Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3675390 Português
Considere a frase: "Eu sabia que o Brasil não iria ganhar da Argentina." Sobre as estruturas sintáticas presentes na frase, analise as alternativas abaixo e escolha a correta:
Alternativas
Q3675136 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente.

De acordo com as regras de colocação pronominal, é correto afirmar que o pronome "se", em "se apoia", está em:
Alternativas
Q3675135 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

Esse caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar "por conta própria".

Sintaticamente, o termo destacado exerce a função de: 
Alternativas
Q3675133 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

O ChatGPT está nos deixando burros.
De acordo com as regras de predicação verbal, é correto afirmar que o predicado, nesta frase, é:
Alternativas
Q3675132 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana.

De acordo com as regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo "servir", nesta frase, é: 
Alternativas
Q3675131 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim.

De acordo com as regras de concordância verbal, é correto afirmar que o verbo "é" concorda com o: 
Alternativas
Q3674940 Português
Fruta que contém mais vitamina C que laranjas


A ameixa-kakadu é um tesouro ancestral dos povos aborígenes australianos e a fruta com maior teor de vitamina C do mundo

A ameixa-kakadu (Terminalia ferdinandiana) contém teores extraordinários de vitamina C. Seus números variam entre 2.300 e 3.150 mg por 100 g, muito acima dos cerca de 53 mg da laranja.

Os povos aborígenes conhecem há milênios as virtudes desta fruta pequena, de coloração verde-oliva claro, que cresce espontaneamente nos bosques abertos do norte da Austrália.

Eles a comiam in natura, usavam para fazer uma bebida refrescante e também para fazer gelatina.

A ameixa-kakadu era empregada na alimentação, mas também, como outras partes da árvore, tinha usos medicinais, para tratar de dores de cabeça, resfriados e gripes, além do seu uso como antisséptico.

Atualmente, a ameixa-kakadu é utilizada na elaboração de pós empregados em suplementos, alimentos funcionais, cosméticos e produtos farmacêuticos.

Graças a pesquisas da Universidade de Queensland, na Austrália, a fruta também é usada como conservante natural, especialmente eficaz para manter o frescor, a aparência e a durabilidade de mariscos, camarões e crustáceos congelados.

Com concentração de vitamina C que varia normalmente entre 1.600 e 3.000 mg por 100 g de polpa e que, em exemplares ou tratamentos específicos, pode exceder 4.000 a 5.000 mg/100 g, o camu-camu (Myrciaria dubia) rivaliza com a ameixa-kakadu.

Nativa da Amazônia, a planta cresce em zonas inundadas e ribeirinhas do Brasil, Peru, Colômbia, Equador e Venezuela. Ele é usado tradicionalmente como remédio, até para a malária.

Seu fruto é de uma acidez tão intensa que não costuma ser consumido in natura. Seu suco tem um chamativo tom de rosa, graças ao pigmento da sua casca.

Com ele, são preparados sorvetes, geleias, batidas, coquetéis, iogurtes e pratos como o ceviche de camu-camu peruano.

A fruta também é empregada no setor cosmético, na forma de extrato antioxidante em máscaras e tônicos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8z87egz61o fragmento - adaptado 
"Com concentração de vitamina C que varia normalmente entre 1.600 e 3.000 mg por 100 g de polpa e que, em exemplares ou tratamentos específicos, pode exceder 4.000 a 5.000 mg/100 g, o camu-camu (Myrciaria dubia) rivaliza com a ameixa-kakadu."
Com base na análise sintática do período acima, marque com (V) as afirmativas verdadeiras e com (F) as falsas:

(__) O verbo 'rivalizar' apresenta um sujeito simples explícito, sendo um verbo intransitivo, com a expressão 'com a ameixa-kakadu' exercendo a função de adjunto adverbial de companhia.
(__) Os verbos 'variar' e 'exceder' compartilham o mesmo sujeito: a expressão 'concentração de vitamina C', que funciona como sujeito simples e está explícita no primeiro caso e oculta no segundo.
(__) A expressão 'Com concentração de vitamina C que varia normalmente entre 1.600 e 3.000 mg por 100 g de polpa", exerce a função de adjunto adverbial de lugar, indicando onde a fruta apresenta mais concentração.
(__) O verbo 'rivalizar' é transitivo indireto e a expressão 'com a ameixa-kakadu' exerce a função sintática de objeto indireto.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3674830 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 




Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/pergunta-mais-importante/. Acesso em: 17 ago. 2025. 

