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Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 51.261 questões

Q3829950 Português
 A pontuação é essencial para tornar um texto claro e compreensível. Empregar corretamente os sinais de pontuação favorece a fluidez da leitura e ajuda na interpretação do conteúdo. A vírgula é um sinal de pontuação utilizado principalmente para indicar pausas curtas e para separar elementos dentro de uma frase, como orações ou itens de listas. Analise o emprego da vírgula nos enunciados a seguir:

I. Essa, mãe, nunca limpa a casa.
II. Essa mãe nunca limpa a casa.

Quanto ao emprego da vírgula nos enunciados acima, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3829949 Português
O mundo está ficando mais quente — e isso está afetando nossos cérebros.


Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu corpinho enrijeceu e ele começou a se debater rapidamente.

"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."

As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do verão, a família recorria a todo tipo de método para tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira batalha para conter as convulsões.

Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca de 15 mil crianças.

As convulsões costumam vir acompanhadas de deficiência intelectual e várias comorbidades, como autismo e TDAH, além de dificuldades na fala, mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear uma crise.

Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões ao longo dos anos, sempre que o clima muda.

"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie

A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas doenças neurológicas que se agravam com o aumento das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University College London, um dos pioneiros no estudo dos impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.

Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve com frequência relatos da família de seus pacientes contando que as crises pioram durante ondas de calor.

"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na forma como o corpo lida com o calor."

Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya descobriu uma série de condições neurológicas que são agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade, incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC), encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.

Ele também identificou que os efeitos das mudanças climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.

Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023, por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais estavam relacionadas diretamente a problemas neurológicos.

Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de calor no Reino Unido em 2022.

Mas o calor também pode alterar a forma como nosso cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e depressivos.

Assim, diante de um planeta que continua esquentando por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso sobre o nosso cérebro?


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm agravado ainda mais o desafio de conviver com essa condição, que já é devastadora por si só", afirma Stephanie."
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, identifique a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3829885 Português
"Cresce o número de mulheres na liderança de políticas públicas e nos processos de decisão de interesse nacional e internacional."
A expressão 'número' exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3829884 Português
"A representação de gênero e raça tem o poder simbólico de conferir legitimidade à entrega do serviço público, uma vez que o público beneficiário se torna mais colaborativo e engajado na coprodução da política.
Os estudos sobre burocracia demonstram que a representação da diversidade da população de um país no serviço público amplia a percepção de equidade de oportunidade a todas as pessoas ativas."
Com base nas regras de concordância verbal e nominal dos elementos linguísticos empregados no trecho, marque V, para as afirmativas verdadeiras, ou F, para as falsas:

(__)A forma verbal 'tem' deveria estar flexionada em 'têm', uma vez que apresenta um sujeito composto formado pelos núcleos 'gênero' e 'raça'.
(__)O verbo 'demonstrar' e 'ampliar' compartilham um mesmo sujeito, que é simples em amos os casos.
(__)Os vocábulos 'colaborativo' e 'engajado' estão no singular para estabelecer concordância adequada com o núcleo 'beneficiário'.
(__)O verbo 'ampliar' está flexionado no singular para estabelecer concordância com o núcleo 'população', que também se encontra no singular.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3829740 Português

Texto 2

 

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Vinicius Junior reage a novo ato de racismo, é expulso e sinaliza que pode deixar a Espanha

 

‘Sou forte e vou até o fim contra os racistas, mesmo que longe daqui’, afirmou o jogador em publicação após o jogo

21.mai.2023 SÃO PAULO – Folha de S. Paulo

 

O atacante brasileiro Vinicius Junior, do Real Madrid, foi expulso neste domingo (21) depois de confusão iniciada após insultos racistas proferidos contra ele por torcedores do Valencia. As equipes se enfrentavam no estádio Mestalla, pela 35ª rodada do Campeonato Espanhol — o time da capital foi derrotado por 1 a 0.

 

Imagens mostram o momento em que o jogador da seleção brasileira encara torcedores da equipe mandante próximos à linha de fundo. A situação provocou uma aglomeração entre atletas dos dois times e a partida foi interrompida por alguns instantes. Apenas o brasileiro foi expulso, com interferência do VAR (árbitro assistente de vídeo).

