Questões de Concurso Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Q4265859 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Sintaticamente, o sujeito da oração         
Alternativas
Q4265855 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, 'ocorrem adaptações no nosso corpo'.


Sintaticamente, em relação ao termo destacado, é correto afirmar, nesta frase, que        

Alternativas
Q4265813 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A fome e a mente



A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.


Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.


Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.


A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.


Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.


É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.


Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.



(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)

Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação. Sintaticamente, o sujeito da frase é:
Alternativas
Q4265620 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

França recorre a fumacê após aumento de dengue, chikungunya e zika

A proliferação na França do mosquito-tigre-asiático, vetor de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, tem provocado o uso de fumacês em várias cidades, incluindo Paris, que realizou pela primeira vez recentemente uma operação desse tipo.

Autoridades de saúde levam em conta o aumento do risco sanitário no país, sobretudo no próximo ano, em razão do Jogos Olímpicos, que deverão atrair milhões de pessoas do mundo todo.

Os fumacês foram usados no 13° distrito de Paris, em uma área próxima à Praça da Itália, e em Colombes, cidade de 90 mil habitantes a apenas 9 km de Paris, onde duas operações de pulverização de inseticida foram realizadas em menos de duas semanas.

Tanto em Paris como em Colombes, os fumacês ocorreram após a notificação de casos de pessoas que contraíram dengue durante viagens ao exterior e se hospedaram ou residem nas áreas visadas.

A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, que engloba Paris e seus subúrbios, informa já ter registrado cento e trinta e oito casos de dengue neste ano, todos referentes a pessoas que contraíram a doença em viagens ao exterior.

Segundo o Ministério da Saúde da França, desde o início de maio já foram contabilizados em todo o país quinhentos e cinquenta e sete casos de dengue, doze casos de chikungunya e seis casos de zika.

Durante as operações com o fumacê, ruas foram fechadas e a população foi solicitada a permanecer em suas casas e a deixar as janelas fechadas, apesar do forte calor no período.

Em Colombes, onde há muitas casas com jardins, as autoridades também pediram para que as pessoas mantivessem os animais domésticos presos e não consumissem legumes de hortas residenciais durante três dias após a pulverização do inseticida.

As operações foram realizadas para reduzir o risco de transmissão da dengue, afirmou a autoridade de saúde de Paris e sua periferia, a Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, em um comunicado.

Segundo o órgão, o fumacê foi acionado em um raio de cento e cinquenta metros ao redor das residências de pessoas que contraíram dengue ao viajar ao exterior, "porque o mosquito-tigre não voa além dessa distância".

Ao picar uma pessoa que contraiu dengue, zika ou chikungunya, o mosquito-tigre transmite a doença ao morder novas pessoas. O vírus utiliza esse inseto como vetor.

Os agentes envolvidos utilizaram equipamentos de proteção e pulverizaram, a pé ou em veículos, espaços verdes e outras áreas de reprodução do mosquito.

A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France já realizou, pelo menos, nove fumacês neste ano, sendo apenas um deles, até o momento, na capital francesa.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51kr2lykqko. Adaptado.
Em Colombes, onde 'há muitas casas com jardins', as autoridades também pediram para que as pessoas mantivessem os animais domésticos presos.

Na oração destacada, é correto afirmar que o:
Alternativas
Q4265456 Português

A osteoporose é um quadro marcado pela perda progressiva de massa óssea.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c895r3l188do. Adaptado)



Sintaticamente, o sujeito da oração é:

Alternativas
Q4265409 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A planta amazônica que virou a espécie invasora mais dominante do planeta


Os incêndios no Havaí deixaram centenas de mortos e imagens desoladoras numa das paisagens mais idílicas do planeta. Mas também destacaram um fator que estaria por trás dos incêndios florestais que, como o que ocorreu no Havaí, se repetem em todo o mundo: a presença de plantas exóticas invasoras.

De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.

