Questões de Concurso Sobre substantivos em português

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Q1807916 Português
Assinale a alternativa que apresenta um substantivo, isto é, o nome próprio de algo.
Alternativas
Q1805121 Português

Leia o texto para responder a questão.


A importância da música em nossa vida:

Ernure Rodrigues Souza


    Gostaria de começar este artigo fazendo uma pergunta bem simples: quem nunca ouviu, tocou ou sentiu música na vida? Com certeza todas as pessoas no mundo já vivenciaram essa experiência. Sim, digo todo mundo, pois até aqueles que não escutam, as sentem. Mesmo aqueles que nunca ouviram um instrumento musical, já ouviram música. Mesmo porque a música não está ligada somente a notas, melodias, harmonias. A música está ligada diretamente conosco, com nossos sentimentos, nossos pensamentos, nossas ações, e até mesmo a nossas escolhas na vida.

    Falar sobre música é tão complexo quanto falar sobre sentido da vida, ou até mesmo teorias sobre o surgimento da vida em nosso planeta. Por que este tema que é tão difícil de discutir, parece ser tão fácil de entender? Simplesmente porque música se sente. Independente da melodia que é usada, do estilo musical, da letra etc, a música nos traz sensações, sensações essas que nos transmitem uma série de estímulos, os quais fazem o nosso corpo reagir sobre tal. Estes estímulos nos ajudam diariamente a ser quem somos, a sentir o que sentimos, a tomar ações que tomamos.

    A música tem um caráter em nossas vidas muito mais complexo do que entreter. Assim como todo o gênero arte, a música é um desdobramento deste núcleo. Já parou pra pensar se você já ficou sem escutar música alguma vez na sua vida? Provavelmente a resposta será: “Não sei”, porque, de fato, não lembramos, ou talvez nunca nos pegamos questionando tal fato, que aparenta ser tão comum, mas ao mesmo tempo tão complexo. 

    Talvez, a música tenha tanta importância quanto o ar que respiramos, a água que bebemos, ou até mesmo os alimentos que comemos. E caso alguém fale, “você não respira, come ou bebe música”. Você já tentou viver sem música? Boa sorte!


Adaptado de https://osegredo.com.br/importancia-da-musica-em-nossa-vida/

Analise: “Simplesmente porque música se sente.” E assinale a alternativa que apresenta a classificação dos vocábulos em sequência.
Alternativas
Q1802175 Português
A questão se refere ao texto a seguir:

Concurso de culinária incentiva merendeiras em Porto Belo
As merendeiras de Porto Belo, cozinheiras que atuam nas escolas da Rede Municipal de Ensino, participaram nesta última semana do 9º Concurso de Culinária, realizado com o objetivo de promover a interação entre elas, além de serem avaliadas pelo trabalho desenvolvido na cozinha. O Concurso de Culinária teve início no dia 30 de setembro e a final foi realizada no dia três de outubro. A cada dia da semana um grupo de cozinheiras apresentava aos jurados receitas elaboradas com ingredientes utilizados no dia a dia da escola. [...]
Disponível em: https://www.portobelo.sc.gov.br/noticias/index/ver/codMapaItem/4326/codNoticia/579194
Acesso em: 04/out/2019. [adaptado]
É um exemplo de substantivo, retirado do texto:
Alternativas
Q1798030 Português
Chore e lute, filha.

