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Questões de Concurso Sobre substantivos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.357 questões

Q1025039 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O vocábulo “quão”, expressão de registro de linguagem padrão/culta, gramaticalmente classifica-se como um/uma
Alternativas
Q1024685 Português
Quanto ao gênero dos substantivos, assinale a alternativa onde todas as palavras são femininas.
Alternativas
Q1024656 Português
Marque a alternativa onde temos apenas substantivos abstratos.
Alternativas
Q1022034 Português
Pedro, Paulo, Macedônia, Brasil, Teles, são:
Alternativas
Q1020797 Português

Considerando-se o vocábulo “posvenção” (l. 17), analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Trata-se de substantivo composto, uma vez que apresenta dois radicais em sua formação.

( ) Semanticamente, o vocábulo refere-se ao conjunto de cuidados psicológicos destinados àqueles que passaram por algum trauma.

( ) É classificado como substantivo sobrecomum, pois não apresenta distinção de gênero.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1020305 Português
Todos os substantivos abaixo são do gênero masculino, exceto:
Alternativas
Q1019252 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


De acordo com o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, qual a classe gramatical do termo “inclusive” (l. 16, 19 e 23)?
Alternativas
Q1018958 Português

Oceanos

Pesquisadores chineses e dos EUA constataram que a temperatura dos oceanos em 2018 foi a mais quente já registrada nos últimos 60 anos. O estudo, com base nos dados mais recentes do Instituto de Física Atmosférica, na China, foi publicado nesta quarta (16) na revista científica 'Advances in Atmospheric Sciences'.

                                           Fonte: g1.globo.com (com adaptações).

Com base no texto 'Oceanos', leia as afirmativas a seguir:


I. O vocábulo "estudo" é um substantivo.

II. O vocábulo "revista" é um pronome.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1018853 Português
Assinale a alternativa que possui erros de flexão:
Alternativas
Q1018637 Português

Numere a Coluna B pela coluna A, observando a classificação dos substantivos.


COLUNA A

I. Epiceno.

II. Sobrecomum.

III. Comum de dois gêneros


COLUNA B

( ) Herege.

( ) Jovem

( ) Cônjuge.

( ) Barata.

( ) Borboleta.

( ) Intérprete.

( ) Aborígine.


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Q1018399 Português
Assinale a alternativa cujas palavras entre aspas sejam um adjetivo e um substantivo, nesta ordem:
Alternativas
Q1018038 Português
De acordo com a norma de flexão nominal, assinale o par correto singular/plural dos substantivos compostos a seguir e que estão entre aspas:
Alternativas
Q1012413 Português
Em qual das alternativas o substantivo é sobrecomum?
Alternativas
Q1010764 Português
Das classes de palavras a seguir, as invariáveis são:
Alternativas
Q1008885 Português
Assinale a alternativa em que os substantivos foram CORRETAMENTE empregados no plural:
Alternativas
Q1007666 Português

                            Linguagem politicamente correta


      Era o ano de 1971. Eu fora convidado a fazer uma conferência no Union Theological Seminary de Nova York. Na minha fala, usei a palavra “homem” com o sentido universal de “todos os seres humanos”, incluindo não só os homens, que a palavra nomeava claramente, como também as mulheres, que a palavra deixava na sombra. Era assim que se falava no Brasil.

      Depois da conferência, fui jantar no apartamento do presidente. Sua esposa, delicada, mas firmemente, deu-me a devida reprimenda.

      “Não é politicamente correto usar a palavra ‘homem’ para significar também as mulheres. Como também não é correto usar o pronome ‘ele’ para se referir a Deus. Deus tem genitais de homem? Esse jeito de falar não foi inventado pelas mulheres. Foi inventado pelos homens, numa sociedade em que eles tinham a força e a última palavra. É sempre assim: quem tem força tem a última palavra...”

      O que aprendi com aquela mulher naquele jantar é que as palavras não são inocentes. Elas são armas que os poderosos usam para ferir e dominar os fracos.

      Os brancos norte-americanos inventaram a palavra “niger” para humilhar os negros. E trataram de educar suas crianças. Criaram uma brincadeira que tinha um versinho que ia assim: “Eeny, meeny, miny, moe, catch a niger by the toe”...Quer dizer “Agarre um crioulo pelo dedão do pé” (aqui no Brasil, quando se quer diminuir um negro, usa-se a palavra “crioulo”). Foi para denunciar esse uso ofensivo da palavra que os negros cunharam o slogan “black is beautiful” (“o negro é bonito”). A essa linguagem de protesto, purificada de sua função de discriminação, deu-se o nome de linguagem politicamente correta (“PC language”).

      A regra fundamental da linguagem politicamente correta é a seguinte: nunca use uma palavra que humilhe, discrimine ou zombe de alguém. Encontre uma forma alternativa de dizer a mesma coisa. Não se deve dizer “Ele é aleijado”, “Ele é cego”, “Ele é deficiente” etc. O ponto crucial é o verbo “ser”. O verbo ser torna a deficiência de uma pessoa parte da sua própria essência. Ela é a sua deficiência. A “PC language”, ao contrário, separa a pessoa da sua deficiência. Em vez de “João é cego”, “João é portador de uma deficiência visual.” Essa regra se aplica a mim também.

