Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Releia o trecho do texto I a seguir.
“O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes, em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.”
Com base na passagem transcrita do texto I, complete as lacunas sobre a análise sintática a seguir.
O período é composto por __________. A oração “muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.” possui sujeito __________ e predicado __________. Em “para atender a padrões externos”, o termo destacado exerce a função de __________.
Assinale a sequência que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Sobre os aspectos gramaticais presentes no texto I, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Em “Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais [...].”, as convenções da norma-padrão da língua portuguesa exigem o emprego da crase em “às dinâmicas”.
( ) No trecho “Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento.”, é indiferente, ou seja, facultativa a colocação do pronome antes ou depois do verbo.
( ) Na frase “[...] perpetuação dessa farsa digital [...].”, a expressão destacada complementa o sentido do substantivo a que se refere, indicando uma relação de regência nominal.
Assinale a sequência correta.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A palavra ‹rizz› não tem ‹rizz›
Quando, esta semana, se soube que a Universidade de Oxford tinha escolhido «rizz» como palavra do ano, lembrei-me que, no mês passado, a Universidade de Cambridge tinha escolhido “hallucinate”.
De acordo com as notícias, ‘rizz’ representa uma forma abreviada da palavra carisma. Ao que parece, é o modo como uma determinada geração define a inquestionável capacidade de atrair ou seduzir alguém.
Se uma pessoa se torna particularmente sedutora, essa pessoa tem rizz. Mas hallucinate refere-se ao momento em que um dispositivo de inteligência artificial produz informação falsa. Dele se diz então que alucinou.
É possível que rizz seja produto de uma alucinação. Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano e ele tenha alucinado. De acordo com a Wikipédia, a palavra rizz foi cunhada por Kai Cenat, youtuber e streamer do Twitch, em maio de 2021. E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse que, ao contrário do que os jornais dizem, rizz não é uma abreviatura de carisma.
É apenas um conjunto de sons que ele inventou em 2021. Ora, não sei que meios frequenta quem, em Oxford, escolhe a palavra do ano, mas eu nunca ouvi ninguém a articulá-la. E devo confessar, sob pena de condenarem o meu reacionarismo linguístico, que jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz.
Curiosamente, a palavra que indica a habilidade de seduzir não me seduz. Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.
Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.
Não funciona, não só porque o tio já não é jovem, mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa. As palavras usadas pelos jovens hoje ficam velhas ou morrem já amanhã.
Sei disso porque agora já ninguém usa as palavras com que eu me exprimia quando era jovem – nem eu. Em resumo, não há nada que tenha menos rizz do que alguém que está desvairado, desesperadamente a tentar ter rizz.
PEREIRA, Ricardo Araújo. A palavra ‘rizz’ não tem ‘rizz’. Folha de S.Paulo, Ilustrada, 17 dez. 2023, p. C8 (adaptado).
INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto III para responder à questão.
TRECHO DO TEXTO I
“Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.”
TEXTO III

Termo em inglês ganhou popularidade após ser utilizado pelo ator Tom Holland e desbancou "situationship", "prompt" e "Swiftie"
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/dicionario-oxford-escolhe-rizz-como-palavra-do-ano-2023/. Acesso em: 20 jan. 2024.
Sobre a análise sintática dos termos e a variação linguística, analise as afirmativas a seguir.
I. No texto I, o termo destacado em “... não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.” caracteriza o registro informal.
II. Na frase do texto III “Dicionário Orford escolhe ‘rizz’ como palavra do ano 2023”, o sujeito da oração é “rizz”.
III. Na frase do texto I “Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas [...].”, a expressão destacada é um complemento do verbo “recorrer”.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.
TEXTO I
A palavra ‹rizz› não tem ‹rizz›
Quando, esta semana, se soube que a Universidade de Oxford tinha escolhido «rizz» como palavra do ano, lembrei-me que, no mês passado, a Universidade de Cambridge tinha escolhido “hallucinate”.
De acordo com as notícias, ‘rizz’ representa uma forma abreviada da palavra carisma. Ao que parece, é o modo como uma determinada geração define a inquestionável capacidade de atrair ou seduzir alguém.
Se uma pessoa se torna particularmente sedutora, essa pessoa tem rizz. Mas hallucinate refere-se ao momento em que um dispositivo de inteligência artificial produz informação falsa. Dele se diz então que alucinou.
É possível que rizz seja produto de uma alucinação. Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano e ele tenha alucinado. De acordo com a Wikipédia, a palavra rizz foi cunhada por Kai Cenat, youtuber e streamer do Twitch, em maio de 2021. E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse que, ao contrário do que os jornais dizem, rizz não é uma abreviatura de carisma.
