Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 57.622 questões

Q3453407 Português
A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia

Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.

O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.

O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.

A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.

Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali.

Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.

Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.

Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.

"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.

"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."

Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.

"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.

Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.

"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."

A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.

A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída.

Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.

Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.

"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."

O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.

A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.
A Amazônia desempenha um papel vital "na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade".
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3453403 Português
A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia

Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.

O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.

O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.

A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.

Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali.

Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.

Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.

Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.

"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.

"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."

Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.

"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.

Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.

"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."

A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.

A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída.

Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.

Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.

"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."

O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.

A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.
O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e "apresentar" o que tem feito para protegê-la.
O verbo destacado, nesta frase, concorda com:
Alternativas
Q3453402 Português
A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia

Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.

O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.

O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.

A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.

Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali.

Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.

Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.

Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.

"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.

"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."

Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.

"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.

Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.

"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."

A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.

A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída.

Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.

Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.

"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."

O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.

A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.
A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais, "quem vive na Amazônia não está sendo ouvido".
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3453400 Português
A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia

Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.

O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.

O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.

A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.

Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali.

Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.

Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.

Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.

"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.

"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."

Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.

"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.

Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.

"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."

A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.

A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída.

Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.

Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.

"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."

O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.

A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.
Toras de madeira estão empilhadas "nas áreas desmatadas", que se estendem por mais de treze quilômetros floresta "adentro até Belém".
Sintaticamente, nesta frase, os termos destacados exercem a função de, respectivamente:
Alternativas
Q3453318 Português
1º de maio: entenda a origem do Dia do Trabalho, e saiba por que não há labour day nos EUA

    O feriado do Dia do Trabalho — ou do Trabalhador, como é conhecido em alguns países — celebras as lutas de trabalhadores por melhores condições no ambiente de trabalho e limites na jornada ao redor do mundo. Mas o feriado do dia 1º de maio, que é comemorado em vários países, não é celebrado nos Estados Unidos, justamente o país que deu origem à data.
    Ainda na época do rápido processo de crescimento industrial entre o fim do século XIX e o início do século XX, a falta de regulação trabalhista e de definições de limites nas horas de trabalho nas linhas de produção e a dificuldade de diálogo entre os funcionários e os patrões fizeram com que trabalhadores se organizassem em prol de melhores condições.
    O Dia do Trabalho começou a ser comemorado no dia 5 de setembro de 1882 nos Estados Unidos. Foi quase no fim do verão no Hemisfério Norte, no dia 5 daquele mês, quando os trabalhadores de Nova York se reuniram em uma passeata, com direito a desfile portando estandartes e instrumentos musicais. O objetivo era demonstrar força e prosperidade da classe.
    Só que a expansão da celebração do Dia do Trabalho pelo mundo teve como origem protestos na cidade americana de Chicago. Em 1º de maio de 1886, os trabalhadores tomaram as ruas, junto da Federação Americana do Trabalho, a maior central operária dos Estados Unidos, e iniciaram um protesto que levaria dias.
    Os trabalhadores, que tinham uma jornada de até 13 horas diárias por seis dias na semana, reivindicavam uma redução para oito horas de trabalho diárias, além de melhores condições nas indústrias. O protesto tomou forma. Mas foi alguns dias depois, na noite do dia 4, que as tensões aumentaram. Um confronto com a polícia começou causando a morte de 11 pessoas e dezenas de feridos. A notícia da manifestação chegou em todo o mundo. Em 1889, a Segunda Internacional definiu na França o dia do início do protesto - 1º de maio - como o Dia do Trabalho.
    Os franceses pensavam em criar a data no 14 de julho (data da queda da Bastilha, marco inicial da Revolução Francesa), mas o dia simbolizava a burguesia para eles. Naquele momento, isso não satisfazia os trabalhadores. A data do 1º de maio é pensada por conta de Chicago. E, na França, começa a ser celebrado em 1890, com “feriados forçados” e paralisações – diz Renata Moraes, professora de História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
    A celebração começou a se repetir nos anos seguintes com a reunião de trabalhadores em paradas comemorativas, mas também em manifestações por melhores condições laborais. Em 1920, foi a vez de a Rússia aderir à celebração. Além do Brasil, cerca de 80 países celebram o Dia Internacional do Trabalho, como Itália, Alemanha, China e Portugal.

