Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3580553 Português
Se colocarmos o fragmento “A sociedade aprecia os avanços tecnológicos” na voz passiva, teremos: 
Alternativas
Q3580551 Português
Por que os maiores benefícios da tecnologia raramente chegam ao grande público?




(Disponível em: https://www.mitsloanreview.com.br/post/por-que-os-maiores-beneficios-da-tecnologiararamente-chegam-ao-grande – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o fragmento “... os economistas Daron Acemoglu e Simon Johnson apresentam uma perspectiva histórica abrangente do quanto os custos e benefícios dos avanços tecnológicos foram desigualmente distribuídos”, analise as assertivas a seguir:

I. A palavra “desigualmente”, nesse contexto, é classificada como um adjetivo.
II. A oração organizada em torno do verbo “apresentam” tem sujeito composto.
III. O verbo “apresentam” é classificado como verbo transitivo direto.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3580550 Português
Por que os maiores benefícios da tecnologia raramente chegam ao grande público?




(Disponível em: https://www.mitsloanreview.com.br/post/por-que-os-maiores-beneficios-da-tecnologiararamente-chegam-ao-grande – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em “... há muitas decisões importantes que estão sendo afetadas por um ‘tecno-otimismo’ tanto no mundo acadêmico quanto no da tecnologia e no da política”, os termos sublinhados são conjunções que estabelecem relação de:
Alternativas
Q3579500 Português
Ciente das regras de concordância verbal existentes na norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa em que haja um erro de concordância:
Alternativas
Q3579398 Português
Leia com atenção as alternativas e assinale aquela com a presença de uma conjunção subordinativa adverbial final:
Alternativas
Q3579290 Português
Entende-se por regência verbal a relação posta entre um verbo na oração e todos os termos da oração que a ele se conectam. Sendo assim, leia com atenção as alternativas e assinale aquela que houver erro na regência verbal:
Alternativas
Q3579088 Português
Dormir pouco traz tanto risco quanto beber para motoristas  

        A expressão “bêbado de sono” é de uso comum para descrever uma pessoa que está muito cansada. E dirigir nessa condição pode mesmo ser tão arriscado quanto conduzir um carro após ingerir bebidas alcoólicas. É o que aponta um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade Central de Queensland, na Austrália, e publicado na revista científica Nature and Science of Sleep. O trabalho apontou que indivíduos que tenham dormido menos de cinco horas na noite anterior têm o mesmo risco de sofrer um acidente de carro que alguém que tenha bebido álcool.

        O estudo revelou que cerca de 20% dos acidentes de trânsito são causados por exaustão. Embora outros fatores que provocam batidas (por exemplo, dirigir alcoolizado) “tenham diminuído nas últimas décadas devido ao aumento das estratégias de educação pública e medidas punitivas, reduções semelhantes não foram observadas em acidentes relacionados à fadiga”, escreveram os autores no estudo. Os pesquisadores, então, tentaram definir de quanto sono prévio a pessoa precisa para dirigir com segurança. Para isso, eles analisaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo.

        Depois de sintetizar as descobertas de 61 estudos únicos, descobriram que dormir menos de quatro a cinco horas nas 24 horas anteriores está associado a aproximadamente o dobro do risco de um acidente de carro. Essa é a mesma probabilidade de uma colisão de quando os motoristas têm uma concentração de álcool no sangue a partir de 0,05%. “Não apenas isso, mas o risco de um motorista sofrer um acidente aumenta significativamente a cada hora de sono perdida na noite anterior. Alguns estudos até sugeriram que, quando um motorista dormiu entre zero e quatro horas na noite anterior, ele pode ter até 15 vezes mais chances de sofrer um acidente”, relataram os autores do estudo Madeline Sprajcer e Drew Dawson ao portal The Conversation. Os pesquisadores sugerem, com base nos resultados e nas demais evidências científicas, que pode ser razoável exigir que os motoristas durmam um pouco mais antes de se sentar ao volante. “Se fôssemos alinhar com o grau de risco considerado aceitável para intoxicação, poderíamos considerar exigir um mínimo de quatro a cinco horas de sono antes.”.


Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa correta, com todas as modificações necessárias, se passarmos a palavra pesquisadores para o singular no período: Os pesquisadores, então, tentaram definir de quanto sono prévio a pessoa precisa para dirigir com segurança. 
Alternativas
Q3578503 Português


(Disponível em: https://exame.com/colunistas/crescer-em-rede/em-busca-do-tempo-perdido-programas-sem-

gestao-atrasam-novas-tecnologias-na-sala-de-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando o trecho “A esmagadora maioria enfrentou dificuldades intransponíveis”, analise as assertivas a seguir:

I. O sujeito da oração é classificado como indeterminado.
II. A oração não apresenta adjunto adnominal do sujeito.
III. Na oração, há objeto direto. Logo, o verbo “enfrentou” é um verbo transitivo direto.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3578502 Português


(Disponível em: https://exame.com/colunistas/crescer-em-rede/em-busca-do-tempo-perdido-programas-sem-

gestao-atrasam-novas-tecnologias-na-sala-de-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

No segundo parágrafo do texto, o sujeito que se organiza em torno do verbo “são” é classificado como: 
Alternativas
Q3578495 Português


(Disponível em: https://exame.com/colunistas/crescer-em-rede/em-busca-do-tempo-perdido-programas-sem-

gestao-atrasam-novas-tecnologias-na-sala-de-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando a correta concordância verbal, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 24, 25 e 26. 
Alternativas
Q3577992 Português
Leia com atenção o período abaixo:
Roberto, embora muito tranquilo, voltou-se contra os colegas.
A conjunção destacada é:
Alternativas
Q3577529 Português
No trecho “Algumas pessoas podem achar estranho o interesse em um livro sobre a morte”, retirado do texto, ao substituir a palavra em destaque pelo seu singular, “pessoa”, quantas outras modificações seriam necessárias para manter a concordância? 
Alternativas
Q3577523 Português
No trecho “O que norteia nosso caminho e nos impele a fazer boas escolhas”, a conjunção “e” une as orações estabelecendo uma relação de:  
Alternativas
Q3577520 Português
Qual das palavras a seguir substitui, sem prejudicar o sentido do texto, a palavra “embora” (l. 02)?
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Palmeira - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização (P.T.A.V.M) | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização de Obras | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Biblioteconomista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Cirurgião Dentista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Contador | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Bacharelado | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Licenciatura | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fiscal Tributário I | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Terapeuta Ocupacional 30H | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Museólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Nutricionista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Pedagogo |
Q3576204 Português
Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos.

