Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

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Q1618600 Português
“Elas são diferentes uma da outra, mas têm em comum o fato [...]” (linhas 13 e 14). Sobre o termo destacado, analise as proposições a seguir:

I - Não é empregado, em hipótese alguma, com acento circunflexo;
II - Está corretamente empregado, uma vez que está se referindo à palavra “Elas”, no plural;

III - Está incorretamente empregado, uma vez que o seu correto emprego é “tem”, sem acento.

Dos itens acima:
Alternativas
Q1618599 Português
“Cerca de um bilhão de pessoas no mundo – [...] – são afetados pelas chamadas ‘doenças negligenciadas’: [...]” (linhas 1 a 4). Com base na regra de concordância verbal do trecho retirado do Texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1618411 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

O que se afirma sobre o fragmento transcrito está correto na alternativa
Alternativas
Q1618408 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

Há uma asserção verdadeira sobre constituintes da oração e suas funções na afirmativa.
Alternativas
Q1618406 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

A expressão “país em guerra” (L.27) exerce a função de
Alternativas
Q1618405 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

Com referência aos mecanismos linguísticos do texto, é verdadeiro o que se afirma na alternativa
Alternativas
Q1618404 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

Quanto aos elementos linguísticos usados no texto, é verdadeiro o que se afirma em
Alternativas
Q1618403 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

A vírgula, em “Enquanto o poder do Estado não se impõe,” (l.23) isola
Alternativas
Q1618402 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

Analisando as seguintes orações, considerando os contextos em que estão inseridas:

I. “que estabelece regras de ética e conduta própria” (L.24).
II. “que equivale aos da Síria, país em guerra.” (L.27).

Sobre elas, pode-se afirmar:
Alternativas
Q1618401 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

No texto
Alternativas
Q1618400 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

A alternativa em que o emprego do recurso linguístico que aparece nesse texto está devidamente explicado é a
Alternativas
Q1618399 Português



FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm

Sobre o texto, é verdadeiro o que se afirma na alternativa
Alternativas
Q1618334 Português
Complete: Soube que mais de dez crianças se .......- a participar dos jogos que tu e ele ......
Alternativas
Q1618269 Português
Aponte a alternativa que completa corretamente as lacunas das orações abaixo:

I – Ninguém..........a verdade.
II – É ela quem......as refeições.
III – O relógio...................9 horas.
IV –10% da venda do leilão................à caridade.
Alternativas
Q1618268 Português
Aponte a alternativa que apresenta regência verbal incorreta:
Alternativas
Q1617935 Português

Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele. 



Prevenir ou remediar – envelhecimento e saúde

Envelhecimento e saúde são temas que atraem os pesquisadores. A população brasileira envelhece cada vez mais, mas traz preocupações para os sistemas de saúde.


Os brasileiros envelhecem a passos apressados.


A faixa etária que mais cresce entre nós é a que passou dos 60 anos. A expectativa de vida ao nascer, que mal ultrapassava os 40 anos, no início do século passado, atingiu 76 anos e não para de aumentar.

O envelhecimento populacional, que experimentamos nos últimos 50 anos, levou o dobro de tempo para ocorrer nos países europeus industrializados.

Motivo de orgulho, esse aumento expressivo da longevidade, no entanto, vem acompanhado da necessidade de investimentos e de organização do sistema de saúde para a nova realidade.

Envelhecemos mal. Cerca de 90% dos nossos conterrâneos chegam aos 60 anos com pelo menos uma doença crônica. Embora ainda não tenhamos nos livrado das transmissíveis, enfermidades cardiovasculares, câncer, diabetes, degenerações neurológicas e outras patologias degenerativas são hoje as principais causas de morbidade e mortalidade.

A cada novo inquérito epidemiológico, os níveis de obesidade estão mais altos. Na última avaliação, 54% dos adultos caem na faixa de excesso de peso (IMC entre 25 e 29,9). Pior, cerca de 20% são obesos (IMC acima de 30).

A obesidade é um pacote que traz com ela hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, doenças reumatológicas e problemas ortopédicos entre outros males.

A Sociedade Brasileira de Diabetes estima que existam 14 a 15 milhões de brasileiros com a doença, número que provavelmente subestima os que andam pelas ruas com glicemias elevadas sem ter recebido o diagnóstico.

O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos. 

Cerca de 50% das mulheres e dos homens chegam aos 60 anos com hipertensão arterial, prevalência que não para de aumentar, à medida que a idade avança.

Pressão alta e diabetes causam complicações graves: infarto do miocárdio, AVC, insuficiência renal, cegueira, feridas que não cicatrizam, amputações e outros agravos que provocam sofrimento e despesas para o sistema de saúde.