  Dentre as tantas lições que recebi e recebo de minha mãe, considero duas primordiais: chore sempre que quiser chorar, filha. Lute mesmo quando não quiser lutar, filha.
Sou filha de uma virginiana de origem germânica, regras rígidas, poucas palavras. Mas não houve uma única vez em que ela tenha me mandado engolir o choro, como tanto se ouve por aí. Pelo contrário, ela dizia, com sua escassa e preciosa doçura: “O choro é o xixi do coração, filha. Tem que deixar que ele saia”. Aprendi a obedecer (porque não lhe obedecer segue sendo o erro mais certo de todos) e choro invariavelmente, abandonando constrangimentos e preocupação com olhares de terceiros.
   Sobre a luta, ela nunca verbalizou. Preferiu, nesse caso, ser apenas um exemplo permanente. Por vezes, soltava frases duras como “Segure isso pelo chifre”, “Mostre para o cavalo quem é o cavaleiro aqui”, “Segure as rédeas da sua vida ou ela vai para onde quiser”, “Mantenha só na sua mão a chave da sua felicidade”, ou ainda “Deus nunca nos dá um fardo mais pesado do que podemos aguentar”. As frases ficaram como marcas, mas, no fundo, sempre bastou observá-la, no presente e no passado corajoso.
   Sua luta nunca foi barulhenta. Olhares. Gestos. Frases curtas em tom de voz sereno e firme. Longas cartas manuscritas. Venho, há anos, aprendendo nesse treinamento inconsciente a duelar sem armas, a gritar sem som, a intimidar com os olhos e a romper sem cortes.
   Nunca a vi abandonar ideais, relativizar princípios ou tolerar afrontas. Sempre a vi lutar pelo que acredita e, sobretudo, por aqueles em quem acredita. Sempre a vi continuar acreditando, embora com os olhos um pouco inchados, de quem chorou por meia dúzia de minutos atrás da necessária porta do banheiro (porque filhos podem chorar no seu colo, mas ela, mãe germânica, chora sozinha).
   Um dia ela me disse, em tom de confidência, que me achava muito corajosa. Eu quis, com todas as minhas forças, acreditar nesse elogio com o qual nunca nem ousaria sonhar. Ainda não acredito. Ainda me julgo borboleta, cheia de cores, leve, superficial e frágil. Ainda me tornarei como ela: árvore, raiz, tronco, verde e vida.
   Por enquanto, em tempos estranhos, em campo minado, em terreno incerto, em pedras falsas e em total incerteza na vida, sigo no choro sincero, sigo na luta honesta. Sigo por mim, por ela, por tantos. Porque, como dizem por aí, luto só me serve se for verbo. E assim seguimos caminhando.

(MANUS,Ruth. Um dia ainda vamos rir de tudo isso. p. 67/68.).
No trecho “Tem que deixar que ele saia.”, classifica, morfologicamente, as partículas “quês”, respectivamente:
Alternativas
Q1798023 Português
Chore e lute, filha.

  Dentre as tantas lições que recebi e recebo de minha mãe, considero duas primordiais: chore sempre que quiser chorar, filha. Lute mesmo quando não quiser lutar, filha.
Sou filha de uma virginiana de origem germânica, regras rígidas, poucas palavras. Mas não houve uma única vez em que ela tenha me mandado engolir o choro, como tanto se ouve por aí. Pelo contrário, ela dizia, com sua escassa e preciosa doçura: “O choro é o xixi do coração, filha. Tem que deixar que ele saia”. Aprendi a obedecer (porque não lhe obedecer segue sendo o erro mais certo de todos) e choro invariavelmente, abandonando constrangimentos e preocupação com olhares de terceiros.
   Sobre a luta, ela nunca verbalizou. Preferiu, nesse caso, ser apenas um exemplo permanente. Por vezes, soltava frases duras como “Segure isso pelo chifre”, “Mostre para o cavalo quem é o cavaleiro aqui”, “Segure as rédeas da sua vida ou ela vai para onde quiser”, “Mantenha só na sua mão a chave da sua felicidade”, ou ainda “Deus nunca nos dá um fardo mais pesado do que podemos aguentar”. As frases ficaram como marcas, mas, no fundo, sempre bastou observá-la, no presente e no passado corajoso.
   Sua luta nunca foi barulhenta. Olhares. Gestos. Frases curtas em tom de voz sereno e firme. Longas cartas manuscritas. Venho, há anos, aprendendo nesse treinamento inconsciente a duelar sem armas, a gritar sem som, a intimidar com os olhos e a romper sem cortes.
   Nunca a vi abandonar ideais, relativizar princípios ou tolerar afrontas. Sempre a vi lutar pelo que acredita e, sobretudo, por aqueles em quem acredita. Sempre a vi continuar acreditando, embora com os olhos um pouco inchados, de quem chorou por meia dúzia de minutos atrás da necessária porta do banheiro (porque filhos podem chorar no seu colo, mas ela, mãe germânica, chora sozinha).
   Um dia ela me disse, em tom de confidência, que me achava muito corajosa. Eu quis, com todas as minhas forças, acreditar nesse elogio com o qual nunca nem ousaria sonhar. Ainda não acredito. Ainda me julgo borboleta, cheia de cores, leve, superficial e frágil. Ainda me tornarei como ela: árvore, raiz, tronco, verde e vida.
   Por enquanto, em tempos estranhos, em campo minado, em terreno incerto, em pedras falsas e em total incerteza na vida, sigo no choro sincero, sigo na luta honesta. Sigo por mim, por ela, por tantos. Porque, como dizem por aí, luto só me serve se for verbo. E assim seguimos caminhando.