 

Em mensagem nas redes sociais após o jogo, o atacante afirmou que o racismo “é normal” em La Liga e sinalizou que pode deixar a Espanha em decorrência desses episódios. Em nota, a organização informou ter requisitado as imagens para investigar “supostos insultos racistas direcionados a Vinicius Jr.”

Assinale a alternativa correta sobre o Texto 2.
Alternativas
Q3829738 Português

Texto 1

 

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Caso de Vinicius Junior divide a Espanha e enfrenta ideia de que racismo é ‘injustificável, mas…’

 

Torcedores, jornalistas e políticos culpam comportamento “antidesportivo” do brasileiro

Ivan Finotti MADRI – Folha de S. Paulo – 23/05/2023

 


Os novos xingamentos racistas ao jogador brasileiro Vinicius Junior, neste domingo (21), em Valencia, e, principalmente, uma publicação que o jogador brasileiro fez depois no Twitter —dizendo que “hoje, no Brasil, a Espanha é conhecida como um país de racistas” — dividiram a Espanha nesta segunda-feira.

 

Quase todos os partidos políticos, além do premiê Pedro Sánchez, vieram a público para condenar os atos e dizer que a Espanha não é um país racista. A televisão alternou o dia todo a notícia de Vinicius Junior com outros acontecimentos no país. No Twitter, quatro dos dez assuntos mais citados se referiam ao jogo entre Real Madrid e Valencia.

 

A ministra da Igualdade, Irene Montero, por exemplo, disse que “gritos racistas contra #ViniciusJr não podem ser banalizados ou normalizados. Basta de racismo no esporte e na nossa sociedade. Se sofrer um ataque racista pode ligar 021”.

 

Se a maioria do país apoia Vinicius Junior e condena de modo incondicional o racismo a que ele foi submetido, restou a alguns, em geral torcedores do Valencia, tentar justificar o ódio com um “mas”.

 

Um tuíte do porta-voz do partido Esquerda Republicana da Catalunha resume o tom geral. Gabriel Rufián repetiu a frase “nada justifica o racismo” em frente às bandeiras de sete países: Brasil, Alemanha, França, Itália, Portugal, Argentina e Reino Unido. À frente da bandeira espanhola, porém, ele escreveu “nada justifica o racismo, mas também não se pode sair provocando por aí”.

 

Esse é um argumento que tem sido usado pelos detratores de Vinicius Junior. Borja Sanjuán Roca, porta-voz do PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol) de Valência, o mesmo de Pedro Sánchez, mas torcedor do Valencia, teceu um raciocínio:

 

“Jamais defenderei qualquer insulto racista que possa ser dirigido a qualquer jogador, mas não é o que acontece com o Vinicius. Esse jogador é uma vergonha para o futebol.” (…)

Analise o trecho abaixo, retirado do Texto 1.
“A ministra da Igualdade, Irene Montero, por exemplo, disse que “gritos racistas contra #ViniciusJr não podem ser banalizados ou normalizados.”
Assinale a alternativa correta sobre a pontuação no trecho.
Alternativas
Q3829466 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

A analise esta inadequada em relação a concordância: "Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.". 
Alternativas
Q3829464 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

"E se for, faz parte também.". Analisa corretamente a intenção do autor:  
Alternativas
Q3829461 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

"Você também erra, também se atrasa, (...) também tem vontade de mandar tudo praquele lugar". Falhou a análise do excerto em: 
Alternativas
Q3829447 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/consciencia-negra-ent enda-papel-escola-luta-antirracista/33431.html
"Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos."

Os verbos 'romper' e 'combater' encontram-se empregados em conformidade com a regência exigida por sua transitividade no contexto apresentado. Analise, a seguir, as afirmativas conforme a regência verbal e identifique a alternativa que se mostra INCORRETA
Alternativas
Q3829445 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/consciencia-negra-ent enda-papel-escola-luta-antirracista/33431.html
"Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema."
A oração iniciada pelo 'que' é classificada como:
Alternativas
Q3829444 Português
Consciência Negra: entenda o papel da escola na luta antirracista e como trabalhar o tema em sala de aula.


Professores apresentam ideias para uma educação antirracista e 5 livros que podem ser utilizados para introduzir o debate acerca do tema.

O Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, foi instituído em 2011, mas somente se tornou feriado nacional em 2023. A data surgiu ainda na década de 1970, como homenagem ao líder quilombola, Zumbi dos Palmares, e busca celebrar e relembrar a luta contra opressão racial no Brasil.