    Responsável pelo trabalho de restauro, Maria Helena Chartuni relembra o trabalho que fez para ‘salvar’ a imagem de Nossa Senhora Aparecida e diz ter sentido ajuda da Santa. Hoje protegida em um nicho de ouro blindado a quatro metros do chão no Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde fica em exposição, a imagem original de Nossa Senhora precisou ser restaurada há 45 anos, após ser quebrada em mais de 200 pedaços.
    O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida. A imagem, que ficava em um cofre no altar, foi retirada por um jovem de 19 anos, que a derrubou no chão. A imagem, que ficou muito danificada - situação que causou comoção por parte dos devotos na época - foi encaminhada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) para passar pelo processo de restauro.
    A missão de restaurar a imagem foi delegada à artista plástica e chefe do Departamento de Restauração do museu, Maria Helena Chartuni. Ela, que até então não era devota, teve a vida transformada pelo trabalho, que classifica como o mais marcante e especial da sua vida. “Assim que me escolheram eu perguntei: ‘Está muito quebrada?’. Responderam que seria tranquilo restaurar, mas quando eu vi foi um choque. A cabeça estava muito danificada. Aí, sim, tive a noção real do estrago. Era muito pesada e por isso quebrou muito, em mais de 200 pedaços”,lembra Chartuni.
    Apesar de ter sido escolhida para a restauração, a artista conta que não era devota de Nossa Senhora Aparecida e não tinha relação com a Santa. Para ela, era como se fosse mais um trabalho em uma obra normal. “Caiu no meu colo e foi um choque pela responsabilidade que estavam atribuindo a isso e pela dificuldade enorme do trabalho, mas para mim a imagem em si era indiferente. Eu não tinha ligação”, conta.
    Mesmo não sendo devota da Padroeira, Maria Helena Chartuni decidiu rezar e ‘conversar’ com a Santa para pedir ajuda, tendo em vista à comoção enorme dos devotos pela situação em que a imagem havia ficado com o atentado em Aparecida. “Eu então rezei um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Fui aí que fui apresentada à Nossa Senhora. Ela já me conhecia muito bem. Falei para ela: ‘Agora somos nós. Preciso da sua ajuda. Você me ajuda e eu te ajudo’.”
    A partir disso, foi mais de um mês de dedicação intensa e exclusiva ao trabalho ao qual havia sido escolhido para fazer. Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial. “Durante o processo aconteceram várias coisas curiosas. Às vezes eu sentia falta de algumas peças que eram essenciais na restauração, procurava de todas as formas e não encontrava, e no dia seguinte elas apareciam em cima da mesa, em locais muito visíveis, onde era muito difícil eu não ter visto antes.” “Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei. Fui contar os dias que levei para fazer a restauração e vi que foram 33 dias. 33 anos é a idade de Cristo”, completa.
    De acordo com Chartuni, a restauração da imagem foi uma transformação completa vida na vida dela. Ela conta que, antes de receber essa missão, vivia um momento ruim. “A vida é feita de altos e baixos e eu estava em um ‘baixo’. Mas isso me mudou muito. Foi um choque espiritual muito forte. Ao mesmo tempo que eu restaurei a imagem, Nossa Senhora me restaurou, sem que eu soubesse. Já restaurei muitas coisas, mas essa me transformou muito. Guardo as emoções e as lembranças desse trabalho até hoje”, diz a artista plástica.
    Após os 33 dias de trabalho, Chartuni entregou a imagem restaurada de Nossa Senhora Aparecida à direção do Masp. A partir disso, foi elaborada uma operação para encaminhar a imagem de volta ao Santuário Nacional, no interior de São Paulo. Isso aconteceu no dia 19 agosto de 1978. O trajeto começou no vão do Masp e seguiu até Aparecida, em um caminhão do Corpo de Bombeiros em um cortejo acompanhado por milhares de fiéis. Uma multidão de devotos se aglomerava nos locais em que a operação passava.
    O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer. “A fé das pessoas me chocou. Elas se ajoelhavam. Filas quilométricas na entrada do santuário. Eu estive lá e as pessoas me agradeciam, emocionadas. Beijavam a minha mão”, se recorda, também emocionada. “Foi a coisa mais linda que eu vi na minha vida. Foi impactante. Uma multidão acompanhando. Aprendi demais com a fé dos romeiros. É uma coisa muito verdadeira, genuína. Me transformou como pessoa e hoje sou muito devota também.” 
    O impacto foi tanto, que Chartuni comemora o fato de só ter descoberto a dimensão da importância da restauração da imagem, quando já a havia restaurado. Ela acredita que, se já tivesse essa noção, sentiria uma pressão muito maior durante o processo. “Ainda bem que eu não tinha a real noção do que aquilo significava. Acho que é a mesma coisa com um médico, por exemplo: a responsabilidade parece muito maior quando precisa fazer uma cirurgia de uma personalidade, do que quando se trata de um paciente normal”, pontua.

Fonte: Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Palmeira - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização (P.T.A.V.M) | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização de Obras | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Biblioteconomista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Cirurgião Dentista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Contador | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Bacharelado | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Licenciatura | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fiscal Tributário I | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Terapeuta Ocupacional 30H | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Museólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Nutricionista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Pedagogo |
Q3576203 Português
Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos.

