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Questões de Concurso Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

Foram encontradas 4.573 questões

Q4184076 Português
Considere o período abaixo:

“Os concorrentes demonstram que exames qualificatórios têm desdobramentos inevitáveis na qualidade de vida a curto prazo.”

Em relação ao verbo “têm”, assinale a alternativa que classifica corretamente o seu sujeito, considerando a estrutura sintática do período e a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4184072 Português
As regras de concordância verbal admitem variações condicionadas por fatores sintáticos e semânticos, especialmente quando o núcleo do sujeito apresenta valor coletivo, partitivo ou expressões de quantidade. Em textos formais, o reconhecimento dessas estruturas é essencial para a adequação à norma-padrão.
Com base nessas considerações, assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta, segundo a norma padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4183740 Português

Maior Sorte


O médico me olhou achando graça.


"Parece até que você está indo ao cinema" comentou sobre meu relaxamento.


Tentei falar que talvez tivesse algo a ver com a epidural, mas as palavras não saíram, e só consegui esboçar um sorriso indeciso. As paredes brancas eram tão claras que me cegavam como se fosse um quarto escuro feito breu, e logo caí num sono profundo. A próxima coisa que me lembro foram os gritos.


Eu os ouvia através de um véu, que tornava o som oco e distante, ainda que me perfurassem. Sua dor, eu acredito, doía mais em mim do que em você.


De repente, como que por mágica, o silêncio reinou.


Olho para baixo e lá está você, com a cabecinha mole que tanto me aterrorizou nos meses seguintes, encostada no meu peito. Você era uma paz que eu nunca soube ter. Apesar do parto tranquilo, você estava virada. O médico não te retirou, como é de praxe, pela cabeça, mas pela sua bundinha de neném. Ele brincou que você nasceu com o bumbum virado pra lua, mas eu sabia que isso não era brincadeira nenhuma. A sua primeira sorte foi ter vindo de mim. O que são casualidades e probabilidades se não esse conceito místico e até vulgar que chamamos de boa ou má sorte? Eu gostaria de entender, mas vou deixar essa para os filósofos. Só sei que a calmaria do seu nascimento foi um presságio de todos os trevos de quatro folhas que você encontraria ao longo da vida. A sua segunda sorte deve ter sido como nunca te deixei cair de maneira fatal, como você sempre atravessou a rua de forma segura, mesmo que soltasse as minhas mãos, que nunca deixaram de buscar as suas, e que por sua vez só buscavam independência. Para ficar vivo, necessita-se de uma baita sorte. E, por te ter comigo, ganhei na loteria.


MAGALHÃES, Lívia Batista. Maior sorte. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir: número 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 14 abr. 2026.

Considerando o funcionamento da concordância verbal no trecho "A próxima coisa que me lembro foram os gritos", assinale a alternativa que explica corretamente a flexão do verbo "foram", levando em conta a relação entre os termos da oração e os efeitos de sentido produzidos.
Alternativas
Q4183641 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chegada do El Niño amplia monitoramento e ações de preparação


O planejamento de ações de preparação para possíveis desastres naturais devido à atuação do El Niño foi tema do Bate-Papo com a Defesa Civil nesta quinta-feira (28). O encontro virtual também abordou as características do fenômeno e as previsões climáticas para os próximos meses.

Mediador do evento, o coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), Tiago Schnorr, iniciou o bate-papo destacando a necessidade de fortalecimento dos órgãos do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil diante do cenário, priorizando a proteção da população. "Fazemos uma reunião diária com representantes desses órgãos para debater informações atualizadas sobre as previsões climáticas no País. Com muita frequência, também abordamos todas as questões relacionadas ao El Niño e seus impactos. O monitoramento da situação é constante", afirmou.

No encontro desta quinta, especialistas trouxeram uma explicação técnica sobre o El Niño-Oscilação Sul (ENOS), um dos principais fenômenos com influência no clima global. Ele ocorre devido a mudanças na temperatura das águas do Oceano Pacífico e na circulação atmosférica, sendo composto por três fases: El Niño, marcado pelo aquecimento das águas; La Niña, caracterizada pelo resfriamento das águas; e neutralidade, quando não há atuação das outras fases.

"É um fenômeno natural, percebido há mais de cem anos. De maneira geral, quando há o aumento da temperatura média do Pacífico Tropical persistente por alguns meses, cinco ou seis, o El Niño está configurado. É necessário que tenhamos, pelo menos, meio grau acima da média em toda a região central do Pacífico", completou o coordenador de Monitoramento e Previsão Climática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Mozar Salvador.

O meteorologista do Grupo de Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Fábio Rocha, alertou para o cenário atual. "Já estamos presenciando o aquecimento gradativo das águas do Pacífico Tropical, mas o fenômeno ainda não está estabelecido", esclareceu Fábio, ressaltando o grande impacto nas condições climáticas do planeta.

No Brasil, um dos lugares mais impactados pela atuação do ENOS é o Rio Grande do Sul. O fenômeno potencializa o transporte de umidade da região amazônica para o estado, o que sustenta sistemas de baixa pressão sobre a região, resultando em tempestades e inundações. "Por outro lado, o El Niño inibe as chuvas nas regiões Norte e Nordeste", acrescentou o meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem substituto do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Giovanni Dolif.