Como elas são estranhas aos ecossistemas invadidos, elas prejudicam a natureza local, abalam cadeias alimentares e ameaçam a saúde humana a um custo estimado em US$ 423 bilhões, aponta o relatório, com base em dados de 2019.

Segundo os especialistas, as plantas invasoras amplificam os efeitos que as alterações climáticas causam no planeta.

"A ação de plantas invasoras resulta em incêndios mais intensos e frequentes, como alguns dos devastadores ocorridos recentemente em todo o mundo, libertando ainda mais dióxido de carbono na atmosfera", observa o relatório.

E, entre essas plantas, há uma que predomina sobre as demais espécies: a pontederia crassipes, mais conhecida como jacinto-de-água ou aguapé.

Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.

"Com o aumento do uso da terra para a produção agroindustrial, aumenta também o uso de plantas exóticas que acabam se tornando invasoras, como estamos vendo em todo o planeta", diz a professora Helen Roy, especialista em plantas invasoras e membro do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia.

Roy, que liderou o relatório feito à ONU, salienta que essa planta em particular causou efeitos profundos em diferentes regiões, como o Lago Vitória, na África.

"O lago, uma das principais fontes de alimento de milhões de pessoas, ficara sem peixes, mais especificamente a tilápia, porque o aguapé absorve nutrientes essenciais para os animais que vivem ali", explica.

E essa planta, que também é reconhecida pela beleza da sua flor, já chegou a muitas regiões onde causou graves e diversos danos.

A expansão de plantas invasoras é considerada crítica por cientistas e ambientalistas.

"É uma situação que afeta toda a sociedade em diferentes níveis, independentemente da sua origem ou status: atacam o centro dos habitats e as cadeias de abastecimento que saem do ambiente", explica Roy.

A principal solução é a prevenção no manejo de plantas destinadas à exportação ou importação.

"É preciso levar em conta que muitas dessas plantas que hoje são invasoras foram trazidas para proporcionar algum benefício às pessoas. O problema é que não se teve cuidado com os efeitos que isso poderia causar", diz Roy.

Por essa razão, tanto Roy como Puchard avaliam que a prevenção e o controle da flora e da fauna nas fronteiras é uma das medidas mais eficazes que podem ser implementadas para prevenir a chegada de espécies invasoras.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c727vygjx8jo. Adaptado.

Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.

Em relação à frase, é correto afirmar que o: 
Alternativas
Q4264606 Português

Leia o texto para responder a questão.



Entenda as questões por trás da quantidade de água recomendada por dia

Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra, dizem especialistas



    A água é uma grande parte da composição do corpo humano, cerca de 60 a 70%

    Que beber água é imprescindível para a manutenção da saúde não há dúvidas – isso é um consenso. No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.

    “Por ser tão crítica para a vida, há processos fisiológicos que controlam de forma estrita o balanço de sal e água no organismo. De forma simplificada, para manter a quantidade de água do nosso corpo, é preciso repor as perdas”, afirma o professor Eduardo Barbosa Coelho, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

    Um estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado em novembro de 2022, colocou mais lenha na fogueira da discussão sobre a quantidade ideal de água por dia.

    A pesquisa aponta que a ingestão recomendada de água de oito copos, cerca de dois litros, por dia raramente corresponde às necessidades reais e, muitas vezes, pode ser alta. Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.

    Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

    Nesse sentido, pode não existir uma quantidade ideal de água ー como os famosos dois litros ー, já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.

    “Não há um valor ‘normal’ ou recomendável para se ingerir ao dia. Geralmente, para um adulto numa dieta normoproteica padrão, cerca de um a um e meio litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico. Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água. Há uma ideia generalizada de que consumir água faz bem à saúde. Como descrito acima, há mecanismos fisiológicos para a manutenção de um equilíbrio hídrico e caso haja falta de água a sede aparecerá”, afirma Coelho.

    [...]


Adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-questoes-por-tras-daquantidade-de-agua-recomendada-por-dia/

Analise: “No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.” E assinale a alternativa que apresenta o núcleo do sujeito, isto é, a palavra a qual o verbo concorda. 
Alternativas
Q4264216 Português
Assinale a alternativa que apresenta um sujeito oculto.
Alternativas
Q4263864 Português
Leia o texto para responder a questão.

Nunca “abra mão” dos seus valores e seja uma eterna aprendiz Na coluna desta semana, conheça a história de Maria Fernanda Teixeira, presidente do Conselho de Administração da Pérola
S.A

Por Fabiana Monteiro

    Natural de Guarda, uma pequena cidade no leste de Portugal, cheguei ao Brasil quando tinha apenas sete anos de idade. Meus pais decidiram atravessar o Atlântico para evitar que os dois filhos mais velhos fossem convocados para a guerra colonial, comandada por Salazar, então, ditador do Estado português. Como imigrante, aprendi cedo o valor do esforço próprio e da estratégia para alcançar minhas metas.
    Aos 9 anos de idade, além de ajudar no atendimento de um bar administrado pela família, eu “abraçava” todas as oportunidades que pudesse para conseguir minha própria renda. Por isso, consegui meu primeiro emprego formal aos 14 anos na área de Tecnologia da Informação (TI) no Banco de São Paulo.
   Três anos depois, recém-casada, ingressei na General Motors (GM) do Brasil, onde desempenhei diversos cargos de gestão no departamento de TI. Seguindo o planejamento que havia feito para minha carreira, e contornando as contingências da vida, como não tinha dinheiro o suficiente para a Faculdade, parei por cerca de 2 anos os meus estudos, com muita lástima. Em seguida, iniciei a graduação em Administração pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e estudei inglês, além de ter me tornado mãe pela primeira vez já no primeiro ano da Faculdade, decidi não parar a Faculdade, nem o Inglês, pois sabia que esses estudos fariam toda diferença na minha carreira.
    Em 1985, fui contratada pela Electronic Data Systems (EDS), onde permaneci por quase 20 anos. Na empresa, atuei em diferentes cargos, desde a gestão de operação e relacionamento com clientes até ser promovida a VicePresidente executiva de operações (COO) da marca em toda a América Latina. Foi nessa época que eu tive minha primeira experiência como conselheira. Assim, recebi um convite para ocupar uma das cadeiras do conselho da Câmara Americana do Comércio (Amcham), em que também participei de diversos comitês, dentre eles o de sustentabilidade. Já nesse período, eu atuava como promotora da diversidade no ambiente empresarial, fundando grupos de mulheres executivas em São Paulo, no Paraná e no Rio de Janeiro. Isso chamou a atenção do Banco Mundial, sediado em Washington, D.C. Assim, torneime representante da América Latina no conselho de “Gender & Development”, responsável por avaliar todos os projetos da instituição e garantir a diversidade neles. Isso me levou a estudar mais a fundo o trabalho dos conselhos de administração.
    Por isso, eu me especializei, por meio da Universidade de Harvard, em conselhos de administração, e me certifiquei no Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, como conselheira. Além disso, fiz cursos de liderança executiva na INSEAD, transformação digital no Massachusetts Institute of Technology (MIT), liderança em economia global na Thunderbird, ESG Competent Boards, dentre outros.
    Ainda ocupei a Presidência do ICT Group para a América Latina entre 2006 e 2009, e atuei como Presidente do First Data Brazil e COO do First Data Corporation para a América Latina entre 2009 e 2013, tornando-me a VicePresidente Sênior (SVP) do grupo nos três anos seguintes. 
    Em 2016, fundei e liderei a Integrow Beyond Numbers. A empresa é uma consultoria que ajuda organizações de diversos setores da economia a criar, a gerir e a aprimorar programas integrados de governança corporativa, gestão de riscos, compliance e ética. No primeiro ano da Integrow, certifiquei a empresa com o selo “B Corporate” que tem as mesmas linhas de atuação do atual ESG. Após quatro anos, fui me dedicar, exclusivamente, aos conselhos e aos comitês que fazia parte.
    Atualmente sou Presidente do conselho de administração da Pérola S.A. e Conselheira de Comitês na Raia Drogasil, do Grupo Simpar, do Grupo Vamos, Claranet Technology. Também tenho uma cadeira no conselho de administração do The Dialogue for Americas, de outras ONG’s e Institutos, além de Conselheira Emérita do Capitalismo Consciente. Consagrada especialista em ESG, sou uma das fundadoras do Grupo Mulheres do Brasil e já fui premiada por três vezes pela Forbes como a mulher executiva mais influente em Tecnologia e Negócios.
     [...]

