Questões de Concurso Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Ano: 2025 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Planalto Alegre - SC Provas: Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Fiscal de Obras e Tributos | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Orientador Social com Formação em Pedagogia | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Atividades Desportivas | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Educação Especial | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Educação Infantil | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Ensino Fundamental Anos Iniciais | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Habilidades Artístico Culturais | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Professor de Língua Estrangeira - Inglês | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Psicólogo I | Instituto Fênix - 2025 - Prefeitura de Planalto Alegre - SC - Psicólogo II |
Q3160786 Português

6 mudanças simples na alimentação para fazer em 2025 e ter mais saúde


    Com a chegada de 2025, muita gente aproveita para dar início ao objetivo de melhorar a alimentação para garantir mais saúde e claro, perder alguns quilinhos. Mas para isso não é necessário fazer dietas rigorosas ou cortar alimentos do cardápio, alguns pequenos ajustes na alimentação podem fazer uma grande diferença.


    1. Aumente a ingestão de proteínas, legumes e verduras nas refeições


    Uma das principais orientações dos especialistas para ter uma alimentação saudável ao longo do ano é aumentar a quantidade de proteínas nas refeições. O consumo adequado desse nutriente não apenas ajuda na saciedade, mas também contribui para a manutenção da massa muscular, essencial em todas as fases da vida.

    Incluir fontes variadas, como ovos, peixes, leguminosas e carnes magras, é uma maneira prática de atingir essa meta.

    Aumentar a ingestão de legumes e verduras também é uma recomendação unânime entre os nutricionistas e nutrólogos. Um hábito importante é buscar consumir tipos diferentes desses alimentos ao longo do dia. Essa diversidade não só enriquece o prato com vitaminas e minerais essenciais, mas também promove o bom funcionamento do intestino e fortalece o sistema imunológico.


    2. Reduza as bebidas açucaradas


    Outro ponto fundamental é reduzir o consumo de bebidas açucaradas como refrigerantes e sucos industrializados. Frequentemente consumidos em excesso eles estão entre os maiores vilões da alimentação saudável. Substituí-los por água, chás sem açúcar ou água aromatizada com frutas pode ser um passo simples e eficaz para cortar calorias vazias e proteger a saúde do coração.

    “Estamos na era do menos é mais. Comece a reduzir o açúcar de adição nas suas bebidas, se usa duas colheres reduza para uma, depois meia e comece a treinar o seu paladar para aceitar melhor as bebidas sem adição de açúcar. Essa dica vale também para os adoçantes. Se você não tem o hábito de incluir vegetais nas suas refeições comece gradativamente. Tente reservar 1/4 do prato dedicado a algum vegetal de sua preferência”, acrescenta Tarcila Campos, nutricionista do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.


    3. Cozinhe mais (ou tente comer itens caseiros)


    Além disso, adotar práticas como preparar as refeições em casa com mais frequência pode ser outro aliado na busca por uma alimentação melhor. Cozinhar os próprios alimentos dá mais controle sobre os ingredientes e métodos de preparo, ajudando a evitar o consumo de ultraprocessados ricos em gorduras, sódio e aditivos químicos.


    Dica bônus: movimente-se após alimentar-se


    “Se você puder, recomendo fazer algum tipo de atividade física após a refeição. Não precisa ser uma corrida, pode ser algo leve como uma caminhada. Um bom exercício também é ficar em pé e flexionar um pouquinho as panturrilhas. Tudo isso ajuda você a direcionar um pouco da glicose para os músculos e não deixar sobrando para virar gordura”, finaliza o nutrólogo.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/6-mudancas-simples-naalimentacao-para-fazer-em-2025-e-ter-mais-saude/ (adaptado).

Na frase “Estamos na era do menos é mais”, o sujeito da forma verbal “estamos” é classificado como:
Alternativas
Q3159325 Português

Leia o texto para responder a questão.


Santo Antônio: o frade português que se tornou o santo mais popular do Brasil



    Para muitos, é santo casamenteiro — folclore e tradições populares são pródigos em reservar a ele toda sorte de simpatias para trazer, para sempre enquanto dure, aquele amor perfeito. Para os devotos católicos, é um santo milagroso, daqueles mais eficientes na intercessão junto a Deus.