O coordenador de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Coronel Luciano Chaves Boeira, compartilhou o que tem sido feito no estado para aumentar a proteção das pessoas. "A pauta do El Niño traz uma angústia enorme ao povo gaúcho. O Rio Grande do Sul tem se preparado para possíveis desastres a partir do fortalecimento e ampliação das estruturas, com a criação de novos cargos e a chegada de especialistas. São profissionais da engenharia, arquitetura, hidrologia, meteorologia, geologia, geoprocessamento, entre outros. Isso vai aumentar nossa capacidade de preparação, resposta e suporte aos municípios", concluiu.


https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/chegada-do-el-nino-amplia-monito ramento-e-acoes-de-preparacao
"No encontro desta quinta, especialistas trouxeram uma explicação técnica sobre o El Niño-Oscilação Sul (ENOS), um dos principais fenômenos com influência no clima global."
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:
(__)O verbo 'trazer' está corretamente flexionado no plural, concordando com o sujeito simples 'especialistas', que se encontra anteposto ao verbo.
(__)Caso o sujeito fosse 'O especialista com sua equipe', o verbo 'trazer' poderia ficar tanto no singular quanto no plural, de acordo com a norma-padrão.
(__)O verbo 'trazer' está corretamente empregado na frase 'Uma equipe de especialistas trouxe uma explicação sobre o El Niño-Oscilação Sul', uma vez que concorda adequadamente com o núcleo do sujeito, que está no singular, embora também pudesse ser flexionado no plural.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q4183412 Português
Assinale a alternativa que contém uma oração sem sujeito:
Alternativas
Q4181882 Português

Um mar de fogueirinhas

(inspirado em Eduardo Galeano)




Em consideração ao fragmento textual “Algumas brilham serenas” (l. 4), o elemento sublinhado exerce a função sintática de:
Alternativas
Q4179938 Português

Brasil ultrapassa 100 mil escolas públicas com internet gratuita e de qualidade 


Mais de 100 mil escolas públicas brasileiras já contam com internet gratuita e de qualidade para uso pedagógico. O marco histórico representa um avanço na transformação digital da educação pública e faz parte do programa Escolas Conectadas, coordenado pelos Ministérios da Educação (MEC) e das Comunicações (MCom), com execução da Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (EACE).


Com as atualizações mais recentes do Indicador Escolas Conectadas (Inec), feitas no fim de abril, o Brasil conta, até o momento, com 100.720 escolas públicas com internet de qualidade. O número representa 72,9% do universo de 138.086 instituições de ensino existentes no país operando dentro dos parâmetros adequados de conectividade.


O ministro das Comunicações destacou que o avanço é resultado de um amplo esforço de infraestrutura iniciado em 2023. Naquele período, apenas 45,4% das escolas brasileiras tinham acesso à conectividade considerada adequada.


Os números mostram crescimento acelerado do programa. Em dezembro de 2024, o índice de conectividade adequada nas escolas chegou a 57,3%. No fim de 2025, avançou para 69,7%. Em abril de 2026, o país alcança quase 73% das escolas públicas conectadas dentro dos parâmetros ideais de qualidade.


Além de ampliar o acesso, o programa atua para garantir internet estável, veloz e distribuída dentro das escolas por meio de redes Wi-Fi adequadas ao uso pedagógico. O foco é permitir o acesso a plataformas educacionais, aulas digitais, capacitação de professores e ferramentas de inovação no ambiente escolar.


O maior salto proporcional ocorreu na Região Norte, onde os desafios logísticos e geográficos historicamente dificultam o acesso à conectividade. Em dezembro de 2023, apenas 23,6% das escolas da região tinham internet adequada. O índice subiu para 36,7% em 2024, alcançou 60,5% em 2025 e chegou a 64,3% em abril de 2026. O avanço reduziu desigualdades regionais e levou internet de qualidade a escolas antes isoladas digitalmente. 


A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC) é uma iniciativa do governo federal, em parceria com estados e municípios, para universalizar a conectividade com fins pedagógicos em todas as escolas públicas de educação básica do país. O programa também prevê apoio à aquisição e melhoria de equipamentos e dispositivos tecnológicos, fortalecendo a inclusão digital e ampliando o acesso de milhões de estudantes à educação conectada.


https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202605/brasil-ultrapassa-100-mil -escolas-publicas-com-internet-gratuita-e-de-qualidade-adaptado 

"Além de ampliar o acesso, o programa atua para garantir internet estável, veloz e distribuída dentro das escolas por meio de redes Wi-Fi adequadas ao uso pedagógico."


A respeito da predicação presente no período, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q4179602 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Cooperativa que produz açaí no Amapá fecha contrato de cinco anos com gigante chinesa 


A cooperativa dos produtores extrativistas de açaí do estado do Amapá (Amazonbai) firmou parceria com a segunda maior rede de distribuição de alimentos chinesa para o fornecimento de toda a safra de açaí pelos próximos cinco anos, totalizando 15 mil toneladas do produto. A negociação ocorreu durante a Sial China, maior feira de alimentos da Ásia. 


A Amazonbai faz parte da Rota do Açaí, inserida nas Rotas de Integração Nacional, iniciativa do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que tem como objetivo o fortalecimento de sistemas produtivos locais e a promoção do desenvolvimento regional sustentável.


A participação da Amazonbai e de outras sete cooperativas — todas integrantes das Rotas de Integração Nacional — na Sial China contou com investimento de R$ 207 mil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). São elas: União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes Brasil), Unicafes Bahia, IPE Unicafes, Cooperativa Grande Sertão, Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (COOPERCUC) e Cooperativa Agropecuária Regional de Palmeira dos Índios (Carpil). A participação das cooperativas no evento possibilita a apresentação de produtos sustentáveis brasileiros ao público asiático. 


O presidente da Amazonbai, Amiraldo Picanço, comemorou a parceria internacional e o apoio do MIDR. "Que o produto da Amazonbai e das outras cooperativas da Rota de Integração possa ser distribuído neste continente, neste mercado tão promissor.


Para o secretário nacional substituto de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Edgar Caetano, o financiamento do intercâmbio de produtores beneficiados pelas Rotas de Integração Nacional na Sial 2026, maior feira de alimentos e bebidas da Ásia e uma das maiores do mundo, demonstra a relevância dessa estratégia para a valorização dos produtos.


A Sial China é a maior feira de alimentos da Ásia e uma das maiores do planeta. A edição de 2026 ocorreu entre os dias 18 e 20 de maio, em Xangai. Nesta edição, o Brasil enviou 82 empresas exportadoras para a feira, um recorde em relação às 54 da edição anterior.


