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Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 51.261 questões

Q3862155 Português

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No quadro temos:

Alternativas
Q3862124 Português

Leia para responder à questão.


A evolução da telefonia no mundo pode ser lida como uma história de redução de distâncias: do fio ao sinal, do aparelho fixo ao bolso, da voz ao ecossistema de dados. No fim do século XIX, com a consolidação do telefone como tecnologia comercial, a comunicação deixou de depender do transporte físico de mensagens e passou a acontecer em tempo real, ainda que limitada por infraestrutura cara, por centrais manuais e por redes locais. As primeiras décadas foram marcadas por expansão lenta e desigual, com a telefonia associada a centros urbanos e a instituições, enquanto áreas rurais e regiões periféricas permaneciam à margem.

Com o avanço das redes e a automação das centrais, a telefonia ganhou escala e confiabilidade. A migração gradual de sistemas eletromecânicos para digitais, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, ampliou a capacidade de tráfego, melhorou a qualidade do áudio e abriu espaço para serviços complementares, como discagem direta, chamadas internacionais mais acessíveis e recursos de identificação e encaminhamento. Ao mesmo tempo, a telefonia se tornou um serviço essencial para atividades econômicas, emergências e organização social, criando uma expectativa de disponibilidade que passou a moldar rotinas e decisões.

A virada mais visível ocorreu com a telefonia móvel. O que começou como tecnologia restrita e de alto custo transformou-se, em poucas décadas, em base de conectividade para bilhões de pessoas. A passagem por diferentes “gerações” de redes — com maior cobertura, maior velocidade e menor latência — não significou apenas melhora técnica: mudou o significado do próprio telefone.

O aparelho deixou de ser um terminal de voz e tornou-se um dispositivo híbrido, que integra comunicação, registro, localização, autenticação e acesso permanente a serviços, redefinindo a noção de presença e urgência.

Hoje, a telefonia se confunde com a infraestrutura digital que sustenta aplicações, plataformas e serviços em nuvem, incluindo chamadas por internet e múltiplas formas de interação que extrapolam a voz. Essa integração trouxe ganhos evidentes, mas também novas tensões: dependência tecnológica, desafios de privacidade, golpes, exclusão digital e vulnerabilidades em redes críticas. Assim, a evolução da telefonia não é apenas uma linha de inovações: é um processo que reorganiza hábitos, relações de trabalho, formas de sociabilidade e modos de participação no mundo, revelando que cada avanço técnico vem acompanhado de mudanças culturais e éticas. 

No terceiro parágrafo, o segmento "...e acesso permanente a serviços ..." apresenta o termo destacado ligado ao substantivo abstrato "acesso". Sua classificação sintática correta é:
Alternativas
Q3862123 Português

Leia para responder à questão.


A evolução da telefonia no mundo pode ser lida como uma história de redução de distâncias: do fio ao sinal, do aparelho fixo ao bolso, da voz ao ecossistema de dados. No fim do século XIX, com a consolidação do telefone como tecnologia comercial, a comunicação deixou de depender do transporte físico de mensagens e passou a acontecer em tempo real, ainda que limitada por infraestrutura cara, por centrais manuais e por redes locais. As primeiras décadas foram marcadas por expansão lenta e desigual, com a telefonia associada a centros urbanos e a instituições, enquanto áreas rurais e regiões periféricas permaneciam à margem.

Com o avanço das redes e a automação das centrais, a telefonia ganhou escala e confiabilidade. A migração gradual de sistemas eletromecânicos para digitais, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, ampliou a capacidade de tráfego, melhorou a qualidade do áudio e abriu espaço para serviços complementares, como discagem direta, chamadas internacionais mais acessíveis e recursos de identificação e encaminhamento. Ao mesmo tempo, a telefonia se tornou um serviço essencial para atividades econômicas, emergências e organização social, criando uma expectativa de disponibilidade que passou a moldar rotinas e decisões.

A virada mais visível ocorreu com a telefonia móvel. O que começou como tecnologia restrita e de alto custo transformou-se, em poucas décadas, em base de conectividade para bilhões de pessoas. A passagem por diferentes “gerações” de redes — com maior cobertura, maior velocidade e menor latência — não significou apenas melhora técnica: mudou o significado do próprio telefone.