      Por exemplo: “Rubem Alves é velho”. Inaceitável. Porque chamar alguém de velho é ofendê-lo — muito embora eu não saiba quem foi que decretou que velhice é ofensa. (O título do livro do Hemingway deveria ser mudado para “O idoso e o mar”?)

      As salas de espera dos aeroportos são lugares onde se pratica a linguagem politicamente correta o tempo todo. Aí, então, na hora em que se convocam os “portadores de necessidades especiais” para embarcar — sendo as necessidades especiais cadeiras de roda, bengalas, crianças de colo —, convocam-se também os velhos, eu inclusive.

      Mas, sem saber que palavra ou expressão usar para se referir aos velhos sem ofendê-los, houve alguém que concluiu que o caminho mais certo seria chamar os velhos pelo seu contrário. Assim, em vez de convocar velhos ou idosos pelos alto-falantes, a voz convoca os cidadãos da “melhor idade”. A linguagem politicamente correta pode se transformar em ridículo. Chamar velhice de “melhor idade” só pode ser gozação. É claro que a “melhor idade” é a juventude.

      Quero, então, fazer uma sugestão que agradará aos velhos. A voz chama para embarcar os “cidadãos da ‘idade é terna’”. Não é bonito ligar a velhice à ternura? Rubem Alves

(Pub. Folha de São Paulo em 16/03/2010)

Dados os substantivos a seguir, marque a alternativa que, pela ordem, esteja com a classificação correta: alface; dó; telefonema; criança.
Alternativas
Q1004549 Português
Em sua Nova Gramática do Português Contemporâneo, os autores Celso Cunha e Lindley Cintra afirmam, sobre o emprego do artigo definido, que ele se antepõe ao substantivo para indicar “que se trata de um ser já conhecido do leitor, seja por ter sido mencionado antes, seja por ser objeto de um conhecimento de experiência”. A frase em que o emprego do artigo sublinhado se deve ao primeiro caso apontado é
Alternativas
Q1004539 Português

O gramático Celso Cunha define substantivo do seguinte modo: “Substantivo é a palavra com que designamos os seres em geral, servindo de núcleo de funções” (p. 187).


Para essa definição, o gramático utilizou os critérios

Alternativas
Q1001344 Português

[...]

"Ah, porque estou tão sozinho?

Ah, porque tudo é tão triste?

Ah, a beleza que existe

A beleza que não é só minha

Que também passa sozinha." Vinícius de Moraes

[...]


No texto, a palavra‘Ah’ que aparece repetida é um/uma

Alternativas
Q1001338 Português

                                     Relato


      Em Santos, onde morávamos, minha mãe me lia histórias, meu pai gostava de declamar poesias. Foi em algum momento do ginásio – por volta do que hoje seria a sexta ou sétima série – que li de começo a fim um romance: Inocência, de Taunay, é minha mais remota lembrança de leitura de um romance brasileiro. Livro aberto nos joelhos, afundada de atravessado numa poltrona velha e gorda, num quartinho com máquina de costura, estante de quinquilharias e uma gata branca chamada Minie.

      Até então, leitura era coisa doméstica. Tinha a ver apenas comigo mesma, com os livros que havia na estante de quinquilharias de meu pai e com os volumes que avós, tias e madrinhas me davam de presente. No cardápio destas leituras, Monteiro Lobato, as aventuras de Tarzan, os volumes da Biblioteca das Moças. O sítio do Pica Pau Amarelo, as florestas africanas, castelos e cidades europeias constituíam a geografia romanesca que preenchia meus momentos livres.

      Mas um dia a escola entrou na história. Dona Célia, nossa professora de português, mandou a gente ler um livro chamado Inocência. Disse que era um romance. Na classe, tinha uma menina chamada Maria Inocência. Loira desbotada, rica e chata. Muito chata. Alguma coisa em minha cabeça dizia que um livro com nome de colega chata não podia ser coisa boa.

      Foi por isso que com a maior má vontade do mundo comecei a leitura do romance de Visconde de Taunay, de quem eu nunca tinha ouvido falar: visconde, para mim, era o de Sabugosa. Fui lendo a frio, sem entusiasmo nenhum.

      O presságio da chatice confirmava-se, até que apareceu o episódio das borboletas. Aí me interessei pelo livro: um alemão corria caçando borboletas e depois dava a uma delas o nome da heroína do livro... Gostei. Não muito, mas gostei. E passei a olhar o nome das borboletas com olhos diferentes: alguma delas seria a papiloinnocentia da história? [...]

(Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004. p. 15-7.)

Considerando o contexto do texto, aponte a alternativa em que todas as palavras são substantivos.
Alternativas
Respostas
3061: D
3062: C
3063: D
3064: D
3065: B
3066: B
3067: D
3068: B
3069: B
3070: A
3071: D
3072: D
3073: C
3074: D
3075: A
3076: E
3077: E
3078: E
3079: C
3080: D