Fonte: 1º de maio: entenda a origem do Dia do Trabalho, e saiba por que não há labour day nos EUA
Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: Naquele momento, isso não satisfazia os trabalhadores.
Alternativas
Q3453317 Português
1º de maio: entenda a origem do Dia do Trabalho, e saiba por que não há labour day nos EUA

    O feriado do Dia do Trabalho — ou do Trabalhador, como é conhecido em alguns países — celebras as lutas de trabalhadores por melhores condições no ambiente de trabalho e limites na jornada ao redor do mundo. Mas o feriado do dia 1º de maio, que é comemorado em vários países, não é celebrado nos Estados Unidos, justamente o país que deu origem à data.
    Ainda na época do rápido processo de crescimento industrial entre o fim do século XIX e o início do século XX, a falta de regulação trabalhista e de definições de limites nas horas de trabalho nas linhas de produção e a dificuldade de diálogo entre os funcionários e os patrões fizeram com que trabalhadores se organizassem em prol de melhores condições.
    O Dia do Trabalho começou a ser comemorado no dia 5 de setembro de 1882 nos Estados Unidos. Foi quase no fim do verão no Hemisfério Norte, no dia 5 daquele mês, quando os trabalhadores de Nova York se reuniram em uma passeata, com direito a desfile portando estandartes e instrumentos musicais. O objetivo era demonstrar força e prosperidade da classe.
    Só que a expansão da celebração do Dia do Trabalho pelo mundo teve como origem protestos na cidade americana de Chicago. Em 1º de maio de 1886, os trabalhadores tomaram as ruas, junto da Federação Americana do Trabalho, a maior central operária dos Estados Unidos, e iniciaram um protesto que levaria dias.
    Os trabalhadores, que tinham uma jornada de até 13 horas diárias por seis dias na semana, reivindicavam uma redução para oito horas de trabalho diárias, além de melhores condições nas indústrias. O protesto tomou forma. Mas foi alguns dias depois, na noite do dia 4, que as tensões aumentaram. Um confronto com a polícia começou causando a morte de 11 pessoas e dezenas de feridos. A notícia da manifestação chegou em todo o mundo. Em 1889, a Segunda Internacional definiu na França o dia do início do protesto - 1º de maio - como o Dia do Trabalho.
    Os franceses pensavam em criar a data no 14 de julho (data da queda da Bastilha, marco inicial da Revolução Francesa), mas o dia simbolizava a burguesia para eles. Naquele momento, isso não satisfazia os trabalhadores. A data do 1º de maio é pensada por conta de Chicago. E, na França, começa a ser celebrado em 1890, com “feriados forçados” e paralisações – diz Renata Moraes, professora de História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
    A celebração começou a se repetir nos anos seguintes com a reunião de trabalhadores em paradas comemorativas, mas também em manifestações por melhores condições laborais. Em 1920, foi a vez de a Rússia aderir à celebração. Além do Brasil, cerca de 80 países celebram o Dia Internacional do Trabalho, como Itália, Alemanha, China e Portugal.

Fonte: 1º de maio: entenda a origem do Dia do Trabalho, e saiba por que não há labour day nos EUA
Assinale a alternativa que apresente o termo que pode substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Mas foi alguns dias depois, na noite do dia 4, que as tensões aumentaram.
Alternativas
Q3453194 Português
O vocativo é uma invocação ao destinatário. Nas comunicações oficiais, o vocativo será sempre seguido de vírgula. Considerando o cargo de embaixador, o vocativo será:
Alternativas
Q3453178 Português
Coronel e fazendeiro são alvos de operação da PF contra grupo de extermínio


        A operação da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta quarta-feira (28), contra integrantes do grupo investigado por monitorar e planejar assassinatos de autoridades do Supremo Tribunal Federal (STF), teve como alvo acusados de participar da morte do advogado Roberto Zampieri, em Cuiabá (MT), em dezembro de 2023.

          Ao todo, cinco pessoas estão presas. Outra quatro são investigadas e sendo monitoradas com tornozeleira eletrônica. A morte do advogado deflagrou a investigação sobre a venda de sentença nos tribunais do Mato Grosso e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Foi a partir disso que a polícia chegou ao grupo que se autodenominava “Comando C4” — sigla para Comando de Caça a Comunistas, Corruptos e Criminosos.