(MANUS,Ruth. Um dia ainda vamos rir de tudo isso. p. 67/68.).
Marque a alternativa que indique, respectivamente, os coletivos de burros, filhos e borboletas:
Alternativas
Q1794664 Português
Fazer nada

Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

    Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se. 
    Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma. 
    Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006.
Disponível em http://mdemulher.abril.com.br/revistas/vidasimples/. Edições/037/caminho/conteúdo_237474.shtml. Acesso em:
13/07/2019.)
De acordo com a classe de palavras, assinale a correlação INADEQUADA.
Alternativas
Q1788680 Português
Três décadas de internet

     A internet, no modo como a conhecemos hoje em dia, completa 30 anos. Ainda que seja relativamente recente, ela mudou e continua a mudar profundamente as relações sociais, econômicas e políticas, com reflexo em todas as esferas da vida. Se é inegável que a internet é expressão cabal da capacidade humana de inovar, ampliando e criando inúmeras possiblidades de desenvolvimento, também é certo que ela cada vez mais apresenta desafios para todos – governos, empresas e cidadãos. A tecnologia não é capaz, por si só, de assegurar a tão prometida liberdade na internet. É preciso uma atenta vigilância. 
     O aniversário da internet faz referência ao dia 12 de março de 1989, quando Tim Berners-Lee, pesquisador do Cern, o famoso laboratório de física da Suíça, elaborou uma proposta de sistemas de gerenciamento de informações para a internet. Era o nascimento da World Wide Web (www).
    A internet, como rede de computadores, já existia desde a década de 60. Como parte da estratégia militar durante a guerra fria, os Estados Unidos buscaram formas de diversificar o armazenamento e a troca de informações militares sensíveis. O resultado desse esforço foi o desenvolvimento de um sistema que interligava vários computadores e permitia a troca de dados entre eles. Depois, a rede deixaria de ser de uso exclusivo militar.
    A contribuição de Tim Berners-Lee foi apresentar uma proposta de sistema organizado para escrever, transmitir e armazenar essas informações entre os computadores, o que então não existia. O mérito da www consistiu em ser um sistema que facilitava a navegação dos usuários na rede. A proposta de Berners-Lee incluía, por exemplo, o hiperlink, que se mostrou tão útil para simplificar o uso da internet.
    Ardente defensor da neutralidade da rede, Tim Berners-Lee comentou que o trigésimo aniversário da www é motivo de comemoração e também de reflexão. As pessoas “estão assustadas após as eleições de Trump e o Brexit, percebendo que a web que eles achavam tão legal não necessariamente está fazendo bem para a humanidade”, afirmou Berners-Lee. É cada vez mais consolidada a impressão de que “a internet não é tão bonita assim”.
    O tão sonhado ambiente virtual de liberdade, no qual cada um deveria poder expressar suas ideias e opiniões, ter acesso a novas fontes de conhecimento e conectar-se como novas comunidades e pessoas, é fortemente ameaçado pelo abuso de poder de alguns, pela manipulação de informações, pela difusão de notícias mentirosas, pelo radicalismo e extremismo de determinados grupos. A internet, que em tese poderia ser uma significativa contribuição para a coesão e a colaboração social – como de fato é em tantas situações –, tem sido também ocasião para o esgarçamento das relações sociais, como se fosse terra sem lei, na qual mandam o mais atrevido e o mais forte.
    Além do risco de manipulação social e política por meio da internet, outro ponto que suscita especial preocupação no trigésimo aniversário é a proteção dos dados pessoais. Há casos de flagrante violação da privacidade, às vezes com vazamento de informações de milhares de usuários. Têm havido também frequentes denúncias de uso não autorizado por parte de empresas em relação a dados de usuários e de terceiros.
    “É a nossa jornada da adolescência para um futuro mais maduro, responsável e inclusivo”, Disse Berners-Lee, ao apontar que a internet é um caminho sem volta. Os governos precisam erar atentos, tanto para investigar as violações aos direitos e garantias dos usuários como para atualizar as leis numa área em contínua transformação. Também são precisos vigilância e aprendizado por parte dos cidadãos. A experiência de 30 anos de internet mostra que nada substitui a responsabilidade pessoal. Mais do que questão de tecnologia, alguns riscos da internet sobre a política evidenciam uma ainda frágil cidadania. A maturidade da internet também deve ser a maturidade do usuário.
(Notas & Informações – O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,tres-
decadas-de-internet,70002752966. Acesso em: 25/06/2019.)
Assinale a alternativa em que se inclui corretamente o adjetivo “bom”, na função de adjunto adnominal, antes do substantivo “vigilância”, no trecho: “Também são precisos vigilância e aprendizado por parte dos cidadãos.” (8º§).
Alternativas
Q1787948 Português
Ondas de calor na Europa tiveram influência humana, diz
estudo