Adaptado de https://exame.com/colunistas/historias-de-sucesso/nunca-abra-maodos-seus-valores-e-seja-uma-eterna-aprendiz/
Analise: “Atualmente sou Presidente do conselho de administração da Pérola S.A.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4263539 Português

Leia o texto para responder a questão.


Profissionalização é fundamental para crescimento do mercado de aluguel no Brasil Com o desenvolvimento do país, o mercado de aluguéis tende a crescer, e profissionalização do segmento é o motor central para isso acontecer


        O número de brasileiros que moram de aluguel irá aumentar nos próximos anos. A afirmação pode parecer muito categórica, mas o cenário internacional permite fazer esse tipo de previsão com relativa segurança.


        À medida que um país se desenvolve e suas metrópoles tornam-se maiores, mais diversas e densamente povoadas, o aluguel tende a ser a modalidade predominante de moradia, ao menos nas grandes cidades.


        Peguemos como exemplo a cidade de Nova York, nos Estados Unidos: quase 70% de seus habitantes vivem em imóveis alugados, de acordo com o NYU Furman Center, que pesquisa questões de moradia. Em Manhattan, região central da cidade, mais densa e valorizada, esse índice está na casa dos 76%. Se olharmos para outras grandes metrópoles como Paris, Londres ou Barcelona, encontraremos estatísticas similares. 


        No mercado imobiliário brasileiro isso também acontecerá, mas não a curto prazo. Aqui, não mais do que 30% da população vive em imóveis alugados, sendo uma parte relevante feita sem o apoio devido de um profissional de gestão. Há diferenças importantes também na maneira como esse mercado está organizado: a enorme maioria dos imóveis disponíveis para aluguel pertence a pessoas físicas. Nos Estados Unidos e países da Europa, uma parcela relevante dos imóveis de locação pertence a investidores profissionais, incorporadoras ou fundos imobiliários, que se dedicam exclusivamente à gestão dos aluguéis.


        Em suma, o mercado de locação brasileiro ainda é pouco profissionalizado se comparado ao de países desenvolvidos. Quem já precisou alugar uma casa ou apartamento sabe como a jornada do aluguel, do momento da escolha do imóvel até a entrega da documentação, pode ser desafiadora. Alguns critérios mudam radicalmente de um proprietário para outro, por vezes as partes não têm clareza sobre as obrigações de cada lado, muitos proprietários não conseguem manter seus imóveis atualizados e em bom estado de conservação, além do alto temor em relação à inadimplência.


        Vale pontuar que a gestão de aluguel é também uma especificidade com pouco destaque dentro das imobiliárias e visto como trabalhoso pelos corretores muito por conta dos fatores acima, bem como pelo retorno das transações em comparação à dedicação investida. Mas há oportunidades. Dado que a proporção de brasileiros que vivem de aluguel continuará crescendo, e considerando também essas particularidades do nosso mercado imobiliário, é preciso discutir estratégias para profissionalizar a locação no país. É exatamente aqui que os profissionais do mercado, desde imobiliárias e corretores, até fundos e incorporadores, podem desempenhar um papel decisivo.


        Ampliando a expertise na gestão dos imóveis e utilizando tecnologias para otimização, já é possível tornar a jornada de locação mais simples e eficiente para todos.