        Dos cinco alvos de prisão preventiva, três já estão presos desde janeiro de 2024, acusados pelo assassinato de Zampieri. São eles: Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas (coronel do Exército na reserva desde 2002, apontado como o financiador da execução do advogado), Hedilerson Fialho Martins (instrutor de tiro e apontado como intermediador) e Antônio Gomes da Silva (apontado como o homem que atirou em Zampieri).

     Nesta quarta-feira (28), também foram presos preventivamente outras duas pessoas: Aníbal Manoel Laurindo, fazendeiro apontado como mandante do assassinato de Zampieri. Ele chegou a ser preso por envolvimento no crime em março de 2024, mas foi solto no mesmo dia. E Gilberto Louzada da Silva, ele se identifica nas redes sociais como "consultor de segurança patrimonial" e "instrutor de tiro". Ele ainda se apresenta como sargento de infantaria do Exército entre 1985 e 1992".

       A operação da PF, autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), também teve como alvo a comerciante Salezia Maria Pereira de Oliveira, Davidson Esteves Nunes, José Geraldo Pinto Filho e o advogado Venites Komel Junior. Todos passaram a ser monitorados por uma tornozeleira eletrônica.

       Os nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin aparecem em anotações apreendidas pela Polícia Federal (PF). O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) também teve o nome encontrado nas anotações. Em nota, o ex-presidente do Senado disse que o caso é "estarrecedor".

      Segundo a investigação, o grupo C4 mantinha uma tabela com os preços cobrados para monitorar e assassinar autoridades. Os valores chegavam a R$ 250 mil. Se a vítima fosse um senador, o serviço custava R$ 150 mil; no caso de deputados, R$ 100 mil.

       As ações da PF são um desdobramento de um inquérito que tramita sob sigilo e que apura também a venda de sentenças judiciais envolvendo servidores do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT).

      A defesa do coronel Etevaldo Caçadini disse que, até o momento, “não foi encontrado qualquer elemento ilícito relacionado aos acusados nas buscas realizadas na capital mineira”. Os advogados também reiteraram a confiança nas instituições e reafirmaram “a convicção na inocência” do militar.

    Em nota, o Centro de Comunicação Social do Exército informou que o coronel Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, na reserva desde 2002, “se encontra preso preventivamente, à disposição da Justiça, em unidade do Exército Brasileiro na Guarnição de Cuiabá-MT”. A instituição acrescentou que acompanha as diligências e, quando solicitada, coopera com as autoridades competentes. No entanto, destacou que não se manifesta sobre processos conduzidos por outros órgãos.


Fonte: Coronel e fazendeiro são alvos de operação da PF contra grupo de extermínio | Blogs | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração em destaque no período: No entanto, destacou que não se manifesta sobre processos conduzidos por outros órgãos.
Alternativas
Q3452801 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



Auto Riso



Conheci Vitor no trabalho e logo se tornou um conselheiro para mim. Ele tinha mais experiência e equilibrava suas ações com bom senso. Sempre aprendi muito com ele, tanto pela vivência quanto pela forma descontraída de encarar a vida.



Vitor era português e, ao invés de se incomodar com piadas sobre sua nacionalidade, as usava a seu favor. Durante discussões sobre textos no trabalho, propunha:



— Se eu, que sou português, entender, qualquer um entenderá!



Todos riam, e sua frase se tornou uma marca. Ele acabou se tornando referência para textos bem escritos.



Outro episódio memorável foi uma confraternização da sua turma de faculdade. Empolgado, ele reencontrou os amigos e, no dia seguinte, comentou:



— Descobri que sou antiquado. Fui o único que não trocou de carro... nem de mulher!



Rimos muito. Mas o mais valioso era sua capacidade de rir de si mesmo, sem arrogância. Ele me ensinou que a verdadeira autoconfiança permite ver graça em si, sem medo do julgamento.



"Aquele que não consegue rir de si mesmo, deixa esse trabalho para os outros."


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/03/20/auto-riso/


Leia o trecho do texto a seguir:

"Vitor era português e, ao invés de se incomodar com piadas sobre sua nacionalidade, as usava a seu favor."

Com base nas regras de concordância verbal e nominal, analise a concordância do pronome "as" na oração e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3452733 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



Auto Riso



Conheci Vitor no trabalho e logo se tornou um conselheiro para mim. Ele tinha mais experiência e equilibrava suas ações com bom senso. Sempre aprendi muito com ele, tanto pela vivência quanto pela forma descontraída de encarar a vida.



