Questões de Concurso
Sobre substantivos em português
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Texto para o item.
Cárie dentária

Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).
Quanto às correspondentes classes das palavras destacadas do texto, julgue o item.
Na linha 23, “fatores” é um substantivo masculino que
está, quanto ao número, no plural.
Texto para o item.
Cárie dentária

Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).
Quanto às correspondentes classes das palavras destacadas do texto, julgue o item.
“dentárias” (linha 1) é um substantivo.
(---) O plural de “nível” é “nívels”. (---) O plural de “tórax” é “tórax”.
O plural de “vitória-régia” é “vitórias-régias” (1ª parte). O plural de “boné” é “bonéis” (2ª parte). O feminino de “barão” é “baronesa” (3ª parte).
A sentença está:
( ) A palavra “lebre” possui a mesma grafia para os dois gêneros. ( ) “Governanta” é o feminino de “governante”. ( ) “Rapariga” é um dos femininos de “rapaz”.


A alternativa que apresenta a classificação gramatical dos termos destacados acima, respectivamente, da esquerda para a direita, é
Leia o texto e responda a questão, assinalando a resposta correta.

Observe o período: A horda espreitava o público aguardando o momento da pilhagem.
A palavra grifada representa o coletivo de
Observe os substantivos a seguir:

A alternativa que contém a flexão do gênero feminino dessas palavras de acordo com a norma culta é

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
No segundo quadrinho, temos a frase: “Um campo bem grande e ensolarado”.
As palavras grifadas, na ordem em que aparecem, pertencem, respectivamente, às classes gramaticais:
Sobre a oração: “O que aconteceu com o marido esbelto, bonito e espirituoso com o qual casei há vinte anos”?, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O período é composto por duas orações.
( ) “O qual” pode ser classificado como pronome relativo.
( ) Usa-se “há”, porque é uma indicação de tempo decorrido.
( ) A expressão “o qual” faz referência ao substantivo marido.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Texto 1
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procuraa por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação. Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus. A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
BRAGA, Rubem. A Traição das elegantes, Rio de Janeiro: Editora Sabiá, 1967
Considere os fragmentos retirados do texto 1.
I. “E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste” (linha 1).
II. “É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito [...]” (linhas 4-5).
III. “E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam [...]” (linha 12).
A alternativa que contém, correta e sequencialmente, de cima para baixo, a classificação gramatical das palavras destacadas é
Nesse miniconto destaca-se o _______________, classe de palavras que se refere ao _______________, indicando-lhe um atributo, uma qualidade, uma característica, como, por exemplo, o termo "_______________".
A inteligência engraxa as botas da estupidez
(Edival Lourenço)
Quem trabalha como assessor de um executivo, de uma autoridade, seja pública, seja privada,
em algum momento, cedo ou tarde, terá a sensação de ser mais inteligente do que o chefe. Não raro
este sentimento é sufocado pela ideia um tanto lógica de que se o assessor fosse de fato mais
inteligente, por certo o assessor seria chefe, e o chefe seria o assessor. E estamos falados.
E assim o subalterno se recolhe à sua sombra de insignificância e legitima o chefe em seu pedestal. Mesmo quando o assessor seja uma espécie de braço-direito, daqueles que não descuidam de seu assessorado, escrevendo seus discursos, suas palestras, falando por ele nas entrevistas, dizendo-lhe como deve se portar, o que propor, que negócio fechar, que hora entrar, que hora sair de uma situação, daqueles que entregam o parecer finalizado, que levam o despacho pronto para colher assinatura no rodapé do imbróglio mais impermeável. Ainda assim, pela lógica da disposição das coisas, pelas posições no organograma, pelo status do cargo, pelo salário que recebe, o assessor, mesmo percebendo que sua lucidez possa ser maior do que a do assessorado, é levado a crer que alguma coisa do chefe (o músculo de tomar decisão, o tirocínio talvez) seja mesmo superior. Mas, convenhamos. Como não poderia Nicolau Maquiavel ter a sensação de ser mais inteligente do que Lourenço de Médici. Como não poderia José Bonifácio de Andrada e Silva considerar-se mais inteligente do que D. Pedro de Alcântara? Como não poderia Galileu Galilei sentir-se mais inteligente do que o grão-duque da Toscana? (...)
Fonte: https://www.revistabula.com/578-a-inteligencia-engraxa-as-botas-da-estupidez/
Diante do exposto, analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas.
I - Os substantivos “floquinha”, “nevinha” e “gotinha” estão no grau diminutivo
PORQUE
II - a eles juntou-se um adjetivo que indica diminuição.
Sobre as afirmações, é correto dizer que
A palavra “pé” é constituída de um só elemento. “Pé” é um substantivo simples. O substantivo "pé de moleque" é formado por mais de um elemento e tem um significado próprio. Trata-se de um substantivo composto. Há substantivos compostos separados por hífen e há os que não levam hífen.
Tendo por base o Novo Acordo Ortográfico, qual palavra composta abaixo possui hífen?