    Responsável pelo trabalho de restauro, Maria Helena Chartuni relembra o trabalho que fez para ‘salvar’ a imagem de Nossa Senhora Aparecida e diz ter sentido ajuda da Santa. Hoje protegida em um nicho de ouro blindado a quatro metros do chão no Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde fica em exposição, a imagem original de Nossa Senhora precisou ser restaurada há 45 anos, após ser quebrada em mais de 200 pedaços.
    O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida. A imagem, que ficava em um cofre no altar, foi retirada por um jovem de 19 anos, que a derrubou no chão. A imagem, que ficou muito danificada - situação que causou comoção por parte dos devotos na época - foi encaminhada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) para passar pelo processo de restauro.
    A missão de restaurar a imagem foi delegada à artista plástica e chefe do Departamento de Restauração do museu, Maria Helena Chartuni. Ela, que até então não era devota, teve a vida transformada pelo trabalho, que classifica como o mais marcante e especial da sua vida. “Assim que me escolheram eu perguntei: ‘Está muito quebrada?’. Responderam que seria tranquilo restaurar, mas quando eu vi foi um choque. A cabeça estava muito danificada. Aí, sim, tive a noção real do estrago. Era muito pesada e por isso quebrou muito, em mais de 200 pedaços”,lembra Chartuni.
    Apesar de ter sido escolhida para a restauração, a artista conta que não era devota de Nossa Senhora Aparecida e não tinha relação com a Santa. Para ela, era como se fosse mais um trabalho em uma obra normal. “Caiu no meu colo e foi um choque pela responsabilidade que estavam atribuindo a isso e pela dificuldade enorme do trabalho, mas para mim a imagem em si era indiferente. Eu não tinha ligação”, conta.
    Mesmo não sendo devota da Padroeira, Maria Helena Chartuni decidiu rezar e ‘conversar’ com a Santa para pedir ajuda, tendo em vista à comoção enorme dos devotos pela situação em que a imagem havia ficado com o atentado em Aparecida. “Eu então rezei um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Fui aí que fui apresentada à Nossa Senhora. Ela já me conhecia muito bem. Falei para ela: ‘Agora somos nós. Preciso da sua ajuda. Você me ajuda e eu te ajudo’.”
    A partir disso, foi mais de um mês de dedicação intensa e exclusiva ao trabalho ao qual havia sido escolhido para fazer. Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial. “Durante o processo aconteceram várias coisas curiosas. Às vezes eu sentia falta de algumas peças que eram essenciais na restauração, procurava de todas as formas e não encontrava, e no dia seguinte elas apareciam em cima da mesa, em locais muito visíveis, onde era muito difícil eu não ter visto antes.” “Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei. Fui contar os dias que levei para fazer a restauração e vi que foram 33 dias. 33 anos é a idade de Cristo”, completa.
    De acordo com Chartuni, a restauração da imagem foi uma transformação completa vida na vida dela. Ela conta que, antes de receber essa missão, vivia um momento ruim. “A vida é feita de altos e baixos e eu estava em um ‘baixo’. Mas isso me mudou muito. Foi um choque espiritual muito forte. Ao mesmo tempo que eu restaurei a imagem, Nossa Senhora me restaurou, sem que eu soubesse. Já restaurei muitas coisas, mas essa me transformou muito. Guardo as emoções e as lembranças desse trabalho até hoje”, diz a artista plástica.
    Após os 33 dias de trabalho, Chartuni entregou a imagem restaurada de Nossa Senhora Aparecida à direção do Masp. A partir disso, foi elaborada uma operação para encaminhar a imagem de volta ao Santuário Nacional, no interior de São Paulo. Isso aconteceu no dia 19 agosto de 1978. O trajeto começou no vão do Masp e seguiu até Aparecida, em um caminhão do Corpo de Bombeiros em um cortejo acompanhado por milhares de fiéis. Uma multidão de devotos se aglomerava nos locais em que a operação passava.
    O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer. “A fé das pessoas me chocou. Elas se ajoelhavam. Filas quilométricas na entrada do santuário. Eu estive lá e as pessoas me agradeciam, emocionadas. Beijavam a minha mão”, se recorda, também emocionada. “Foi a coisa mais linda que eu vi na minha vida. Foi impactante. Uma multidão acompanhando. Aprendi demais com a fé dos romeiros. É uma coisa muito verdadeira, genuína. Me transformou como pessoa e hoje sou muito devota também.” 
    O impacto foi tanto, que Chartuni comemora o fato de só ter descoberto a dimensão da importância da restauração da imagem, quando já a havia restaurado. Ela acredita que, se já tivesse essa noção, sentiria uma pressão muito maior durante o processo. “Ainda bem que eu não tinha a real noção do que aquilo significava. Acho que é a mesma coisa com um médico, por exemplo: a responsabilidade parece muito maior quando precisa fazer uma cirurgia de uma personalidade, do que quando se trata de um paciente normal”, pontua.

Fonte: Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pela oração subordinada em destaque no período: Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Palmeira - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização (P.T.A.V.M) | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização de Obras | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Biblioteconomista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Cirurgião Dentista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Contador | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Bacharelado | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Licenciatura | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fiscal Tributário I | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Terapeuta Ocupacional 30H | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Museólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Nutricionista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Pedagogo |
Q3576202 Português
Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos.

