Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4183936 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 



CAIAZZO, Cinzia et al. Leonardo da Vinci: Grandes mestres. São Paulo: Abril, 2011. p.10-13. (Adaptado).

A conjunção “Apesar de” (linha 3), no contexto em que se insere, apresenta valor semântico de
Alternativas
Q4182046 Português
Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Acesso à Educação: o problema da conectividade nas escolas públicas


(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/20637/acesso-a-educacao-conquista-na-garantia-deconectividade-nas-escolas-publicas – Texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o sujeito da forma verbal “estava” (l. 26).
Alternativas
Q4182044 Português
Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Acesso à Educação: o problema da conectividade nas escolas públicas


(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/20637/acesso-a-educacao-conquista-na-garantia-deconectividade-nas-escolas-publicas – Texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo sobre sinais de pontuação do texto:

I. O dois-pontos da linha 09 tem a função de apresentar a exemplificação da informação dada anteriormente.
II. O ponto-e-vírgula da linha 16 poderia ser substituído por vírgula sem prejuízo para o sentido e para correção da frase.
III. A vírgula da linha 17 está empregada incorretamente, pois separa o sujeito de seu predicado verbal.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4182043 Português
Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Acesso à Educação: o problema da conectividade nas escolas públicas


(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/20637/acesso-a-educacao-conquista-na-garantia-deconectividade-nas-escolas-publicas – Texto adaptado especialmente para esta prova).
Há quantas orações no trecho sublinhado no texto?
Alternativas
Q4179994 Português
Para responder à questão, considere o Texto III.

TEXTO III

O BICHO

01 Vi ontem um bicho
02 Na imundície do pátio
03 Catando comida entre os detritos.

04 Quando achava alguma coisa
05 Não examinava nem cheirava
06 Engolia com voracidade.

07 O bicho não era um cão,
08 Não era um gato,
09 Não era um rato.

10 O bicho, meu Deus, era um homem.

Por Manuel Bandeira
Considerando o verso 4 do Texto III, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente as lacunas do trecho a respeito do emprego da conjunção “quando”.
“Trata-se de conjunção que transmite a ideia de ________ e que poderia ser substituída por ____________ desde que ______________ alterações no período”. 
Alternativas
Q4179955 Português
Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Interdisciplinaridade: conceito, importância e vantagens

(Disponível em: https://fia.com.br/blog/interdisciplinaridade – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quantas orações existem no trecho sublinhado no texto? 
Alternativas
Q4179954 Português
Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Interdisciplinaridade: conceito, importância e vantagens

(Disponível em: https://fia.com.br/blog/interdisciplinaridade – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta o sujeito da forma verbal “tem” (l. 05).
Alternativas
Q4177838 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto está citado na questão.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o sujeito do verbo “mostrou” (l. 27).
Alternativas
Q4177834 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto está citado na questão.

Sobre nexos coesivos, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) “No entanto”, na linha 26, expressa um sentido de contraste entre a ideia anteriormente apresentada e a ideia que ele introduz.
( ) “enquanto”, na linha 32, expressa uma ideia de concessão.
( ) “Portanto”, na linha 40, expressa a ideia de finalidade.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4176391 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


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O trecho “as pesquisas apontam que pequenas ações cotidianas fazem toda a diferença a curto e a longo prazo" (linhas 33-34) caracteriza 
Alternativas
Q4176390 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


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Na oração "Pesquisadores identificaram comportamentos que contribuem para uma vida mais feliz" (linha 5), o termo "Pesquisadores" exerce a seguinte função sintática:
Alternativas
Q4175600 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 



CAIAZZO, Cinzia et al. Leonardo da Vinci: Grandes mestres. São Paulo: Abril, 2011. p.10-13. (Adaptado).