 A inserção das cooperativas no evento busca ampliar o acesso de suas produções, apoiadas pelas Rotas de Integração Nacional, a mercados internacionais; promover o reconhecimento internacional das Rotas como modelo de política pública para o desenvolvimento regional; e estabelecer alianças estratégicas entre instituições públicas, privadas e comunitárias dos países visitados e os territórios brasileiros.


https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202605/acai-do-amapa-conquist a-mercado-chines-adaptado 

"A negociação ocorreu durante a Sial China, maior feira de alimentos da Ásia."
No que se refere à predicação verbal do trecho acima, complete a lacuna a seguir:
No trecho, o predicado é ____.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Alternativas
Q4178866 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Cooperativa que produz açaí no Amapá fecha contrato de cinco anos com gigante chinesa 


A cooperativa dos produtores extrativistas de açaí do estado do Amapá (Amazonbai) firmou parceria com a segunda maior rede de distribuição de alimentos chinesa para o fornecimento de toda a safra de açaí pelos próximos cinco anos, totalizando 15 mil toneladas do produto. A negociação ocorreu durante a Sial China, maior feira de alimentos da Ásia. 


A Amazonbai faz parte da Rota do Açaí, inserida nas Rotas de Integração Nacional, iniciativa do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), que tem como objetivo o fortalecimento de sistemas produtivos locais e a promoção do desenvolvimento regional sustentável.


A participação da Amazonbai e de outras sete cooperativas — todas integrantes das Rotas de Integração Nacional — na Sial China contou com investimento de R$ 207 mil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). São elas: União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes Brasil), Unicafes Bahia, IPE Unicafes, Cooperativa Grande Sertão, Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (COOPERCUC) e Cooperativa Agropecuária Regional de Palmeira dos Índios (Carpil). A participação das cooperativas no evento possibilita a apresentação de produtos sustentáveis brasileiros ao público asiático. 


O presidente da Amazonbai, Amiraldo Picanço, comemorou a parceria internacional e o apoio do MIDR. "Que o produto da Amazonbai e das outras cooperativas da Rota de Integração possa ser distribuído neste continente, neste mercado tão promissor.


Para o secretário nacional substituto de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Edgar Caetano, o financiamento do intercâmbio de produtores beneficiados pelas Rotas de Integração Nacional na Sial 2026, maior feira de alimentos e bebidas da Ásia e uma das maiores do mundo, demonstra a relevância dessa estratégia para a valorização dos produtos.


A Sial China é a maior feira de alimentos da Ásia e uma das maiores do planeta. A edição de 2026 ocorreu entre os dias 18 e 20 de maio, em Xangai. Nesta edição, o Brasil enviou 82 empresas exportadoras para a feira, um recorde em relação às 54 da edição anterior.


 A inserção das cooperativas no evento busca ampliar o acesso de suas produções, apoiadas pelas Rotas de Integração Nacional, a mercados internacionais; promover o reconhecimento internacional das Rotas como modelo de política pública para o desenvolvimento regional; e estabelecer alianças estratégicas entre instituições públicas, privadas e comunitárias dos países visitados e os territórios brasileiros.


https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202605/acai-do-amapa-conquist a-mercado-chines-adaptado 

"A participação da Amazonbai e de outras sete cooperativas — todas integrantes das Rotas de Integração Nacional — na Sial China contou com investimento de R$ 207 mil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). São elas: União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes Brasil), Unicafes Bahia, IPE Unicafes, Cooperativa Grande Sertão, Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (COOPERCUC) e Cooperativa Agropecuária Regional de Palmeira dos Índios (Carpil)."
Com base nas regras de concordância, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O verbo 'contar' no singular está correto, pois o sujeito é um núcleo nominal anteposto ao verbo, que rege a concordância verbal adequadamente.
(__)O verbo 'contar' no singular decorre da presença do aposto 'todas integrantes das Rotas de Integração Nacional', que suspende a concordância com os termos anteriores.
(__)O verbo 'contar' deveria estar no plural, 'contaram', pois o sujeito é composto, formado por dois núcleos 'Amazonbai' e 'cooperativas', o que determina a forma plural.
(__)Caso o sujeito fosse '90% das cooperativas', o verbo 'contar' poderia ser flexionado tanto no singular quanto no plural, pois expressões percentuais seguidas de substantivo plural admitem concordância com qualquer dos dois termos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q4177894 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Estava aqui pensando


    Às vezes tenho a impressão de que o que nos falta é a capacidade de realizarmos uma espécie de autoanálise. Pensarse. Somos uma sociedade paradoxal, afinal, ao mesmo tempo que não paramos de pensar, não nos pensamos. Pensar-se é ir a um encontro às cegas consigo mesmo. A gente sempre acha que se conhece e logo descobre que isso não é tão simples assim. Fazemos coisas estranhas. Estranhamos atitudes que temos. Ficamos impressionados como respondemos a determinadas situações, completamente ao contrário do que pensamos que faríamos. Pensar-se é um ótimo exercício de humildade, pois descobrimos que não somos donos dos nossos pensamentos, atitudes, afetos ou alma.


     Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos. É claro que fazer isso nos coloca diante do fato que, tomara, possamos sentir vergonha de algumas das nossas atitudes. Acho tão lindo quando descobrimos que não somos estas pessoas iluminadas que imaginamos ser. Temos uma tendência a repudiar nossas partes feias, desbocadas e julgadoras, tão essenciais de todos nós. Envergonhar-se de si é uma forma de buscarmos mudança. Sem reconhecer nossas falhas, não nos esforçaremos para fazer diferente. E mesmo assim, é preciso aprender que apesar de nossos esforços, muitas e muitas vezes, iremos fracassar e ter de começar tudo de novo outra vez. Porque não somos assim tão incríveis quanto achamos que somos.