Para a Igreja, é a figura que detém o recorde da canonização mais rápida da história. Para a historiografia, foi um homem notável do seu tempo: intelectual, o frade circulou por parte considerável da Europa do século 13 e ajudou a consolidar o papel dos franciscanos, cuja ordem havia acabado de ser fundada.

    Este personagem é Santo Antônio de Pádua — assim chamado por aqueles que preferem enfatizar o auge de sua vida. Ou Santo Antônio de Lisboa — como preferem sobretudo os portugueses, enaltecendo suas raízes. Se muito de sua vida, oito séculos mais tarde, se mistura com lendas, relatos extraordinários e fé religiosa, fato certo e comprovado é que o frade franciscano morreu em uma sexta-feira, no dia 13 de junho de 1231.

    Trinta e oito municípios brasileiros têm seus nomes em alusão ao santo. Há a cidade de Santo Antônio, no Rio Grande do Norte, ou variações como Santo Antônio do Içá, no Amazonas, ou Santo Antônio do Pinhal, em São Paulo. E duas Novo Santo Antônio, uma no Mato Grosso, outra no Piauí. (FONTE: BBC-Brasil.)

Considerando todo o contexto, qual é o sujeito do trecho: “Para os devotos católicos, é um santo milagroso, daqueles mais eficientes na intercessão junto a Deus.” 
Alternativas
Q3159322 Português
Leia com atenção, abaixo, um trecho de crítica literária sobre João Cabral de Melo Neto, bem como um trecho de seu poema mais famoso, e responda à pergunta.


Morte e Vida Severina (João Cabral de Melo Neto)


O meu nome é Severino,
não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria,
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
do finado Zacarias.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue,
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença é que a morte severina ataca em qualquer idade e até gente não nascida).


“Poesia assim tão autonomamente construída se isola no seu hermetismo. Aparece como um cúmulo de individualismo, de personalismo narcisista que, no sr. Cabral de Melo, tem um inegável encanto, uma vez que ele está na idade dessa espontaneidade na autocontemplação. O sr. Cabral de Melo, porém, há de aprender os caminhos da vida e perceber que lhe será preciso o trabalho de olhar um pouco a roda de si, para elevar a pureza da sua emoção a valor corrente entre os homens e, desse modo, justificar a sua qualidade de artista.” (Cândido)
Qual o tipo de sujeito no trecho: “Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida...”
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Q3158825 Português
Na linha 1, “trabalhadores” é o núcleo do
Alternativas
Q3158334 Português
Além de apoiar o aprendizado, "a repetição também oferece benefícios para as emoções das crianças".
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0lg061w184o.adaptado)

Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,
Alternativas
Q3158093 Português
Casos de dengue em 2024 passam de 6,4 milhões; mortes somam 5,9 mil

        Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde mostram que o país registrou, ao longo de todo o ano de 2024, um total de 6.484.890 casos prováveis de dengue e 5.972 mortes provocadas pela doença. Há ainda 908 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da dengue, até o dia 28 de dezembro, era de 3.193,5 casos para cada 100 mil habitantes.

        A maioria dos casos prováveis de dengue (55%) em 2024 foi identificada entre mulheres. No recorte raça/cor, 42% dos casos prováveis foram registrados entre brancos; 34,4% entre pardos; 5,1% entre pretos; 0,9% entre amarelos; e 0,2% entre indígenas, sendo que, em 17,3% dos casos, a informação não foi registrada. A faixa etária dos 20 aos 29 anos concentrou a maior parte dos casos prováveis, seguida pela de 30 a 39 anos e pela de 40 a 49 anos.

        No ranking dos estados, São Paulo aparece com o maior número de casos prováveis (2.182.875). Em seguida estão Minas Gerais (1.695.024) e Paraná (656.286). Na lista de estados com maior coeficiente de incidência, o Distrito Federal (DF) figura em primeiro lugar, com 9.907,5 casos para cada 100 mil habitantes, seguido por Minas Gerais (8.252,8 casos por 100 mil habitantes) e Paraná (5.735,2 casos por 100 mil habitantes).