     As mudanças climáticas causadas por atividades humanas tiveram papel definitivo nos recordes de temperaturas máximas atingidas em vários países da Europa no final de julho. Os recordes nacionais de calor quebrados na Bélgica, Alemanha, Holanda e Reino Unido foram de 1,5 a 3°C mais intensos e de cinco a cem vezes mais prováveis de ocorrer por conta do fenômeno do aquecimento global, causado pela emissão de gases-estufa.
    A conclusão é de um estudo do grupo World Weather Attribution, que reúne cientistas de instituições como o instituto de meteorologia da Holanda e a universidade de Oxford, da Inglaterra, a partir de dados de estações meteorológicas e estimativas calculadas com oito modelos matemáticos.
     Em todos os países analisados, as temperaturas máximas atingidas durante as ondas de calor seriam entre 1,5 a 3°C mais baixas caso não houvesse o fenômeno do aquecimento global. Na Bélgica e na Holanda, os termômetros passaram dos 40°C pela primeira vez.
     Já a probabilidade de ocorrência, que varia conforme a região e o modelo climático utilizado, foi de cinco até cem vezes maior por conta do aquecimento global. Na França, os recordes de temperatura foram até cem vezes mais prováveis. O período de retorno das ondas de calor na região é de mais de mil anos, em condições normais.
     Já no Reino Unido, as ondas de calor são menos raras. No clima atual, elas têm voltado a ocorrer aproximadamente a cada dez anos. Em um clima sem a influência do aquecimento global, a estimativa do período de retorno varia de 50 a 100 anos. O evento extremo passou a ser de cinco a dez vezes mais provável no país.
     “A onda de calor do final de julho de 2019 foi tão extrema na Europa ocidental que as magnitudes observadas seriam extremamente improváveis sem a mudança climática induzida pelo homem”, conclui o estudo.

(Ana Carolina Amaral. Disponível:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2019/08/ondas-de-
calor-na-europa-tiveram-influencia-humana-diz-estudo-
cjyuagins00v701nxa1fbws8j.html. Acesso em: 02/08/2019.)
De acordo com a formação do plural dos substantivos compostos, quando os elementos componentes são ligados por hífen, podem ser flexionados os dois termos ou apenas um deles. Indique, a seguir, a alternativa em que todos os substantivos compostos podem ser flexionados no plural da mesma forma que o termo “gases-estufa”, empregado no texto.
Alternativas
Q1764134 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Depressão e Ansiedade: a síndrome que atinge 20 milhões de brasileiros

Por Elisa Martins 




(Disponível em: https://epoca.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova)


Na linha 06, temos o emprego da palavra “mal”, assim grafada por tratar-se de um substantivo, nessa situação de emprego. Assinale a alternativa na qual a grafia da palavra esteja INCORRETA.
Alternativas
Q1764083 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Depressão e Ansiedade: a síndrome que atinge 20 milhões de brasileiros

Por Elisa Martins


(Disponível em: https://epoca.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova)

Na linha 21, tem–se a ocorrência da palavra “vítimas”. Analise as assertivas a seguir acerca do vocábulo destacado:
I. Trata-se de um substantivo sobrecomum, pois, apesar apresenta um só gênero, se refere a ambos. II. Caso suprimíssemos o acento agudo da palavra, ela formaria uma palavra inexistente em Língua Portuguesa. III. A palavra é acentuada devido à mesma regra de acentuação que determina a acentuação da palavra “saída”.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1763986 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Um em cada quatro jovens está viciado em celular, aponta estudo britânico.