No último quadro da tira, a conjunção “se” insere na fala uma ideia de  

Alternativas
Q3674826 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



A arte de viver



    Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!

    Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.

    Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.

    E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!

    Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.

    Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”



Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.

Em relação ao uso da preposição “a” usada antes da palavra “Deus”, na passagem “Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha.”, é CORRETO afirmado que 
Alternativas
Q3673283 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Comer cereais no café da manhã realmente faz bem à saúde?


O café da manhã é frequentemente descrito como a refeição mais importante do dia, e a escolha dos alimentos influencia diretamente na energia e concentração. Entre as opções, os cereais matinais ocupam lugar de destaque, embora sua qualidade varie bastante.


Os cereais são grãos — trigo, arroz, aveia, cevada, milho — compostos por farelo, endosperma e gérmen. Alguns produtos preservam essas partes, oferecendo fibras, vitaminas e minerais; outros passam por intenso processamento industrial, recebendo açúcar, sal, aromatizantes e aditivos.


A fortificação com vitaminas e minerais ajudou a popularizar os cereais como fonte prática de nutrientes, especialmente para crianças, gestantes, idosos e pessoas com dietas restritivas. Estudos confirmam que contribuem para reduzir deficiências de ferro, cálcio, vitamina D e fibras, elementos fundamentais para o bom funcionamento do organismo.


Contudo, muitos cereais possuem alto teor de açúcar, baixo teor de fibras e elevado índice glicêmico, o que pode gerar picos de glicose, fome precoce e maior risco de doenças crônicas. A aveia em flocos, por exemplo, associa-se à redução de diabetes tipo 2 e colesterol LDL, mas versões refinadas ou instantâneas perdem esses benefícios.


A literatura científica mostra que cereais integrais, como granola e mingau de aveia, quando pouco processados e com baixo teor de açúcar, favorecem a saúde cardiovascular, o controle glicêmico e a longevidade. Já os cereais ultraprocessados, ricos em açúcares e aditivos, devem ser consumidos com cautela.


Especialistas recomendam observar os rótulos: menos de cinco gramas de açúcar e mais de três gramas de fibra por porção são parâmetros adequados. Além disso, acrescentar frutas, nozes, sementes e iogurte transforma um cereal simples em refeição equilibrada, capaz de manter a saciedade por mais tempo.


Assim, os cereais matinais podem ser benéficos ou prejudiciais: tudo depende da forma de preparo, do grau de processamento e da escolha consciente do consumidor.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg75xxz41go.adaptado.
O café da manhã é frequentemente descrito como a refeição mais importante do dia.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase, o núcleo do sujeito é: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Provas: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Administração Geral | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Administração Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Química | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes Visuais | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Desenvolvimento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Engenharia Civil | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Espanhol | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Redes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Inglês | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Audiovisual | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Contabilidade | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sistemas Digitais e Segurança de Dados | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Logística | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Produção Alimentícia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Estruturas | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Libras | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Topografia e Geoprocessamento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Economia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - História | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sociologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Direito | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cuidados Intensivos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Português | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Urgência e Emergência | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cirúrgica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Neonatal e Pediátrica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Gestão em Serviços de Saúde | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Assistência Hospitalar | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Gestão Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Psicologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Radiologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Pedagogia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Automação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletrotécnica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Mecânica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Refrigeração | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Design e interação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Arquitetura | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música/Piano | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Animação e Jogos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música |
Q3672925 Português
TEXTO 1



A ciência transforma, mas só se for compreendida



André Kauric de Campos


          A história mostra que a insegurança com o novo não é novidade. Desde que a humanidade aprendeu a transformar ideias em ferramentas, todo salto tecnológico foi precedido por uma fase de dúvida, resistência, desconfiança — e muita desinformação. É um período de desorientação coletiva, em que o pensamento crítico parece hibernar e a mente pública se torna refém de processos que se impõem de forma automatizada, sem qualquer domínio social.