O aparelho deixou de ser um terminal de voz e tornou-se um dispositivo híbrido, que integra comunicação, registro, localização, autenticação e acesso permanente a serviços, redefinindo a noção de presença e urgência.

Hoje, a telefonia se confunde com a infraestrutura digital que sustenta aplicações, plataformas e serviços em nuvem, incluindo chamadas por internet e múltiplas formas de interação que extrapolam a voz. Essa integração trouxe ganhos evidentes, mas também novas tensões: dependência tecnológica, desafios de privacidade, golpes, exclusão digital e vulnerabilidades em redes críticas. Assim, a evolução da telefonia não é apenas uma linha de inovações: é um processo que reorganiza hábitos, relações de trabalho, formas de sociabilidade e modos de participação no mundo, revelando que cada avanço técnico vem acompanhado de mudanças culturais e éticas. 

No trecho do primeiro parágrafo "a comunicação deixou de depender do transporte físico ...", o termo destacado integra o sentido do verbo "depender". Considerando a regência verbal que exige a preposição "de", a função sintática desse termo é:
Alternativas
Q3862079 Português
Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana


    O lançamento do foguete HANBIT-Nano, da empresa privada sul-coreana Innospace, que vai ser lançado no Maranhão, teve a integração das cargas úteis iniciada na última segunda-feira (10). A etapa é considerada decisiva para o lançamento durante a Operação Spaceward. O foguete será lançado na próxima semana.

   Nessa fase, são realizados testes e verificações que asseguram uma conexão correta entre a carga útil, como satélites e experimentos, e o veículo lançador, o que assegura que cada equipamento está estabilizado e funcional para o momento do voo.

    O objetivo da missão é transportar cinco satélites e três experimentos para o espaço. Os materiais foram desenvolvidos por universidades e empresas nacionais e internacionais e simboliza a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais.

   Nesta etapa são feitos os testes elétricos e mecânicos entre os adaptadores de carga útil e os equipamentos embarcados. A etapa inclui também a checagem de compatibilidade entre os sistemas dos satélites e os subsistemas do veículo lançador.

  São realizados testes funcionais, verificações de comunicação e análises de resposta dos equipamentos quando conectados ao hardware de integração. Esse conjunto de verificações serve para confirmar se as cargas se comunicam corretamente com o foguete, garantindo compatibilidade e segurança entre os meios antes do lançamento.

  “Essa etapa da operação é uma atribuição conduzida diretamente pela Innospace e pelos desenvolvedores dos satélites e experimentos. A FAB acompanha todo o processo no Prédio de Preparação de Propulsores, infraestrutura especializada disponibilizada pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)”, destaca o Coordenador-Geral da Operação, Coronel Engenheiro Rogério Moreira Cazo.

    Após a equipe concluir a etapa atual, a missão avançará para a integração final, momento em que os satélites serão instalados no módulo responsável por acomodá-los dentro do foguete. Em seguida, deve ocorrer a instalação das carenagens, as simulações gerais de pré-lançamento, as avaliações ambientais completas e, por fim, os procedimentos conjuntos de segurança de voo e coordenação operacional com a FAB (Força Aérea Brasileira).

   Essa sequência marca o início das últimas horas antes da contagem regressiva, quando todo o sistema, composto por foguete, cargas, infraestrutura e equipes, passa a operar em modo de prontidão máxima.


Fonte: Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: O objetivo da missão é transportar cinco satélites e três experimentos para o espaço.
Alternativas
Q3862078 Português
Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana


    O lançamento do foguete HANBIT-Nano, da empresa privada sul-coreana Innospace, que vai ser lançado no Maranhão, teve a integração das cargas úteis iniciada na última segunda-feira (10). A etapa é considerada decisiva para o lançamento durante a Operação Spaceward. O foguete será lançado na próxima semana.

   Nessa fase, são realizados testes e verificações que asseguram uma conexão correta entre a carga útil, como satélites e experimentos, e o veículo lançador, o que assegura que cada equipamento está estabilizado e funcional para o momento do voo.

    O objetivo da missão é transportar cinco satélites e três experimentos para o espaço. Os materiais foram desenvolvidos por universidades e empresas nacionais e internacionais e simboliza a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais.

