Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 57.497 questões
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/surfando-internet/. Acesso em: 23 dez. 2026.
I - O uso dos advérbios “depois” e “agora” marcam a passagem do tempo.
II - Os verbos “surfando”, “navegando” e “afogando” foram usados no gerúndio.
III - A expressão “a gente começou” poderia ser substituída por “nós começamos”.
IV - O pronome “nos”, no último quadro, corresponde à expressão “nós mesmos”.
V - O termo “a gente” indica que a personagem se exclui das ações expressas.
Estão CORRETAS as afirmativas
No trecho "Mas não adiantava nada.", o termo "mas" tem uma função importante no texto.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Com base na regência verbal e nominal, avalie as afirmativas a seguir:
I- O verbo 'haver' está como impessoal, atuando como transitivo direto, possuindo objeto direto explícito na oração.
II- O verbo 'deixar' é intransitivo, não exigindo complemento, indicando o efeito de um conjunto de fatores sobre a fase negativa.
III- O verbo 'seguir' atua como transitivo direto e vem precedido de um adjunto adverbial de modo, o que justifica o uso da preposição 'em'.
IV- O verbo 'permitir' é transitivo indireto, exigindo a preposição 'a' antes de seu complemento.
É CORRETO o que se afirma em:
Ao nascer, todos temos reservas abundantes de gordura marrom, que____ como um aquecedor interno. Bebês não têm massa muscular suficiente para tremer, por isso____ da gordura marrom para converter açúcares e gorduras em calor.
As células de gordura marrom têm um número muito alto de mitocôndrias, as fábricas de energia dentro das células. Mas, ao contrário das mitocôndrias normais, que produzem trifosfato de adenosina (ATP), a moeda energética usada pelo corpo, as mitocôndrias das células de gordura marrom____ uma proteína chamada termogenina, ou UCP1, que transforma calorias diretamente em calor.
"Quando____, a gordura marrom tem capacidade de produzir 300 vezes mais calor por unidade de massa do que qualquer outro tecido ou órgão do corpo", afirma Michael Symonds, professor de fisiologia do desenvolvimento da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.
Grande parte do que se sabe sobre a gordura marrom vem de estudos com pequenos mamíferos, como camundongos e ratos. Esses roedores têm grandes reservas da gordura, que os____ durante o inverno, período em que hibernam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr5z8936y6jo)
A sequência que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas acima é:
- Aquelas são as pessoas ___ quem mais confio nesta vida.
- Aquelas são as pessoas ___ quem mais desconfio nesta vida.
- Prefiro que você seja feliz em sua carreira ___ que ganhe muito dinheiro nela.
TEXTO PARA A QUESTÃO.
No ritmo das lembranças
Às vezes, eu acordo com uma música tocando por dentro, como se alguém tivesse deixado um rádio ligado, esquecido, no último quarto da memória. Hoje comecei o dia com aquela velha sensação de que a música Nada será como antes sussurrava um verso só pra mim, lembrando que nem tudo o que se viveu merece, de fato, ser lembrado. Mas a gente lembra mesmo assim. A cabeça é teimosa e o coração, então, nem se fala. Ele arquiva o que deveria jogar fora e toca, sem parar, aquilo que já não pertence a lugar algum.
Eu caminhava pelas ruas da cidade quando Djavan cantou Azul. Uma espécie de carinho do destino. Porque não estava tudo azul, coisa nenhuma. Mas a música insistia com aquele otimismo que só as canções antigas sabem sustentar, mesmo quando o mundo insiste em armar tempestades. E, como quem atravessa a cena com outra luz, Todo cambia surge como lembrança de que a vida é inconstante: nem tudo o que aconteceu precisa permanecer, e nem tudo o que permanece precisa doer.
No meio da tarde, sem aviso, Voyage, Voyage pulou da memória, aquele clima de viagem inventada, de fuga planejada só dentro da cabeça. Lembrei de verões que não vivi e dos tempos em que quis, ao menos, fingir que vivia, apenas para ter histórias para contar. E, como a vida às vezes começa num compasso de samba, peço socorro à Cartola, afinal, até “as rosas que não falam” parecem entender certos silêncios.
Mas a trilha virou de repente quando ouvi, lá no fundo, Madredeus com Haja o que houver e a melancolia se instalou novamente. A música, que eu não pedi para lembrar, me trouxe um sentimento que também não pedi para sentir. Há canções que são chaves, e basta um verso para abrir uma porta que levamos anos tentando manter fechada.