      É justamente nesse lapso entre a revolução e a compreensão que surgem os maiores perigos: a lucidez coletiva se fragiliza, e a população se torna mais vulnerável à manipulação por parte de pessoas ou corporações oportunistas, gananciosas e sabotadoras do bem comum. Foi assim com a teoria da evolução, a energia nuclear e os antibióticos. Ainda é com as vacinas, a informação e as redes sociais.

         Esse intervalo entre a tecnologia e seu domínio público pode ser fatal. E a receita para evitar o colapso sempre foi a mesma: comunicação pública da ciência. Vejamos o caso da inteligência artificial (IA), um dos grandes saltos tecnológicos do nosso tempo — ao lado da computação quântica, da biotecnologia e da automação autônoma. No Brasil, por exemplo, a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (EBIA) representa um avanço relevante. Diretrizes foram definidas. Centros de pesquisa estão sendo anunciados em diferentes estados, inclusive no Distrito Federal. O plano é robusto: princípios éticos, regulamentação, segurança, transparência e incentivo à inovação.

        Mas há uma ausência comum — e grave — em todas essas iniciativas: não há qualquer eixo, meta ou investimento voltado à comunicação pública da ciência. E isso compromete tudo. A IA é, antes de tudo, uma nova forma de se relacionar com o mundo, com os dados, com as decisões. Mas, quando a população não é chamada a entender — apenas a obedecer —, cria-se um ambiente propício à desinformação, ao medo e ao uso indevido. A IA pode transformar e unir o mundo — mas só com educação e comunicação podemos fazê-la conversar de forma eficiente e sábia.

        Assim como a internet, o medo da IA não é da tecnologia; é do novo. Do que não se conhece. Do que não se domina. Do que é anunciado como inevitável, mas não explicado como funciona. Sem pontes entre o conhecimento técnico e o entendimento público, corremos o risco de construir muros em vez de caminhos. A IA para o povão não será de inteligência — será de ilusão. Não basta que os algoritmos sejam éticos. É preciso que sejam compreendidos.

        Não basta que os dados sejam transparentes. É preciso que estejam acessíveis. O problema não é a inteligência artificial — é a ausência de comunicação real. Sem comunicação pública da ciência, até o progresso vira ameaça. A tecnologia evolui. Mas o entendimento precisa acompanhar. O futuro só será coletivo se for compreensível. Inteligência artificial, sem escuta e explicação, vira apenas exclusão automatizada.

         Imagine algoritmos decidindo quem recebe um benefício social, quem será priorizado na saúde pública ou quais bairros devem ter mais policiamento. Agora, imagine que ninguém sabe como essas decisões são feitas — nem mesmo quem as administra. A inteligência vira opacidade. O automatismo vira desumanização.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 11 ago. 2025. 
Considere o período reproduzido a seguir.

Mas, quando a população não é chamada a entender — apenas a obedecer —, cria-se um ambiente propício à desinformação, ao medo e ao uso indevido.

Nesse período, 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Provas: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Administração Geral | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Filosofia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Administração Financeira | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Química | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes Visuais | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Desenvolvimento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Engenharia Civil | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Espanhol | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Redes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Inglês | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Audiovisual | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Contabilidade | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sistemas Digitais e Segurança de Dados | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Logística | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Produção Alimentícia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Estruturas | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Libras | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Artes | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Matemática | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Topografia e Geoprocessamento | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Educação Física | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Economia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - História | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Sociologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Direito | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cuidados Intensivos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Português | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Urgência e Emergência | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Cirúrgica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Neonatal e Pediátrica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Gestão em Serviços de Saúde | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Enfermagem - Assistência Hospitalar | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Gestão Ambiental | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Psicologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Radiologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Biologia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Pedagogia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Geografia | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Automação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletrotécnica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Eletroeletrônica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Mecânica | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Refrigeração | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Design e interação | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Arquitetura | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música/Piano | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Animação e Jogos | FUNCERN - 2025 - IF-PE - Professor EBTT - Música |
Q3672923 Português
TEXTO 1



A ciência transforma, mas só se for compreendida



André Kauric de Campos


          A história mostra que a insegurança com o novo não é novidade. Desde que a humanidade aprendeu a transformar ideias em ferramentas, todo salto tecnológico foi precedido por uma fase de dúvida, resistência, desconfiança — e muita desinformação. É um período de desorientação coletiva, em que o pensamento crítico parece hibernar e a mente pública se torna refém de processos que se impõem de forma automatizada, sem qualquer domínio social.