   Nesta etapa são feitos os testes elétricos e mecânicos entre os adaptadores de carga útil e os equipamentos embarcados. A etapa inclui também a checagem de compatibilidade entre os sistemas dos satélites e os subsistemas do veículo lançador.

  São realizados testes funcionais, verificações de comunicação e análises de resposta dos equipamentos quando conectados ao hardware de integração. Esse conjunto de verificações serve para confirmar se as cargas se comunicam corretamente com o foguete, garantindo compatibilidade e segurança entre os meios antes do lançamento.

  “Essa etapa da operação é uma atribuição conduzida diretamente pela Innospace e pelos desenvolvedores dos satélites e experimentos. A FAB acompanha todo o processo no Prédio de Preparação de Propulsores, infraestrutura especializada disponibilizada pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)”, destaca o Coordenador-Geral da Operação, Coronel Engenheiro Rogério Moreira Cazo.

    Após a equipe concluir a etapa atual, a missão avançará para a integração final, momento em que os satélites serão instalados no módulo responsável por acomodá-los dentro do foguete. Em seguida, deve ocorrer a instalação das carenagens, as simulações gerais de pré-lançamento, as avaliações ambientais completas e, por fim, os procedimentos conjuntos de segurança de voo e coordenação operacional com a FAB (Força Aérea Brasileira).

   Essa sequência marca o início das últimas horas antes da contagem regressiva, quando todo o sistema, composto por foguete, cargas, infraestrutura e equipes, passa a operar em modo de prontidão máxima.


Fonte: Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: O foguete será lançado na próxima semana. 
Alternativas
Q3862077 Português
Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana


    O lançamento do foguete HANBIT-Nano, da empresa privada sul-coreana Innospace, que vai ser lançado no Maranhão, teve a integração das cargas úteis iniciada na última segunda-feira (10). A etapa é considerada decisiva para o lançamento durante a Operação Spaceward. O foguete será lançado na próxima semana.

   Nessa fase, são realizados testes e verificações que asseguram uma conexão correta entre a carga útil, como satélites e experimentos, e o veículo lançador, o que assegura que cada equipamento está estabilizado e funcional para o momento do voo.

    O objetivo da missão é transportar cinco satélites e três experimentos para o espaço. Os materiais foram desenvolvidos por universidades e empresas nacionais e internacionais e simboliza a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais.

   Nesta etapa são feitos os testes elétricos e mecânicos entre os adaptadores de carga útil e os equipamentos embarcados. A etapa inclui também a checagem de compatibilidade entre os sistemas dos satélites e os subsistemas do veículo lançador.

  São realizados testes funcionais, verificações de comunicação e análises de resposta dos equipamentos quando conectados ao hardware de integração. Esse conjunto de verificações serve para confirmar se as cargas se comunicam corretamente com o foguete, garantindo compatibilidade e segurança entre os meios antes do lançamento.

  “Essa etapa da operação é uma atribuição conduzida diretamente pela Innospace e pelos desenvolvedores dos satélites e experimentos. A FAB acompanha todo o processo no Prédio de Preparação de Propulsores, infraestrutura especializada disponibilizada pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)”, destaca o Coordenador-Geral da Operação, Coronel Engenheiro Rogério Moreira Cazo.

    Após a equipe concluir a etapa atual, a missão avançará para a integração final, momento em que os satélites serão instalados no módulo responsável por acomodá-los dentro do foguete. Em seguida, deve ocorrer a instalação das carenagens, as simulações gerais de pré-lançamento, as avaliações ambientais completas e, por fim, os procedimentos conjuntos de segurança de voo e coordenação operacional com a FAB (Força Aérea Brasileira).

   Essa sequência marca o início das últimas horas antes da contagem regressiva, quando todo o sistema, composto por foguete, cargas, infraestrutura e equipes, passa a operar em modo de prontidão máxima.


Fonte: Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente, respectivamente, a função sintática dos termos em destaque no período: Os materiais foram desenvolvidos por universidades e empresas nacionais e internacionais e simboliza a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais.
Alternativas
Q3862071 Português
Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana


    O lançamento do foguete HANBIT-Nano, da empresa privada sul-coreana Innospace, que vai ser lançado no Maranhão, teve a integração das cargas úteis iniciada na última segunda-feira (10). A etapa é considerada decisiva para o lançamento durante a Operação Spaceward. O foguete será lançado na próxima semana.