    Responsável pelo trabalho de restauro, Maria Helena Chartuni relembra o trabalho que fez para ‘salvar’ a imagem de Nossa Senhora Aparecida e diz ter sentido ajuda da Santa. Hoje protegida em um nicho de ouro blindado a quatro metros do chão no Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde fica em exposição, a imagem original de Nossa Senhora precisou ser restaurada há 45 anos, após ser quebrada em mais de 200 pedaços.
    O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida. A imagem, que ficava em um cofre no altar, foi retirada por um jovem de 19 anos, que a derrubou no chão. A imagem, que ficou muito danificada - situação que causou comoção por parte dos devotos na época - foi encaminhada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) para passar pelo processo de restauro.
    A missão de restaurar a imagem foi delegada à artista plástica e chefe do Departamento de Restauração do museu, Maria Helena Chartuni. Ela, que até então não era devota, teve a vida transformada pelo trabalho, que classifica como o mais marcante e especial da sua vida. “Assim que me escolheram eu perguntei: ‘Está muito quebrada?’. Responderam que seria tranquilo restaurar, mas quando eu vi foi um choque. A cabeça estava muito danificada. Aí, sim, tive a noção real do estrago. Era muito pesada e por isso quebrou muito, em mais de 200 pedaços”,lembra Chartuni.
    Apesar de ter sido escolhida para a restauração, a artista conta que não era devota de Nossa Senhora Aparecida e não tinha relação com a Santa. Para ela, era como se fosse mais um trabalho em uma obra normal. “Caiu no meu colo e foi um choque pela responsabilidade que estavam atribuindo a isso e pela dificuldade enorme do trabalho, mas para mim a imagem em si era indiferente. Eu não tinha ligação”, conta.
    Mesmo não sendo devota da Padroeira, Maria Helena Chartuni decidiu rezar e ‘conversar’ com a Santa para pedir ajuda, tendo em vista à comoção enorme dos devotos pela situação em que a imagem havia ficado com o atentado em Aparecida. “Eu então rezei um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Fui aí que fui apresentada à Nossa Senhora. Ela já me conhecia muito bem. Falei para ela: ‘Agora somos nós. Preciso da sua ajuda. Você me ajuda e eu te ajudo’.”
    A partir disso, foi mais de um mês de dedicação intensa e exclusiva ao trabalho ao qual havia sido escolhido para fazer. Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial. “Durante o processo aconteceram várias coisas curiosas. Às vezes eu sentia falta de algumas peças que eram essenciais na restauração, procurava de todas as formas e não encontrava, e no dia seguinte elas apareciam em cima da mesa, em locais muito visíveis, onde era muito difícil eu não ter visto antes.” “Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei. Fui contar os dias que levei para fazer a restauração e vi que foram 33 dias. 33 anos é a idade de Cristo”, completa.
    De acordo com Chartuni, a restauração da imagem foi uma transformação completa vida na vida dela. Ela conta que, antes de receber essa missão, vivia um momento ruim. “A vida é feita de altos e baixos e eu estava em um ‘baixo’. Mas isso me mudou muito. Foi um choque espiritual muito forte. Ao mesmo tempo que eu restaurei a imagem, Nossa Senhora me restaurou, sem que eu soubesse. Já restaurei muitas coisas, mas essa me transformou muito. Guardo as emoções e as lembranças desse trabalho até hoje”, diz a artista plástica.
    Após os 33 dias de trabalho, Chartuni entregou a imagem restaurada de Nossa Senhora Aparecida à direção do Masp. A partir disso, foi elaborada uma operação para encaminhar a imagem de volta ao Santuário Nacional, no interior de São Paulo. Isso aconteceu no dia 19 agosto de 1978. O trajeto começou no vão do Masp e seguiu até Aparecida, em um caminhão do Corpo de Bombeiros em um cortejo acompanhado por milhares de fiéis. Uma multidão de devotos se aglomerava nos locais em que a operação passava.
    O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer. “A fé das pessoas me chocou. Elas se ajoelhavam. Filas quilométricas na entrada do santuário. Eu estive lá e as pessoas me agradeciam, emocionadas. Beijavam a minha mão”, se recorda, também emocionada. “Foi a coisa mais linda que eu vi na minha vida. Foi impactante. Uma multidão acompanhando. Aprendi demais com a fé dos romeiros. É uma coisa muito verdadeira, genuína. Me transformou como pessoa e hoje sou muito devota também.” 
    O impacto foi tanto, que Chartuni comemora o fato de só ter descoberto a dimensão da importância da restauração da imagem, quando já a havia restaurado. Ela acredita que, se já tivesse essa noção, sentiria uma pressão muito maior durante o processo. “Ainda bem que eu não tinha a real noção do que aquilo significava. Acho que é a mesma coisa com um médico, por exemplo: a responsabilidade parece muito maior quando precisa fazer uma cirurgia de uma personalidade, do que quando se trata de um paciente normal”, pontua.