Vitor era português e, ao invés de se incomodar com piadas sobre sua nacionalidade, as usava a seu favor. Durante discussões sobre textos no trabalho, propunha:



— Se eu, que sou português, entender, qualquer um entenderá!



Todos riam, e sua frase se tornou uma marca. Ele acabou se tornando referência para textos bem escritos.



Outro episódio memorável foi uma confraternização da sua turma de faculdade. Empolgado, ele reencontrou os amigos e, no dia seguinte, comentou:



— Descobri que sou antiquado. Fui o único que não trocou de carro... nem de mulher!



Rimos muito. Mas o mais valioso era sua capacidade de rir de si mesmo, sem arrogância. Ele me ensinou que a verdadeira autoconfiança permite ver graça em si, sem medo do julgamento.



"Aquele que não consegue rir de si mesmo, deixa esse trabalho para os outros."


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/03/20/auto-riso/


Com base na análise sintática, a oração "que sou antiquado" no período "Descobri que sou antiquado" exerce qual função sintática na estrutura da frase?
Alternativas
Q3452701 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



Auto Riso



Conheci Vitor no trabalho e logo se tornou um conselheiro para mim. Ele tinha mais experiência e equilibrava suas ações com bom senso. Sempre aprendi muito com ele, tanto pela vivência quanto pela forma descontraída de encarar a vida.



Vitor era português e, ao invés de se incomodar com piadas sobre sua nacionalidade, as usava a seu favor. Durante discussões sobre textos no trabalho, propunha:



— Se eu, que sou português, entender, qualquer um entenderá!



Todos riam, e sua frase se tornou uma marca. Ele acabou se tornando referência para textos bem escritos.



Outro episódio memorável foi uma confraternização da sua turma de faculdade. Empolgado, ele reencontrou os amigos e, no dia seguinte, comentou:



— Descobri que sou antiquado. Fui o único que não trocou de carro... nem de mulher!



Rimos muito. Mas o mais valioso era sua capacidade de rir de si mesmo, sem arrogância. Ele me ensinou que a verdadeira autoconfiança permite ver graça em si, sem medo do julgamento.



"Aquele que não consegue rir de si mesmo, deixa esse trabalho para os outros."


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/03/20/auto-riso/



Leia o trecho do texto a seguir:

"Ele acabou se tornando referência para textos bem escritos."

Com base na predicação verbal, analise o tipo de predicado presente na oração e sua estrutura sintática. 
Alternativas
Q3452695 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



Auto Riso



Conheci Vitor no trabalho e logo se tornou um conselheiro para mim. Ele tinha mais experiência e equilibrava suas ações com bom senso. Sempre aprendi muito com ele, tanto pela vivência quanto pela forma descontraída de encarar a vida.



Vitor era português e, ao invés de se incomodar com piadas sobre sua nacionalidade, as usava a seu favor. Durante discussões sobre textos no trabalho, propunha:



— Se eu, que sou português, entender, qualquer um entenderá!



Todos riam, e sua frase se tornou uma marca. Ele acabou se tornando referência para textos bem escritos.



Outro episódio memorável foi uma confraternização da sua turma de faculdade. Empolgado, ele reencontrou os amigos e, no dia seguinte, comentou:



— Descobri que sou antiquado. Fui o único que não trocou de carro... nem de mulher!



Rimos muito. Mas o mais valioso era sua capacidade de rir de si mesmo, sem arrogância. Ele me ensinou que a verdadeira autoconfiança permite ver graça em si, sem medo do julgamento.



"Aquele que não consegue rir de si mesmo, deixa esse trabalho para os outros."


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2022/03/20/auto-riso/



Com base na análise da regência verbal, a forma verbal "ensinou" em "Ele me ensinou que a verdadeira autoconfiança permite ver graça em si, sem medo do julgamento" apresenta qual classificação quanto à sua transitividade?
Alternativas
Q3452636 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e "apresentar" o que tem feito para protegê-la.

O verbo destacado, nesta frase, concorda com:
Alternativas
Q3452634 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais, "quem vive na Amazônia não está sendo ouvido".

A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3452408 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

A Amazônia desempenha um papel vital "na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade".

Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3452401 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

Toras de madeira estão empilhadas "nas áreas desmatadas", que se estendem por mais de treze quilômetros floresta "adentro até Belém".

Sintaticamente, nesta frase, os termos destacados exercem a função de, respectivamente:
Alternativas
Q3452399 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.



