Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3711972 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



"Entendo que a poesia é negócio de grande responsabilidade, e não considero rotular-se de poeta quem apenas verseje por dor-de-cotovelo, falta dinheiro ou momentânea tomada de contato com as forças líricas do mundo, sem SE entregar aos trabalhos cotidianos e secretos da técnica, da leitura, da contemplação e mesmo da ação. Até os poetas se armam, e um poeta desarmado é, mesmo um ser a mercê de inspirações fáceis, dóceis às modas e compromissos'".


Carlos Drummond de Andrade


https://mensagem.online/categoria/poemas-de-carlos-drummond-de-an drade?page=4 

Na oração "Entendo que a poesia é negócio de grande responsabilidade", é possível identificar um exemplo de subordinação com função sintática definida. Com base na análise da estrutura sintática da oração subordinada, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3711900 Português

Assinale a alternativa que apresenta de forma adequada paralelismo sintático ou semântico: 



Alternativas
Q3711898 Português

Sintaxe e pontuação (concordância e regência)



Assinale a alternativa gramaticalmente incorreta, de acordo com as normas cultas da língua:


Alternativas
Q3710550 Português
Leia o texto para responder à questão:


Brasil dá importante passo para que todos aprendam matemática


    Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em 30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação, voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente. Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.

     Além de não cumprir o dever de garantir o direito à aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade, principalmente porque não damos conta de ensinar (bem). A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções que requerem menos habilidades na área. O pesquisador Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo. Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo os menos escolarizados, quando trabalham com números, ganham mais do que se estivessem em ocupações que não valorizam as competências matemáticas.

   Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.


(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/ espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
A colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3710549 Português
Leia o texto para responder à questão:


Brasil dá importante passo para que todos aprendam matemática


    Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em 30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação, voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente. Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.

     Além de não cumprir o dever de garantir o direito à aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade, principalmente porque não damos conta de ensinar (bem). A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções que requerem menos habilidades na área. O pesquisador Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo. Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo os menos escolarizados, quando trabalham com números, ganham mais do que se estivessem em ocupações que não valorizam as competências matemáticas.

   Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.


(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/ espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja frase atende à norma-padrão de concordância verbal e de concordância nominal.
Alternativas
Q3710548 Português
Leia o texto para responder à questão:


Brasil dá importante passo para que todos aprendam matemática


    Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em 30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação, voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente. Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.

     Além de não cumprir o dever de garantir o direito à aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade, principalmente porque não damos conta de ensinar (bem). A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções que requerem menos habilidades na área. O pesquisador Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo. Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo os menos escolarizados, quando trabalham com números, ganham mais do que se estivessem em ocupações que não valorizam as competências matemáticas.

   Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.


(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/ espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
Toda Matemática propõe-se       romper com as tristes estatísticas       quais os estudantes brasileiros estão inseridos há muito tempo, com base nos resultados das avaliações nacionais e internacionais, devido       assunto envolvendo estimativas, cálculos e números em geral.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3710547 Português
Leia o texto para responder à questão:


Brasil dá importante passo para que todos aprendam matemática


    Uma proposta mais do que necessária foi anunciada em 30 de junho pelo ministro da Educação para melhorar a qualidade da aprendizagem na educação básica. Toda Matemática é o nome da nova política do Ministério da Educação, voltada para romper com as tristes estatísticas das quais os estudantes brasileiros fazem parte há muito tempo nas avaliações nacionais e internacionais quando o assunto envolve cálculos, estimativas e números em geral. Já era tempo: a matemática é um desafio na educação brasileira há décadas — 73% dos estudantes na faixa etária de 15 anos não atingiram o mínimo de proficiência no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), na edição mais recente. Segundo dados do Todos pela Educação, 59% dos estudantes terminam o ensino médio em níveis muito abaixo do esperado nessa disciplina, o que significa dizer que não sabem calcular sequer porcentagens e, no pior dos casos, não resolvem problemas com as quatro operações básicas.

     Além de não cumprir o dever de garantir o direito à aprendizagem matemática a todos os cidadãos, não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade, principalmente porque não damos conta de ensinar (bem). A recém-divulgada pesquisa “As competências matemáticas no mercado de trabalho brasileiro: o papel da escolaridade e implicações para os rendimentos”, publicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que profissionais em ocupações que exigem maior domínio da matemática podem chegar a ganhar 85% a mais do que aqueles em funções que requerem menos habilidades na área. O pesquisador Maurício Cortez Reis analisou de que maneira a importância atribuída aos conhecimentos em matemática ou à capacidade para trabalhar com números está atrelada aos rendimentos e como a escolaridade pode influenciar esse processo. Além disso, o estudo mostra que a taxa de escolaridade mais elevada facilita o acesso a essas ocupações. E mais: mesmo os menos escolarizados, quando trabalham com números, ganham mais do que se estivessem em ocupações que não valorizam as competências matemáticas.