Fonte: Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelo termo em destaque no período: O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Palmeira - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização (P.T.A.V.M) | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Agente Municipal de Fiscalização de Obras | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Biblioteconomista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Cirurgião Dentista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Contador | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Bacharelado | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Professor de Educação Física - Licenciatura | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fiscal Tributário I | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Terapeuta Ocupacional 30H | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Museólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Nutricionista | FAU - 2023 - Prefeitura de Palmeira - PR - Pedagogo |
Q3576197 Português
Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos.

    Responsável pelo trabalho de restauro, Maria Helena Chartuni relembra o trabalho que fez para ‘salvar’ a imagem de Nossa Senhora Aparecida e diz ter sentido ajuda da Santa. Hoje protegida em um nicho de ouro blindado a quatro metros do chão no Santuário Nacional de Aparecida (SP), onde fica em exposição, a imagem original de Nossa Senhora precisou ser restaurada há 45 anos, após ser quebrada em mais de 200 pedaços.
    O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida. A imagem, que ficava em um cofre no altar, foi retirada por um jovem de 19 anos, que a derrubou no chão. A imagem, que ficou muito danificada - situação que causou comoção por parte dos devotos na época - foi encaminhada ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) para passar pelo processo de restauro.
    A missão de restaurar a imagem foi delegada à artista plástica e chefe do Departamento de Restauração do museu, Maria Helena Chartuni. Ela, que até então não era devota, teve a vida transformada pelo trabalho, que classifica como o mais marcante e especial da sua vida. “Assim que me escolheram eu perguntei: ‘Está muito quebrada?’. Responderam que seria tranquilo restaurar, mas quando eu vi foi um choque. A cabeça estava muito danificada. Aí, sim, tive a noção real do estrago. Era muito pesada e por isso quebrou muito, em mais de 200 pedaços”,lembra Chartuni.
    Apesar de ter sido escolhida para a restauração, a artista conta que não era devota de Nossa Senhora Aparecida e não tinha relação com a Santa. Para ela, era como se fosse mais um trabalho em uma obra normal. “Caiu no meu colo e foi um choque pela responsabilidade que estavam atribuindo a isso e pela dificuldade enorme do trabalho, mas para mim a imagem em si era indiferente. Eu não tinha ligação”, conta.
    Mesmo não sendo devota da Padroeira, Maria Helena Chartuni decidiu rezar e ‘conversar’ com a Santa para pedir ajuda, tendo em vista à comoção enorme dos devotos pela situação em que a imagem havia ficado com o atentado em Aparecida. “Eu então rezei um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Fui aí que fui apresentada à Nossa Senhora. Ela já me conhecia muito bem. Falei para ela: ‘Agora somos nós. Preciso da sua ajuda. Você me ajuda e eu te ajudo’.”
    A partir disso, foi mais de um mês de dedicação intensa e exclusiva ao trabalho ao qual havia sido escolhido para fazer. Apesar da entrega ao serviço e da experiência que já tinha na área, Chartuni afirma que não teria sido capaz se não fosse uma ajuda especial. “Durante o processo aconteceram várias coisas curiosas. Às vezes eu sentia falta de algumas peças que eram essenciais na restauração, procurava de todas as formas e não encontrava, e no dia seguinte elas apareciam em cima da mesa, em locais muito visíveis, onde era muito difícil eu não ter visto antes.” “Eu tive certeza da ajuda dela (Nossa Senhora) quando terminei. Fui contar os dias que levei para fazer a restauração e vi que foram 33 dias. 33 anos é a idade de Cristo”, completa.
    De acordo com Chartuni, a restauração da imagem foi uma transformação completa vida na vida dela. Ela conta que, antes de receber essa missão, vivia um momento ruim. “A vida é feita de altos e baixos e eu estava em um ‘baixo’. Mas isso me mudou muito. Foi um choque espiritual muito forte. Ao mesmo tempo que eu restaurei a imagem, Nossa Senhora me restaurou, sem que eu soubesse. Já restaurei muitas coisas, mas essa me transformou muito. Guardo as emoções e as lembranças desse trabalho até hoje”, diz a artista plástica.
    Após os 33 dias de trabalho, Chartuni entregou a imagem restaurada de Nossa Senhora Aparecida à direção do Masp. A partir disso, foi elaborada uma operação para encaminhar a imagem de volta ao Santuário Nacional, no interior de São Paulo. Isso aconteceu no dia 19 agosto de 1978. O trajeto começou no vão do Masp e seguiu até Aparecida, em um caminhão do Corpo de Bombeiros em um cortejo acompanhado por milhares de fiéis. Uma multidão de devotos se aglomerava nos locais em que a operação passava.
    O episódio também é inesquecível para Maria Helena, que só aí teve real noção da importância do trabalho que havia acabado de fazer. “A fé das pessoas me chocou. Elas se ajoelhavam. Filas quilométricas na entrada do santuário. Eu estive lá e as pessoas me agradeciam, emocionadas. Beijavam a minha mão”, se recorda, também emocionada. “Foi a coisa mais linda que eu vi na minha vida. Foi impactante. Uma multidão acompanhando. Aprendi demais com a fé dos romeiros. É uma coisa muito verdadeira, genuína. Me transformou como pessoa e hoje sou muito devota também.” 
    O impacto foi tanto, que Chartuni comemora o fato de só ter descoberto a dimensão da importância da restauração da imagem, quando já a havia restaurado. Ela acredita que, se já tivesse essa noção, sentiria uma pressão muito maior durante o processo. “Ainda bem que eu não tinha a real noção do que aquilo significava. Acho que é a mesma coisa com um médico, por exemplo: a responsabilidade parece muito maior quando precisa fazer uma cirurgia de uma personalidade, do que quando se trata de um paciente normal”, pontua.