A estrada construída para a COP30 em Belém na Amazônia



Uma nova rodovia de quatro faixas que corta dezenas de milhares de hectares de floresta amazônica protegida está sendo construída para a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), que acontece em Belém do Pará.



O objetivo é facilitar o tráfego para a capital paraense, que receberá mais de cinquenta mil pessoas — incluindo líderes mundiais — na conferência em novembro.



O governo estadual promove a rodovia como sustentável, mas moradores e ambientalistas criticam impacto ambiental.



A Amazônia desempenha um papel vital na absorção de carbono para o planeta e na preservação da biodiversidade, e críticos dizem que esse desmatamento contradiz o próprio desígnio de uma conferência climática.



Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados — um lembrete do que já esteve ali. 



Toras de madeira estão empilhadas nas áreas desmatadas, que se estendem por mais de treze quilômetros floresta adentro até Belém.



Escavadeiras e máquinas abrem caminho pelo chão da floresta, aterrando áreas úmidas para pavimentar a estrada que cortará uma área protegida.



Claudio Verequete mora a cerca de duzentos metros de onde a estrada passará. Ele costumava ganhar a vida colhendo açaí de árvores que antes ocupavam o local.



"Tudo foi destruído", diz ele, apontando para a clareira.



"Nossa colheita já foi derrubada. Não temos mais essa renda para sustentar a família."



Ele afirma que não recebeu nenhuma compensação do governo estadual e que, atualmente, vive com suas economias. Também receia que a construção da estrada leve a mais desmatamento no futuro, agora que a área se tornou mais acessível a empresas.



"Nosso medo é que um dia alguém chegue aqui e diga: 'Toma esse dinheiro. Precisamos dessa área para construir um posto de gasolina ou um galpão.' E então, teremos que sair daqui", diz.



Sua comunidade não terá acesso à estrada, devido aos muros que a cercam em ambos os lados.



"Para nós, que moramos ao lado da rodovia, não haverá benefícios. Os benefícios serão para os caminhões que passarão por ela. Se alguém ficar doente e precisar ir até o centro de Belém, não conseguirá usar a estrada."



A via deixa duas áreas de floresta protegida desconectadas. Cientistas estão preocupados com o risco de fragmentação do ecossistema e de interrupção no deslocamento da fauna.



A professora Silvia Sardinha é veterinária especializada em vida selvagem e pesquisadora em um hospital universitário de animais que fica de frente para o local onde a nova estrada está sendo construída. 



Ela e sua equipe reabilitam animais silvestres feridos, principalmente por causas humanas ou atropelamentos.



Depois de recuperados, eles são devolvidos à natureza; algo que, segundo ela, será mais difícil com uma rodovia logo ao lado.



"Animais terrestres não poderão mais atravessar para a outra direção, reduzindo as áreas onde podem viver e se reproduzir."



O governo diz que o encontro será uma oportunidade para focar nas necessidades da região, mostrar a floresta ao mundo e apresentar o que tem feito para protegê-la.



A professora Sardinha diz que, embora essas conversas aconteçam "em um nível muito alto, entre empresários e autoridades governamentais", quem vive na Amazônia "não está sendo ouvido".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8v44gdjr2o.adaptado.

Ao longo da estrada parcialmente construída, a densa floresta tropical se ergue dos dois lados.



Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:

Alternativas
Q3452283 Português
Ensino a distância no Brasil é uma pseudodemocratização, afirma professor da USP


    A recente regulamentação do ensino a distância (EaD) no país traz avanços, mas ainda não garante a qualidade necessária na formação universitária. O professor Daniel Cara, da Universidade de São Paulo (USP), ressalta que, embora a nova norma ajude a organizar o setor, ainda prioriza o lucro em vez da formação de qualidade.


    Cara argumenta que a educação de qualidade deve ser predominantemente presencial. Ele destaca que cursos como medicina, enfermagem, odontologia e licenciaturas necessitam de interação constante entre alunos, professores e práticas. A nova legislação limita o ensino remoto em áreas como saúde, psicologia e direito, exigindo que ao menos 20% das aulas sejam presenciais ou síncronas. Para o professor, esse é um avanço modesto, dado que anteriormente muitos cursos não exigiam aulas ao vivo.


