básicos. E é a ele que atende um setor do mercado editorial que cresce a passos largos: o da autoajuda e, em particular, de uma autoajuda que se pode descrever como espiritual. Não porque tenha necessariamente tonalidades religiosas (embora elas, às vezes, sejam nítidas), mas porque se dirige àquelas questões de alma que sempre atormentam os homens. Como a perda de uma pessoa querida, a rejeição ou o abandono, a dificuldade de conviver com os próprios defeitos e os alheios, o medo da velhice e da morte, conflitos com os pais e os filhos, a frustração com as aspirações que não se realizaram, a perplexidade diante do fim e a dúvida sobre o propósito da existência. Questões que, como séculos de filosofia já explicitaram, nem sempre têm solução clara – mas que são suportáveis quando se tem com quem dividir seu peso, e esmagadoras quando se está só.

As mudanças que conduziram a isso não são poucas nem sutis: na sua segunda metade, em particular, o século XX foi pródigo em abalos de natureza social que reconfiguraram o modo como vivemos. O campo, com suas relações próximas, foi trocado em massa pelas cidades, onde vigora o anonimato. As mulheres saíram de casa para o trabalho, e a instituição da "comadre" virtualmente desapareceu. Desmanchou-se também a ligação quase compulsória que se tinha com a religião, as famílias encolheram drasticamente não só em número de filhos mas também em sua extensão. A vida profissional se tornou terrivelmente competitiva, o que acrescenta ansiedade e reduz as chances de fazer amizades verdadeiras no local de trabalho. Também o celular e o computador fazem sua parte, aumentando o número de contatos de que se desfruta, mas reduzindo sua profundidade e qualidade.

Perdeu-se aquela vasta rede de segurança que, é certo, originava fofoca e intromissão, mas também implicava conselhos e experiência, valores sólidos e afeição desprendida, que não aumenta nem diminui em função do sucesso ou da beleza. Essa é a lacuna da vida moderna que a autoajuda vem se propondo a preencher: esse sentido de desconexão que faz com que em certas ocasiões cada um se sinta como uma ilha desgarrada do continente e sem meios de se reunir novamente a ele.


(Isabela Boscov e Silvia Rogar. Veja, 2 de dezembro de 2009, pp. 141–143, com adaptações)

Todo lugar-comum, porém, tem um alicerce na realidade ou nos sentimentos humanos ... (1o parágrafo)


A frase cujo verbo exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima é:

Alternativas
Q2904447 Português

Na frase: “Meu filho acredita em mula-sem-cabeça”, o termo sublinhado tem a função sintática de:

Alternativas
Q2872711 Português

Texto 02 para as questões 11 e 12.

“Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la." (Cícero)

Em relação aos verbos sublinhados no texto 02, é CORRETO afirmar que

Alternativas
Q2785218 Português
not valid statement found

A expressão destacada NÃO é complemento nominal no item:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: CODEBA Prova: FGV - 2010 - CODEBA - Administrador |
Q1389437 Português

A respeito da estrutura sintática do título, analise as afirmativas a seguir:


I. O período está na voz passiva.

II. O predicado é verbo-nominal.

III. Há uma ocorrência de complemento nominal.


Assinale

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FEPESE Órgão: CRC-SC
Q1224954 Português
Considere o enunciado:
“O consumo consciente é fundamental para que as pessoas entendam que a presença dos seres humanos no planeta não é neutra, e que os recursos naturais são finitos.”
Com base no enunciado acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q861543 Português