        Com o maior coeficiente de incidência do país, o DF registrou um aumento de 584% nos casos prováveis de dengue em 2024 em relação ao ano anterior – foram 279.102 casos no ano passado contra 40.784 em 2023. No mesmo período, as mortes pela doença saltaram de 14 em 2023 para 440 em 2024. Ainda de acordo com o Painel de Monitoramento de Arboviroses, cinco óbitos seguem em investigação.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-01/casos-de-dengue-em-2024-passam-de-64-milhoes-mortessomam-59-mil (adaptado).
No trecho “As mortes pela doença saltaram de 14 em 2023 para 440 em 2024”, a oração apresenta um sujeito que pode ser classificado de acordo com a sua estrutura. Assinale a alternativa que indica a classificação correta.
Alternativas
Q3157493 Português


Modo Avião

Por Pedro Guerra


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/12/modoaviao-cm4mwzdin019r0126jgaqd169.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a classificação correta do sujeito da oração a seguir: “Estamos tão imersos no modo avião”.
Alternativas
Q3157159 Português
Analise as orações abaixo:

I. Houve sérios incidentes automobilísticos naquela estrada durante as férias.
II. Há muitos problemas a resolver neste país.
III. Havia me equivocado na resolução do problema.
IV. Tinha havido briga no salão durante o baile.
V. Hei de conseguir resolver este problema.

Assinale a alternativa em que se refere as orações que possuem sujeito:
Alternativas
Q3155026 Português
Texto para responder à questão.

Rir é o pior remédio

    Rir é o pior remédio. Para Mara, rir ainda precisava evoluir muito para ser classificado como um remédio ruim. Para ela, risadas eram o próprio fel. O distúrbio. O veneno.
    Ela carregava o amargor em sua alma como um vibrante elixir. Era sua fortaleza, sua proteção. Já o riso a envelhecia. Deixava-a exposta, vulnerável. Não era à toa que se chamava Mara, de amarga.
    Nunca fora de rir. Não ria das piadas, nem mesmo por gentileza. Não sorria aos cumprimentos. Não mostrava os dentes, não se entregava. Em seu interior, era um vaso estilhaçado. As paredes internas de seu corpo, mofadas. Qualquer ar doce que existisse, devia residir em algum canto inóspito de sua memória. Era somente amargor e amargura. Quando cansava de si mesma e resolvia variar, tornava-se um azedume só.
    Mas a vida tem um senso de humor doentio. E ama socar nosso estômago nas horas mais inconvenientes e desprevenidas. Deve ser por isso que Mara, justo ela, foi se apaixonar por um comediante falido, apenas um anônimo palhaço contador de piadas ruins. A velha história dos opostos que se atraem… (só esquecem de dizer que opostos se atraem apenas como uma oportunidade para se repelirem, posteriormente). Será que a história deles se provaria exceção à regra?
     Enfim, ele era um comediante por profissão e diversão. Palhaço de festas infantis, comediante de stand-up, escritor de texto humorísticos. Fazer rir (ou pelo menos tentar) era a sua natureza, sua principal atribuição. E, como todo ser com essa inclinação, achava que rir era a obrigação de todos, mesmo que fossem suas piadas vencidas e sem graça. Por isso, levado pelos encantadores olhos amargos de Mara, os mesmos olhos que chorariam fel se algum sentimento fosse capaz de atravessar aquele peito de pedra-pomes, ele decidiu sabotar a seriedade dela.
     Oportunidades não faltavam. E se faltassem – oh, vida desprovida e ingrata –, ele as criava. No primeiro encontro foi assim. Mara num canto, a vida lhe serpenteando o semblante com uma neblina de intensa penumbra. Como a brisa, chega o palhaço, sorrindo com a mesma simpatia de um lagarto.
     – Está triste?
     Ela bufou já que a pergunta não merecia uma resposta. O palhaço continuou:
     – Então compre um videogame. Talvez ele te console.
    Mara nunca soube explicar se foi o camarão do jantar ou a piada ruim, mas naquela noite, vomitou até não poder mais.
    Ele não desistiu.
     – Ah, você sabe o que o zero falou pro oito?
     Por Deus! Revertério estomacal! Ela se virou e começou a ir embora.
     O palhaço foi atrás.
   – Ok, ok. Se não está gostando, eu paro. Não levo jeito para fazer as mulheres rirem. Na verdade, só sei fazer passarinho rir.
     – Passarinho? – Por que ela foi perguntar?
     – Isto mesmo. É só jogar ele na parede que ele racha o bico.
     Ele riu… e só ele, claro.
    Dois anos depois, estavam casados. Mara nunca conseguiu entender. Não foram as piadas ruins do palhaço que a atraíram. Nem beleza física porque isto lhe faltava mais do que qualquer senso de ridículo. E muito menos a conta bancária já que o comediante vivia lhe pedindo dinheiro emprestado.
    Talvez a razão do amor de Mara ter sido despertado, foi simplesmente pelo fato de alguém ter se dado ao trabalho de tentar. Alguém que encarou o desafio de conquistá-la como uma premiação tamanha que justificaria qualquer possibilidade de ouvir um não (ainda que este “não” certamente viesse acompanhado de diversos impropérios).
    Por ela, o palhaço deu sua cara a tapa. Agiu como a solitária galinha que se dispôs ao terrível sofrimento de bater sua cabeça contra a parede. Por quê? Porque ela queria muito um galo.
    Uhhhh….