   Se não investirmos na formação adequada dos estudantes, inclusive e especialmente em matemática, fazendo disso um projeto no País, estamos condenando crianças, adolescentes e jovens a serem adultos com subempregos, não formaremos profissionais de diferentes áreas com qualidade e capacidade de absorver demandas do mercado. O Toda Matemática deverá promover nas redes públicas de ensino uma base sólida para alavancar o letramento matemático, contribuindo para diminuir o número de cidadãos que não sabem resolver problemas simples envolvendo uma ou mais das quatro operações básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão, e têm baixa compreensão dos números, podendo somente identificar dígitos familiares de alguma maneira.


(Kátia Smole. https://www.estadao.com.br/opiniao/ espaco-aberto, 02.07.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  ... não estamos evoluindo economicamente como país quanto poderíamos (e precisamos) no que diz respeito à empregabilidade, principalmente porque não damos conta de ensinar (bem). (2o parágrafo)
•  E mais: mesmo os menos escolarizados, quando trabalham com números, ganham mais do que se estivessem em ocupações que não valorizam as competências matemáticas. (2o parágrafo)

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas veiculam, correta e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3710388 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Democracia digital


    Nas primeiras duas décadas do século 21, o desenho da sociedade e de suas instituições sofreu grandes alterações com o uso das redes sociais, da inteligência artificial e de outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados na internet para os mais diversos fins. Por um lado, abriu-se caminho para vozes historicamente silenciadas, a exemplo de jovens indígenas que passaram a compartilhar sua realidade e reivindicações sem intermediários, nas redes. Por outro, pavimentou-se uma via de disseminação de fake news, polarização ideológica e discursos de ódio. Nesse cenário, de que forma a expansão das novas tecnologias vem afetando a democracia?


    Autor de A democracia no mundo digital: histórias, problemas e temas, o professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Wilson Gomes chama a atenção, primeiramente, para as maneiras como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em diferentes contextos geopolíticos. “A chamada democracia digital depende de uma escolha: a decisão de usar os recursos digitais – plataformas, redes, dados, algoritmos, automações – para fortalecer valores, práticas e instituições democráticas. Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas de que a democracia é a melhor forma de governo. Quando essa convicção vacila e os regimes são atacados, os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática”, alerta.


    Segundo Gomes, nos encontramos diante de uma encruzilhada. “Há os que acreditam que a guerra pelos usos sociais das tecnologias foi vencida pelos inimigos da democracia – que as plataformas, os algoritmos e os fluxos digitais estão, irremediavelmente, capturados por lógicas autoritárias, mercadológicas ou identitárias intolerantes. Mas há, também, os que veem na resistência institucional, nas pesquisas emergentes, na regulação pública e nos novos experimentos democráticos digitais um caminho viável para reverter o jogo.”


(Revista E, 01.09.2025. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/democracia-digital/. Adaptado) 

Em “... outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados...”, a palavra destacada pode ser substituída, em conformidade com a norma-padrão de regência, por:
Alternativas
Q3710387 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Democracia digital


    Nas primeiras duas décadas do século 21, o desenho da sociedade e de suas instituições sofreu grandes alterações com o uso das redes sociais, da inteligência artificial e de outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados na internet para os mais diversos fins. Por um lado, abriu-se caminho para vozes historicamente silenciadas, a exemplo de jovens indígenas que passaram a compartilhar sua realidade e reivindicações sem intermediários, nas redes. Por outro, pavimentou-se uma via de disseminação de fake news, polarização ideológica e discursos de ódio. Nesse cenário, de que forma a expansão das novas tecnologias vem afetando a democracia?


    Autor de A democracia no mundo digital: histórias, problemas e temas, o professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Wilson Gomes chama a atenção, primeiramente, para as maneiras como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em diferentes contextos geopolíticos. “A chamada democracia digital depende de uma escolha: a decisão de usar os recursos digitais – plataformas, redes, dados, algoritmos, automações – para fortalecer valores, práticas e instituições democráticas. Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas de que a democracia é a melhor forma de governo. Quando essa convicção vacila e os regimes são atacados, os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática”, alerta.


    Segundo Gomes, nos encontramos diante de uma encruzilhada. “Há os que acreditam que a guerra pelos usos sociais das tecnologias foi vencida pelos inimigos da democracia – que as plataformas, os algoritmos e os fluxos digitais estão, irremediavelmente, capturados por lógicas autoritárias, mercadológicas ou identitárias intolerantes. Mas há, também, os que veem na resistência institucional, nas pesquisas emergentes, na regulação pública e nos novos experimentos democráticos digitais um caminho viável para reverter o jogo.”


