Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3779735 Português
Todas as frases abaixo, retiradas do romance O Crime do Padre Amaro, de Eça de Queiroz, trazem termos adverbiais sublinhados. Assinale a opção em que ocorre modificação de sentido ligada à mudança de posição desses adjuntos adverbiais grifados. 
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Q3779730 Português
Um problema de clareza na produção de um texto é a presença de um anacoluto, ou seja, uma interrupção brusca no rumo do raciocínio de uma frase, como o que aparece na seguinte frase:
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Q3779725 Português

O Manual de Redação e Estilo do jornal Estado de São Paulo recomenda: “O redator deve ser claro, preciso, direto, objetivo e conciso. Não compor período de mais de três linhas, nem parágrafos com mais de oito datilografadas. Deve ser adotada como norma a ordem direta.”


Desobedecendo a essa diretiva, determine a frase a seguir, que não se apresenta na ordem direta.

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Q3779723 Português

Em um dos seus brilhantes sermões (Sermão do Bom Ladrão), o Padre Antônio Vieira escreveu:

“Antigamente, os que assistiam ao lado dos príncipes chamavamse laterones. E depois, corrompendo-se este vocábulo, como afirma Marco Varro, chamaram-se latrones. E que seria que, assim como se corrompeu o vocábulo, se corrompesse também o que o mesmo vocábulo significa? Mas eu nem digo nem cuido tal coisa. O que só digo e sei, por ser Teologia certa, é que em qualquer parte do mundo se pode verificar o que Isaías diz dos príncipes de Jerusalém: “os teus príncipes são companheiros dos ladrões”.



Esse segmento aborda um aspecto dos estudos de linguagem, que é

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Q3779718 Português
Assinale a frase que mostra uma impropriedade gramatical de regência verbal: 
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Q3779717 Português

Observe a seguinte frase, retirada do romance Ressurreição, de Machado de Assis.


“Ouviu bater uma por uma as horas todas”.


Sobre a estruturação gramatical dessa frase é correto afirmar que

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Q3779716 Português
Todas as opções contêm frases retiradas do romance lusitano O Barão de Lavos, de Abel Botelho.
Assinale a que mostra o verbo fazer como vicário, ou seja, como substituto de uma ação mencionada anteriormente.
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Q3779714 Português
Na frase machadiana, “Nada alterou a longa amizade que nos unia, nem a confiança que ambos depositávamos um no outro.” (Helena) há a presença de uma figura de construção em que a concordância, nominal ou verbal, é feita não pela forma da palavra, mas pelo sentido que ela expressa.
Tal figura é denominada
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Q3779712 Português
Entre as frases abaixo, retiradas do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, aquela em que a expressão “é que” é expletiva, ou seja, não faz parte da estrutura sintática da frase, é a seguinte: 
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Q3779705 Português

Há diversas formas de adjetivar-se um substantivo.


Sabendo que todas as frases foram retiradas do romance O Cortiço, de Aluísio Azevedo, identifique a que apresenta o substantivo (que está sublinhado) adjetivado por meio de uma oração adjetiva, é:

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Q3779702 Português
Todas as frases abaixo foram retiradas de nosso primeiro documento histórico: a Carta de Achamento, de Pero Vaz Caminha e, em todas elas, há a presença de dois adjetivos sublinhados. A frase em que esses adjetivos desempenham uma função sintática diferente, é a seguinte:
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Q3779700 Português
Um dicionário de língua portuguesa traz uma série de informações sobre a preposição de; a frase abaixo – do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis - em que há um erro na exemplificação fornecida, é:
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Q3779698 Português

Todas as frases abaixo, retiradas de romances da literatura brasileira ou portuguesa, trazem o verbo abafar;


Assinale a opção em que esse verbo se mostra como intransitivo.

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Q3779093 Português

Leia o texto para responder à questão abaixo.


    O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.

    O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.

    Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.

    Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti- -chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!

    Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.

    Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.