   Nessa fase, são realizados testes e verificações que asseguram uma conexão correta entre a carga útil, como satélites e experimentos, e o veículo lançador, o que assegura que cada equipamento está estabilizado e funcional para o momento do voo.

    O objetivo da missão é transportar cinco satélites e três experimentos para o espaço. Os materiais foram desenvolvidos por universidades e empresas nacionais e internacionais e simboliza a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais.

   Nesta etapa são feitos os testes elétricos e mecânicos entre os adaptadores de carga útil e os equipamentos embarcados. A etapa inclui também a checagem de compatibilidade entre os sistemas dos satélites e os subsistemas do veículo lançador.

  São realizados testes funcionais, verificações de comunicação e análises de resposta dos equipamentos quando conectados ao hardware de integração. Esse conjunto de verificações serve para confirmar se as cargas se comunicam corretamente com o foguete, garantindo compatibilidade e segurança entre os meios antes do lançamento.

  “Essa etapa da operação é uma atribuição conduzida diretamente pela Innospace e pelos desenvolvedores dos satélites e experimentos. A FAB acompanha todo o processo no Prédio de Preparação de Propulsores, infraestrutura especializada disponibilizada pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)”, destaca o Coordenador-Geral da Operação, Coronel Engenheiro Rogério Moreira Cazo.

    Após a equipe concluir a etapa atual, a missão avançará para a integração final, momento em que os satélites serão instalados no módulo responsável por acomodá-los dentro do foguete. Em seguida, deve ocorrer a instalação das carenagens, as simulações gerais de pré-lançamento, as avaliações ambientais completas e, por fim, os procedimentos conjuntos de segurança de voo e coordenação operacional com a FAB (Força Aérea Brasileira).

   Essa sequência marca o início das últimas horas antes da contagem regressiva, quando todo o sistema, composto por foguete, cargas, infraestrutura e equipes, passa a operar em modo de prontidão máxima.


Fonte: Foguete inédito será lançado no Maranhão; entenda tecnologia sul-coreana | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: Essa sequência marca o início das últimas horas antes da contagem regressiva, quando todo o sistema, composto por foguete, cargas, infraestrutura e equipes, passa a operar em modo de prontidão máxima.
Alternativas
Q3861218 Português
Leia para responder às questões. 

O sistema gastrointestinal desempenha papel essencial na digestão e absorção de nutrientes, mas enfrenta riscos diários devido a hábitos alimentares inadequados e estresse. Doenças como dispepsia, refluxo gastroesofágico e gastroparesia afetam milhões de pessoas, especialmente adultos com diabetes ou hipertensão, causando dor abdominal superior, inchaço pós-refeição e desconforto que piora à tarde ou após as refeições. Prevenir esses problemas exige atenção a sinais leves, como dor epigástrica aliviada pelo jejum, promovendo uma vida saudável e produtiva.


Cuidados Alimentares

Adote uma dieta equilibrada, com refeições menores e frequentes, evitando alimentos gordurosos, picantes ou ácidos que agravam a dispepsia. Consuma fibras de frutas, vegetais e grãos integrais para regular o trânsito intestinal e prevenir constipação, que pode intensificar dores abdominais. Hidrate-se bem e evite jejuns prolongados, priorizando o controle glicêmico em diabéticos para reduzir riscos de gastroparesia.


Hábitos Diários

Mastigue devagar e evite deitar logo após comer, permitindo que o estômago esvazie adequadamente e minimizando refluxo. Pratique exercícios moderados, como caminhadas pós-prandiais, para estimular a motilidade gastrointestinal sem sobrecarga. Reduza o estresse com técnicas de relaxamento, pois ele exacerba sintomas funcionais como plenitude epigástrica.


Consulta e Medicamentos

Monitore sintomas persistentes, como dor leve diária, e consulte um médico para avaliação, especialmente se em uso de antidiabéticos, anti-hipertensivos ou aspirina. Evite automedicação com inibidores de bomba de prótons sem orientação, optando por ajustes personalizados. Exames como endoscopia ajudam a descartar úlceras, garantindo prevenção precoce de complicações graves.
No período "Hidrate-se bem e evite jejuns prolongados", o pronome "se" desempenha função sintática de:
Alternativas
Q3861217 Português
Leia para responder às questões. 