(Disponível em: https://epoca.globo.com/sociedade/um-em-cada-quatro-jovens-esta-viciado-emcelular-aponta-estudo-britanico-1-24108758 – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Analise as afirmações que se fazem a respeito do vocábulo destacado na linha 08:
I. Trata-se de substantivo comum de dois gêneros por ter uma forma para ambos os gêneros. II. É uma palavra polissílaba e paroxítona. III. A palavra foi formada por derivação sufixal a partir do substantivo “pesquisa”.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1760624 Português

Atenção! O texto servirá de subsídio para a questão: 

Fonte: Revista Superinteressante ed. Out. 2019 

Observe “A língua espanhola, por outro lado, deu mais importância ao desenho no chão na hora de batizar a brincadeira. Por a brincadeira se chama rayuela...” e “A tal marelle é a pedrinha lançada pelas crianças. Em francês ela significa o mesmo que ...”. Sobre as palavras destacadas em cada sentença, considerando o uso linguístico, é correto o exposto em:
Alternativas
Q1760623 Português

Atenção! O texto servirá de subsídio para a questão: 

Fonte: Revista Superinteressante ed. Out. 2019 

Observe, nas proposições apresentadas, o uso das palavras em destaque e assinale a alternativa que expõe uma informação INCORRETA:
I - A expressão vem do nome que os franceses davam ao jogo: jeu de marelle. II – Aos ouvidos portugueses, a palavra se parecia muito mais com “amarelo”, que já existia na língua portuguesa. III – A língua espanhola, por outro lado, deu mais importância ao desenho no chão na hora de batizar a brincadeira.
Alternativas
Q1759718 Português
Assinale a alternativa em que o substantivo feminino se encontra incorreto com base no substantivo masculino:
Alternativas
Q1759711 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(TEXTO)


“Quando o McDonald's fechou todas suas lanchonetes na Islândia, [...]” (linhas 1 e 2). A palavra destacada, no contexto em que está inserida, exerce função morfológica de:
Alternativas
Q1758660 Português

Observe as orações e aquilo que se explica em cada situação:


I- A morte do pai o deixou abalado. (substantivo abstrato; designa um estado, sentimento do ser do qual pode ser abstraído, e sem o qual não pode existir.)

II – A elefoa adaptou-se bem ao novo ambiente. (Segundo o VOLP - Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa é correto o emprego de elefoa como feminino de elefante.)

III – A grafite está terminando. Passarei na livraria mais tarde. (Grafite é um substantivo feminino por isso está precedida do artigo A.)

IV – Comprei dois leites. (Compreendemos que por “dois leites” está subentendido o substantivo pacotes, pois esse substantivo insere-se na classe dos substantivos não contáveis. Isto é, não é possível distinguir partes singulares de partes plurais e, por essa razão tais nomes não ocorrem, tipicamente, em construções de enumeração, exceto quando se faz contagem relativa a contadores não explícitos.)


A partir das análises assinale a sentença correta:

Alternativas
Q1757800 Português
Não é um substantivo coletivo:
Alternativas
Q1757218 Português
Observe as palavras em destaque em cada sentença juntamente com a análise proposta e posteriormente assinale a alternativa CORRETA: 
I – O plural das palavras: degrau e hambúrguer faz-se respectivamente: degraus e hambúrgueres. II- “Este ano está bom para nós.” Temos nas palavras em destaque dois exemplos de pronomes. III – “É difícil conviver com esta elasticidade”. Temos na palavra em destaque um exemplo de verbo.
Alternativas
Q1755312 Português

Com relação às Classes de Palavras é CORRETO:

I– As classes de palavras são divididas em palavras variáveis e palavras invariáveis.

II – Substantivo é a palavra que nomeia os seres em geral, desde objetos, fenômenos, lugares, qualidades, ações, dentre outros. Pode ser flexionado em: Gênero, número e grau.

III- As respectivas formas flexionadass dos adjetivos para o grau superlativo absoluto de pobre e humilde são: paupérrimo e humílimo.

IV - Do ponto de vista semântico, o pronome pode apresentar inúmeros sentidos, a depender do contexto: posse, indefinição, generalização, questionamento, apontamento, aproximação, afetividade, ironia, depreciação etc.

Alternativas
Q1754936 Português

Assinale a alternativa que apresenta vocábulos que fazem o plural igual a mestres-cucas, ou seja, ambos flexionam-se para o plural.

Alternativas
Respostas
2741: D
2742: A
2743: E
2744: C
2745: C
2746: B
2747: A
2748: D
2749: E
2750: A
2751: E
2752: C
2753: A
2754: D
2755: C
2756: A
2757: A
2758: A
2759: B
2760: C