        Isso começa com uma boa orientação aos proprietários, e conhecer os desejos dos locatários é essencial. Estudos de mercado, como os do DataZAP+, são boas formas de acompanhar as novidades e antecipar desejos. O levantamento “Tendências do Moradia 2022 - Locação”, por exemplo, revela que quem busca imóveis para alugar tem preferência por bairros planejados e condomínios que disponibilizam lazer e entretenimento em suas dependências, como piscina, academia e churrasqueira, além de novidades no quesito conveniência, como mensageria, espaço pet e minimercados. Essas informações contribuem para oferecer insights para proprietários e atender aos anseios de um locatário que espera ter seus reais interesses contemplados.


        Ao mesmo tempo, os recursos digitais permitem agilizar muitas das etapas do processo de escolha de uma moradia. E já há soluções que entregam uma proposta de locação muito completa, que atende muito bem a parte mais crucial da jornada, desde a captação de potenciais interessados, agendamento de visita, fluxo de proposta e contraproposta até análise de perfil. O ZAPWay+, por exemplo, é uma solução que permite à imobiliária analisar perfil do inquilino, e oferecer garantia de recebimento ao proprietário, contando também com uma esteira de negociação e gerenciamento de oportunidades, assinatura digital de contrato e agendamento de visita. Não à toa, imobiliárias que aderem, relatam um tempo de locação 35% menor se comparados aos anúncios tradicionais.


        Com esta evolução do mercado e o amadurecimento de soluções digitais capazes de simplificar e afunilar muito mais o processo de escolha, a jornada do aluguel torna-se muito mais simples e atrativa para todas as partes.


        A questão, portanto, é que elas precisam se envolver mais na gestão ativa dos aluguéis, pois um país em desenvolvimento como o Brasil, com um mercado imobiliário extremamente relevante, necessitará cada vez mais desse tipo de serviço. A profissionalização do setor de locação é etapa indispensável da nossa busca por cidades mais desenvolvidas, inteligentes e funcionais.


Disponível em https://exame.com/colunistas/genomaimobiliario/profissionalizacao-e-fundamental-para-crescimento-do-mercado-dealuguel-no-brasil/

Analise: “Estudos de mercado, como os do DataZAP+, são boas formas de acompanhar as novidades e antecipar desejos.” E assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4262015 Português

A questão refere-se ao texto. 


texto.jpg (684×567)

A partir da oração “a legislação proíbe o trabalho para crianças e adolescentes menores de 16 anos”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A oração tem sujeito simples.
( ) O sujeito é agente.
( ) O predicado é nominal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4249687 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. 
Alternativas
Q4249459 Português
Verão com moderação

   O calor com o qual o brasileiro imagina estar aclimatado é coisa do passado. O aumento da intensidade e da frequência de ondas de temperaturas extremas é uma realidade trazida pelas mudanças climáticas, que chegou para ficar no Brasil, alertam especialistas. E elas adoecem e aumentam os índices de partos prematuros, suicídio, agressividade e criminalidade, revelam novos estudos. O calor extremo mata.
    Ninguém está acostumado com essas temperaturas. Que o digam, por exemplo, habitantes do Rio de Janeiro, que arderam no último dia 4 de fevereiro a 58 C, a maior sensação térmica já registrada na cidade. Ou os gaúchos, que têm enfrentado dias seguidos temperaturas superiores a 35 C com baixa umidade do ar, combinação insalubre, que aumenta a perda de líquido, sobrecarrega o organismo e eleva o risco para saúde.
    “O calor é uma grave ameaça à saúde. As pessoas precisam entender que ele mata. É uma ilusão pensar “estou acostumado”. Isso já não existe mais. É hora de pensar em adaptação, novas políticas públicas e cuidados pessoais. Não é mais preciso ir para o deserto para morrer de calor” adverte Paulo Saldiva, professor do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, especialista no impacto do meio ambiente sobre a saúde.