O sistema gastrointestinal desempenha papel essencial na digestão e absorção de nutrientes, mas enfrenta riscos diários devido a hábitos alimentares inadequados e estresse. Doenças como dispepsia, refluxo gastroesofágico e gastroparesia afetam milhões de pessoas, especialmente adultos com diabetes ou hipertensão, causando dor abdominal superior, inchaço pós-refeição e desconforto que piora à tarde ou após as refeições. Prevenir esses problemas exige atenção a sinais leves, como dor epigástrica aliviada pelo jejum, promovendo uma vida saudável e produtiva.


Cuidados Alimentares

Adote uma dieta equilibrada, com refeições menores e frequentes, evitando alimentos gordurosos, picantes ou ácidos que agravam a dispepsia. Consuma fibras de frutas, vegetais e grãos integrais para regular o trânsito intestinal e prevenir constipação, que pode intensificar dores abdominais. Hidrate-se bem e evite jejuns prolongados, priorizando o controle glicêmico em diabéticos para reduzir riscos de gastroparesia.


Hábitos Diários

Mastigue devagar e evite deitar logo após comer, permitindo que o estômago esvazie adequadamente e minimizando refluxo. Pratique exercícios moderados, como caminhadas pós-prandiais, para estimular a motilidade gastrointestinal sem sobrecarga. Reduza o estresse com técnicas de relaxamento, pois ele exacerba sintomas funcionais como plenitude epigástrica.


Consulta e Medicamentos

Monitore sintomas persistentes, como dor leve diária, e consulte um médico para avaliação, especialmente se em uso de antidiabéticos, anti-hipertensivos ou aspirina. Evite automedicação com inibidores de bomba de prótons sem orientação, optando por ajustes personalizados. Exames como endoscopia ajudam a descartar úlceras, garantindo prevenção precoce de complicações graves.
Em "Mastigue devagar e evite deitar logo após comer", o termo destacado é um advérbio que modifica o verbo "mastigar", indicando a circunstância de:
Alternativas
Q3860861 Português
A regência verbal e nominal trata da relação de dependência entre um termo regente (verbo ou nome) e seus complementos (termos regidos), sendo a preposição o único elemento capaz de intermediar essa relação.
Alternativas
Q3860860 Português
A concordância nominal consiste na adaptação do adjetivo, pronome adjetivo, artigo e numeral ao substantivo a que se referem, seguindo as regras de gênero e número em língua portuguesa.
Alternativas
Q3860857 Português
As classes de palavras, embora possuam características morfológicas e sintáticas distintas, não apresentam flexões, o que as torna elementos invariáveis na estrutura da frase em língua portuguesa.
Alternativas
Q3860106 Português
Leia para responder às questões.

A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho "A entidade se autodenominava 'Kate', em referência a uma vizinha idosa", o termo destacado desempenha função sintática de:
Alternativas
Q3860103 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No período "Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a 'bruxa' destruiu", a palavra "que" desempenha função sintática de: 
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Q3860100 Português
Leia para responder às questões.

A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho "ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell", o operador discursivo em destaque desempenha uma função semântico-argumentativa específica. Ele não apenas adiciona uma informação, mas atua sobre a classe dos "ataques físicos", estabelecendo uma relação de: 
Alternativas
Q3859408 Português
O processo de concordância verbal em 'Faz muitos anos que não o vejo' é justificado pela impessoalidade do verbo 'fazer' indicando tempo decorrido, o que o torna invariável e, portanto, sempre conjugado na terceira pessoa do singular. 
Alternativas
Q3859406 Português
No contexto da regência nominal, a frase 'Ele é apto a essa função' está gramaticalmente correta, pois o adjetivo 'apto' exige a preposição 'a' para introduzir o complemento.
Alternativas
Q3859389 Português
Em uma frase como 'É necessário que todos os estudantes compareçam à reunião', a regência nominal do adjetivo 'necessário' exige a preposição 'a' antes da oração subordinada substantiva subjetiva iniciada pelo 'que'.
Alternativas
Q3859298 Português

Leia o texto e responda as dez questões seguintes.


