Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 57.968 questões

Ano: 2019 Banca: Unesc Órgão: FLAMA-SC Prova: Unesc - 2019 - FLAMA-SC - Geólogo |
Q1025566 Português
Nas eleições de 2018 foram comuns as fake news, ou seja, notícias falsas criadas para confundir ou atrapalhar os eleitores. Tomadas como verdadeiras, provocaram problemas aos candidatos que tinham que a todo momento explicar o que era mentira e o que era verdadeiro do que estava sendo veiculado. Na língua isso também pode acontecer. Leia com atenção as afirmações abaixo. Uma delas é uma notícia falsa. Assinale-a.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: Unesc Órgão: FLAMA-SC Prova: Unesc - 2019 - FLAMA-SC - Geólogo |
Q1025563 Português
Dois verbos do poema de Mário Quintana aparecem com frequência em textos escritos em norma padrão empregados de forma equivocada: lembrar e esquecer. Com possibilidade de serem escritos com duas regências diferentes, é comum encontrarmos com usos diversos. Assinale a opção em que ocorre um erro no emprego desses verbos.
Alternativas
Q1025031 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



A expressão “muitas vezes” (linha 4) encontra-se grafada entre vírgulas para isolar
Alternativas
Q1024934 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Relativamente à frase: “E a palavra, como se sabe, é o mais precioso instrumento de trabalho do médico, porque é através dela que conquistamos confiança ou plantamos incerteza, que somos acolhidos” (l. 17-19), analise as assertivas que seguem:
I. A supressão do advérbio ‘mais’ implicaria alteração de sentido. II. Desconsiderando-se aspectos relacionados à pontuação e ao uso de maiúsculas e minúsculas, o deslocamento do termo ‘como se sabe’ para imediatamente após a palavra ‘E’ não provocaria qualquer alteração ao sentido global do período. III. A substituição da conjunção ‘ou’ por ‘e’ manteria a mesma relação sintática entre as orações, entretanto, alterar-se-ia a relação semântica.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1024927 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



No que concerne à regência e ao uso da crase, analise as afirmações que seguem:
I. Na linha 02, a troca do vocábulo ‘noção’ por ‘ideia’ não provocaria alteração de regência. II. Caso a forma verbal ‘organizarmos’ (l. 14) fosse substituída por ‘procedermos à organização’, provocar-se-ia a necessidade de ajustes na frase, visto que haveria alteração de regência. III. Tanto na linha 20 quanto na linha 35, o uso de à é obrigatório, em virtude da regência das expressões ‘tecnologia’ e ‘segunda mão’.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1024790 Português
No segundo quadrinho, Mafalda inicia sua fala com o verbo “apostar”. Assinale a alternativa INCORRETA a respeito dessa palavra.
Alternativas
Q1024787 Português
Analise a estrutura da fala do pai: “Rede social (1) aqui (2) em casa (3) é (4) outra coisa(5)”. Assinale a alternativa que indica o termo que se classifica como predicativo do sujeito nesta oração:
Alternativas
Q1024784 Português
Na linha 16, temos a expressão “que anuncia tudo ser possível”. Assinale a alternativa que explica corretamente a função de sentido dessa expressão no texto, bem como sua equivalência com termos sintáticos.
Alternativas
Q1024782 Português
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 05, 06 e 08 (duas ocorrências):
Alternativas
Q1024727 Português
Em “Estudiosos britânicos já consideram o sedentarismo uma epidemia”, os termos grifados são:
Alternativas
Q1024726 Português
Quanto à classificação, marque a alternativa onde temos um sujeito indeterminado.
Alternativas
Q1024723 Português

Traduzir-se. (Ferreira Gullar)


Uma parte de mim

é todo mundo;

outra parte é ninguém:

fundo sem fundo.


Uma parte de mim

é multidão:

outra parte estranheza

e solidão.


Uma parte de mim

pesa, pondera;

outra parte

delira.


Uma parte de mim

almoça e janta;

outra parte

se espanta.


Uma parte de mim

é permanente;

outra parte

se sabe de repente.


Uma parte de mim

é só vertigem;

outra parte,

linguagem.


Traduzir-se uma parte

na outra parte

— que é uma questão

de vida ou morte —

será arte?

A terceira estrofe do poema, “Uma parte de mim pesa, pondera; outra parte delira”, apresenta orações:
Alternativas
Q1024688 Português
Na oração “Ela enviará todas as cópias do contrato para vocês”, os termos grifados são respectivamente:
Alternativas
Q1024687 Português
Marque a alternativa onde a preposição por tem relação com sentido de tempo.
Alternativas
Q1024683 Português

A FELICIDADE. (Vinicius de Moraes, Antônio Carlos Jobim)


Tristeza não tem fim

Felicidade sim.


A felicidade é como a gota

De orvalho numa pétala de flor

Brilha tranquila

Depois de leve oscila

E cai como uma lágrima de amor.

A felicidade do pobre parece

A grande ilusão do carnaval

A gente trabalha o ano inteiro

Por um momento de sonho

Pra fazer a fantasia

De rei ou de pirata ou jardineira

Pra tudo se acabar na quarta-feira.


Tristeza não tem fim

Felicidade sim.


A felicidade é como a pluma

Que o vento vai levando pelo ar

Voa tão leve

Mas tem a vida breve

Precisa que haja vento sem parar.


A minha felicidade está sonhando

Nos olhos da minha namorada

É como esta noite, passando, passando

Em busca da madrugada

Falem baixo, por favor

Pra que ela acorde alegre com o dia

Oferecendo beijos de amor.

O verso “e cai como uma lágrima de amor” é uma oração:
Alternativas
Q1024658 Português
Em “Ainda ficam intrigados com os mistérios do cérebro os neurologistas modernos”, o termo grifado é:
Alternativas
Q1024653 Português

Toada do Amor. (Carlos Drummond de Andrade)


E o amor sempre nessa toada:

briga perdoa perdoa briga.


Não se deve xingar a vida,

a gente vive, depois esquece.

Só o amor volta para brigar,

para perdoar,

amor cachorro bandido trem.


Mas, se não fosse ele, também

que graça que a vida tinha?


Mariquita, dá cá o pito,

no teu pito está o infinito.

O verso do poema, “mas, se não fosse ele”, é uma oração:
Alternativas
Q1023756 Português
Procurar o quê

  O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
  Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
  Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
  Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos espaços vazios.
  Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
  Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
 Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
 Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
 Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
“Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. HÁ DE SER INVISÍVEL PARA TODO MUNDO, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.”
Quem é o sujeito da oração em destaque?
Alternativas
Q1023755 Português
Procurar o quê

  O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
  Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
  Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
  Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos espaços vazios.
  Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
  Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
 Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
 Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
 Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)

“Ele tem experiência de mato e de cidade, SABE EXPLORAR OS MUNDOS, AS HORAS"

O trecho em destaque pode ser classificado sintaticamente como uma oração:

Alternativas
Q1022689 Português
Está correta a redação da frase que se encontra em:
Alternativas
Respostas
38341: B
38342: B
38343: A
38344: E
38345: C
38346: E
38347: E
38348: B
38349: C
38350: A
38351: D
38352: C
38353: C
38354: A
38355: A
38356: C
38357: A
38358: D
38359: A
38360: D