É apenas um conjunto de sons que ele inventou em 2021. Ora, não sei que meios frequenta quem, em Oxford, escolhe a palavra do ano, mas eu nunca ouvi ninguém a articulá-la. E devo confessar, sob pena de condenarem o meu reacionarismo linguístico, que jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz.
Curiosamente, a palavra que indica a habilidade de seduzir não me seduz. Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.
Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.
Não funciona, não só porque o tio já não é jovem, mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa. As palavras usadas pelos jovens hoje ficam velhas ou morrem já amanhã.
Sei disso porque agora já ninguém usa as palavras com que eu me exprimia quando era jovem – nem eu. Em resumo, não há nada que tenha menos rizz do que alguém que está desvairado, desesperadamente a tentar ter rizz.
PEREIRA, Ricardo Araújo. A palavra ‘rizz’ não tem ‘rizz’. Folha de S.Paulo, Ilustrada, 17 dez. 2023, p. C8 (adaptado).
Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II

Disponível em: https://www.infopedia.pt/dicionarios/inglesportugues/rizz. Acesso em: 20 jan. 2024.
No texto II, de acordo com o verbete da Infopédia, o verbo derivado do substantivo “rizz” é transitivo, ou seja, exige como complemento um objeto direto ou indireto.
Qual verbo destacado nas frases a seguir, extraídas do texto I, é um verbo transitivo como “rizz”, citado no texto II?
Leia com atenção:
Na manhã do dia 2 de agosto de 2022, policiais e fiscais guatemaltecos, com o apoio de agências do governo norte-americano, ........ 19 pessoas em...... operações surpresa, em diferentes locais da Guatemala. As buscas ...... uma área montanhosa perto da fronteira com o México, com agentes protegidos por helicópteros.
Entre os detidos,...... quatro homens procurados pelos Estados Unidos, ...... de serem membros da organização criminosa e ...... pela morte de Marta Raymundo. Eles a levaram pelo deserto até o Texas com outros migrantes sem documentos, até que ela morreu em ...... sub-humanas. O corpo de Raymundo foi abandonado pelo caminho.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/ crg53e0v51zo adaptado para esta questão).
A concordância consiste em se adaptar a palavra determinante ao gênero e pessoa da palavra determinada. Com base nisso, a alternativa que preenche os espaços fazendo a concordância adequada é:
"Mas , como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode , por vezes, ser de pouca utilidade também".
"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes."
"A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos".
I.O vocábulo "mas" pode ser substituído por "contudo" sem alterar o sentido da oração.
II.A forma verbal "pode" pode ser substituída pela forma verbal "é" sem alterar o sentido da frase.
III."subitamente" é um advérbio de modo.
IV.A forma verbal "existiam" pode ser substituído por "haviam" sem alteração gramatical da oração.
V.Os vocábulos "artificial" e "novos" são nomeados pelos substantivos " Inteligência" e "medicamentos."
Estão CORRETAS:
Assinale a alternativa cujo elemento sublinhado não cumpra o mesmo papel.
I. Os vocábulos “avalia” e “tendem” se encontram conjugados no mesmo tempo e modo verbal e possuem, no contexto, classificação sintática idêntica por exigirem tipo de complemento equivalente.
II. A locução conjuntiva “à medida que” poderia ser substituída por “à proporção que”, “ao passo que”, “enquanto” ou “consoante”, a fim de manter a correção gramatical e o valor semântico do contexto.
III. Os vocábulos “nossa”, “essas” e “se” possuem classificação gramatical análoga. Porém o último destoa enquanto papel sintático por possuir natureza reflexiva, enquanto os primeiros exercem função adjetiva.
IV. Na passagem “não se dissiparem” a apossínclese é justificada por haver partícula atrativa de natureza adverbial.
Pode-se dizer que está correto, segundo a Norma Culta da Língua Portuguesa, o que se afirma em:
Leia as afirmações a abaixo antes de julgar o que se pede:
() Na passagem “Haddad anunciou, em entrevista coletiva na quinta-feira (28/11) uma série de medidas que buscam economia de R$ 327 bilhões em gastos públicos até 2030.”, a expressão destacada poderia ser substituída por “medidas de austeridade” sem comprometer o valor semântico e gramatical do contexto.
() No fragmento “‘o mercado está vendo é que são questões mais para empurrar com a barriga para um próximo mandato’.”, não se percebem equívocos de natureza ortográfica, de concordância ou de escolha lexical, o que faz com que se afirme que tal discurso formal tenha sido elaborado de forma escorreita.
() Em “‘O mercado financeiro vê que o governo não tem intenção de resolver o problema fiscal’, diz Cordenonssi.”, notase que, assim como os artigos definidos, a preposição também se mostra prescindível no contexto.