    Ele expressa preocupação com a chamada democratização do ensino. Apesar de reconhecer que o EaD ampliou o acesso ao ensino superior, alerta que isso ocorreu em detrimento da qualidade das formações. Para Cara, muitos estudantes optam por EaD por necessidade, principalmente aqueles de contextos de vulnerabilidade, onde um diploma significa uma oportunidade no mercado de trabalho. No entanto, ele observa que muitos acabam enfrentando dificuldades após a conclusão do curso, em vez de encontrar melhores oportunidades.


    Cara também aponta que, embora haja exemplos de alunos bem-sucedidos em cursos a distância, esses casos são a exceção. Ele critica a valorização excessiva do certificado em detrimento do aprendizado efetivo.


    Além disso, o professor destaca o papel das instituições privadas na deterioração da qualidade do ensino superior. Segundo ele, muitas dessas instituições priorizam o lucro e não têm compromisso com a educação, resultando em um crescimento desordenado do setor. Ele afirmou que a nova regulamentação é um passo na direção certa, pois estabelece critérios mínimos para o funcionamento dos cursos EaD e exige que as instituições ofereçam infraestruturas adequadas, como polos presenciais com professores.


    Outra importante mudança foi a criação da categoria de cursos semipresenciais, que devem ter pelo menos 70% da carga horária presencial. O educador acredita que essa alteração pode impactar as margens de lucro das instituições, enviando um recado claro: a expansão do ensino deve ser feita de forma mais equilibrada, priorizando a qualidade.


    Cara afirma que é necessário um controle mais rigoroso das instituições privadas de ensino superior e considera que essa nova legislação é apenas o primeiro passo. Ele vê a educação superior como fundamental para o desenvolvimento do país e espera que as instituições cumpram o papel de oferecer a educação que o povo merece.


Fonte: Ensino à distância no Brasil é uma pseudodemocratização, afirma professor da USP | Folha do Noroeste
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração em destaque no período: No entanto, ele observa que muitos acabam enfrentando dificuldades após a conclusão do curso, em vez de encontrar melhores oportunidades.
Alternativas
Q3452219 Português

INSTRUÇÃO: Leia os textos IV e V para responder à questão.



Disponível em: https://portuguesemplacas.blogspot.com. Acesso em: 10 abr. 2025

Com base na modalidade padrão escrita da Língua Portuguesa, analise as asserções apresentadas. Em seguida, assinale com (V) as afirmativas verdadeiras e com (F) as afirmativas falsas.
( ) No texto IV, há uma oração construída na voz passiva sintética. A forma verbal “aluga-se” deve ser flexionada no plural para estabelecer concordância com a expressão “salas comerciais” que, nessa oração, funciona como sujeito.
( ) No texto IV, há uma oração construída na voz passiva analítica. A forma verbal “aluga-se” deve permanecer flexionada no singular para estabelecer concordância com a expressão “salas comerciais” que, nessa oração, funciona como agente da passiva.
( ) No texto V, o verbo “haver” é intransitivo e a oração “como se não houvessem eleições” apresenta sujeito indeterminado. No que diz respeito à concordância verbal, a flexão adequada do verbo “haver”, nessa oração, é “houvessem”, no plural.
( ) No texto V, o verbo “haver” é impessoal e a oração “como se não houvessem eleições” não apresenta sujeito. No que diz respeito à concordância verbal, a flexão adequada do verbo “haver”, nessa oração, é “houvesse”, no singular.
A alternativa que apresenta a sequência correta é
Alternativas
Q3452218 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto III para responder às questão.

Texto III
Branca de Neve moderna

    A moça tinha a pele branca como a neve e o cabelo escuro como breu. Abandonou os sete irmãos, fugiu da madrasta, fez uma torta com a maçã e foi vender na feira. Ficou tão famosa com a sua receita de torta que nunca mais quis saber do príncipe.

EIFLER, Karen Minato. Disponível em: https://www.minicontos.com.br. Acesso em: 01 abr. 2025. 
As alternativas a seguir apresentam uma reescrita do texto III. Nelas, o emprego dos conectores em destaque evidencia as relações de coerência que, respectivamente, caracterizam a intertextualidade presente no texto, exceto:
Alternativas
Respostas
12001: D
12002: D
12003: A
12004: C
12005: A
12006: B
12007: B
12008: A
12009: B
12010: A
12011: D
12012: C
12013: B
12014: B
12015: D
12016: B
12017: D
12018: E
12019: C
12020: A