    Escrevo isso e me lembro de alguns versos do poeta Mario Quintana, “esse estranho que mora no espelho (e é tão mais velho do que eu) olha-me de um jeito, de quem procura adivinhar quem sou”. Tão difícil de responder isso. A autoanálise é uma conversa consigo mesmo, com o compromisso de que não seja um simples bate-papo, mas com o intuito de descobrir em si o desconhecido. E sim, em nossos diálogos internos, por vezes, somos mais sinceros do que nas conversas com os outros. Digo isso, porque volta e meia me pego falando sozinha, assim como você que me lê. Apesar de parecer uma conversa unilateral é entre eu e mim. E, antes que alguém ache estranho, aposto que você tem um grupo no WhatsApp de você com você mesmo.


    Conversar consigo, pensar-se e refletir sobre quem se é e o que se tem feito é nos responsabilizarmos pelas nossas atitudes. Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, _________, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis. É verdade que mergulhar no mais profundo de nós traz _____ tona monstros, mas também revela uma capacidade humana de tentar ser melhor da próxima vez.

 

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No trecho “Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, malcriadas, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis”, observam-se diferentes relações morfossintáticas. Assim, analise as assertivas a seguir.
I. Em “Quando nós pensamos”, a palavra nós exerce função de sujeito explícito da forma verbal “pensamos”, e a oração introduzida por “quando” estabelece circunstância temporal em relação à oração seguinte.
II. Em “partes nossas que são impulsivas”, o termo que funciona como pronome relativo, retomando “partes nossas” e introduzindo uma oração de valor adjetivo.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4177893 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Estava aqui pensando


    Às vezes tenho a impressão de que o que nos falta é a capacidade de realizarmos uma espécie de autoanálise. Pensarse. Somos uma sociedade paradoxal, afinal, ao mesmo tempo que não paramos de pensar, não nos pensamos. Pensar-se é ir a um encontro às cegas consigo mesmo. A gente sempre acha que se conhece e logo descobre que isso não é tão simples assim. Fazemos coisas estranhas. Estranhamos atitudes que temos. Ficamos impressionados como respondemos a determinadas situações, completamente ao contrário do que pensamos que faríamos. Pensar-se é um ótimo exercício de humildade, pois descobrimos que não somos donos dos nossos pensamentos, atitudes, afetos ou alma.


     Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos. É claro que fazer isso nos coloca diante do fato que, tomara, possamos sentir vergonha de algumas das nossas atitudes. Acho tão lindo quando descobrimos que não somos estas pessoas iluminadas que imaginamos ser. Temos uma tendência a repudiar nossas partes feias, desbocadas e julgadoras, tão essenciais de todos nós. Envergonhar-se de si é uma forma de buscarmos mudança. Sem reconhecer nossas falhas, não nos esforçaremos para fazer diferente. E mesmo assim, é preciso aprender que apesar de nossos esforços, muitas e muitas vezes, iremos fracassar e ter de começar tudo de novo outra vez. Porque não somos assim tão incríveis quanto achamos que somos.


    Escrevo isso e me lembro de alguns versos do poeta Mario Quintana, “esse estranho que mora no espelho (e é tão mais velho do que eu) olha-me de um jeito, de quem procura adivinhar quem sou”. Tão difícil de responder isso. A autoanálise é uma conversa consigo mesmo, com o compromisso de que não seja um simples bate-papo, mas com o intuito de descobrir em si o desconhecido. E sim, em nossos diálogos internos, por vezes, somos mais sinceros do que nas conversas com os outros. Digo isso, porque volta e meia me pego falando sozinha, assim como você que me lê. Apesar de parecer uma conversa unilateral é entre eu e mim. E, antes que alguém ache estranho, aposto que você tem um grupo no WhatsApp de você com você mesmo.


    Conversar consigo, pensar-se e refletir sobre quem se é e o que se tem feito é nos responsabilizarmos pelas nossas atitudes. Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, _________, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis. É verdade que mergulhar no mais profundo de nós traz _____ tona monstros, mas também revela uma capacidade humana de tentar ser melhor da próxima vez.

 

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No período “Fazemos coisas estranhas”, o sujeito da forma verbal “fazemos” é classificado como: 
Alternativas
Q4177892 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Estava aqui pensando


    Às vezes tenho a impressão de que o que nos falta é a capacidade de realizarmos uma espécie de autoanálise. Pensarse. Somos uma sociedade paradoxal, afinal, ao mesmo tempo que não paramos de pensar, não nos pensamos. Pensar-se é ir a um encontro às cegas consigo mesmo. A gente sempre acha que se conhece e logo descobre que isso não é tão simples assim. Fazemos coisas estranhas. Estranhamos atitudes que temos. Ficamos impressionados como respondemos a determinadas situações, completamente ao contrário do que pensamos que faríamos. Pensar-se é um ótimo exercício de humildade, pois descobrimos que não somos donos dos nossos pensamentos, atitudes, afetos ou alma.


     Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos. É claro que fazer isso nos coloca diante do fato que, tomara, possamos sentir vergonha de algumas das nossas atitudes. Acho tão lindo quando descobrimos que não somos estas pessoas iluminadas que imaginamos ser. Temos uma tendência a repudiar nossas partes feias, desbocadas e julgadoras, tão essenciais de todos nós. Envergonhar-se de si é uma forma de buscarmos mudança. Sem reconhecer nossas falhas, não nos esforçaremos para fazer diferente. E mesmo assim, é preciso aprender que apesar de nossos esforços, muitas e muitas vezes, iremos fracassar e ter de começar tudo de novo outra vez. Porque não somos assim tão incríveis quanto achamos que somos.


    Escrevo isso e me lembro de alguns versos do poeta Mario Quintana, “esse estranho que mora no espelho (e é tão mais velho do que eu) olha-me de um jeito, de quem procura adivinhar quem sou”. Tão difícil de responder isso. A autoanálise é uma conversa consigo mesmo, com o compromisso de que não seja um simples bate-papo, mas com o intuito de descobrir em si o desconhecido. E sim, em nossos diálogos internos, por vezes, somos mais sinceros do que nas conversas com os outros. Digo isso, porque volta e meia me pego falando sozinha, assim como você que me lê. Apesar de parecer uma conversa unilateral é entre eu e mim. E, antes que alguém ache estranho, aposto que você tem um grupo no WhatsApp de você com você mesmo.