Fonte: Jornal O Globo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente o referente no texto do termo em destaque no período: E elas adoecem e aumentam os índices de partos prematuros, suicídio, agressividade e criminalidade, revelam novos estudos.
Alternativas
Q4249275 Português
EUA querem treinar ucranianos para missões ultrassecretas de inteligência


   O Pentágono pediu ao Congresso americano a retomada do financiamento de dois programas ultrassecretos de inteligência na Ucrânia, suspensos antes da invasão da Rússia. Se aprovada, a medida permitirá que militares do setor de Operações Especiais dos EUA treinem agentes ucranianos para monitorar os movimentos militares russos no front e executar missões de contrainformação, além de retomar o cultivo de fontes de inteligência no terreno.

   As missões implicariam um maior envolvimento americano no conflito, num momento em que a ajuda militar de Washington está crescendo. Os programas podem ser retomados em 2024, embora ainda não esteja claro se o governo de Joe Biden permitirá que militares dos EUA voltem à Ucrânia para supervisionar o trabalho ou se terão de fazer isso de um país vizinho. Funcionários do Congresso disseram que é difícil prever o resultado da votação, especialmente com os republicanos divididos sobre as vastas somas gastas na Ucrânia. Outros argumentam que a despesa relativamente pequena dos programas – US$ 15 milhões (cerca de R$ 79 milhões) anuais para tais atividades em todo o mundo – é uma pechincha em comparação com as dezenas de bilhões de dólares comprometidos para treinar e armar as forças ucranianas e reabastecer os estoques dos EUA.

   Oficiais militares estão ansiosos para reiniciar as atividades na Ucrânia para garantir que fontes de inteligência conquistadas com dificuldade não sejam perdidas à medida que a guerra avança, disse Mark Schwartz, general da reserva. Serviços de inteligência americanos por muitos anos pagaram unidades militares e paramilitares estrangeiras selecionadas no Oriente Médio, Ásia e África, empregando-as como “substitutas” em operações de contraterrorismo contra a AlQaeda, o Estado Islâmico e afiliados. Programas mais recentes, como os usados na Ucrânia, são considerados uma forma de “guerra irregular”. Eles são destinados ao uso contra adversários, como a Rússia e a China, com quem os EUA estão em competição, não em conflito aberto.

   Críticos dizem que tais atividades aumentam o risco de levar os EUA a um papel mais direto na guerra da Ucrânia. Mas oficiais de defesa sustentam que, ao contrário do esforço maior e mais aberto do Pentágono para armar os militares ucranianos, os programas secretos não contribuiriam diretamente para a capacidade de combate da Ucrânia, pois os agentes envolvidos e seus financiadores dos EUA seriam restritos a realizar apenas as tarefas não violentas que haviam assumido até sua suspensão no ano passado.


Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelo termo em destaque no período: Oficiais militares estão ansiosos para reiniciar as atividades na Ucrânia para garantir que fontes de inteligência conquistadas com dificuldade não sejam perdidas à medida que a guerra avança, disse Mark Schwartz, general da reserva.
Alternativas
Q4237329 Português
Texto I


    A todo momento o indivíduo está em comunicação. E para comunicar-se, ele usa de vários recursos: palavras, gestos, desenhos, movimentos, imagens e sons.


    Essa capacidade de usar tais recursos chama-se linguagem. É por meio dela que o ser humano transmite as emoções e os pensamentos, conseguindo viver e trabalhar em comunidade. Só a espécie humana fala, o que chamamos de aparelho fonador.


(Língua, Linguagem e Gramática)
É CORRETO afirmar que o primeiro período do texto é: 
Alternativas
Q4237327 Português
Texto I


    A todo momento o indivíduo está em comunicação. E para comunicar-se, ele usa de vários recursos: palavras, gestos, desenhos, movimentos, imagens e sons.


    Essa capacidade de usar tais recursos chama-se linguagem. É por meio dela que o ser humano transmite as emoções e os pensamentos, conseguindo viver e trabalhar em comunidade. Só a espécie humana fala, o que chamamos de aparelho fonador.


