Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Ainda com base no texto de Leandro Fortes e considerando
aspectos textuais e gramaticais, julgue os próximos itens.
Considerando aspectos linguísticos do texto Reparação duas décadas depois, julgue o item a seguir.
No segmento “Faltava reparar a injustiça cometida pelos militares” (L.6) o complemento do verbo “reparar” poderia estar precedido da preposição em, com a devida contração com o artigo “a”, sem prejuízo para o sentido e a correção gramatical do texto.


Considerando aspectos linguísticos do texto Reparação duas
décadas depois, julgue os itens a seguir.
Considerando aspectos linguísticos do texto Reparação duas décadas depois, julgue o item a seguir.
O emprego do sinal indicativo de crase em “à luta de classes” (L.2) justifica-se pela regência dos termos “subversão” e “incitamento” e pelo gênero do substantivo “classe”.

Com base na organização do texto acima, julgue os itens
subsequentes.

Com base na organização do texto acima, julgue os itens
subsequentes.

Com base na organização do texto acima, julgue os itens
subsequentes.
I. No trecho “[...] as crianças perguntam e anotam. Elas pensam. Agem como adultos. Desenvolvem o seu raciocínio. Melhoram sua capacidade de julgamento.” (linhas 24 e 25), a elipse é empregada como recurso de coesão textual.
II. No trecho “Dizem que o japonês trabalha demais – e talvez seja verdade.” (linha 06), o autor constrói a oração em destaque com o sujeito indeterminado para não se responsabilizar pela informação que apresenta.
III. No trecho “[...] aquilo que a gente chama de pérolas da cultura geral inútil” (linha 11 e 12), o autor emprega a expressão “a gente” para se incluir entre os japoneses.
IV. No trecho “Os japoneses são muito inteligentes, sim [...]” (linha 09), o autor emprega o vocábulo “sim” para enfatizar ação expressa pelo verbo.
Estão corretas as afirmações
“[...] na prática, há países em que as pessoas trabalham muito mais e produzem muito menos." (linhas 06 e 07),
expressa , em relação ao segmento anterior, a ideia de
Recorrendo aos clássicos da teoria social, Habermas descreve a passagem
das sociedades tradicionais para as sociedades modernas como sendo a expressão
de um processo de crescente racionalização de diferentes dimensões da vida social.
Por um lado, manifesta-se uma dimensão de racionalização cultural que se expressa
5 – na secularização e no desencantamento do mundo. Isso significa que, com a destruição
de representações religiosas e metafísicas, é criada uma cultura profana caracterizada
pela diferenciação de diferentes esferas culturais de valor (ciência e técnica, direito e
moral, arte e crítica de arte), cada uma das quais se desenvolvendo por meio de uma
lógica própria. Por outro lado, ocorre um processo de racionalização social segundo
10 – o qual as estruturas sociais vão se diferenciando em dois sistemas funcionalmente
interligados: o sistema econômico, dirigido pelos mercados de trabalho, de bens e de
capital e que se reproduz pelo meio “dinheiro”, e o aparelho burocrático do Estado,
monopolizador da força, que se vale do meio “poder”.
À medida que essa racionalização cultural e social se estende para a vida
15 – cotidiana, ocorre a dissolução da eticidade das formas de vida tradicionais, o que se
reflete na decomposição das cosmovisões religiosas, das ordens estratificadas de
dominação e das instituições definidoras de funções, que outrora abarcavam a
sociedade como um todo. Habermas descreve esse último processo por meio do
conceito de mundo da vida racionalizado. Este caracteriza-se por uma relação crítica
20 – e reflexiva com tradições que perdem sua autoridade natural, pela universalização de
normas e generalização de valores, permitindo um leque maior de opções para o
desenvolvimento da ação comunicativa; e por modelos de socialização marcados por
uma crescente individualização e pela formação de identidades do eu cada vez mais
abstratas.
WERLE, D. L. Indivíduo e sociedade. Mente • Cérebro & Filosofia, São Paulo: Duetto, n. 8, 2008. p. 40-42.
As formas prepositivas “por” (l. 19), “pela” (l. 20) e “por” (l. 22) ligam-se sintaticamente a “caracteriza-se” (l. 19).

A oração “que se vale do meio ‘poder’.” (l. 13) é adjetivadora de “o aparelho burocrático do Estado” (l. 12)

O termo “segundo o qual” (l. 9-10) equivale semanticamente a “porque”, explicativo.
" Por isso, era combatida com fogueiras em praças públicas, ervas aromáticas e até tiros de canhão.”
“Dez dias depois , a capital do império recebia a notícia de que uma epidemia assolava a cidade baiana .”