Texto 1

                             Quanto mais caro, melhor


      O cigarro, que já foi acessório de sedução nos filmes de Hollywood, é hoje malvisto pela maioria das pessoas. Mesmo assim, um contingente de 1,3 bilhão de pessoas insiste em continuar fumando. Há um consenso entre praticamente todos os governos de que é preciso baixar esse número até que o hábito de fumar seja extinto no planeta. Os fumantes custam fortunas aos sistemas de saúde pública e colaboram decisivamente para os índices de morte prematura em todos os países. Na semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou um aumento nos impostos federais que incidem sobre os cigarros no Brasil. A medida elevará o preço dos maços de cigarros entre 20% – no caso das marcas mais populares – e 25%. O governo espera que o aumento do imposto sobre o cigarro compense a perda de receita com os benefícios fiscais concedidos ao setor de automóveis e de material de construção como recurso para enfrentar a crise econômica. Seu efeito paralelo, com certeza, será uma melhoria na saúde do brasileiro. Estudos da Organização Mundial de Saúde indicam que um aumento de 10% nos impostos sobre o fumo geralmente acarreta uma queda de 4% no consumo de cigarros, no caso dos países desenvolvidos, e de 8% nos países em desenvolvimento.

      O aumento de impostos, as restrições aos locais onde se pode fumar e a proibição da publicidade de cigarros são hoje as três ferramentas mais eficazes no combate ao tabagismo. Na semana passada, o Congresso americano praticamente triplicou os impostos que incidem sobre os cigarros.Antes o preço de cada maço embutia 39 centavos de dólar de imposto – agora, esse valor é de 1,01 dólar. Segundo as estatísticas, todo ano o cigarro mata 440 000 americanos – mais do que em toda a II Guerra. No Brasil, são 200 000 mortes anuais ligadas aos males decorrentes do consumo de tabaco. A União Europeia determina que os impostos sobre cigarros devem representar pelo menos 57% do preço de cada maço. Até 2014, a UE pretende elevar esse percentual para 63%. O país que mais combate o fumo na Europa é a Inglaterra. O aumento de impostos aplicado no ano passado quadruplicou o preço dos maços de cigarros. A proibição de fumar em locais públicos fechados, como restaurantes e universidades, é hoje uma tendência mundial. Cerca de 50% dos americanos e 90% dos canadenses moram em cidades onde essa norma já foi implantada. Em Paris, é proibido fumar nos cafés. Nos famosos pubs londrinos, já não é permitido acompanhar com baforadas as canecas de cerveja quente.

      No Brasil, a campanha antifumo começou para valer em 1996, quando o governo restringiu ao horário noturno a propaganda de cigarros no rádio e na televisão. Em 1998, o fumo foi proibido nos aviões. Inicialmente, quando a aeromoça anunciava a proibição pelo microfone, muitos passageiros comemoravam com palmas. Em 2000, a propaganda tabagista foi proibida em todos os meios de comunicação. No ano seguinte, vetou-se o patrocínio dos eventos culturais e esportivos por parte dos fabricantes de cigarros, que foram obrigados a estampar fotos chocantes nos maços. A eficácia dessas medidas foi enorme. Em 1989, 35% da população brasileira era fumante – em 2006, esse índice baixou para 17%. NaAssembleia Legislativa do Estado de São Paulo está prevista para esta semana a votação de uma lei que não só proíbe o fumo em lugares públicos fechados como extingue a peculiar instituição dos fumódromos – locais em prédios de escritórios onde se refugiam os fumantes. No Rio de Janeiro, no ano passado, um decreto da prefeitura extinguiu os fumódromos e instituiu multa para os infratores de até 75 000 reais. No Recife, há um ano não se pode fumar em locais fechados – e até mesmo em locais ao ar livre, caso se comprove que a fumaça não se dispersa com facilidade.

      A má fama do cigarro nas sociedades atuais pode prejudicar os fumantes em situações diversas. Uma pesquisa sobre ambientes corporativos encomendada pela indústria farmacêutica Pfizer mostrou que, nas empresas brasileiras, 44% dos funcionários e 80% dos patrões acham que os não fumantes são mais produtivos. “De cada dez currículos que recebemos para uma vaga, pelo menos um traz no final 'não fumante', e, isso pesa na decisão do empregador”, diz Augusto Costa, diretor-geral da consultoria de recursos humanos Manpower, de São Paulo. Nos Estados Unidos, os fumantes pagam entre 15% e 20% mais por um seguro de vida. Caso o prêmio da apólice seja superior a 100 000 dólares, as seguradoras obrigam o cliente a fazer um checkup médico que pode detectar, entre outros males, o tabagismo. No Brasil, duas grandes seguradoras já cobram preços mais altos de clientes que fumam. Parece claro que, um dia, o cigarro será lembrado como uma esquisitice do passado da humanidade.