      É justamente nesse lapso entre a revolução e a compreensão que surgem os maiores perigos: a lucidez coletiva se fragiliza, e a população se torna mais vulnerável à manipulação por parte de pessoas ou corporações oportunistas, gananciosas e sabotadoras do bem comum. Foi assim com a teoria da evolução, a energia nuclear e os antibióticos. Ainda é com as vacinas, a informação e as redes sociais.

         Esse intervalo entre a tecnologia e seu domínio público pode ser fatal. E a receita para evitar o colapso sempre foi a mesma: comunicação pública da ciência. Vejamos o caso da inteligência artificial (IA), um dos grandes saltos tecnológicos do nosso tempo — ao lado da computação quântica, da biotecnologia e da automação autônoma. No Brasil, por exemplo, a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (EBIA) representa um avanço relevante. Diretrizes foram definidas. Centros de pesquisa estão sendo anunciados em diferentes estados, inclusive no Distrito Federal. O plano é robusto: princípios éticos, regulamentação, segurança, transparência e incentivo à inovação.

        Mas há uma ausência comum — e grave — em todas essas iniciativas: não há qualquer eixo, meta ou investimento voltado à comunicação pública da ciência. E isso compromete tudo. A IA é, antes de tudo, uma nova forma de se relacionar com o mundo, com os dados, com as decisões. Mas, quando a população não é chamada a entender — apenas a obedecer —, cria-se um ambiente propício à desinformação, ao medo e ao uso indevido. A IA pode transformar e unir o mundo — mas só com educação e comunicação podemos fazê-la conversar de forma eficiente e sábia.

        Assim como a internet, o medo da IA não é da tecnologia; é do novo. Do que não se conhece. Do que não se domina. Do que é anunciado como inevitável, mas não explicado como funciona. Sem pontes entre o conhecimento técnico e o entendimento público, corremos o risco de construir muros em vez de caminhos. A IA para o povão não será de inteligência — será de ilusão. Não basta que os algoritmos sejam éticos. É preciso que sejam compreendidos.

        Não basta que os dados sejam transparentes. É preciso que estejam acessíveis. O problema não é a inteligência artificial — é a ausência de comunicação real. Sem comunicação pública da ciência, até o progresso vira ameaça. A tecnologia evolui. Mas o entendimento precisa acompanhar. O futuro só será coletivo se for compreensível. Inteligência artificial, sem escuta e explicação, vira apenas exclusão automatizada.

         Imagine algoritmos decidindo quem recebe um benefício social, quem será priorizado na saúde pública ou quais bairros devem ter mais policiamento. Agora, imagine que ninguém sabe como essas decisões são feitas — nem mesmo quem as administra. A inteligência vira opacidade. O automatismo vira desumanização.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 11 ago. 2025. 
Em relação aos benefícios trazidos pelas inovações tecnológicas, o texto desenvolve um raciocínio
Alternativas
Q3672776 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 02

Captura_de tela 2025-10-21 101258.png (421×474)

Disponível em: https://vontadeepensamento.blogspot.com/2017/06/cora-coralina.html. Acesso em: 17 set. 2025.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição do texto.