Fonte: Quebrada em 200 pedaços em atentado, imagem da Padroeira foi restaurada há 45 anos | Festa da Padroeira | G1 (globo.com)
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelos termos em destaque no período: O atentado aconteceu no dia 16 de maio de 1978 durante uma missa na Basílica Velha em Aparecida.
Alternativas
Q3575688 Português
Jovem tem 4 colapsos no pulmão por conta de ‘vape’

    Um adolescente americano de 19 anos precisou ser levado ao hospital e fazer uma cirurgia no pulmão depois que o órgão sofreu quatro colapsos seguidos. Segundo a equipe médica, o problema foi acarretado pelo vício do jovem em fumar vape, um tipo de cigarro eletrônico. Draven Hatfield, de West Virginia, nos Estados Unidos, começou a fumar quando tinha apenas 13 anos, nos finais de semana. Mais tarde, usar o dispositivo se tornou um hábito de “todos os dias e o tempo todo”. Os médicos do hospital revelaram que os pulmões do rapaz pareciam de um “homem que fumava três maços de cigarros por dia há pelo menos 30 anos”.
    Hatfield começou a fumar vapes maiores, que têm mais potência e sabor, depois mudou para modelos descartáveis. “Pelo menos uma vez por dia eu o reabastecia, às vezes uma vez a cada dois dias. Mudei para os vapes descartáveis e provavelmente usei um desses a cada dois ou três dias. Eu não fumava antes de começar a vaporizar. Durante um período de um mês e meio, fumei e usei vape ao mesmo tempo — contou. Em dezembro de 2021, com apenas 17 anos, Hatfield foi para o hospital pela primeira vez após sentir fortes dores e cãimbras do lado esquerdo do peito. Ele foi diagnosticado com pneumotórax espontâneo, ou seja, quando o pulmão é invadido por bolhas de ar que se rompem e enchem o órgão de ar, dificultando a respiração. Segundo a equipe, esse é o início súbito de um pulmão em colapso. Os sintomas incluem dor aguda no peito, que piora com respiração profunda ou tosse, batimentos cardíacos acelerados e fadiga. Na maioria dos casos, a causa de um pulmão colapsado é desconhecida, mas fumar é um dos fatores de risco, e os especialistas creem que o vaping também pode ser.
    Dois meses depois, em dezembro de 2021, o pulmão direito do jovem também começou a apresentar os mesmos sintomas. Na ocasião, ele estava fumando o cigarro eletrônico. Foi quando pensou que seus problemas poderiam estar relacionados ao hábito e decidiu parar. —Apenas senti um pequeno estalo e, como já havia passado por isso, sabia o que era. Estava respirando de forma diferente e toda vez que eu engolia, sentia um pequeno beliscão — relatou. Mesmo parando de fumar, seu pulmão entrou em colapso uma quarta e última vez em fevereiro de 2022. Os médicos precisaram realizar uma cirurgia para remover as bolsas de ar do órgão. Hoje, Hatfield está bem, ainda se recupera das sequelas, como dores no peito, e faz campanha de conscientização para jovens pararem de usar os dispositivos. “Achei que vaporizar era melhor que fumar. Isso me fez perceber o quão perigoso os vapes podem ser” disse. Para parar de fumar, Hatfield disse que mascou chiclete de nicotina para “enganar a mente” até não sentir mais falta de vaporizar. Dados do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) mostram que quase um em cada dez alunos do ensino médio no país são fumantes de vapes, o dobro da proporção em 2014. Nos Estados Unidos, um em cada dez alunos do ensino fundamental usam os dispositivos.