    Conversar consigo, pensar-se e refletir sobre quem se é e o que se tem feito é nos responsabilizarmos pelas nossas atitudes. Quando nós pensamos, nos deparamos com partes nossas que são impulsivas, horrendas, _________, infantis, maldosas, ciumentas e insuportáveis. É verdade que mergulhar no mais profundo de nós traz _____ tona monstros, mas também revela uma capacidade humana de tentar ser melhor da próxima vez.

 

Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

No trecho “Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se nos ajuda a chegar perto deste sujeito esquisito que somos”, observam-se diferentes relações morfossintáticas entre os termos. Analise as assertivas a seguir.


I. A sequência “Ter um pouco de sinceridade interior, uma certa coragem moral e habituar-se a questionar-se” exerce função de sujeito da forma verbal “ajuda”.


II. A forma verbal “ajuda” está no singular porque concorda com um sujeito oracional composto por formas nominais de verbo, entendido como uma unidade de sentido.


III. Em “deste sujeito esquisito”, o termo “esquisito” exerce função de adjunto adnominal, caracterizando o substantivo “sujeito”.


IV. Em “que somos”, o termo “que” funciona como conjunção integrante, introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta.


Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q4177388 Português
Leia o texto para responder a questão.


Animal mais letal do mundo é menor do que se pensa

Um milhão e meio de mortes por ano são causadas por

animais, mais de metade é devido a apenas um tipo deles


Por Paloma Lazzaro


    Tubarão, jacaré e onças são alguns dos animais que vêm à mente das pessoas quando o assunto é espécies mortíferas. No entanto, eles estão longe do topo da lista de bichos que causam mais mortes no planeta. Juntos, tubarões e crocodilos são responsáveis por apenas 156 óbitos anuais, de acordo com dados de organizações de saúde compilados pelo Our World in Data. O ser humano, que em si é a causa de morte de 600 mil membros da própria espécie por ano, também não é o primeiro colocado, mas o segundo. E o animal mais mortífero do mundo é bem menor que qualquer uma das espécies listadas previamente. Mosquitos são os responsáveis por mais mortes no mundo  

    No planeta, aproximadamente 760 mil pessoas por ano têm suas mortes causadas por mosquitos. Claro, uma picada em si não é o motivo desses óbitos, mas as doenças transmitidas pelos insetos. A malária é, por uma grande margem, a mais fatal de todas, sendo responsável por de 80% dessas mortes. Ela é transmitida e disseminada pelo mosquito Anopheles, e ainda mata cerca de meio milhão de crianças todos os anos. Outras 100 mil fatalidades anuais se devem a outras doenças, como a dengue e febre amarela, ambas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e encefalite japonesa, transmitida pelo mosquito Culex.  

    Cobras matam 100 mil pessoas por ano

    As cobras já são causa de medo em diversas pessoas, e os dados corroboram esse temor. Os répteis são responsáveis por, aproximadamente, 100 mil mortes por ano. Essa alta fatalidade se deve a como os ataques de cobras peçonhentas ocorrem. Boa parte deles se dá em áreas rurais, onde antídotos e tratamento rápido, necessários à sobrevivência no caso de uma picada, estão pouco disponíveis.

    Cachorros são 800 vezes mais fatais que que aranhas 

    O quarto colocado da lista de animais mortíferos é o melhor amigo do homem. Mortes causadas por cachorros somam 40 mil casos anuais. Assim como os mosquitos e as cobras, os cachorros não matam humanos por meio de feridas diretas ou os devorando, mas indiretamente. A raiva, doença viral com taxa de mortalidade próxima a 100%, é o grande pivô por trás de tantos óbitos. Atualmente, existe tratamento para a raiva feito com o soro antirrábico. Porém, assim como o tratamento para mordidas de cobra, ele deve ser administrado rapidamente, o que é difícil em regiões com pouca cobertura dos sistemas de saúde.


Disponível em https://exame.com/ciencia/animal-mais-letal-do-mundo-emenor-do-que-sepensa/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento  
Sobre a voz verbal da oração “Mosquitos causam a maioria das mortes no mundo” assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4177385 Português
Leia o texto para responder a questão.


Animal mais letal do mundo é menor do que se pensa

Um milhão e meio de mortes por ano são causadas por

animais, mais de metade é devido a apenas um tipo deles


Por Paloma Lazzaro


    Tubarão, jacaré e onças são alguns dos animais que vêm à mente das pessoas quando o assunto é espécies mortíferas. No entanto, eles estão longe do topo da lista de bichos que causam mais mortes no planeta. Juntos, tubarões e crocodilos são responsáveis por apenas 156 óbitos anuais, de acordo com dados de organizações de saúde compilados pelo Our World in Data. O ser humano, que em si é a causa de morte de 600 mil membros da própria espécie por ano, também não é o primeiro colocado, mas o segundo. E o animal mais mortífero do mundo é bem menor que qualquer uma das espécies listadas previamente. Mosquitos são os responsáveis por mais mortes no mundo  

    No planeta, aproximadamente 760 mil pessoas por ano têm suas mortes causadas por mosquitos. Claro, uma picada em si não é o motivo desses óbitos, mas as doenças transmitidas pelos insetos. A malária é, por uma grande margem, a mais fatal de todas, sendo responsável por de 80% dessas mortes. Ela é transmitida e disseminada pelo mosquito Anopheles, e ainda mata cerca de meio milhão de crianças todos os anos. Outras 100 mil fatalidades anuais se devem a outras doenças, como a dengue e febre amarela, ambas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e encefalite japonesa, transmitida pelo mosquito Culex.  

    Cobras matam 100 mil pessoas por ano

    As cobras já são causa de medo em diversas pessoas, e os dados corroboram esse temor. Os répteis são responsáveis por, aproximadamente, 100 mil mortes por ano. Essa alta fatalidade se deve a como os ataques de cobras peçonhentas ocorrem. Boa parte deles se dá em áreas rurais, onde antídotos e tratamento rápido, necessários à sobrevivência no caso de uma picada, estão pouco disponíveis.