I- No primeiro verso, o termo “mesmo” foi usado com ideia de concessão.
II- No terceiro e quartos versos, nota-se a formação de paralelismo sintático.
III- No penúltimo verso, o termo “que” foi usado como pronome relativo.
IV- No último verso, o verbo “decidir” foi substantivado pelo artigo “o”.
V- No quinto verso, o termo “porque” foi usado como uma conjunção.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3672662 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O bairro do centro de São Paulo eleito como terceiro mais atrativo do mundo



 O guia britânico Time Out classificou a Barra Funda, na capital paulista, como o terceiro bairro mais atrativo do mundo, em publicação recente. A região paulistana ficou atrás apenas de Jimb?ch?, em Tóquio (Japão), e de Borgerhout, em Antuérpia (Bélgica). O resultado é elaborado com base em uma pesquisa realizada com uma rede global de especialistas — escritores e editores de diversas cidades ligados à revista — e leva em conta critérios como vida noturna, arte, cultura, gastronomia acessível, diversidade e presença de negócios independentes que preservam o caráter local e estimulam a criatividade urbana.


De acordo com a publicação, os bairros eleitos representam a alma das cidades, mantendo um perfil autêntico que atrai moradores e visitantes para viver, trabalhar e se divertir. A Time Out descreve a Barra Funda como a alma alternativa de São Paulo, um lugar onde a história industrial se mistura com uma atmosfera criativa e descolada. No mesmo quarteirão, convivem concreto, trilhos de trem e uma boate alternativa, antigos armazéns transformados em ateliês e cafés modernos instalados em antigas oficinas mecânicas, além de festas que acontecem atrás de portões de ferro.


Para os amantes da arte e da vida urbana, a revista recomenda a Barra Funda como um destino imperdível, citando a galeria Mendes Wood, as opções de compras exclusivas, a vida noturna vibrante e a culinária contemporânea. Restaurantes como Sururu, Caracol e Komah são destacados pelos ótimos cardápios, e a publicação propõe um roteiro ideal para um dia no bairro: começar com um passeio pelo Elevado Costa e Silva, o Minhocão, seguido de café da manhã na A Baianeira. Em seguida, visitar a galeria Mendes Wood e a loja Verniz, conhecida pelo mobiliário brasileiro moderno. Para o almoço, a sugestão é o restaurante Mescla, com seu arroz de camarão e o tradicional pudim como sobremesa. À noite, o roteiro inclui drinques no Mamãe Bar, ponto de encontro de um público jovem e animado, ou coquetéis no sofisticado bar Água e Biscoito.


Outro bairro brasileiro que aparece é Botafogo, no Rio de Janeiro, descrito como um lugar que nunca para. A Time Out destaca a efervescência cultural e gastronômica da região, com novos bares, restaurantes, galerias e cafés surgindo constantemente em casas reformadas e antigas garagens. À noite, as calçadas ficam cheias, e locais como Fala, Macuna, Tão Longe Tão Perto, Polvo e Quartinho se transformam até mesmo em pistas de dança. A publicação menciona cafés descolados como Dainer e Cirandaia, brunchs descontraídos e uma cena gastronômica de alto nível, que combina charme natural com influências culinárias variadas.


Para aproveitar um dia em Botafogo, a sugestão é começar com um pão de fermentação natural na The Slow Bakery, visitar exposições de arte contemporânea nas galerias Athena e Cavalo, almoçar no restaurante Sult — especializado em culinária brasileiro-italiana — e tomar um café no Chora à tarde. À noite, o roteiro ideal inclui bares como Botica, Tero e Chanchada, conhecidos por manter música, bebidas e boa energia até tarde da noite.


A presença de Barra Funda e Botafogo entre os bairros mais atrativos do mundo reafirma a relevância das cidades brasileiras no cenário urbano global, destacando sua capacidade de unir tradição e inovação, preservar a identidade local e criar espaços criativos que atraem diferentes públicos em busca de experiências culturais e gastronômicas autênticas.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgzdxxkl3mo.adaptado.

Outro bairro brasileiro "que aparece" é Botafogo, no Rio de Janeiro, descrito como um lugar que nunca para.

A expressão destacada na frase trata-se de uma oração subordinada:
Alternativas
Q3672428 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os planos da Nasa para mandar humanos à Lua pela primeira vez em 50 anos em 2026


A Nasa pretende enviar quatro astronautas em uma missão de dez dias ao redor da Lua já em fevereiro de 2026, antecipando o prazo inicial e marcando o retorno de seres humanos ao espaço profundo após 50 anos. A Artemis II, segunda etapa do programa Artemis, tem como objetivo testar sistemas essenciais para futuras missões com pouso lunar e preparar o caminho para uma presença humana duradoura na superfície.


