Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q1714026 Português
Assinale a alternativa onde não temos um predicado verbo-nominal.
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Q1713988 Português
Relacione as duas colunas sobre oração subordinada adverbial e assinale a alternativa correta:
A- Oração subordinada adverbial causal. B- Oração subordinada adverbial comparativa. C- Oração subordinada adverbial concessiva. D- Oração subordinada adverbial consecutiva. E- Oração subordinada adverbial final. F- Oração subordinada adverbial condicional.
(1) É tão bonito que dá tentação. (2) Gritou a fim de que o notassem. (3) Isto é o mesmo que comer mamão com açúcar. (4) Se eu tivesse vencido, ganharia os aplausos. (5) Estudou muito porque queria passar no concurso. (6) Embora sofra, largarei.
Alternativas
Q1713987 Português
Assinale a alternativa onde não temos um vocativo.
Alternativas
Q1713818 Português
“Comprei um livro cujas as páginas são todas amarelas.”. Sobre a regência do período, assinale a alternativa correta:
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Q1713815 Português
Com base nas regras de concordância nominal, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1713814 Português
“Do Norte e Nordeste brasileiro, advieram, nas décadas de 60 e 70, muitos imigrantes para São Paulo.”. Assinale a alternativa que representa corretamente a regra de concordância presente na oração acima:
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Q1713813 Português
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada pela seguinte razão: “Isola o predicativo do sujeito deslocado dentro da estrutura oracional quando o verbo não é de ligação”:
Alternativas
Q1712144 Português

INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(fonte adaptada:https://g1.globo.com>acesso em 28 de outubro de 2019)

Com base na regência do verbo “compromete” (linha 17), assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1709160 Português
INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


"O gigantesco meteoro que atingiu a Terra no fim do período Cretáceo, [...]" (linhas 1 e 2). Os termos destacados exercem função sintática de:
Alternativas
Q1709158 Português
INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


"Novos dados coletados e modelos feitos pelos pesquisadores mostram que a poeira criada pelo meteoro (conhecido como Chicxulub, como a cratera), [...]" (linhas 19 a 22). A partícula “que” destacada introduz uma oração subordinada:
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Q1707078 Português
A regência verbal se caracteriza por indicar a preposição correta a ser usada após nomes ou verbos. As alternativas abaixo apresentam duas frases em cada opção, sendo que a primeira frase está correta e a segunda errada se considerarmos a norma padrão. Em uma das alternativas a regência errada aparece primeiro. Identifique-a.
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Q1707077 Português
Não importa se são músicas sertanejas ou de rock, os erros encontrados com relação à norma padrão da Língua Portuguesa são frequentes. Ortografia, concordância, regência, colocação de pronomes caracterizam traços da língua que acabamos encontrando de forma errada em letras de música. Abaixo você encontrará quatro trechos. Apenas em um não há nenhum tipo de erro. Identifique esta opção.
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Q1707075 Português

Abaixo você encontrará três afirmações acerca de regras da norma padrão da Língua Portuguesa. Analise cada uma delas e assinale a opção que aponta as afirmativas corretas.


I. A frase “Me mandaram uma mensagem errada” possui um erro de colocação pronominal, por isso deveria ser “Mandaram-me uma mensagem errada”.

II. No sentido de “ver”, é correta a regência do verbo “assistir” em “Eu assisti ao jogo pela televisão”.

III. Na frase “Não entendi o porque de tanto mistério” o uso do “porquê” está correto.

Alternativas
Q1707034 Português
Assinale a alternativa em que aparece uma designação INCORRETA da relação estabelecida pelo conectivo.
Alternativas
Q1707033 Português

Considere as possibilidades de reescrita do seguinte fragmento do texto:

“Em 1970, havia 16 recém-nascidos para cada mil habitantes da União Europeia; em 2017, eram nove.”


I. Em 1970, existia, para cada mil habitantes da União Europeia, 16 recém-nascidos; em 2017 esses números baixaram para nove.