    Cachorros são 800 vezes mais fatais que que aranhas 

    O quarto colocado da lista de animais mortíferos é o melhor amigo do homem. Mortes causadas por cachorros somam 40 mil casos anuais. Assim como os mosquitos e as cobras, os cachorros não matam humanos por meio de feridas diretas ou os devorando, mas indiretamente. A raiva, doença viral com taxa de mortalidade próxima a 100%, é o grande pivô por trás de tantos óbitos. Atualmente, existe tratamento para a raiva feito com o soro antirrábico. Porém, assim como o tratamento para mordidas de cobra, ele deve ser administrado rapidamente, o que é difícil em regiões com pouca cobertura dos sistemas de saúde.


Disponível em https://exame.com/ciencia/animal-mais-letal-do-mundo-emenor-do-que-sepensa/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento  
Na oração: “Atualmente, existe tratamento para a raiva feito com o soro antirrábico”, o sujeito é classificado como 
Alternativas
Q4177381 Português
Leia o texto para responder a questão.


Animal mais letal do mundo é menor do que se pensa

Um milhão e meio de mortes por ano são causadas por

animais, mais de metade é devido a apenas um tipo deles


Por Paloma Lazzaro


    Tubarão, jacaré e onças são alguns dos animais que vêm à mente das pessoas quando o assunto é espécies mortíferas. No entanto, eles estão longe do topo da lista de bichos que causam mais mortes no planeta. Juntos, tubarões e crocodilos são responsáveis por apenas 156 óbitos anuais, de acordo com dados de organizações de saúde compilados pelo Our World in Data. O ser humano, que em si é a causa de morte de 600 mil membros da própria espécie por ano, também não é o primeiro colocado, mas o segundo. E o animal mais mortífero do mundo é bem menor que qualquer uma das espécies listadas previamente. Mosquitos são os responsáveis por mais mortes no mundo  

    No planeta, aproximadamente 760 mil pessoas por ano têm suas mortes causadas por mosquitos. Claro, uma picada em si não é o motivo desses óbitos, mas as doenças transmitidas pelos insetos. A malária é, por uma grande margem, a mais fatal de todas, sendo responsável por de 80% dessas mortes. Ela é transmitida e disseminada pelo mosquito Anopheles, e ainda mata cerca de meio milhão de crianças todos os anos. Outras 100 mil fatalidades anuais se devem a outras doenças, como a dengue e febre amarela, ambas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, e encefalite japonesa, transmitida pelo mosquito Culex.  

    Cobras matam 100 mil pessoas por ano

    As cobras já são causa de medo em diversas pessoas, e os dados corroboram esse temor. Os répteis são responsáveis por, aproximadamente, 100 mil mortes por ano. Essa alta fatalidade se deve a como os ataques de cobras peçonhentas ocorrem. Boa parte deles se dá em áreas rurais, onde antídotos e tratamento rápido, necessários à sobrevivência no caso de uma picada, estão pouco disponíveis.

    Cachorros são 800 vezes mais fatais que que aranhas 

    O quarto colocado da lista de animais mortíferos é o melhor amigo do homem. Mortes causadas por cachorros somam 40 mil casos anuais. Assim como os mosquitos e as cobras, os cachorros não matam humanos por meio de feridas diretas ou os devorando, mas indiretamente. A raiva, doença viral com taxa de mortalidade próxima a 100%, é o grande pivô por trás de tantos óbitos. Atualmente, existe tratamento para a raiva feito com o soro antirrábico. Porém, assim como o tratamento para mordidas de cobra, ele deve ser administrado rapidamente, o que é difícil em regiões com pouca cobertura dos sistemas de saúde.


Disponível em https://exame.com/ciencia/animal-mais-letal-do-mundo-emenor-do-que-sepensa/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento  
Em “Boa parte deles se dá em áreas rurais...”, sobre o verbo estar no singular, assinale a alternativa correta. 
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Q4176978 Português
Por que o Panamá era tão importante para o comércio espanhol?

A história do Panamá é diretamente ligada ao comércio colonial. Desde o século XVI, o istmo funcionava como uma ponte terrestre entre dois mares. Assim, navios vindos do Pacífico descarregavam ouro, prata e outras mercadorias em portos como Panamá e Portobelo. Em seguida, carregadores transportavam as cargas por rotas terrestres até o Caribe. Esse sistema evitava a longa viagem pelo extremo sul do continente, no perigoso Cabo Horn. Portanto, ele reduzia tempo e riscos para a Coroa espanhola.

As chamadas rotas de ouro e prata organizavam o eixo desse sistema. Mineradores retiravam metais preciosos das minas do Peru, da Bolívia e de parte do que hoje é o Equador. Depois, comerciantes levavam essa riqueza pelos Andes e pela costa do Pacífico até chegar ao istmo. De lá, caravanas de mulas e guardas armados seguiam até os portos caribenhos. Essa dinâmica transformou o Panamá em centro logístico, financeiro e militar. Por isso, a Espanha mantinha controle rígido sobre a região e criava divisões administrativas para garantir eficiência na gestão do fluxo de riqueza. Além disso, fortaleceu fortificações e guarnições para proteger as rotas contra-ataques.

Fonte: Terra. Adaptado.
No trecho: “[...] navios vindos do Pacífico descarregavam ouro, prata e outras mercadorias [...]” (1º parágrafo), é CORRETO afirmar que o sujeito é: 
Alternativas
Q4176801 Português

Telemedicina: avanços e desafios na integração da tecnologia à prática médica 

A telemedicina, definida como o uso de tecnologias de comunicação e informação para fornecer cuidados de saúde à distância, tem se tornado uma ferramenta essencial na modernização dos sistemas de saúde globais. Desde sua implementação inicial, que remonta ao uso do telégrafo e do rádio para transmítir informações médicas, a telemedicina evoluiu significativamente, sendo potencializada pelo advento da internet e de tecnologias digitais avançadas. Essa prática ganhou relevância particular durante a pandemia de COVID-19, em que a necessidade de manter o distanciamento social impulsionou sua adoção em uma escala sem precedentes.