(Língua, Linguagem e Gramática)
“A todo momento o indivíduo está em comunicação.” O núcleo do sujeito, agente do verbo nesse trecho é: 
Alternativas
Q4237198 Português
Texto I


Razão x consciência


    Os valores humanos podem ser definidos como os princípios morais e éticos que conduzem a vida humana. Eles fazem parte da formação de sua consciência e da maneira como vivem e se relacionam na sociedade. 

    Muitas vezes queremos justificar nossas condutas como se fôssemos vítimas de algo ou alguém que nos impulsiona a agir impulsivamente. Pautamos em frases que só servem para nos direcionar à margem de uma sociedade mais harmônica. Frases, estas do tipo:

    "Não levo desaforo pra casa."

    "Assim nasci, assim vou ser.

    E daí vai. Sempre buscamos razão para qualquer tipo de atitude. E a consciência, onde fica? Afinal, qual a diferença entre a consciência e a razão?

    A razão sempre ocorre como uma justificativa para nossas atitudes, boas ou ruins. Agora, já a consciência é a sensatez em discernir se realmente certas atitudes carecem de razão. Por quê?

    Conscientizar é refletir, é saber qual o melhor ato, é solucionar questões sem se prejudicar nem prejudicar o outro. É contar até dez... 100... 1000, se fizer necessário.


(Texto adaptado)
Há sujeitos que são chamados de sujeitos oracionais. Indique o trecho do texto que apresenta esse tipo de sujeito. 
Alternativas
Q4237070 Português
Texto I


Razão x consciência


    Os valores humanos podem ser definidos como os princípios morais e éticos que conduzem a vida humana. Eles fazem parte da formação de sua consciência e da maneira como vivem e se relacionam na sociedade. 

    Muitas vezes queremos justificar nossas condutas como se fôssemos vítimas de algo ou alguém que nos impulsiona a agir impulsivamente. Pautamos em frases que só servem para nos direcionar à margem de uma sociedade mais harmônica. Frases, estas do tipo:

    "Não levo desaforo pra casa."

    "Assim nasci, assim vou ser.

    E daí vai. Sempre buscamos razão para qualquer tipo de atitude. E a consciência, onde fica? Afinal, qual a diferença entre a consciência e a razão?

    A razão sempre ocorre como uma justificativa para nossas atitudes, boas ou ruins. Agora, já a consciência é a sensatez em discernir se realmente certas atitudes carecem de razão. Por quê?

    Conscientizar é refletir, é saber qual o melhor ato, é solucionar questões sem se prejudicar nem prejudicar o outro. É contar até dez... 100... 1000, se fizer necessário.


(Texto adaptado)
"Os valores humanos podem ser definidos como os princípios morais e éticos que conduzem à vida humana." Pode-se afirmar que o núcleo do sintagma nominal responsável pela ação da primeira oração é:
Alternativas
Q4228814 Português
A natureza do homem – Um Demônio?

- Anjo e demônio, o Homem vive a epopeia de uma cultura assombrosa. Faz poesia, música, monumentos, máquinas, computadores, veículos espaciais. Descobre o âmago da matéria, explode o átomo, formula teorias, códigos e religiões. Multiplica-se agora até os quatro bilhões e meio. Ocupa ansiosamente toda a Terra. Um Anjo, então?

- Anjo e demônio, feliz e desgraçado, rico e paupérrimo, o Homem ameaça hoje a estabilidade de seu planeta, põe em risco sua própria sobrevivência. Por milênios, ele tem ignorado as condições de manutenção da vida em seu mundo. Embora lute duramente pela liberdade, ainda não soube construir uma sociedade realmente livre. Edifica uma portentosa civilização, mas corre o risco de destruí-la em alguns minutos. Ou em alguns decênios, pela impiedosa devastação da Natureza.

Contudo, qual é a verdadeira face do Homem?

- Animal contraditório, o Homem pesquisa vacinas durante anos e depois fabrica armas que matam milhões num segundo. Média entre São Francisco e Hitler, ele cria um inferno para cada milagre de sua inteligência. É capaz de amar ardentemente tanto quanto odiar até o extermínio de raças e povos irmãos. No ápice de uma evolução de bilhões de anos, ele age como se não dependesse mais da Natureza.