No período “[...] o aprendizado inicial transformou-se em um relacionamento de fértil colaboração profissional: ambos se auxiliavam em termos técnicos” (linhas 25-26), os dois pontos (:) podem ser substituídos por vírgula, explicitando-se o nexo entre as duas orações pela conjunção
Alternativas
Q4175597 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 



CAIAZZO, Cinzia et al. Leonardo da Vinci: Grandes mestres. São Paulo: Abril, 2011. p.10-13. (Adaptado).

No período “[...] em cenários de pano de fundo histórico e cultural bastante diversos: da Florença de Lorenzo, o Magnífico, à Milão da corte de Sforza” (linhas 1 a 3), o termo em destaque exerce a seguinte função sintática:
Alternativas
Q4175596 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 



CAIAZZO, Cinzia et al. Leonardo da Vinci: Grandes mestres. São Paulo: Abril, 2011. p.10-13. (Adaptado).

A conjunção “Apesar de” (linha 3), no contexto em que se insere, apresenta valor semântico de
Alternativas
Q4175061 Português
Leia o texto para responder à questão.

A forma escolar da tortura

Rubem Alves

Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.

"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".

No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.

Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.

Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]


ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53-57. (Adaptado).
Considere o seguinte trecho:
“Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que ‘bullying’ diz”.

A oração “não se encontrou palavra em nossa língua”, quando escrita em voz passiva analítica, assume a seguinte forma, mantendo-se o modo, tempo e pessoa do verbo:
Alternativas
Q4175058 Português
Leia o texto para responder à questão.

A forma escolar da tortura

Rubem Alves

Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.

"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".

No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.

Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.

Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]


ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53-57. (Adaptado).
No período composto “Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça”, as orações “Se ela fosse forte e soubesse se defender” estabelecem a seguinte relação de sentido com a oração principal:
Alternativas
Q4174176 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Filmes que vão abalar seus nervos, mas que o deixarão mais inteligente


Por Giancarlo Galdino


texto1.png (811×535)

(Disponível em: https://www.revistabula.com/44437-9-filmes/ – texto adaptado

especialmente para esta prova).

Sobre o emprego de sinais de pontuação no seguinte fragmento do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
      É dessa maldade banalizada que deveria fugir Tomasz, o personagem central de “Rede de Ódio” (2020), filme do polonês Jan Komasa, ainda que não perceba; caminho semelhante é o traçado por Adrian, protagonista de “Um Contratempo” (2016), dirigido pelo espanhol Oriol Paulo, filme que honra a concepção de Sócrates quanto a desenvolver no público a necessidade (e o gosto) por perguntar, perguntar, perguntar. 
Alternativas
Q4174175 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Filmes que vão abalar seus nervos, mas que o deixarão mais inteligente


Por Giancarlo Galdino


texto1.png (811×535)

(Disponível em: https://www.revistabula.com/44437-9-filmes/ – texto adaptado

especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) À oração usados com a dosagem adequada (l. 11) pode-se atribuir o sentido de condição: “se forem usados com a dosagem adequada”.
( ) O vocábulo destarte (l. 19) atua como um elemento de coesão de valor adversativo e pode ser substituído, no texto, por “contudo”.
( ) A locução ainda que (l. 20) exprime oposição ou restrição em relação ao que se disse antes e pode ser substituída, no texto, por “conquanto”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4174174 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Filmes que vão abalar seus nervos, mas que o deixarão mais inteligente


Por Giancarlo Galdino


texto1.png (811×535)

(Disponível em: https://www.revistabula.com/44437-9-filmes/ – texto adaptado

especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa cuja reescrita do seguinte período do texto preserva a correção e o sentido do original.
      “Em tudo isso consiste a maiêutica, por meio da qual, como num jogo, estabelecem-se pontos de destaque, em dado problema filosófico, que originam perguntas que, uma vez respondidas, fomentam novas réplicas e tréplicas, e a brincadeira nunca tem fim.” 
Alternativas
Respostas
30601: D
30602: B
30603: D
30604: C
30605: D
30606: D
30607: B
30608: D
30609: B
30610: C
30611: C
30612: E
30613: D
30614: E
30615: B
30616: D
30617: E
30618: C
30619: B
30620: A