II. Dezesseis recém-nascidos para cada mil habitantes da União Europeia: essa proporção é de 1970; já em 2017, são de nove.

III. Em 2017, na União Europeia, a proporção de recém-nascidos para cada mil habitantes era de nove, mas, quase 50 anos antes, em 1970, era de 16 para mil.

IV. Em 2017, a proporção de recém-nascidos para cada mil habitantes chegavam a nove na União Europeia, em 1970, por sua vez, eram de 16 para mil.


Quais preservam a correção gramatical?

Alternativas
Q1707029 Português

Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A lacuna tracejada da linha 10 pode ser completada com “a” ou “as”; ambas as opções são corretas nesse contexto.

( ) A substituição de “nós” (l. 16) por “espécie humana” torna necessário que essa expressão seja precedida por “à”.

( ) A substituição de “um estado” (l. 19) por “uma condição” exige que essa expressão seja precedida por “à”.

( ) É correta a substituição de “ao que” (l. 23) por “a isto que”.


O ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Q1706287 Português
Imposturas intelectuais: algumas reflexões

    A história é conhecida, mas convém relembrá-la. Em 1996, um professor de Física da Universidade de Nova York, Alan Sokal, publicou, na revista de estudos culturais Social Text, um artigo com o suspeito título “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”. Social Text é uma revista simpática ao ideário pós-moderno, o que significa dizer que, para ela, alguns dos pressupostos mais basilares das ciências naturais, como a existência de uma realidade independente e a possibilidade de se obterem verdades objetivas a seu respeito, não passam de instrumentos ideológicos a serviço de interesses mais ou menos escusos.

    O artigo de Sokal acenava na direção de uma nascente ciência pós-moderna livre dos conceitos de verdade e realidade objetivas e a serviço de fins e interesses progressistas. Na busca afoita desses objetivos, o autor desse artigo supostamente sério massacra a ciência e o bom senso todas as vezes que pode, colocando em pé de igualdade teorias científicas e pseudocientíficas. Sokal temperou esse caldo indigesto de modo a torná-lo apetecível ao gosto pós-moderno com uma quantidade enorme de citações e referências bibliográficas – sempre verídicas –, cuja função precípua era substituir o argumento e a lógica pela força da autoridade, além do uso frequente de termos “pós-modernos”, como complexidade, não-linearidade, não-localidade, descontinuidade e tais.

    Social Text aceitou o artigo e publicou-o. Ato contínuo, Sokal escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia escrita com a finalidade de desmascarar absurdos pós-modernistas que passam por reflexão séria. Pega com as calças nas mãos, a Social Text decidiu não publicar esse segundo artigo. Mas a confissão da farsa foi publicada, ainda em 1996, em outras revistas. No ano seguinte, em associação com o professor de Física Teórica da Universidade de Louvain, Jean Bricmont, Sokal publica na França o livro Impostures Intellectuelles (Imposturas Intelectuais), em que a paródia de “Transgredindo as fronteiras” adquire os contornos de uma crítica articulada às claras. E, principalmente, dão-se nomes aos bois, todos gordos bois franceses.
    A reação dos criticados e seus seguidores (inclusive no Brasil) foi irada. Sokal e Bricmont foram acusados de tudo o que há de mau e pior. Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas, sempre muito bem focadas e substanciadas, evitando generalizações indevidas e extrapolações indesejadas.

(Jairo José da Silva. Natureza Humana. http://pepsic.bvsalud.org. Adaptado) 
Preservando-se o sentido e atendendo-se às regras de regência da norma-padrão da língua, o trecho sublinhado em “... escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia...” (3o parágrafo) pode ser substituído por
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Q1706286 Português
Imposturas intelectuais: algumas reflexões

    A história é conhecida, mas convém relembrá-la. Em 1996, um professor de Física da Universidade de Nova York, Alan Sokal, publicou, na revista de estudos culturais Social Text, um artigo com o suspeito título “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”. Social Text é uma revista simpática ao ideário pós-moderno, o que significa dizer que, para ela, alguns dos pressupostos mais basilares das ciências naturais, como a existência de uma realidade independente e a possibilidade de se obterem verdades objetivas a seu respeito, não passam de instrumentos ideológicos a serviço de interesses mais ou menos escusos.