               (Duda Teixeira e Carolina Romanini, in Revista Veja,08/04/2009)

O termo grifado em: “A má fama do cigarro nas sociedades atuais pode prejudicar os fumantes em situações diversas.”, exerce função sintática de:
Alternativas
Q691818 Português
Texto I 
Futebol-esporte
    É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos, ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
  “O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as situações mais difíceis em gol, era uma representação da vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas situações, transformando-as em favoráveis quando tudo indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
  Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer: resolve os seus problemas.
  A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas, ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com a vida do homem e em especial com a vida em sociedade, pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan propagandista do Presidente Médici.
  Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social, ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem, lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
   [....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández) 
Os termos sublinhados em “luta por algo ou representação de algo” desempenham a mesma função sintática que:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CETRO Órgão: ANVISA Prova: CETRO - 2010 - ANVISA - Técnico Administrativo |
Q642419 Português

Leia o texto abaixo, que sofreu pequenas adaptações e alterações, extraído da obra Estação Carandiru, de Drauzio Varella, para responder à questão.

      São tantas as situações que se apresentam na cadeia que uma vida é pouco para conhecê-las. Essa lição de humildade dada pelos cadeeiros mais experientes ajudou-me a relaxar e a desenvolver técnicas defensivas para não ser feito de idiota o tempo todo.

      A advertência clara do Pedrinho, de que eu não podia contar com meus auxiliares para desmascarar os farsantes, tornou-me mais atento às expressões faciais. Enquanto o doente fala; há que olhá-lo direto nos olhos, mudo, o olhar fixo por uns segundos a. mais após o término de cada frase. Nos momentos de dúvida, deixar cair o silêncio, abaixar a cabeça sobre a ficha médica como se fosse escrever e dar um bote com os olhos na direção dos enfermeiros e quem mais esteja por perto, para surpreender neles as expressões de descrédito. 

      Com a experiência que a repetição traz, ganhei segurança como médico e espontaneidade no trato com a malandragem. Devagar, aprendi que a cadeia infantiliza o homem e que tratar de presos requer sabedoria pediátrica. Muitas vezes é suficiente deixá-los se queixar ou simplesmente concordar com a intensidade do sofrimento que referem sentir, para aliviá-los. O ar de revolta que muitos traziam para a consulta desaparecia depois que lhes palpava o corpo e auscultava pulmões e coração. No final, não era raro encontrar ternura no olhar deles. A paciência de escutar e o contato do exame físico desarmavam o ladrão.

      A comida servida na Casa de Detenção ê triste. Depois de alguns dias, não há cristão que consiga digeri-la; a queixa é geral. Os que não têm ganha-pão na própria cadeia ou família para ajudar sofrem. Riquíssima em amido e gordura, a dieta, entretanto, engorda. Obesidade aliada à falta de exercício físico é um dos problemas de saúde na Detenção.

      As galerias são lavadas todo final de tarde pelos "faxinas", um grupo de homens que constitui a espinha dorsal da cadeia. Tudo é limpo, ninguém ousa jogar lixo nas áreas internas. É raro ver um xadrez sujo, e, quando acontece, seus ocupantes são chamados de maloqueiros, com desdém. Na Copa de 94, assisti Brasil versus Estados Unidos num xadrez com 25 presos, no pavilhão Dois. Não havia um cisco de pó nos móveis, o chão dava gosto de olhar. Em sistema de rodízio, cada ocupante era responsável pela faxina diária. 

Levando em consideração as afirmações do texto e as orientações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
2641: C
2642: B
2643: A
2644: E
2645: A
2646: B
2647: C
2648: C
2649: E
2650: E
2651: C
2652: E
2653: B
2654: D
2655: E
2656: D
2657: C
2658: E
2659: A
2660: E