A missão levará Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da Nasa, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense, a cerca de 9,2 mil quilômetros além da Lua, tornando-os os primeiros a ultrapassar a órbita baixa da Terra desde 1972. A cápsula Orion servirá de habitação durante a viagem, sendo lançada pelo foguete SLS. Após a separação dos estágios iniciais e a verificação dos sistemas, será realizada a injeção translunar, que colocará a nave em rota para a Lua.


Durante o percurso, a tripulação executará manobras de aproximação simuladas, fundamentais para futuras operações de acoplamento com módulos de pouso lunar. Essas etapas são essenciais para garantir a precisão e a segurança nas próximas missões que pretendem estabelecer presença humana na superfície lunar, funcionando como um ensaio geral para as operações que serão realizadas em missões posteriores.


Durante a jornada, os astronautas farão também experimentos biológicos para estudar os efeitos da microgravidade e da radiação no organismo humano. Após passarem pela Lua, retornarão à Terra e enfrentarão a etapa mais arriscada: a reentrada atmosférica e o pouso no oceano próximo à Califórnia.


O sucesso da Artemis II será fundamental para o cronograma da Artemis III, planejada para pousar na Lua. A missão também dependerá do desenvolvimento da nave Starship, da SpaceX, ainda em fase de testes para alcançar voos orbitais e transportar astronautas à superfície lunar.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8xrd4dz9kno.adaptado.

A missão também dependerá do desenvolvimento "da nave Starship", da SpaceX, ainda em fase de testes.

Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3672364 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os planos da Nasa para mandar humanos à Lua pela primeira vez em 50 anos em 2026


A Nasa pretende enviar quatro astronautas em uma missão de dez dias ao redor da Lua já em fevereiro de 2026, antecipando o prazo inicial e marcando o retorno de seres humanos ao espaço profundo após 50 anos. A Artemis II, segunda etapa do programa Artemis, tem como objetivo testar sistemas essenciais para futuras missões com pouso lunar e preparar o caminho para uma presença humana duradoura na superfície.

A missão levará Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da Nasa, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense, a cerca de 9,2 mil quilômetros além da Lua, tornando-os os primeiros a ultrapassar a órbita baixa da Terra desde 1972. A cápsula Orion servirá de habitação durante a viagem, sendo lançada pelo foguete SLS. Após a separação dos estágios iniciais e a verificação dos sistemas, será realizada a injeção translunar, que colocará a nave em rota para a Lua.

Durante o percurso, a tripulação executará manobras de aproximação simuladas, fundamentais para futuras operações de acoplamento com módulos de pouso lunar. Essas etapas são essenciais para garantir a precisão e a segurança nas próximas missões que pretendem estabelecer presença humana na superfície lunar, funcionando como um ensaio geral para as operações que serão realizadas em missões posteriores. 

Durante a jornada, os astronautas farão também experimentos biológicos para estudar os efeitos da microgravidade e da radiação no organismo humano. Após passarem pela Lua, retornarão à Terra e enfrentarão a etapa mais arriscada: a reentrada atmosférica e o pouso no oceano próximo à Califórnia.

O sucesso da Artemis II será fundamental para o cronograma da Artemis III, planejada para pousar na Lua. A missão também dependerá do desenvolvimento da nave Starship, da SpaceX, ainda em fase de testes para alcançar voos orbitais e transportar astronautas à superfície lunar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8xrd4dz9kno.adaptado.
Essas etapas são essenciais "para garantir a precisão e a segurança nas próximas missões" que pretendem estabelecer presença humana na superfície lunar.

A expressão destacada na frase trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3672300 Português
O estudo da Sintaxe no Ensino Fundamental envolve compreender e analisar a organização das sentenças e a função de seus constituintes. Analise os itens a seguir:

I - Conhecer e analisar as funções sintáticas, (sujeito, predicado, objeto, modificador, etc.).
II - Perceber a correlação entre os fenômenos de concordância, regência e retomada (progressão temática – anáfora, catáfora) e a organização sintática das sentenças do português do Brasil.
III - A Sintaxe no Ensino Fundamental foca apenas na pontuação correta das sentenças e não envolve análise de períodos compostos.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3672157 Português
Cabeça Cheia: o Que Fazer para se Livrar da Sobrecarga Mental?