    O artigo de Sokal acenava na direção de uma nascente ciência pós-moderna livre dos conceitos de verdade e realidade objetivas e a serviço de fins e interesses progressistas. Na busca afoita desses objetivos, o autor desse artigo supostamente sério massacra a ciência e o bom senso todas as vezes que pode, colocando em pé de igualdade teorias científicas e pseudocientíficas. Sokal temperou esse caldo indigesto de modo a torná-lo apetecível ao gosto pós-moderno com uma quantidade enorme de citações e referências bibliográficas – sempre verídicas –, cuja função precípua era substituir o argumento e a lógica pela força da autoridade, além do uso frequente de termos “pós-modernos”, como complexidade, não-linearidade, não-localidade, descontinuidade e tais.

    Social Text aceitou o artigo e publicou-o. Ato contínuo, Sokal escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia escrita com a finalidade de desmascarar absurdos pós-modernistas que passam por reflexão séria. Pega com as calças nas mãos, a Social Text decidiu não publicar esse segundo artigo. Mas a confissão da farsa foi publicada, ainda em 1996, em outras revistas. No ano seguinte, em associação com o professor de Física Teórica da Universidade de Louvain, Jean Bricmont, Sokal publica na França o livro Impostures Intellectuelles (Imposturas Intelectuais), em que a paródia de “Transgredindo as fronteiras” adquire os contornos de uma crítica articulada às claras. E, principalmente, dão-se nomes aos bois, todos gordos bois franceses.
    A reação dos criticados e seus seguidores (inclusive no Brasil) foi irada. Sokal e Bricmont foram acusados de tudo o que há de mau e pior. Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas, sempre muito bem focadas e substanciadas, evitando generalizações indevidas e extrapolações indesejadas.

(Jairo José da Silva. Natureza Humana. http://pepsic.bvsalud.org. Adaptado) 
Está escrita em conformidade com as regras de concordância da norma-padrão a seguinte frase elaborada a partir do texto:
Alternativas
Q1706285 Português
Imposturas intelectuais: algumas reflexões

    A história é conhecida, mas convém relembrá-la. Em 1996, um professor de Física da Universidade de Nova York, Alan Sokal, publicou, na revista de estudos culturais Social Text, um artigo com o suspeito título “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”. Social Text é uma revista simpática ao ideário pós-moderno, o que significa dizer que, para ela, alguns dos pressupostos mais basilares das ciências naturais, como a existência de uma realidade independente e a possibilidade de se obterem verdades objetivas a seu respeito, não passam de instrumentos ideológicos a serviço de interesses mais ou menos escusos.

    O artigo de Sokal acenava na direção de uma nascente ciência pós-moderna livre dos conceitos de verdade e realidade objetivas e a serviço de fins e interesses progressistas. Na busca afoita desses objetivos, o autor desse artigo supostamente sério massacra a ciência e o bom senso todas as vezes que pode, colocando em pé de igualdade teorias científicas e pseudocientíficas. Sokal temperou esse caldo indigesto de modo a torná-lo apetecível ao gosto pós-moderno com uma quantidade enorme de citações e referências bibliográficas – sempre verídicas –, cuja função precípua era substituir o argumento e a lógica pela força da autoridade, além do uso frequente de termos “pós-modernos”, como complexidade, não-linearidade, não-localidade, descontinuidade e tais.