(Juliano Martins. Rir é o pior remédio. Crônicas Corrosivas. Em: outubro de 2024.)
No trecho “As paredes internas de seu corpo, mofadas.” (3º§), a concordância entre o sujeito e o predicativo do sujeito está correta porque:
Alternativas
Q3154882 Português
    Depois de caminhar por alguns metros, Edgar Wilson percebe ao longe a carcaça de um animal. Segue pela estrada de terra batida, que fica deserta a maior parte do tempo e é usada como atalho pelos motoristas que conhecem bem as imediações. Edgar fora atraído para esse trecho por causa de uma revoada de abutres. Assim como a podridão os atrai, os que se alimentam dela atraem Edgar. Tanto as aves carniceiras quanto ele se valem dos próprios sentidos para encontrar os mortos, e ambas as espécies sobrevivem desses restos não reclamados. 

    Todo nascimento é também um pouco de morte. Edgar já viu algumas criaturas nascerem mortas, outras, morrerem horas depois. Sua consciência sobre o fim de todas as coisas tornou-se aguçada desde que abatia o gado e principalmente agora, ao recolher todas as espécies em qualquer parte. Assim como não teme o pôr do sol, Edgar Wilson entende que não deve temer a morte. Ambos ocorrem involuntariamente num fluxo contínuo. De certa forma, o inevitável lhe agrada. Sentir-se passível de morrer fortalece suas decisões. Não importa o que faça, seja o bem, seja o mal, ele deixará de existir.

    Distrai-se dos voos dos abutres e caminha mais alguns metros em outra direção, para a caveira de uma vaca atirada no meio da estrada. Nota que não foi atropelada. Os ossos estão intactos, nenhum sinal de fratura. O couro foi levemente oxidado, consumido pela exposição climática. Não há sinal de vermes necrófagos ou pequenos insetos a devorá-la. Edgar Wilson inclina ainda mais o corpo ao perceber uma colmeia presa às costelas da vaca. Apanha um galho de árvore caído no chão e cutuca a colmeia, mesmo sabendo que é perigoso. Nada acontece. Cutuca-a com mais força e a colmeia se parte. Não há abelhas. Percebe algo pastoso e brilhante. Leva a mão até a colmeia e arranca um favo de mel. Cheira-o. Toca a ponta da língua. Diferente do que imaginou, não está podre. Come um pouco do mel. Agradam-lhe as pequenas explosões do favo rompendo em sua boca, algumas lascas muito finas que se prendem entre os molares superiores. Lambe o excesso de mel nos dedos e os limpa no macacão.


(MAIA, Ana Paula. Enterre seus mortos. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 71-72.)
Dentre os segmentos a seguir relacionados, pode ser identificado um exemplo de sujeito desinencial em:
Alternativas
Q3147825 Português
        Estar com aquela turma me fez refletir sobre o mito da sustentabilidade, inventado pelas corporações para justificar o assalto que fazem à nossa ideia de natureza. Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade. Enquanto isso — enquanto seu lobo não vem —, fomos nos alienando desse organismo de que somos parte, a Terra, e passamos a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo onde tem alguma coisa que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.

