Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.
Reescrevendo a frase “Na verdade um motivo existe...”, empregada na tirinha acima, com alterações de tempo e número, fica correta a seguinte forma:
A palavra destacada no trecho acima introduz uma oração com o sentido de:
Há diversas pessoas desabrigadas no bairro Desterro Profundo. Na terça-feira, choveu forte, ocorreram deslizamentos e o vendaval destelhou casas. Quem não têm para onde ir, pode se abrigar provisoriamente no ginásio municipal. Agentes da defesa civil estão distribuindo água, alimentos, cobertores e roupas.
Está INCORRETO o trecho da alternativa:
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho
Utilize o texto abaixo para responder a questão.
“A poluição sonora nas cidades cresce a cada dia, porque muitos centros urbanos não possuem controle adequado do trânsito; há veículos, obras e multidões gerando um ruído contínuo que transforma as ruas numa ‘selva sonora’. Moradores precisam adaptar-se à falta de silêncio, percebendo à noite o quanto o ambiente urbano grita. É urgente investir na redução desse caos acústico para preservar saúde e bem-estar.”.
Utilize o texto abaixo para responder a questão.
“A poluição sonora nas cidades cresce a cada dia, porque muitos centros urbanos não possuem controle adequado do trânsito; há veículos, obras e multidões gerando um ruído contínuo que transforma as ruas numa ‘selva sonora’. Moradores precisam adaptar-se à falta de silêncio, percebendo à noite o quanto o ambiente urbano grita. É urgente investir na redução desse caos acústico para preservar saúde e bem-estar.”.
Leia para responder à questão.
O lilás é uma cor que parece carregar, ao mesmo tempo, delicadeza e estranhamento: não grita como o vermelho, não se impõe como o preto, mas chama atenção por um tipo de presença silenciosa. Por isso, costuma marcar objetos e cenas que querem sugerir transição, sonho, imaginação ou cuidado. Em muitos contextos visuais, o lilás aparece como ponte entre o azul e o rosa, criando uma sensação de suspensão, como se a imagem estivesse entre a realidade e a lembrança.
Na natureza, o lilás se destaca em flores e paisagens que viram referência afetiva: lavandas, lilases, hortênsias e campos que, quando vistos em conjunto, produzem uma impressão quase cinematográfica. Essa cor também surge em crepúsculos e reflexos do céu, quando a luz muda de forma rápida e o olhar percebe nuances que parecem raras.
Não é à toa que o lilás, em narrativas e descrições, frequentemente acompanha momentos de pausa, contemplação e mudança de ciclo.
No campo cultural, o lilás aparece como símbolo em diferentes movimentos e tradições, assumindo significados ligados à memória, à dignidade e à afirmação identitária. É uma cor recorrente em campanhas e manifestações públicas, em detalhes de vestuário e em elementos de design que buscam comunicar valores sem depender de frases longas. Ao mesmo tempo, o lilás foi incorporado pela moda, pela estética pop e pela linguagem digital, tornandose marca de estilos que transitam entre o retrô e o futurista.
Também há coisas marcantes de cor lilás no cotidiano: embalagens de produtos de cuidado pessoal, cadernos, canetas, capas, luzes decorativas, ambientes com iluminação suave e objetos que procuram transmitir calma. Em muitos espaços, o lilás é usado para diminuir a sensação de rigidez e tornar o ambiente mais acolhedor, como se a cor tivesse uma função de “amortecer” o mundo. Assim, o lilás permanece como um recurso expressivo que, mesmo discreto, consegue fixar lembranças e dar identidade a cenas e objetos.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.
TEXTO I
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.
Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.
A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.
Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.
Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.
Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.
O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.
Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.
Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.
Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro.
Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo)
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos."
Com base na regência verbal e nominal, avalie as afirmativas a seguir:
I- O verbo 'haver' está como impessoal, atuando como transitivo direto, possuindo objeto direto explícito na oração.
II- O verbo 'deixar' é intransitivo, não exigindo complemento, indicando o efeito de um conjunto de fatores sobre a fase negativa.
III- O verbo 'seguir' atua como transitivo direto e vem precedido de um adjunto adverbial de modo, o que justifica o uso da preposição 'em'.
IV- O verbo 'permitir' é transitivo indireto, exigindo a preposição 'a' antes de seu complemento.
É CORRETO o que se afirma em:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.
TEXTO I
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.
Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.
A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.
Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.
Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.
Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.
O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.
Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.
Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.
Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro.
Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo)
Considerando as regras de concordância verbal e nominal, complete as lacunas do trecho a seguir:
Ao nascer, todos temos reservas abundantes de gordura marrom, que____ como um aquecedor interno. Bebês não têm massa muscular suficiente para tremer, por isso____ da gordura marrom para converter açúcares e gorduras em calor. As células de gordura marrom têm um número muito alto de mitocôndrias, as fábricas de energia dentro das células. Mas, ao contrário das mitocôndrias normais, que produzem trifosfato de adenosina (ATP), a moeda energética usada pelo corpo, as mitocôndrias das células de gordura marrom____ uma proteína chamada termogenina, ou UCP1, que transforma calorias diretamente em calor.
"Quando____, a gordura marrom tem capacidade de produzir 300 vezes mais calor por unidade de massa do que qualquer outro tecido ou órgão do corpo", afirma Michael Symonds, professor de fisiologia do desenvolvimento da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.
Grande parte do que se sabe sobre a gordura marrom vem de estudos com pequenos mamíferos, como camundongos e ratos. Esses roedores têm grandes reservas da gordura, que os____ durante o inverno, período em que hibernam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr5z8936y6jo)
A sequência que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas acima é:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão.
TEXTO I
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?
A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.
Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.
Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.
Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido.
A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.
Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.
Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h.
Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.
O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.
Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h.
Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.
Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro.
Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.
Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo)
Considerando as classes de palavras e a função sintática que adquirem no contexto, analise as afirmativas a seguir:
I- O vocábulo 'nem' é um advérbio invariável que exerce a função de operador argumentativo de negação parcial.
II- A expressão 'do clima' é uma locução adjetiva exercendo a função sintática de adjunto adnominal, que restringe e especifica o sentido do substantivo mudanças, distinguindo-as de outras possíveis mudanças.
III- O vocábulo 'mas' é uma conjunção adversativa, responsável por introduzir uma oração que contrasta com a ideia anterior.
IV- O vocábulo 'segundo' atua como adjetivo variável, qualificando o substantivo 'Francisco Aquino', estabelecendo adequadamente relação de concordância nominal.
É CORRETO o que se afirma em:
Amigos para o bem e para o mal
Vera Iaconelli – Psicanalista
Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.
Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma.
Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.
Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.
Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro.
O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência.
Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.)
[...]
No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025.