O povo negro faz parte da história do Brasil e da identidade brasileira, uma vez que 55,65% da população se declara parda ou preta, de acordo com o Censo Demográfico de 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Diante dessa realidade, Thalita Matos Lins, pedagoga e orientadora pedagógica do Ensino Médio do Colégio Oficina do Estudante, acredita que resgatar a trajetória de povos africanos, sem reduzi-los, é a melhor forma de desenvolver uma educação antirracista.

Buscar apresentar a história para além da violência, opressão e escravidão traz ao holofote vozes que foram silenciadas durantes longos séculos, especialmente de mulheres negras. "Uma das estratégias para isso é justamente trabalhar com arte e também literatura com os estudantes" diz Thalita.

Educação antirracista em sala de aula

Falar sobre o Dia da Consciência Negra é uma forma de reconhecimento do racismo estrutural que ainda acomete a sociedade brasileira. A escola tem o dever legal, garantido pela Lei 10.639/03, de assegurar que os estudantes estudem a história e cultura afro-brasileira.

Para a autora de História, Filosofia e Sociologia do Sistema de Ensino pH, Ana Paula Aguiar, através de ações afirmativas aplicadas pelas escolas são formas silenciosas de romper com o racismo estrutural e combater estereótipos. "Trabalhar o tema é promover cidadania, respeito e consciência crítica sobre a desigualdade racial no Brasil", conta Ana Paula.

Thalita acredita na importância de trabalhar a conscientização de forma interdisciplinar, uma vez que é um assunto que pode aparecer em diferentes ambientes e ser abordado em várias matérias.


https://educador.brasilescola.uol.com.br/noticias/consciencia-negra-ent enda-papel-escola-luta-antirracista/33431.html
"Segundo o MEC, cerca de 33% das docências da educação básica não têm professores com a formação adequada à área em que lecionam." Analise as regras de concordância do trecho e de outros enunciados apresentados a seguir e marque V, para as afirmativas verdadeiras, ou F, para as falsas. 

I.Com expressões de porcentagem, há duas possibilidades de concordância. Assim, o verbo 'ter' está corretamente flexionado no plural, mas também pode permanecer no singular, na forma 'tem'.
II.Na frase "A equipe realizou uma análise detalhada dos dados, identificando padrões e tendências relevantes para a tomada de decisão", a forma verbal 'realizou' concorda com o sujeito coletivo 'equipe' e, permanece no singular, podendo ser flexionada para o plural apenas se o coletivo estiver determinadamente acompanhado de um substantivo no plural.
III.A frase "É proibido a caça de animais silvestres na reserva" está em conformidade com a norma culta.
IV.A frase "O presidente, com toda a sua comitiva, estava presente", admite também a concordância no plural, 'estavam'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3829110 Português
Fábula do professor Gato e a Onça

O termo “o diploma” (l. 16) exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3829102 Português
Fábula do professor Gato e a Onça

Entre os trechos reescritos abaixo, qual NÃO mantém a devida correção gramatical em conformidade com o padrão culto da língua e com a gramática normativa?
Alternativas
Q3829071 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento  determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.
Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe.
Em relação à sintaxe da oração, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3829066 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento  determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.
Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer.
Em relação à sintaxe do período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3828937 Português
Na oração "Os procedimentos devem ser executados cuidadosamente", a palavra "cuidadosamente" exerce a função sintática de:
Alternativas
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Q3828678 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância nominal ou verbal.
Alternativas
Q3828646 Português

Instituto Butantan 
Por Vanessa Sardinha dos Santos

 (Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/instituto-butantan.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “Atualmente, o Instituto, entre outras atividades, atua na produção de soros e vacinas utilizadas na população, estando, portanto, diretamente relacionado com a melhoria da saúde pública”, a conjunção “portanto” estabelece qual relação entre as ideias?
Alternativas
Q3828645 Português

Instituto Butantan 
Por Vanessa Sardinha dos Santos

 (Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/instituto-butantan.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
 O termo “Posteriormente” (l. 08), expressa sentido de:
Alternativas
Respostas
4601: B
4602: C
4603: A
4604: B
4605: B
4606: C
4607: A
4608: D
4609: D
4610: E
4611: B
4612: C
4613: D
4614: A
4615: C
4616: C
4617: C
4618: A
4619: A
4620: D