(Revista E, 01.09.2025. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/democracia-digital/. Adaptado) 

Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada estabelece, no texto, relação de sentido de oposição.
Alternativas
Q3710382 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão:


(Fernando Gonsales. https://www.instagram.com/p/DMcftWRuYzt/?img_index=5)

Assinale a alternativa que reescreve o 3o quadro em conformidade com a norma-padrão de concordância e de emprego dos verbos.
Alternativas
Q3710310 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal e nominal está inteiramente correta, conforme a norma-padrão da língua portuguesa:
Alternativas
Q3710306 Português
Nos versos: "Quantas chances desperdicei, quanto o que eu mais queria era provar para todo o mundo que eu não precisava provar nada para ninguém", de Renato Russo, observe a construção e o sentido dos elementos linguísticos. Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3709414 Português

Diminutivos


No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.


 — Mais um feijãozinho?


O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.


— Mais um feijãozinho?


— Um pouquinho.


— E uma farofinha?


— Ao lado do arrozinho?


— Isso.


 — E quem sabe mais uma cervejinha.


 — Obrigadinho.


VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.



Durante a aula de prática textual com alunos da 3ª série do Ensino Médio, um professor decidiu ler a crônica de Verissimo para abordar aspectos estilísticos do texto. Feita a leitura, selecionou o trecho “a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias” para explicar a importância de os estudantes compreenderem a ordem dos constituintes da oração e sua relação com o estilo, de modo a auxiliá-los na produção de textos argumentativos. Com base nessa abordagem, a estratégia que o professor utilizou para tal situação pressupõe
Alternativas
Q3709235 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
A alternativa em que a palavra em destaque está substituída, nos colchetes, corretamente, sem alterar o sentido do texto, é:
Alternativas
Q3709234 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta a frase de acordo com a norma-padrão de concordância e/ou de regência.
Alternativas
Q3708047 Português

Para a questão, contemple o enunciado da ilustração a seguir:




(Disponível em: https://revistaconexaoliteratura.com.br)

Na frase da ilustração, o termo “que” exerce determinada função sintática essencial à coesão entre as orações. Assinale a alternativa que corretamente identifica essa função:

Alternativas
Q3708046 Português

Para a questão, contemple o enunciado da ilustração a seguir:




(Disponível em: https://revistaconexaoliteratura.com.br)

A frase da ilustração apresenta uma estrutura sintática que envolve inversão, uso de orações subordinadas e elementos de coesão. Com base nisso, assinale a alternativa que analisa corretamente a estrutura sintática da frase:

Alternativas
Q3708045 Português

Para a questão, contemple a frase: “A ideia de humanidade precisa ser revista, porque ela não é tão humana assim.”


(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a análise sintática dos elementos assinalados:
Alternativas
Q3707274 Português
Para responder a questão, utilize o trecho de texto abaixo, de Martha Medeiros.


Já desprezei vinho rosé, agora é com ele que brindo ______ primavera. Comia doce como se não houvesse amanhã, e o amanhã chegou fechando minha boca. Jurava que pessoas não tinham prazo de validade, mas o tempo passou e algumas estragaram. Me dedicava a prolongar amores, agora um instante mágico basta para me fascinar. 

Rebatia o que meu pai dizia, hoje ______ escuto sem dar um ai. Meu irmão se tornou ainda mais necessário e os amigos, essenciais. Nem 250 mil seguidores substituem os meus 10 mais. Tinha um corpão e fugia de academia; hoje, por mais que treine, adeus barriga chapada. O chocolate ao leite foi trocado por 80% cacau. Me esforçava por bons resultados em equipe, mas quis o destino que eu fosse campeã no individual.


Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/09/sofriacom-a-ausencia-de-respostas-hoje-fiz-as-pazes-com-a-subjetividade-de-tudocmfr0w5yk025j013cf4lnjqdv.html
A locução conjuntiva "por mais que" (sublinhada e em negrito no segundo parágrafo do texto anterior) é ___________ e poderia ser substituída por __________ sem causar grandes alterações ao sentido do texto.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3707272 Português
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os seguintes termos sintáticos às suas respectivas definições.

Coluna 1
1. Adjunto Adverbial.
2. Adjunto Adnominal.
3. Aposto.
4. Vocativo.

Coluna 2
( ) Termo que caracteriza ou determina os substantivos.
( ) Termo usado para interpelar a pessoa, o animal ou a coisa personificada a que nos dirigimos.
( ) Termo que exprime uma circunstância ou, em outras palavras, que modifica o sentido de um verbo, adjetivo ou advérbio.
( ) É uma palavra ou expressão que explica ou esclarece, desenvolve ou resume outro termo da oração.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
10041: A
10042: D
10043: A
10044: E
10045: A
10046: C
10047: C
10048: C
10049: E
10050: A
10051: E
10052: E
10053: C
10054: C
10055: E
10056: B
10057: C
10058: D
10059: C
10060: C