    Social Text aceitou o artigo e publicou-o. Ato contínuo, Sokal escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia escrita com a finalidade de desmascarar absurdos pós-modernistas que passam por reflexão séria. Pega com as calças nas mãos, a Social Text decidiu não publicar esse segundo artigo. Mas a confissão da farsa foi publicada, ainda em 1996, em outras revistas. No ano seguinte, em associação com o professor de Física Teórica da Universidade de Louvain, Jean Bricmont, Sokal publica na França o livro Impostures Intellectuelles (Imposturas Intelectuais), em que a paródia de “Transgredindo as fronteiras” adquire os contornos de uma crítica articulada às claras. E, principalmente, dão-se nomes aos bois, todos gordos bois franceses.
    A reação dos criticados e seus seguidores (inclusive no Brasil) foi irada. Sokal e Bricmont foram acusados de tudo o que há de mau e pior. Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas, sempre muito bem focadas e substanciadas, evitando generalizações indevidas e extrapolações indesejadas.

(Jairo José da Silva. Natureza Humana. http://pepsic.bvsalud.org. Adaptado) 
Considere a seguinte passagem do texto:
Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas... (4o parágrafo)
Preservando-se o paralelismo entre as formas verbais, os trechos sublinhados podem ser substituídos, respectivamente, por
Alternativas
Q1706284 Português
Imposturas intelectuais: algumas reflexões

    A história é conhecida, mas convém relembrá-la. Em 1996, um professor de Física da Universidade de Nova York, Alan Sokal, publicou, na revista de estudos culturais Social Text, um artigo com o suspeito título “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”. Social Text é uma revista simpática ao ideário pós-moderno, o que significa dizer que, para ela, alguns dos pressupostos mais basilares das ciências naturais, como a existência de uma realidade independente e a possibilidade de se obterem verdades objetivas a seu respeito, não passam de instrumentos ideológicos a serviço de interesses mais ou menos escusos.

    O artigo de Sokal acenava na direção de uma nascente ciência pós-moderna livre dos conceitos de verdade e realidade objetivas e a serviço de fins e interesses progressistas. Na busca afoita desses objetivos, o autor desse artigo supostamente sério massacra a ciência e o bom senso todas as vezes que pode, colocando em pé de igualdade teorias científicas e pseudocientíficas. Sokal temperou esse caldo indigesto de modo a torná-lo apetecível ao gosto pós-moderno com uma quantidade enorme de citações e referências bibliográficas – sempre verídicas –, cuja função precípua era substituir o argumento e a lógica pela força da autoridade, além do uso frequente de termos “pós-modernos”, como complexidade, não-linearidade, não-localidade, descontinuidade e tais.

    Social Text aceitou o artigo e publicou-o. Ato contínuo, Sokal escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia escrita com a finalidade de desmascarar absurdos pós-modernistas que passam por reflexão séria. Pega com as calças nas mãos, a Social Text decidiu não publicar esse segundo artigo. Mas a confissão da farsa foi publicada, ainda em 1996, em outras revistas. No ano seguinte, em associação com o professor de Física Teórica da Universidade de Louvain, Jean Bricmont, Sokal publica na França o livro Impostures Intellectuelles (Imposturas Intelectuais), em que a paródia de “Transgredindo as fronteiras” adquire os contornos de uma crítica articulada às claras. E, principalmente, dão-se nomes aos bois, todos gordos bois franceses.
    A reação dos criticados e seus seguidores (inclusive no Brasil) foi irada. Sokal e Bricmont foram acusados de tudo o que há de mau e pior. Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas, sempre muito bem focadas e substanciadas, evitando generalizações indevidas e extrapolações indesejadas.

(Jairo José da Silva. Natureza Humana. http://pepsic.bvsalud.org. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que está corretamente identificada, nos colchetes, a relação de sentido que o trecho destacado estabelece no contexto.
Alternativas
Respostas
29741: C
29742: B
29743: C
29744: B
29745: D
29746: B
29747: D
29748: D
29749: X
29750: D
29751: A
29752: D
29753: D
29754: C
29755: B
29756: C
29757: E
29758: A
29759: B
29760: D