A assistência médica talvez seja o único ramo da economia em que a incorporação de tecnologia aumenta os preços do produto final. A cada procedimento, exame novo ou medicamento descoberto incorporado à prática clínica, os custos sobem.

Os gastos com saúde ficaram tão elevados que se tornaram impagáveis. No SUS, a saída é negar o atendimento quando as verbas se esgotam, recurso que a lei impede de ser adotado pela Saúde Suplementar. As consequências serão o aumento das filas à espera de tratamentos no sistema público e a falência dos planos de saúde, que ficarão cada vez mais restritos aos de maior poder aquisitivo.

O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos. Sedentarismo e excesso de peso estão por trás dos principais problemas que enfrentamos.

O sistema púbico e os planos de saúde precisam investir na prevenção e na atenção primária, para interferir antes que as doenças se instalem. A alternativa é o caos.

Drauzio Varella - médico cancerologista e escritor.

“Os gastos com saúde ficaram tão elevados que se tornaram impagáveis.

A oração sublinhada nesse período tem o sentido de:

Alternativas
Q1617934 Português

Leia, com atenção, o texto a seguir, pois a questão é referente a ele. 



Prevenir ou remediar – envelhecimento e saúde

Envelhecimento e saúde são temas que atraem os pesquisadores. A população brasileira envelhece cada vez mais, mas traz preocupações para os sistemas de saúde.


Os brasileiros envelhecem a passos apressados.


A faixa etária que mais cresce entre nós é a que passou dos 60 anos. A expectativa de vida ao nascer, que mal ultrapassava os 40 anos, no início do século passado, atingiu 76 anos e não para de aumentar.

O envelhecimento populacional, que experimentamos nos últimos 50 anos, levou o dobro de tempo para ocorrer nos países europeus industrializados.

Motivo de orgulho, esse aumento expressivo da longevidade, no entanto, vem acompanhado da necessidade de investimentos e de organização do sistema de saúde para a nova realidade.

Envelhecemos mal. Cerca de 90% dos nossos conterrâneos chegam aos 60 anos com pelo menos uma doença crônica. Embora ainda não tenhamos nos livrado das transmissíveis, enfermidades cardiovasculares, câncer, diabetes, degenerações neurológicas e outras patologias degenerativas são hoje as principais causas de morbidade e mortalidade.

A cada novo inquérito epidemiológico, os níveis de obesidade estão mais altos. Na última avaliação, 54% dos adultos caem na faixa de excesso de peso (IMC entre 25 e 29,9). Pior, cerca de 20% são obesos (IMC acima de 30).

A obesidade é um pacote que traz com ela hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, doenças reumatológicas e problemas ortopédicos entre outros males.

A Sociedade Brasileira de Diabetes estima que existam 14 a 15 milhões de brasileiros com a doença, número que provavelmente subestima os que andam pelas ruas com glicemias elevadas sem ter recebido o diagnóstico.

O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos. 

Cerca de 50% das mulheres e dos homens chegam aos 60 anos com hipertensão arterial, prevalência que não para de aumentar, à medida que a idade avança.

Pressão alta e diabetes causam complicações graves: infarto do miocárdio, AVC, insuficiência renal, cegueira, feridas que não cicatrizam, amputações e outros agravos que provocam sofrimento e despesas para o sistema de saúde.

A assistência médica talvez seja o único ramo da economia em que a incorporação de tecnologia aumenta os preços do produto final. A cada procedimento, exame novo ou medicamento descoberto incorporado à prática clínica, os custos sobem.

Os gastos com saúde ficaram tão elevados que se tornaram impagáveis. No SUS, a saída é negar o atendimento quando as verbas se esgotam, recurso que a lei impede de ser adotado pela Saúde Suplementar. As consequências serão o aumento das filas à espera de tratamentos no sistema público e a falência dos planos de saúde, que ficarão cada vez mais restritos aos de maior poder aquisitivo.

O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos. Sedentarismo e excesso de peso estão por trás dos principais problemas que enfrentamos.

O sistema púbico e os planos de saúde precisam investir na prevenção e na atenção primária, para interferir antes que as doenças se instalem. A alternativa é o caos.

Drauzio Varella - médico cancerologista e escritor.

Para o desenvolvimento do texto, o autor fez uso dos seguintes recursos, EXCETO:
Alternativas
Q1616916 Português
Assinale a alternativa CORRETA, tendo em vista as regras da língua culta:
Alternativas
Q1616915 Português
Marque a alternativa em que a oração sublinhada não está classificada corretamente.
Alternativas
Q1616914 Português
A classificação sintática dos termos está INCORRETA na alternativa:
Alternativas
Respostas
36141: A
36142: A
36143: B
36144: D
36145: B
36146: A
36147: D
36148: C
36149: B
36150: A
36151: D
36152: B
36153: D
36154: D
36155: A
36156: D
36157: B
36158: A
36159: B
36160: C