Você já sentiu que sua cabeça está a ponto de explodir? Pois saiba que nosso cérebro realmente tem um limite. Imagine que ele é um HD. Não dá para colocar dados à vontade nele. Há uma capacidade a partir da qual não só o HD começa a ficar mais lento, como, se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar, aparecerá uma mensagem "capacidade máxima atingida".

Vivemos em um mundo que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos. Ao mesmo tempo, cobramos de nós que estejamos 100% do tempo conectados. É a ideia por trás do FOMO − da sigla em inglês 'fear of missing out ', que pode ser traduzido por algo como 'e se eu perco algo'? O resultado é que temos tratado o nosso cérebro como se ele fosse um poço sem fundo. E ele não é. Não por acaso um significativo número de pessoas anda se sentindo mentalmente exausta, sem energia, impaciente, mal-humorada, com pouca capacidade de se concentrar, mais dificuldade de tomar de decisões e de pensar com clareza.

Isso é o que chamamos de sobrecarga mental: um estado em que o cérebro se vê tão sobrecarregado que ultrapassa a sua capacidade de processamento. Logicamente, isso impacta não apenas as funções cognitivas (a memória é uma das primeiras coisas a falhar) como o corpo físico − daí a sensação de exaustão, de que "eu não aguento". Que fique claro: sobrecarga mental não é a mesma coisa que burnout, embora as coisas estejam ligadas. Enquanto no burnout a exaustão é geral − emocional, mental e física -, a sobrecarga mental afeta fundamentalmente a parte cognitiva.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/09/cabeca-cheia-o-que-fazer-p ara-se-livrar-da-sobrecarga-mental/ fragmento
"Vivemos em um mundo que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos. Ao mesmo tempo, cobramos de nós que estejamos 100% do tempo conectados." Considerando a regência verbal analise as afirmativas a seguir:
I.O verbo 'esperar' está empregado como transitivo direto, com complemento direto sem preposição.
II.O verbo 'cobrar' está empregado como transitivo indireto, sem a presença de complemento direto, sendo 'de nós' o termo que exerce a função de objeto indireto, introduzido por preposição.
III.O verbo 'viver' está empregado como transitivo bitransitivo, sendo o objeto indireto a expressão 'em um mundo' e o objeto direto a oração 'que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos'.
IV.O verbo 'estar', na primeira ocorrência, atua como verbo de ligação, apresentando dois adjetivos exercendo a função de predicativo do sujeito.

É correto o que se afirma e
Alternativas
Q3672117 Português
Cabeça Cheia: o Que Fazer para se Livrar da Sobrecarga Mental?

Você já sentiu que sua cabeça está a ponto de explodir? Pois saiba que nosso cérebro realmente tem um limite. Imagine que ele é um HD. Não dá para colocar dados à vontade nele. Há uma capacidade a partir da qual não só o HD começa a ficar mais lento, como, se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar, aparecerá uma mensagem "capacidade máxima atingida".

Vivemos em um mundo que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos. Ao mesmo tempo, cobramos de nós que estejamos 100% do tempo conectados. É a ideia por trás do FOMO − da sigla em inglês 'fear of missing out ', que pode ser traduzido por algo como 'e se eu perco algo'? O resultado é que temos tratado o nosso cérebro como se ele fosse um poço sem fundo. E ele não é. Não por acaso um significativo número de pessoas anda se sentindo mentalmente exausta, sem energia, impaciente, mal-humorada, com pouca capacidade de se concentrar, mais dificuldade de tomar de decisões e de pensar com clareza.