As crianças agora vão poder falar e escrever errado?


    É comum ouvir que há alguns anos ou em outro momento da história brasileira, o ensino da Língua Portuguesa era mais “puxado”, com maior rigor na gramática, com sua escrita, pronúncia e formalidade. A preocupação com uma suposta flexibilização da norma culta já virou até tema de campanha política e discussões em redes sociais. Será que as escolas estão mais tolerantes com as variações linguísticas presentes no país e nas salas de aula? Realmente há um menor apego com a norma culta no ensino brasileiro?


    Marcos Bagno é doutor em Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro "Preconceito linguístico: o que é, como se faz” e ressalta que ainda persiste um senso comum a respeito do ensino da língua: o de que só é possível aprender pelo estudo sistemático e minucioso da gramática, pela apreensão dos termos e conceitos elaborados para descrever a língua e, principalmente, que tal estudo garantiria um uso “correto” da língua. “Mas séculos de ensino baseados nessa tradição já demonstraram a ineficácia dessa metodologia”, destaca. Para o autor, campanhas contra uma suposta flexibilização da norma culta ensinada nas aulas de Língua Portuguesa podem revelar projetos político-ideológicos em que a Educação apareceria apenas em segundo plano, sem aprofundamento da questão.


    Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) auxiliavam os conhecimentos em Língua Portuguesa e outras disciplinas a serem passados no Ensino Fundamental e Médio, desde 1997 até aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em 2017 e neste ano. Além do novo documento trazer ao processo de ensino-aprendizado da Língua Portuguesa as especificidades da leitura e da escrita em ambientes digitais, a BNCC inclui, agora, alguns determinantes sociais da escrita, como por exemplo, a articulação da produção textual com a situação de comunicação, levando em conta o interlocutor e a variação linguística.


    A norma culta é uma dessas variantes, porém a que possui o maior prestígio social, de acordo com Bruno Pereira, doutor em Ensino de Língua e Literatura pela Universidade Federal do Tocantins (UFT). “O fato de apresentarmos aos alunos diversas variações linguísticas o auxilia na comunicação de contextos socioculturais plurais, atentando-os à adequação pragmática da língua”, explica.


    De acordo com Bruno, é importante ressaltar que o aluno brasileiro de agora não é o mesmo aluno de 20 anos atrás. “É necessário incentivar uma postura reflexiva acerca do uso da língua em nossos alunos e, para isso, devemos apresentar a ele as diversas variações linguísticas que existem no mesmo idioma, bem como suas especificidades e funcionalidades”, ressalta.


    Ao falar em ensino mais, ou menos, “rigoroso”, Maria Helena Moreira professora da Faculdade de Ciências e Letras da Universidade do Estado de São Paulo (Unesp) destaca outro possível engano. “Todo ensino tem de ser ‘rigoroso’, mas no sentido de rastrear rigorosamente aquilo que é pertinente na tarefa em questão, e, no nosso caso, não no sentido de dosar para mais ou para menos o policiamento da linguagem”, afirma.


    Alguns educadores, o preconceito linguístico é um preconceito social. “Não é por acaso, então, que são as pessoas mais pobres, em sua maioria negras, as que mais sofrem a acusação de ‘falar errado’ ou ‘não saber português’", afirma Marcos Bagno. Ele tem pesquisado textos do período pós-independência que apresentam essa característica. "É um discurso que se repete no Brasil há duzentos anos, deixando bem manifesto este preconceito”, diz. Para o doutor pela USP, o fundamental e necessário nas propostas políticas e discussões é o foco no letramento das pessoas, isto é, a inserção crescente de cidadãos na cultura escrita. “E isso se faz por meio da leitura e da escrita de todos os tipos e gêneros textuais possíveis, desde os mais marginalizados, como letras de funk e hip-hop, até os mais prestigiados, como a literatura canonizada”, enfatiza.


    Os números dão ênfase à preocupação de Marcos Bagno. Três em cada dez jovens e adultos de 15 a 64 anos no Brasil – 29% do total, o equivalente a cerca de 38 milhões de pessoas – são considerados analfabetos funcionais, de acordo com o Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2018.