A pandemía de COVID-19, em particular, acelerou o processo de adoção da telemedicina em todo o mundo. As restrições impostas pela necessidade de isolamento social e o aumento da demanda por serviços de saúde forçaram muitos países a implementar rapidamente sistemas de telemedicina, mesmo onde anteriormente havia resistência ou regulamentações limitantes. No Brasil, a telemedicina foi regulamentada de forma emergencial em 2020, com a finalidade de garantir o atendimento a pacientes sem expô-los ao risco de contágio.

O conceito de telemedicina abrange uma ampla gama de aplicações, desde consultas simples por videoconferência até o monitoramento remoto de pacientes crônicos e intervenções cirúrgicas robóticas. A sua importância reside em sua capacidade de transformar a prática médica tradicional. Ela tem se tornado cada vez mais essencial no contexto global de saúde, especialmente diante das demandas crescentes por acessibilidade, qualidade e eficiência nos serviços médicos e pode proporcionar conveniência e acessibilidade para pacientes que precisam receber cuidados médicos sem a necessidade de deslocamento físico, economizando tempo e custos associados ao transporte e ao tempo de espera. Além disso, o uso de plataformas digitais reduz a sobrecarga de hospitais e clínicas, permitindo que os profissionais de saúde se concentrem em casos mais graves, o que melhora a eficiência do sistema como um todo. 

A telemedicina está redesenhando o panorama da saúde global. Seu futuro depende de como os desafios atuais serão enfrentados e de como as novas tecnologias serão integradas de maneira ética e inclusiva.



Fonte: LUZ, M. R. M. ef al Telemedicina: avanços e desafios na integração da tecnologia à prática médica. Revista Contemporânea, vol.4, n". 10, 2024 (com adaptações).

Analise a estrutura sintática da seguinte oração extraída do terceiro parágrafo do texto:
Ela tem se tornado cada vez mais essencial no contexto global de saúde...
A respeito do termo sublinhado e da correta classificação do seu sujeito segundo a gramática normativa, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4176533 Português

        O crescimento das casas de apostas online no Brasil impacta diretamente o consumo e a renda das famílias brasileiras. A facilidade de acesso e a promessa de ganhos rápidos atraem um número crescente de brasileiros, que, de acordo com um levantamento de uma instituição bancária, já gastaram cerca de 68 bilhões em jogos virtuais. Na mesma pesquisa, estima-se que 0,22% do PIB tenha sido destinado a apostas online nos últimos 12 meses. Esse avanço demonstra que, à medida que as bets disputam espaços com outras formas de consumo, a renda disponível para educação, saúde e lazer torna-se cada vez mais comprimida.

        Os impactos são mais sentidos nas classes sociais mais desfavorecidas. O tipo de jogo conhecido como bet, acessível por aparelhos celulares, tem seu nicho de exploração entre os mais pobres, pela facilidade de acesso e ausência de empecilhos legais e burocráticos de controle. Esse apostador contumaz, geralmente das classes mais desfavorecidas, tende a encarar a aposta como investimento e acredita que, "investindo" pouco dinheiro, pode multiplicá-lo. Quando essa perspectiva se associa a um comportamento compulsivo, ela se torna a fórmula perfeita para o vício e o comprometimento da renda familiar.    

        Esse cenário afeta não apenas a situação financeira das famílias, mas também a saúde mental dos envolvidos. O ciclo vicioso de apostas pode levar ao desenvolvimento de sintomas de ansiedade, frustração e desesperança, à medida que as perdas se acumulam e as promessas de ganhos nunca se concretizam. De acordo com pesquisa do Instituto Locomotiva, 51% dos brasileiros que apostam sentem aumento de sintomas de ansiedade. Além disso, a pesquisa revela que 42% desse público usa esse vício como uma fuga ilusória das dificuldades cotidianas, mas, ao invés de aliviar o estresse, aprofunda-o com sensações de impotência e isolamento.

Internet: <www.uff.br> (com adaptações).

Considerando os sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir. 


Na oração "A facilidade de acesso e a promessa de ganhos rápidos atraem um número crescente de brasileiros" (primeiro parágrafo), não haveria prejuízo da correção gramatical se o verbo fosse flexionado na terceira pessoa do singular, pois, nesse caso, como o sujeito é composto, a concordância pode ser feita com o núcleo do sujeito mais próximo, de acordo com a norma padrão.

Alternativas
Q4176322 Português

TEXTO




AS OPORTUNIDADES DA AMÉRICA LATINA NA NOVA CORRIDA ESPACIAL



    A nova corrida espacial não é apenas uma competição entre as grandes potências por prestígio e ciência, mas também pelos recursos existentes em asteroides, na Lua e em Marte. Quem estabelecer as primeiras bases fora da Terra definirá as regras do jogo. Nesse tabuleiro, a América Latina não compete para fincar bandeiras em outros astros, mas tem um papel e um potencial que não devem ser subestimados.

    César Bertucci, pesquisador do Instituto de Astronomia e Física do Espaço (IAFE), ligado à Universidade de Buenos Aires (UBA), explica que, na América Latina, “a ‘corrida’ espacial não está inserida na competição entre Estados. O nível de desenvolvimento espacial da região apresenta uma grande diversidade, com países mais e menos avançados”. A cooperação regional existe, mas é limitada e “a exploração espacial, por enquanto, não faz parte dos objetivos”, acrescenta.

    No entanto, juntamente com a exploração espacial tradicional — dominada por agências como a Nasa (EUA), a ESA (Europa) ou a CNSA (China), com grandes orçamentos — surgiu há cerca de 20 anos o chamado NewSpace: empresas privadas que operam no espaço com foco em rentabilidade e com base na Terra. Este é o setor com maior potencial para a região.