(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.
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Q3778836 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No período “Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro”, o termo quando introduz uma oração que desempenha função de: 
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Q3778835 Português
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro


        A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.

         Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.

         É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.

        A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.

         Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.

         E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.


Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real”, o conectivo pois expressa relação de
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Q3778579 Português

Apetitosos


 À ideia de que não somos mais do que uma erupção passageira na superfície de um planeta menor numa galáxia entre trilhões de outras se antepôs, ultimamente, a convicção — agora não mais (1) religiosa, mas cientificamente plausível — de que o Universo existe para a gente existir.

O fato de a Terra estar na distância exata do Sol para haver vida como a nossa — um pouquinho mais perto ou um pouquinho mais (2) longe e nem você, eu ou qualquer outro mamífero seria possível — é apenas uma amostra dessa grande deferência conosco.

Somos a razão de tudo, o resto é cenário ou sistema de apoio. E não fazemos feio entre os mamíferos. Nenhuma outra espécie com a mesma proporção de peso e volume se iguala à nossa.

Nosso habitat natural é o planeta todo, independentemente de clima e vegetação. Somos a primeira espécie da História a controlar a produção do seu próprio alimento e a sobreviver fora do seu ecossistema de nascença. [...]

E o que a nossa sociabilidade não conseguiu, a técnica garantiu. Mutações que decretariam o fim de outra espécie em poucas gerações, na espécie humana são corrigidas ou compensadas pela técnica. Exemplo: a visão. Enxergamos menos do que nossos antepassados caçadores e catadores, mas vemos muito mais, graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada. [...]

Em breve, a carne humana superará em valor calórico todas as outras fontes de alimento disponíveis sobre a Terra. E 10 mil anos ingerindo comida cultivada, mesmo com a maioria só comendo para subsistir, nos tornaram cada vez mais (3) apetitosos e nutritivos.

Gente já é o principal exemplo de recurso subexplorado do planeta. E as leis da evolução são impiedosas: comunidades virais e bacteriológicas se transformam para incluir mais (4) dieta. Já que estamos ali, aos bilhões, literalmente dando sopa.



Fonte: Luis Fernando Verissimo. Adaptado.

“[...] Graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada. [...]” (5º parágrafo). Nesse segmento do texto, a expressão “graças a” está bem empregada. Com base nisso, assinalar a alternativa em que isso NÃO é observado.
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Q3778276 Português

Expectativa de vida dos brasileiros chega a 76,6 anos, aponta IBGE



         A expectativa de vida da população brasileira atingiu 76,6 anos em 2024, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (28). O resultado representa um crescimento de 2,5 meses em relação ao ano de 2023.


         O aumento da longevidade no país ocorre após o indicador ter recuado em 2021, impactado pela pandemia de Coronavírus.


         O crescimento da expectativa de vida em 2024 manteve a tendência de recuperação observada desde 2022, após a queda para 72,8 anos registrada em 2021, período de maior impacto da Covid-19.


         Para a população masculina, a expectativa de vida subiu de 73,1 anos em 2023 para 73,3 anos em 2024, um aumento de 2,5 meses. Para as mulheres, o ganho foi de 2,0 meses, passando de 79,7 para 79,9 anos. Em 2024, o diferencial entre os sexos foi de 6,6 anos.


         A longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos no período entre 1940 e 2024, visto que em 1940 a média era de 45,5 anos.


         A redução da mortalidade infantil é um dos fatores que contribui para o aumento da expectativa de vida ao longo dos anos.


         Em 2024, a taxa de mortalidade infantil, que compreende crianças com menos de um ano, foi de 12,3 para cada mil nascidos vivos no Brasil.


         Este indicador se reduziu significativamente desde 1940, quando 146,6 crianças, a cada mil nascidos vivos, não completavam o primeiro ano de vida.


         A queda da mortalidade de crianças está associada, entre outros fatores, a campanhas de vacinação em massa, atenção ao pré-natal, aleitamento materno, e programas de nutrição infantil, além do aumento da renda e da escolaridade, e da melhora do acesso a serviços de saneamento adequado.


         Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu. Em 2024, um indivíduo que atinge esta idade viveria, em média, mais 22,6 anos.


         Esse aumento histórico, desde 1940, foi de 9,3 anos para este grupo etário. Para quem chega aos 80 anos em 2024, a expectativa é de mais 9,5 anos para as mulheres e mais 8,3 anos para os homens.


         As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal como um dos parâmetros para determinar o chamado fator previdenciário, que integra o cálculo dos valores das aposentadorias sob o Regime Geral de Previdência Social.



Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/expectativa-de-vida

dos-brasileiros-chega-a-766-anos-aponta-ibge/ (adaptado).  

No trecho “As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal”, o termo “As Tábuas de Mortalidade 2024” exerce a função de núcleo do sujeito e está claramente expresso na oração. Assim, o tipo de sujeito é:
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Q3778275 Português

Expectativa de vida dos brasileiros chega a 76,6 anos, aponta IBGE



         A expectativa de vida da população brasileira atingiu 76,6 anos em 2024, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (28). O resultado representa um crescimento de 2,5 meses em relação ao ano de 2023.


         O aumento da longevidade no país ocorre após o indicador ter recuado em 2021, impactado pela pandemia de Coronavírus.


         O crescimento da expectativa de vida em 2024 manteve a tendência de recuperação observada desde 2022, após a queda para 72,8 anos registrada em 2021, período de maior impacto da Covid-19.


         Para a população masculina, a expectativa de vida subiu de 73,1 anos em 2023 para 73,3 anos em 2024, um aumento de 2,5 meses. Para as mulheres, o ganho foi de 2,0 meses, passando de 79,7 para 79,9 anos. Em 2024, o diferencial entre os sexos foi de 6,6 anos.


         A longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos no período entre 1940 e 2024, visto que em 1940 a média era de 45,5 anos.


         A redução da mortalidade infantil é um dos fatores que contribui para o aumento da expectativa de vida ao longo dos anos.


         Em 2024, a taxa de mortalidade infantil, que compreende crianças com menos de um ano, foi de 12,3 para cada mil nascidos vivos no Brasil.


         Este indicador se reduziu significativamente desde 1940, quando 146,6 crianças, a cada mil nascidos vivos, não completavam o primeiro ano de vida.


         A queda da mortalidade de crianças está associada, entre outros fatores, a campanhas de vacinação em massa, atenção ao pré-natal, aleitamento materno, e programas de nutrição infantil, além do aumento da renda e da escolaridade, e da melhora do acesso a serviços de saneamento adequado.


         Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu. Em 2024, um indivíduo que atinge esta idade viveria, em média, mais 22,6 anos.


         Esse aumento histórico, desde 1940, foi de 9,3 anos para este grupo etário. Para quem chega aos 80 anos em 2024, a expectativa é de mais 9,5 anos para as mulheres e mais 8,3 anos para os homens.


         As Tábuas de Mortalidade 2024 são utilizadas pelo Governo Federal como um dos parâmetros para determinar o chamado fator previdenciário, que integra o cálculo dos valores das aposentadorias sob o Regime Geral de Previdência Social.



Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil/expectativa-de-vida

dos-brasileiros-chega-a-766-anos-aponta-ibge/ (adaptado).  

No trecho “Para os brasileiros que chegam aos 60 anos a expectativa de vida também cresceu”, a oração destacada exerce função de caracterizar o termo “brasileiros”, especificando a qual grupo o texto se refere. Assim, essa oração é classificada como: 
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Q3777831 Português
Em qual alternativa a concordância nominal está INCORRETA?
Alternativas
Respostas
5941: C
5942: D
5943: C
5944: A
5945: C
5946: B
5947: E
5948: A
5949: A
5950: A
5951: C
5952: D
5953: E
5954: A
5955: D
5956: D
5957: A
5958: C
5959: A
5960: B