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: Nos Estados Unidos, um em cada dez alunos do ensino fundamental usam os dispositivos.
Alternativas
Q3575685 Português
Jovem tem 4 colapsos no pulmão por conta de ‘vape’

    Um adolescente americano de 19 anos precisou ser levado ao hospital e fazer uma cirurgia no pulmão depois que o órgão sofreu quatro colapsos seguidos. Segundo a equipe médica, o problema foi acarretado pelo vício do jovem em fumar vape, um tipo de cigarro eletrônico. Draven Hatfield, de West Virginia, nos Estados Unidos, começou a fumar quando tinha apenas 13 anos, nos finais de semana. Mais tarde, usar o dispositivo se tornou um hábito de “todos os dias e o tempo todo”. Os médicos do hospital revelaram que os pulmões do rapaz pareciam de um “homem que fumava três maços de cigarros por dia há pelo menos 30 anos”.
    Hatfield começou a fumar vapes maiores, que têm mais potência e sabor, depois mudou para modelos descartáveis. “Pelo menos uma vez por dia eu o reabastecia, às vezes uma vez a cada dois dias. Mudei para os vapes descartáveis e provavelmente usei um desses a cada dois ou três dias. Eu não fumava antes de começar a vaporizar. Durante um período de um mês e meio, fumei e usei vape ao mesmo tempo — contou. Em dezembro de 2021, com apenas 17 anos, Hatfield foi para o hospital pela primeira vez após sentir fortes dores e cãimbras do lado esquerdo do peito. Ele foi diagnosticado com pneumotórax espontâneo, ou seja, quando o pulmão é invadido por bolhas de ar que se rompem e enchem o órgão de ar, dificultando a respiração. Segundo a equipe, esse é o início súbito de um pulmão em colapso. Os sintomas incluem dor aguda no peito, que piora com respiração profunda ou tosse, batimentos cardíacos acelerados e fadiga. Na maioria dos casos, a causa de um pulmão colapsado é desconhecida, mas fumar é um dos fatores de risco, e os especialistas creem que o vaping também pode ser.
    Dois meses depois, em dezembro de 2021, o pulmão direito do jovem também começou a apresentar os mesmos sintomas. Na ocasião, ele estava fumando o cigarro eletrônico. Foi quando pensou que seus problemas poderiam estar relacionados ao hábito e decidiu parar. —Apenas senti um pequeno estalo e, como já havia passado por isso, sabia o que era. Estava respirando de forma diferente e toda vez que eu engolia, sentia um pequeno beliscão — relatou. Mesmo parando de fumar, seu pulmão entrou em colapso uma quarta e última vez em fevereiro de 2022. Os médicos precisaram realizar uma cirurgia para remover as bolsas de ar do órgão. Hoje, Hatfield está bem, ainda se recupera das sequelas, como dores no peito, e faz campanha de conscientização para jovens pararem de usar os dispositivos. “Achei que vaporizar era melhor que fumar. Isso me fez perceber o quão perigoso os vapes podem ser” disse. Para parar de fumar, Hatfield disse que mascou chiclete de nicotina para “enganar a mente” até não sentir mais falta de vaporizar. Dados do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) mostram que quase um em cada dez alunos do ensino médio no país são fumantes de vapes, o dobro da proporção em 2014. Nos Estados Unidos, um em cada dez alunos do ensino fundamental usam os dispositivos.

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelos termos em destaque no período: Dois meses depois, em dezembro de 2021, o pulmão direito do jovem também começou a apresentar os mesmos sintomas.
Alternativas
Respostas
18361: B
18362: D
18363: C
18364: A
18365: D
18366: A
18367: A
18368: C
18369: B
18370: B
18371: B
18372: B
18373: C
18374: D
18375: C
18376: B
18377: D
18378: C
18379: E
18380: D