À noite, quando já parecia que a nostalgia tinha se acalmado, surgiu Love Theme, do filme Blade Runner. Aquele jeito de lembrança insistente batendo à porta, a sensação de que alguém vai voltar e não volta, um truque da mente, um filme repetido, um flash que engana.
E, por fim, quando o silêncio quase venceu, entrou The Boxer, tão calma e tão cheia de força disfarçada. The fighter still remains. Acho que foi aí que entendi. Talvez a minha cabeça toque músicas, ________ ainda estou lutando, não contra alguém, mas por mim mesma, pelos pedaços que quero guardar e pelos que preciso deixar ir embora.
No fim, é sempre assim: cada canção acende uma lembrança, cada lembrança acende uma história, e cada história me devolve um pouco do que fui. Música na cabeça, memória no corpo, Paroles, paroles. E sigo, como quem muda de faixa, mas não perde o ritmo.
Autora: Helô Bacichette – GZH (adaptado).
Qual alternativa preenche, corretamente, a lacuna do trecho a seguir?
Talvez a minha cabeça toque músicas, ________ ainda estou lutando
TEXTO PARA A QUESTÃO.
No ritmo das lembranças
Às vezes, eu acordo com uma música tocando por dentro, como se alguém tivesse deixado um rádio ligado, esquecido, no último quarto da memória. Hoje comecei o dia com aquela velha sensação de que a música Nada será como antes sussurrava um verso só pra mim, lembrando que nem tudo o que se viveu merece, de fato, ser lembrado. Mas a gente lembra mesmo assim. A cabeça é teimosa e o coração, então, nem se fala. Ele arquiva o que deveria jogar fora e toca, sem parar, aquilo que já não pertence a lugar algum.
Eu caminhava pelas ruas da cidade quando Djavan cantou Azul. Uma espécie de carinho do destino. Porque não estava tudo azul, coisa nenhuma. Mas a música insistia com aquele otimismo que só as canções antigas sabem sustentar, mesmo quando o mundo insiste em armar tempestades. E, como quem atravessa a cena com outra luz, Todo cambia surge como lembrança de que a vida é inconstante: nem tudo o que aconteceu precisa permanecer, e nem tudo o que permanece precisa doer.
No meio da tarde, sem aviso, Voyage, Voyage pulou da memória, aquele clima de viagem inventada, de fuga planejada só dentro da cabeça. Lembrei de verões que não vivi e dos tempos em que quis, ao menos, fingir que vivia, apenas para ter histórias para contar. E, como a vida às vezes começa num compasso de samba, peço socorro à Cartola, afinal, até “as rosas que não falam” parecem entender certos silêncios.
Mas a trilha virou de repente quando ouvi, lá no fundo, Madredeus com Haja o que houver e a melancolia se instalou novamente. A música, que eu não pedi para lembrar, me trouxe um sentimento que também não pedi para sentir. Há canções que são chaves, e basta um verso para abrir uma porta que levamos anos tentando manter fechada.
À noite, quando já parecia que a nostalgia tinha se acalmado, surgiu Love Theme, do filme Blade Runner. Aquele jeito de lembrança insistente batendo à porta, a sensação de que alguém vai voltar e não volta, um truque da mente, um filme repetido, um flash que engana.
E, por fim, quando o silêncio quase venceu, entrou The Boxer, tão calma e tão cheia de força disfarçada. The fighter still remains. Acho que foi aí que entendi. Talvez a minha cabeça toque músicas, ________ ainda estou lutando, não contra alguém, mas por mim mesma, pelos pedaços que quero guardar e pelos que preciso deixar ir embora.
No fim, é sempre assim: cada canção acende uma lembrança, cada lembrança acende uma história, e cada história me devolve um pouco do que fui. Música na cabeça, memória no corpo, Paroles, paroles. E sigo, como quem muda de faixa, mas não perde o ritmo.
Autora: Helô Bacichette – GZH (adaptado).
Em defesa do dicionário
Por William Campos da Cruz

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em defesa do dicionário
Por William Campos da Cruz

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em defesa do dicionário
Por William Campos da Cruz

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O verbo “chamar” é classificado como transitivo direto.
II. O verbo “perguntar” é classificado como transitivo direto e indireto.
III. O segmento “perguntar-lhe” poderia ser substituído, de acordo com a norma-padrão, por “perguntá-la”.
Quais estão corretas?