Isso é o que chamamos de sobrecarga mental: um estado em que o cérebro se vê tão sobrecarregado que ultrapassa a sua capacidade de processamento. Logicamente, isso impacta não apenas as funções cognitivas (a memória é uma das primeiras coisas a falhar) como o corpo físico − daí a sensação de exaustão, de que "eu não aguento". Que fique claro: sobrecarga mental não é a mesma coisa que burnout, embora as coisas estejam ligadas. Enquanto no burnout a exaustão é geral − emocional, mental e física -, a sobrecarga mental afeta fundamentalmente a parte cognitiva.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/09/cabeca-cheia-o-que-fazer-p ara-se-livrar-da-sobrecarga-mental/ fragmento
"Não dá para colocar dados à vontade nele. Há uma capacidade a partir da qual não só o HD começa a ficar mais lento, como, se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar, aparecerá uma mensagem "capacidade máxima atingida".
Quanto à análise sintática do trecho acima, marque com (V) as afirmativas verdadeiras e com (F) as falsas:
(__)No trecho 'Há uma capacidade', o verbo 'haver' é impessoal, usado com sentido de 'existir', sendo o termo 'uma capacidade' o sujeito da oração.
(__)A oração 'se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar' é uma oração subordinada completiva nominal.
(__)A expressão 'uma mensagem' exerce a função de objeto direto do verbo 'aparecer', que está empregado como transitivo direto.
(__)O verbo 'colocar' está empregado como verbo bitransitivo, apresentando tanto o objeto direto quanto o objeto indireto de forma explícita no trecho.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3672116 Português
Cabeça Cheia: o Que Fazer para se Livrar da Sobrecarga Mental?

Você já sentiu que sua cabeça está a ponto de explodir? Pois saiba que nosso cérebro realmente tem um limite. Imagine que ele é um HD. Não dá para colocar dados à vontade nele. Há uma capacidade a partir da qual não só o HD começa a ficar mais lento, como, se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar, aparecerá uma mensagem "capacidade máxima atingida".

Vivemos em um mundo que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos. Ao mesmo tempo, cobramos de nós que estejamos 100% do tempo conectados. É a ideia por trás do FOMO − da sigla em inglês 'fear of missing out ', que pode ser traduzido por algo como 'e se eu perco algo'? O resultado é que temos tratado o nosso cérebro como se ele fosse um poço sem fundo. E ele não é. Não por acaso um significativo número de pessoas anda se sentindo mentalmente exausta, sem energia, impaciente, mal-humorada, com pouca capacidade de se concentrar, mais dificuldade de tomar de decisões e de pensar com clareza.

Isso é o que chamamos de sobrecarga mental: um estado em que o cérebro se vê tão sobrecarregado que ultrapassa a sua capacidade de processamento. Logicamente, isso impacta não apenas as funções cognitivas (a memória é uma das primeiras coisas a falhar) como o corpo físico − daí a sensação de exaustão, de que "eu não aguento". Que fique claro: sobrecarga mental não é a mesma coisa que burnout, embora as coisas estejam ligadas. Enquanto no burnout a exaustão é geral − emocional, mental e física -, a sobrecarga mental afeta fundamentalmente a parte cognitiva.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/09/cabeca-cheia-o-que-fazer-p ara-se-livrar-da-sobrecarga-mental/ fragmento
"Vivemos em um mundo que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos. Ao mesmo tempo, cobramos de nós que estejamos 100% do tempo conectados."
Considerando a regência verbal analise as afirmativas a seguir:
I.O verbo 'esperar' está empregado como transitivo direto, com complemento direto sem preposição.
II.O verbo 'cobrar' está empregado como transitivo indireto, sem a presença de complemento direto, sendo 'de nós' o termo que exerce a função de objeto indireto, introduzido por preposição.
III.O verbo 'viver' está empregado como transitivo bitransitivo, sendo o objeto indireto a expressão 'em um mundo' e o objeto direto a oração 'que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos'.
IV.O verbo 'estar', na primeira ocorrência, atua como verbo de ligação, apresentando dois adjetivos exercendo a função de predicativo do sujeito.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
10441: B
10442: B
10443: A
10444: C
10445: C
10446: D
10447: A
10448: C
10449: D
10450: D
10451: B
10452: E
10453: A
10454: A
10455: D
10456: B
10457: A
10458: A
10459: A
10460: A