() No trecho “A questão de isenção de IR, embora seja um desejo de todos, não é pauta para agora e só poderá acontecer se (e somente se) tivermos condições fiscais para isso,”, a conjunção subordinativa concessiva destacada poderia ser substituída por “conquanto” ou “posto que” sem alterar o sentido e a correção gramatical do fragmento.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem respectivamente a seguinte ordem a partir do que fora afirmado acima.
I- O termo “professor no departamento de economia da Universidade de Brasília (UnB)” exerce função de oração subordinada substantiva subjetiva.
II- As expressões “restrição fiscal” e “expansão fiscal” formam uma ideia de antonímia no contexto, já que cumprem o papel coesivo de representarem respectivamente “a isenção de quem recebe até R$ 5 mil por mês” e “a cobrança da alíquota de 10% a mais de impostos para quem recebe acima de R$ 50 mil por mês”.
III- Em “o pacote tem pontos ‘bons" e "justos’”, as expressões em destaque apresentam valor circunstancial de modo no que se refere à ação enfatizada.
IV- A expressão “ao mesmo tempo” poderia ser substituída por “concomitantemente” sem alterar o sentido do fragmento.
Pode-se dizer que se encontra correto o que se afirma em:
() No fragmento “Em uma declaração pública feita após o anúncio do pacote, Haddad disse que houve uma ‘confusão muito grande’ em relação à isenção do imposto de renda e que houve ‘ruído’.”, a expressão destacada possui respectivamente um verbo impessoal a fim de indicar a inexistência do sujeito e um substantivo comum usado em sentido denotativo.
() No trecho, “Na sexta-feira (29/11), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), divulgou uma nota em que disse que não haveria reforma tributária da renda sem haver condições fiscais.”, a expressão em destaque é formada morfologicamente por uma preposição mais um pronome relativo, cumprindo um papel coesivo anafórico quanto a um nome citado.
() Na passagem “No Brasil, a combinação pode ter efeitos negativos no curto prazo para a economia, com um ciclo de dólar mais alto e possível redução das exportações.”, a expressão em destaque retifica a informação contida anteriormente em “efeitos negativos” no que tange à abordagem econômica feita.
() Em “Para Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco, é difícil supor que o nível de câmbio será o novo normal no longo prazo.”, o elemento coesivo destacado, enquanto conjunção integrante, cumpre o papel textual de iniciar uma oração subordinada substantiva subjetiva.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que se tem respectivamente a seguinte ordem a partir do que fora afirmado acima.
() Em “O dólar não para de bater recorde atrás de recorde...”, pode-se dizer que a palavra destacada é um estrangeirismo cuja sílaba tônica é gramaticalmente paroxítona.
() Em “...o governo Lula incluiu no pacote a isenção de imposto de renda (IR) para pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês.”, o vocábulo em destaque é considerado para a morfossintaxe um pronome substantivo relativo com função de objeto direto no contexto.
() Em “Haddad anunciou, em entrevista coletiva na quinta-feira (28/11) uma série de medidas que buscam economia de R$ 327 bilhões em gastos públicos até 2030.”, há um erro gramatical que desconsiderou a quebra da ordem frasal direta.
() Em “Ou seja, como o governo Lula vai lidar com o aumento do endividamento do país.”, o vocábulo em destaque possui como radical a palavra “dívida”.
A partir da análise dos elementos enfatizados acima, pode-se considerar a sequência devida a que se encontra em:
O texto 1 apresenta uma campanha do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) sobre os 20 anos do Estatuto da Pessoa Idosa. O texto 2 apresenta uma fala do secretário nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, Alexandre Silva, sobre a campanha. Faça a leitura dos textos para responder a questão
Texto 1:

Disponível em: <https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2023/10/campanha-envelhecer-e-o-nosso-futuromarca-os-20-anos-do-estatuto-da-pessoa-idosa>
Disponível em: <https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2023/10/campanha-envelhecer-e-o-nosso-futuromarca-os-20-anos-do-estatuto-da-pessoa-idosa>
Com relação à estrutura do período composto por coordenação e subordinação no texto 2, podemos afirmar que:
O texto é composto por:
I) Duas orações simples, unidas por uma conjunção coordenativa aditiva.
II) Uma oração composta por subordinação, sem a presença de conjunção.
III) Duas orações simples unidas por uma conjunção coordenativa “e”, formando uma única oração composta por coordenação.
Está(ão) CORRETO(S) apenas o(s) item(ns):
Matthew Vaughn teve que explicar o enredo do filme “Argylle”, que é classificado como um thriller de espionagem.
“O filme poderia ser bom. Poderia até ser ótimo.”
Assinale a alternativa em que, unindo-se os dois períodos, um significado lógico é mantido no texto.