    Diante desse cenário, o pensamento sobre o que é "certo" e "errado" na Língua Portuguesa está mudando no país. “Isso não quer dizer que, como professor de Língua Portuguesa, eu não vá apresentar preceitos da norma culta durante as aulas”, pondera Bruno Pereira, afirmando que a dicotomia “certo vs errado” tornou-se obsoleta hoje. “Prefiro utilizar ‘adequado’ ou ‘inadequado’, pois acredito que devemos formar alunos que saibam fazer uso da língua de maneira consciente e adequada, e não de maneira mecanizada, como sugere a concepção de ‘erro’, destaca.


    Ou seja, o trabalho escolar com a língua que se fala só tem sentido se apreendido na vivência efetiva da língua. “As diferenças linguísticas dentro da sala de aula constituem o melhor possível tudo aquilo que há para ser dito sobre língua, linguagem, gramática e norma: ora, são exatamente as diferenças que ilustram a real natureza da linguagem”, explica Maria Helena, mostrando que é exatamente a variação que caracteriza a linguagem. O que menos há, nessa realidade de diferenças existentes e observáveis, é lugar para preconceito.


    O doutor pela UFT demonstra que a língua é como mecanismo viva, dinâmico e carregado de intencionalidades e isso, para ele, precisa se refletir no ensino atualmente. Segundo Bruno, a compreensão da norma culta deixa de ter perfil unilateral e passa a dialogar com as outras variantes na rotina escolar, que deve estar focada no letramento e no desenvolvimento de habilidades de lei tura, escrita e interpretação de textos de maneira catalisadora. “O aluno passa a entender a função e aplicação social da língua, não é algo mecânico. Por isso, acredito na construção de uma língua igualitária”, conclui.


(Fonte: Paula Calçade. https://novaescola.org.br/con teudo/12459/as-criancas-agora-vao-poder-falar-e-escre ver-errado. Acesso em 29.12.2025) 

No trecho “Três em cada dez jovens e adultos de 15 a 64 anos no Brasil… são considerados analfabetos funcionais”, o emprego da forma verbal no plural contribui para: 
Alternativas
Q3859295 Português

Leia o texto e responda as dez questões seguintes.


As crianças agora vão poder falar e escrever errado?


    É comum ouvir que há alguns anos ou em outro momento da história brasileira, o ensino da Língua Portuguesa era mais “puxado”, com maior rigor na gramática, com sua escrita, pronúncia e formalidade. A preocupação com uma suposta flexibilização da norma culta já virou até tema de campanha política e discussões em redes sociais. Será que as escolas estão mais tolerantes com as variações linguísticas presentes no país e nas salas de aula? Realmente há um menor apego com a norma culta no ensino brasileiro?


    Marcos Bagno é doutor em Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro "Preconceito linguístico: o que é, como se faz” e ressalta que ainda persiste um senso comum a respeito do ensino da língua: o de que só é possível aprender pelo estudo sistemático e minucioso da gramática, pela apreensão dos termos e conceitos elaborados para descrever a língua e, principalmente, que tal estudo garantiria um uso “correto” da língua. “Mas séculos de ensino baseados nessa tradição já demonstraram a ineficácia dessa metodologia”, destaca. Para o autor, campanhas contra uma suposta flexibilização da norma culta ensinada nas aulas de Língua Portuguesa podem revelar projetos político-ideológicos em que a Educação apareceria apenas em segundo plano, sem aprofundamento da questão.


    Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) auxiliavam os conhecimentos em Língua Portuguesa e outras disciplinas a serem passados no Ensino Fundamental e Médio, desde 1997 até aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em 2017 e neste ano. Além do novo documento trazer ao processo de ensino-aprendizado da Língua Portuguesa as especificidades da leitura e da escrita em ambientes digitais, a BNCC inclui, agora, alguns determinantes sociais da escrita, como por exemplo, a articulação da produção textual com a situação de comunicação, levando em conta o interlocutor e a variação linguística.


    A norma culta é uma dessas variantes, porém a que possui o maior prestígio social, de acordo com Bruno Pereira, doutor em Ensino de Língua e Literatura pela Universidade Federal do Tocantins (UFT). “O fato de apresentarmos aos alunos diversas variações linguísticas o auxilia na comunicação de contextos socioculturais plurais, atentando-os à adequação pragmática da língua”, explica.