Ailton Krenak. Ideias para adiar o fim do mundo.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019. 

Julgue o próximo item, relativo a aspectos gramaticais do texto precedente.


O segmento “Estar com aquela turma” (primeiro período) desempenha a função sintática de sujeito.

Alternativas
Q3147824 Português
        Estar com aquela turma me fez refletir sobre o mito da sustentabilidade, inventado pelas corporações para justificar o assalto que fazem à nossa ideia de natureza. Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade. Enquanto isso — enquanto seu lobo não vem —, fomos nos alienando desse organismo de que somos parte, a Terra, e passamos a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo onde tem alguma coisa que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo em que eu consigo pensar é natureza.

Ailton Krenak. Ideias para adiar o fim do mundo.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019. 

Julgue o próximo item, relativo a aspectos gramaticais do texto precedente.


A oração “Tudo é natureza.” forma um período simples cujo sujeito é um sintagma adverbial.

Alternativas
Q3147772 Português
JOÃO GRILO – Já fui barco, fui navio,
                           Mas hoje sou escaler.
                          Já fui menino, fui homem,
                          Só me falta ser mulher.
                          Valha-me Nossa Senhora (...)

A COMPADECIDA – Não, João, por que eu iria me zangar? Aquele é o versinho que Canário Pardo escreveu para mim e que eu agradeço. Não deixa de ser uma oração, uma invocação. Tem umas graças, mas isso até a torna alegre e foi coisa de que eu sempre gostei. (...)

PADRE (ajoelhando-se) – Ave-Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres, bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus.

JOÃO GRILO – Antes de respondermos, lembrem-se de dizer, em vez de “agora e na hora de nossa morte”, “agora na hora de nossa morte”, porque do jeito que nós estamos, está tudo misturado.

TODOS – Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora na hora de nossa morte. Amém.

Ariano Suassuna. Auto da Compadecida.
26 ed. Rio de Janeiro: Agir, 1993 (com adaptações)

Em relação à linguagem, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, que apresenta um trecho da obra dramatúrgica Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, julgue os seguintes itens. 


Na última fala apresentada no texto, a expressão “Santa Maria” desempenha a função sintática de sujeito da oração.

Alternativas
Q3147673 Português
        É ponto pacífico que um dos legados da linguística de grande utilidade no contexto escolar é a visão não preconceituosa sobre línguas e variedades de línguas. Esse foi um legado da linguística estrutural que se consolidou com os desenvolvimentos subsequentes da linguística, sobretudo a sociolinguística variacionista. Essa visão não preconceituosa derivou naturalmente da perspectiva da língua como estrutura, daí que o caráter não normativo da linguística se opôs frontalmente à atitude de preconceito linguístico que existia até então. Exemplos de preconceito linguístico são o conceito de língua primitiva (i.e., a ideia de que a povos de cultura dita “primitiva” correspondem línguas igualmente “primitivas”), a valoração de certas variedades de língua ou registros de língua em detrimento de outras variedades e registros, e assim por diante. Acho que ninguém hoje contestaria que o estudante que vai ser professor de ensino básico deve receber uma formação que o torne isento de preconceitos ou, pelo menos, o sensibilize contra preconceitos linguísticos e o norteie para saber como reagir diante de situações de variação dialetal.

Lucia Lobato. Linguística e ensino de línguas.
Brasília: Editora da UnB, 2015, p. 15 (com adaptações).

Julgue o item subsequente, referente a construções linguísticas do texto apresentado.


No primeiro período do texto, a oração “que um dos legados (...) variedades de línguas” desempenha a função sintática de sujeito. 

Alternativas
Q3146623 Português
Texto 9A1

        No cotidiano de todo brasileiro, podemos visualizar as marcas que constituíram, a partir do século XVI, a presença dos povos africanos, de origem Banto e Iorubá, no Brasil. Essa presença está nas palavras que falamos, na gestualidade que produzimos e no nosso modo de pronunciar a língua portuguesa falada no Brasil.

