Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 51.136 questões
A _____________ desempenha sempre uma função sintática em outra oração, pois que dela é um termo ou parte de um termo; A _____________ nunca é termo de outra oração nem a ela e refere; pode relacionar-se com outra _____________, mas em sua integridade.
“Carla é uma profissional muito simpática, gentilmente me deu preferência do atendimento.”
Assinale a alternativa que classifique correta e respectivamente os termos destacados:
¹O amor é difícil, ²mas pode luzir em qualquer ponto da cidade. (Ferreira Gullar)
As orações acima são classificadas respectivamente como:
I. A mãe trouxe as crianças consigo. II. É para mim resolver o problema. III. Entre mim e ti, não existe entendimento.
Está(ão) CORRETO(S):
Leia os enunciados abaixo:
I. Estudo as línguas inglesa e francesa.
II. O dedo indicador e médio estavam feridos.
III. É necessária a tua presença aqui.
IV. Duas malas não eram bastante para as roupas da atriz.
Há erro de concordância em:
TEXTO PARA A QUESTÃO
PRINCESA E O PADEIRO
Outro dia falei de nomes de gente que soam estranhos. Onomásticos escalafobéticos. Inventados, ou formados com sílabas dos nomes materno e paterno. Como Catacisco e Ciscorina. Nome também é questão de moda. Tareja, por influência de Teresa de Ávila, virou Teresa. Veio Teresinha do Menino Jesus, a carmelita de Lisieux, e uma onda de Teresinhas pipocou por aí. Hoje, a tendência é Teresinha voltar a Teresa. Amanhã poderá regredir a Tareja, por que não?
Entre nomes que já foram nobres e bonitos, citei Urraca. Cem por cento português. Quem está no Brasil há várias gerações e vem do tronco lusitano pode procurar na sua árvore genealógica e logo acha uma remota Urraca. Parece arroto, me telegrafou um leitor. O mau gosto corre por sua conta. Por sinal ele tem um nome que, além de inglês, é family name no mundo anglo-saxão.
Coincidência aconteceu com uma senhora paulista que também nunca tinha ouvido falar em Urraca. Parece pigarro, disse ela, assim que me leu. E foi passar o fim de semana na sua bela fazenda, entre convidados brasileiros e estrangeiros. Uma amiga ficou de levar uma princesa. Italiana, mas encontro de várias casas reais. Na hora da apresentação, como se chama Sua Alteza Sereníssima? Urraca. Há vinte anos não vinha ao Brasil. Titulada e brasonada, 79 anos, Urraca a todos cativou. Mais bonitos do que o dia, só os seus olhos.
Uma Urraca na minha coluna e uma Urraca na vida real. É muita coincidência. Pois não é tanta assim. Coincidências, dezenas, centenas, posso contar. Não só eu, mas muita gente. Há quem estude o fenômeno, como o Luís Edgar de Andrade (que é também genealogista). Nos Estados Unidos, scholars estão atentos à relação entre a sincronicidade e a coincidência. É o caso do prof. Carl Alfred Meier, suíço, 83 anos. Editor da revista Psychological Perspectives, ele conta aí uma coincidência que testemunhou e pesquisou. Teve um cliente, padeiro de profissão. Homem bronco. Tomando conhecimento de que sonhava muito, o prof. Meier lhe pediu que escrevesse os seus sonhos. Com dificuldade, o cliente botou no papel cinco números. Durante cinco meses, o sonho se repetiu. Cinco números diferentes de cada vez. Mais nada. Um belo dia, a revelação: eram os números sorteados na loteria nacional suíça. Sonhados sempre de véspera. Era só jogar e ganhar. Uma barbada. Mas, a partir daí, o padeiro nunca mais sonhou com números. Fenômeno parapsicológico você não controla, diz o prof. Meier.
Otto Lara Resende
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5980/a-princesa-e-o-padeiro
– Em relação à regência e à concordância, analise as afirmações abaixo e assinale C, se corretas, ou I, se incorretas.
( ) A lacuna tracejada da linha 05 deveria ser preenchida por ‘à’, pois a palavra ‘devido’ exige preposição, e, logo em seguida, há uma palavra feminina.
( ) Se na linha 07 substituíssemos ‘vegetais’ por ‘saladas’, haveria a necessidade de usar crase, pois o artigo definido seria feminino.
( ) Na linha 25, preenche-se a lacuna com o verbo ‘têm’, pois o sujeito é ‘pessoas’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A questão refere-se ao texto abaixo.

Marcos Piangers – Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcospiangers/noticia/2018/10/gente-grande-cjn38b8sf03ui01rx7ceklmea.html - adaptação.
A questão refere-se ao texto abaixo.

Marcos Piangers – Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcospiangers/noticia/2018/10/gente-grande-cjn38b8sf03ui01rx7ceklmea.html - adaptação.
A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.
A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.
A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.
A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.
Nas linhas 16-17, temos o seguinte trecho: “Confesso que não conhecia essa palavra até lê-la repetidas vezes nos quatro volumes da Tetralogia napolitana.”
Analisando a situação de emprego dos verbos sublinhados, no que tange à transitividade, pode-se classificá-los, respectivamente, como:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Leia o trecho a seguir.
Bechara (2004) faz uma distinção de elementos que denotam circunstâncias (lugar, tempo etc) entre adjuntos circunstanciais e complementos relativos, ambos categorizados como adjuntos adverbiais pela gramática tradicional. O autor utiliza como exemplo a oração “Os carregadores puseram o móvel na sala logo pela manhã” e aplica um teste de redução – em que se retira um termo da oração para verificar se esse termo é obrigatório, se pertence à regência do verbo. Mostra que “na sala” é complemento relativo e “logo pela manhã” é adjunto adverbial, pois, com a retirada do primeiro (“Os carregadores puseram o móvel logo pela manhã”), a oração se torna sintaticamente incompleta.
Considerando a perspectiva de Bechara (2004), assinale a alternativa em que o elemento em destaque se categoriza como complemento relativo.