    De acordo com Bruno, é importante ressaltar que o aluno brasileiro de agora não é o mesmo aluno de 20 anos atrás. “É necessário incentivar uma postura reflexiva acerca do uso da língua em nossos alunos e, para isso, devemos apresentar a ele as diversas variações linguísticas que existem no mesmo idioma, bem como suas especificidades e funcionalidades”, ressalta.


    Ao falar em ensino mais, ou menos, “rigoroso”, Maria Helena Moreira professora da Faculdade de Ciências e Letras da Universidade do Estado de São Paulo (Unesp) destaca outro possível engano. “Todo ensino tem de ser ‘rigoroso’, mas no sentido de rastrear rigorosamente aquilo que é pertinente na tarefa em questão, e, no nosso caso, não no sentido de dosar para mais ou para menos o policiamento da linguagem”, afirma.


    Alguns educadores, o preconceito linguístico é um preconceito social. “Não é por acaso, então, que são as pessoas mais pobres, em sua maioria negras, as que mais sofrem a acusação de ‘falar errado’ ou ‘não saber português’", afirma Marcos Bagno. Ele tem pesquisado textos do período pós-independência que apresentam essa característica. "É um discurso que se repete no Brasil há duzentos anos, deixando bem manifesto este preconceito”, diz. Para o doutor pela USP, o fundamental e necessário nas propostas políticas e discussões é o foco no letramento das pessoas, isto é, a inserção crescente de cidadãos na cultura escrita. “E isso se faz por meio da leitura e da escrita de todos os tipos e gêneros textuais possíveis, desde os mais marginalizados, como letras de funk e hip-hop, até os mais prestigiados, como a literatura canonizada”, enfatiza.


    Os números dão ênfase à preocupação de Marcos Bagno. Três em cada dez jovens e adultos de 15 a 64 anos no Brasil – 29% do total, o equivalente a cerca de 38 milhões de pessoas – são considerados analfabetos funcionais, de acordo com o Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2018.


    Diante desse cenário, o pensamento sobre o que é "certo" e "errado" na Língua Portuguesa está mudando no país. “Isso não quer dizer que, como professor de Língua Portuguesa, eu não vá apresentar preceitos da norma culta durante as aulas”, pondera Bruno Pereira, afirmando que a dicotomia “certo vs errado” tornou-se obsoleta hoje. “Prefiro utilizar ‘adequado’ ou ‘inadequado’, pois acredito que devemos formar alunos que saibam fazer uso da língua de maneira consciente e adequada, e não de maneira mecanizada, como sugere a concepção de ‘erro’, destaca.


    Ou seja, o trabalho escolar com a língua que se fala só tem sentido se apreendido na vivência efetiva da língua. “As diferenças linguísticas dentro da sala de aula constituem o melhor possível tudo aquilo que há para ser dito sobre língua, linguagem, gramática e norma: ora, são exatamente as diferenças que ilustram a real natureza da linguagem”, explica Maria Helena, mostrando que é exatamente a variação que caracteriza a linguagem. O que menos há, nessa realidade de diferenças existentes e observáveis, é lugar para preconceito.


    O doutor pela UFT demonstra que a língua é como mecanismo viva, dinâmico e carregado de intencionalidades e isso, para ele, precisa se refletir no ensino atualmente. Segundo Bruno, a compreensão da norma culta deixa de ter perfil unilateral e passa a dialogar com as outras variantes na rotina escolar, que deve estar focada no letramento e no desenvolvimento de habilidades de lei tura, escrita e interpretação de textos de maneira catalisadora. “O aluno passa a entender a função e aplicação social da língua, não é algo mecânico. Por isso, acredito na construção de uma língua igualitária”, conclui.


(Fonte: Paula Calçade. https://novaescola.org.br/con teudo/12459/as-criancas-agora-vao-poder-falar-e-escre ver-errado. Acesso em 29.12.2025) 

No trecho “O que menos há, nessa realidade de diferenças existentes e observáveis, é lugar para preconceito”, a construção sintática: 
Alternativas
Respostas
4321: B
4322: D
4323: B
4324: D
4325: A
4326: C
4327: D
4328: D
4329: C
4330: E
4331: C
4332: E
4333: D
4334: C
4335: C
4336: C
4337: C
4338: E
4339: B
4340: D