        A entrada de grande número de africanos no Brasil, com suas diferentes culturas e línguas, passou por um processo de adaptação, de certo ajuste cultural e linguístico com a assimilação de novas palavras e, consequentemente, da forma como elas orientavam o entendimento da nova realidade vivida em português. Entretanto, ainda é possível visualizar a presença das palavras africanas nos diferentes espaços da cultura brasileira.

        O Museu da Língua Portuguesa, ao expor o acervo de palavras africanas que entraram no vocabulário da língua portuguesa, favorece reconhecer a história da população africana no Brasil como agente da cultura e da língua portuguesa que se desenhava sobre este solo. No setor Palavras Cruzadas do museu, por exemplo, visualizam-se palavras que nos ensinaram a nomear determinados comportamentos, como: bagunça lengalenga, dengo. Essas são algumas das palavras africanas que continuam vivas a significar comportamentos e relações sociais. Outras ganharam o sentido de gíria na língua portuguesa falada no Brasil, como borocoxô, cafofo.

        A cultura é algo que está no corpo, nos gestos, na memória, na forma de andar, no contorno das expressões verbais e não verbais. Não é possível perdê-la. A mudança de um contexto cultural para outro acompanha adaptações e recriações dadas em palavras, por isso podemos falar em um movimento de antropofagia simbólica no lugar de uma simples assimilação de palavras e práticas.

        As línguas mudam ao acompanharem a história dos seus falantes. Esta é a história da língua portuguesa em solo brasileiro: ela também pode adaptar-se às novas relações linguísticas e culturais. No Brasil, a manutenção da estrutura latina da língua portuguesa não impediu que esta acolhesse uma nova sonoridade em relação à sua matriz e incorporasse um grande vocabulário de palavras que veio de outras línguas.

        Como um detetive que reúne pistas para contar uma história, as palavras africanas expostas no acervo do Museu da Língua Portuguesa compõem o papel de traduzir os sentidos e significados compartilhados na cultura brasileira. É uma história nem sempre contada em livros didáticos, mas que carregamos conosco para os diferentes lugares a que podemos ir. A importância da língua portuguesa como um bem museológico se faz nesse ato de contar histórias que não são definidas por nós, mas são praticadas e vividas coletivamente.

Wilmihara Santos.
A presença africana nas palavras que falamos em português.
2018.Internet:<museudalinguaportuguesa.org.br>  (com adaptações). 

Em relação ao texto 9A1 e a aspectos gramaticais a ele relacionados, julgue o item que se segue. 


Classifica-se como indeterminado o sujeito da primeira oração do segundo período do quarto parágrafo.

Alternativas
Q3135731 Português


(Disponível em: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2024/11/15/as-experiencias-de-outrospaises-com-jornada-de-trabalho-reduzida.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o fragmento adaptado “Eles decidiram fechar três dias por semana”, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do sujeito.
Alternativas
Q3135730 Português


(Disponível em: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2024/11/15/as-experiencias-de-outrospaises-com-jornada-de-trabalho-reduzida.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o fragmento adaptado “A proposta de Erika Hilton cita um desses pilotos”, analise as perguntas abaixo:

• Qual é o núcleo do sujeito simples?
• Qual é o núcleo do predicado?
• O vocábulo “cita” é um verbo transitivo direto e indireto?

Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.
Alternativas
Q3135729 Português


(Disponível em: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2024/11/15/as-experiencias-de-outrospaises-com-jornada-de-trabalho-reduzida.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No fragmento adaptado “O texto defende uma mudança na jornada de trabalho brasileira”, a oração apresenta um sujeito __________ e um predicado classificado como __________. Além disso, “defende” é um verbo __________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q4376897 Português

Sete anos de pastor Jacó servia Labão, pai de Raquel, serrana bela."


Assinale a alternativa em que aparece uma função sintática que se repete no texto. 

Alternativas
Q4367973 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
Questões igualmente importantes têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital. Sintaticamente, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
641: A
642: C
643: C
644: E
645: C
646: A
647: A
648: C
649: B
650: A
651: C
652: E
653: E
654: C
655: E
656: B
657: B
658: D
659: B
660: A