    “O NewSpace abre um grande leque de oportunidades. Outra questão é se os países emergentes, especialmente na América Latina, serão capazes ou terão a visão de aproveitá-las”, afirma Gustavo Medina, diretor do Laboratório de Instrumentação Espacial (LINX) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

    Sua equipe lançou em 2024, a partir do Cabo Canaveral, o projeto Colmena 1. E, embora os robôs não tenham conseguido pousar na Lua por problemas externos, “enviamos uma missão além da órbita lunar, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, validando nossa tecnologia. Isso era impossível há 20 anos. Era algo que apenas grandes agências espaciais como Nasa, Jaxa [Japão] ou ESA podiam fazer”, relata. 

    E os planos continuam: para 2028 está prevista a missão Colmena 2, de prospecção mineral lunar com pequenos robôs. O objetivo é “realizar operações de mineração com enxames de microrrobôs e pequenos rovers, mas em grande número e trabalhando de forma cooperativa”, explica Medina.

    A região oferece vantagens logísticas que nenhuma potência ignora. O Brasil, com o Centro Espacial de Alcântara, possui uma das melhores localizações do mundo, próxima da Linha do Equador. Na República Dominicana, a empresa Launch On Demand (LOD) planeja iniciar lançamentos comerciais a partir de 2028. Já os céus do sul do continente — Chile e Argentina — são ideais para a observação do espaço profundo.

    “Não nos limitamos simplesmente a ‘emprestar o céu’ ou o território”, afirma a astrofísica Lauren Flor Torres, professora da Universidade de Antioquia e presidente da Comunidad Colombiana de Astronomia (AstroCo). A infraestrutura instalada deve ser “não apenas uma base para operações estrangeiras, mas também um motor de pesquisa para as instituições nacionais”, destaca.

    Como exemplo, ela cita o Observatório Vera Rubin, no Chile: financiado com capital estrangeiro, mas voltado para beneficiar a comunidade científica local. Assim, afirma, “a América Latina deixa de ser apenas um anfitrião logístico para se consolidar como um centro global de inteligência e desenvolvimento tecnológico”.

    A região atua como uma zona “pendular”, aberta à cooperação tanto com o Ocidente quanto com o Brics. Torres chama isso de um "multilateralismo espacial inteligente", que permite "diversificar riscos tecnológicos e acessar uma gama mais ampla de conhecimentos, priorizando sempre a soberania científica diante de agendas ideológicas externas".

    No entanto, essa neutralidade depende dos governos. “Os países mais avançados na área espacial, Argentina e Brasil, têm estratégias opostas. O Brasil aposta em cooperação que passa fortemente pelo Brics, especialmente com a China, enquanto a Argentina está alinhada com a política que Donald Trump propõe para a Nasa”, aponta Bertucci.

    Para Medina, o NewSpace pode suavizar essa tensão: “o novo setor espacial, mais ligado à indústria — e especialmente quando combinado com ciência — oferece uma oportunidade de atuação mais globalizada”.

    Em 2021 foi criada a Agência Latino-Americana e Caribenha do Espaço (Alce), com sede em Querétaro, no México, e ratificada por pelo menos 11 países em 2024. No entanto, enfrenta desafios importantes: pouca visibilidade e a ausência dos dois principais atores da região. “Infelizmente, países como Brasil e Argentina não fazem parte. Isso já a enfraquece”, afirma Medina.

    “Atualmente, a Alce não é um ator relevante no cenário internacional. O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera”, concorda Bertucci.

    O objetivo real da região não é plantar uma bandeira em Marte, mas usar o espaço para resolver problemas terrestres. Nanosatélites — do tamanho de uma caixa de sapato — permitem monitorar incêndios, secas e atividades agrícolas sem depender de grandes potências.

    “A nossa é uma corrida com os pés na Terra. Não precisamos de foguetes gigantes neste momento para provar capacidade; precisamos usar o espaço como ferramenta estratégica para resolver problemas urgentes aqui embaixo”, resume Torres. Medina concorda: “não precisamos de astronautas indo à Lua. Prefiro mil engenheiros capazes de desenvolver uma atividade espacial comercial”.

    A região dispõe de capital humano, mas enfrenta a fuga de cérebros. “A evasão de talentos é historicamente um grande problema na América Latina. Na Argentina foi particularmente grave, e no México também tem impacto”, alerta Medina.

    Segundo Torres, a ciência espacial regional exige “orçamentos estáveis e uma visão de Estado de longo prazo, que vá além de ciclos presidenciais”. “Só se conseguirmos desvincular o investimento em ciência e tecnologia da polarização política poderemos garantir que os projetos espaciais na América Latina não sejam esforços isolados de quatro anos, mas a base de um desenvolvimento econômico e educacional sólido para as próximas gerações”, conclui.


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/as-oportunidadespara-a-américa-latina-na-nova-corrida-espacial/a-77298017>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2026. 

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma oração destacada com função de sujeito. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CONSULPAM Órgão: Prefeitura de Pindorama - SP Provas: CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Assistente Social | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Médico Plantonista | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Analista de Licitações e Contratos | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Analista de Compras | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Analista de Tecnologia da Informação - Redes e Data Center | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Educador Social | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Nutricionista | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Psicólogo | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Neuropsicólogo | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Farmacêutico | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Técnico de Compras | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Tesoureiro | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Fisioterapeuta | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Fonoaudiólogo | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Técnico de Licitações e Contratos | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Lançador | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Terapeuta Ocupacional | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Analista de Recursos Humanos | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Contador | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Coordenador do CRAS | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Enfermeiro | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Engenheiro Civil | CONSULPAM - 2026 - Prefeitura de Pindorama - SP - Veterinário |
Q4176090 Português
No texto multissemiótico acima, a palavra ‘papagaio’ exerce a função sintática de:
Alternativas
Respostas
121: A
122: D
123: B
124: C
125: C
126: A
127: C
128: B
129: A
130: D
131: C
132: A
133: D
134: D
135: A
136: A
137: C
138: E
139: A
140: C