Mas o Homem é feliz?

- No coração e na mente do Homem, Deus se torna abstrato e distante, separado do mundo real, refúgio desesperado de sua desgraça.

Mas, afinal, esse é o Homem?

- Esse é o Homem que habita essa esfera azul que gira lentamente sob nossos olhos. Veja: é um frágil planeta. Mas, ao mesmo tempo, maravilhoso, não acha? É uma pena que todos os Homens não possam ver sua Terra daqui. E pensar na sinfonia grandiosa que já existe, no mar, nas florestas, nas montanhas, nos campos, numa pequena lagoa, no voo de um pássaro, no canto da baleia, nas cores de uma borboleta, na interdependência de milhões de espécies de seres microscópicos e gigantes. Na sinfonia da ecosfera, tão complexa quão delicada. Talvez, então os Homens pudessem descobrir que têm uma Terra somente.

Ethevaldo Siqueira – O Estado de São Paulo – p.135
“Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’ água na cabeça.” O núcleo do sujeito do verbo destacado é:
Alternativas
Q4228811 Português
A natureza do homem – Um Demônio?

- Anjo e demônio, o Homem vive a epopeia de uma cultura assombrosa. Faz poesia, música, monumentos, máquinas, computadores, veículos espaciais. Descobre o âmago da matéria, explode o átomo, formula teorias, códigos e religiões. Multiplica-se agora até os quatro bilhões e meio. Ocupa ansiosamente toda a Terra. Um Anjo, então?

- Anjo e demônio, feliz e desgraçado, rico e paupérrimo, o Homem ameaça hoje a estabilidade de seu planeta, põe em risco sua própria sobrevivência. Por milênios, ele tem ignorado as condições de manutenção da vida em seu mundo. Embora lute duramente pela liberdade, ainda não soube construir uma sociedade realmente livre. Edifica uma portentosa civilização, mas corre o risco de destruí-la em alguns minutos. Ou em alguns decênios, pela impiedosa devastação da Natureza.

Contudo, qual é a verdadeira face do Homem?

- Animal contraditório, o Homem pesquisa vacinas durante anos e depois fabrica armas que matam milhões num segundo. Média entre São Francisco e Hitler, ele cria um inferno para cada milagre de sua inteligência. É capaz de amar ardentemente tanto quanto odiar até o extermínio de raças e povos irmãos. No ápice de uma evolução de bilhões de anos, ele age como se não dependesse mais da Natureza.

Mas o Homem é feliz?

- No coração e na mente do Homem, Deus se torna abstrato e distante, separado do mundo real, refúgio desesperado de sua desgraça.

Mas, afinal, esse é o Homem?

- Esse é o Homem que habita essa esfera azul que gira lentamente sob nossos olhos. Veja: é um frágil planeta. Mas, ao mesmo tempo, maravilhoso, não acha? É uma pena que todos os Homens não possam ver sua Terra daqui. E pensar na sinfonia grandiosa que já existe, no mar, nas florestas, nas montanhas, nos campos, numa pequena lagoa, no voo de um pássaro, no canto da baleia, nas cores de uma borboleta, na interdependência de milhões de espécies de seres microscópicos e gigantes. Na sinfonia da ecosfera, tão complexa quão delicada. Talvez, então os Homens pudessem descobrir que têm uma Terra somente.

Ethevaldo Siqueira – O Estado de São Paulo – p.135
“Na literatura, nas telas do cinema, deparamos com suposições futurísticas que chegamos a duvidar ou até criticar.” Os sujeitos dos verbos destacados são, respectivamente: 
Alternativas
Respostas
1321: B
1322: A
1323: E
1324: E
1325: D
1326: A
1327: A
1328: B
1329: A
1330: D
1331: B
1332: C
1333: A
1334: D
1335: A
1336: C
1337: D
1338: A
1339: C
1340: B