Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q2308612 Português
Os vocábulos um/uma tanto podem ser empregados como artigos indefinidos como numerais cardinais. Assinale a frase abaixo em que a palavra sublinhada mostra classe gramatical diferente das demais.
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Q2308611 Português
Assinale a frase abaixo em que a expressão “é que” funciona como partícula de realce, não exercendo nenhuma função sintática. 
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Q2308608 Português
Sobre a estruturação da frase “Felizes os pachorrentos, que nunca se abatem por nenhuma coisa neste mundo” (Machado de Assis), assinale a afirmação falsa.
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Q2308476 Português
Assinalar a alternativa que apresenta um verbo de mesma transitividade que o verbo sublinhado em “Pagou o que devia ao irmão.”:
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Q2308475 Português
Assinalar a alternativa em que a concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão:
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Q2308472 Português
Assinalar a alternativa que apresenta apenas um objeto direto:
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Q2308470 Português
O planeta das formigas


        Vermelha, delicada e gordinha, a joaninha é um dos insetos mais simpáticos que existem. Ela é considerada um sinal de boa sorte e também é conhecida como “besouro de Nossa Senhora”. Diz a lenda cristã que, na Idade Média, fazendeiros rezaram pedindo proteção para suas plantações — e foram atendidos com o surgimento de joaninhas, que eliminam as pragas da lavoura.

        Para uma dessas pragas, o pulgão, ela é a morte em pessoa. A não ser que haja formigas por perto. Porque, aí, algo curioso acontece: as formigas atacam as joaninhas e defendem os pulgões, que depois elas criam.

        Pois é, criam. As formigas mantêm rebanhos de pulgões, que protegem e cultivam como se fossem vacas leiteiras. Só que, em vez de leite, querem o honeydew: uma secreção doce que os pulgões produzem e que serve de alimento.

        As formigas cortam as asas deles para que não tentem fugir, ao mesmo tempo em que empregam uma tática mais gentil: suas patas liberam substâncias tranquilizantes, que acalmam os pulgões.

        As formigas também praticam agricultura, montam armadilhas, constroem pontes e até fabricam seus próprios remédios (mais sobre isso daqui a pouco).

        Tudo isso tendo um cérebro incrivelmente pequeno e simples, com míseros 250 mil neurônios: quase nada perto dos 70 milhões presentes no cérebro de um rato, por exemplo (que, mesmo com 300 vezes mais neurônios, não sabe fazer nenhuma dessas coisas).

        O formigueiro funciona com um sistema de divisão do trabalho: além das operárias e dos soldados, também há fêmeas aladas, machos reprodutores e uma formiga-rainha, que pode viver até 15 anos.

        O destino de cada uma é traçado antes do nascimento. As larvas que recebem mais alimento dão origem a fêmeas aladas, que podem fundar outros formigueiros e se tornar rainhas deles.

        A formiga-rainha coloca os ovos que dão origem a todas as demais. Ela é tão importante que bastaria matá-la para acabar com um formigueiro.

        Mas, para fazer isso, seria preciso vencer os soldados e as operárias — que defendem a colônia de predadores, como tatus, ou dos ataques de outras formigas. Elas podem travar verdadeiras guerras pelo controle do território, em vários pontos do planeta.

(Fonte: Super Abril — adaptado.)
Considerando-se o trecho “As formigas mantêm rebanhos de pulgões, que protegem e cultivam como se fossem vacas leiteiras.” (3º parágrafo), a expressão sublinhada estabelece ideia de:
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Q2308468 Português
O planeta das formigas


        Vermelha, delicada e gordinha, a joaninha é um dos insetos mais simpáticos que existem. Ela é considerada um sinal de boa sorte e também é conhecida como “besouro de Nossa Senhora”. Diz a lenda cristã que, na Idade Média, fazendeiros rezaram pedindo proteção para suas plantações — e foram atendidos com o surgimento de joaninhas, que eliminam as pragas da lavoura.

        Para uma dessas pragas, o pulgão, ela é a morte em pessoa. A não ser que haja formigas por perto. Porque, aí, algo curioso acontece: as formigas atacam as joaninhas e defendem os pulgões, que depois elas criam.

        Pois é, criam. As formigas mantêm rebanhos de pulgões, que protegem e cultivam como se fossem vacas leiteiras. Só que, em vez de leite, querem o honeydew: uma secreção doce que os pulgões produzem e que serve de alimento.

        As formigas cortam as asas deles para que não tentem fugir, ao mesmo tempo em que empregam uma tática mais gentil: suas patas liberam substâncias tranquilizantes, que acalmam os pulgões.

        As formigas também praticam agricultura, montam armadilhas, constroem pontes e até fabricam seus próprios remédios (mais sobre isso daqui a pouco).

        Tudo isso tendo um cérebro incrivelmente pequeno e simples, com míseros 250 mil neurônios: quase nada perto dos 70 milhões presentes no cérebro de um rato, por exemplo (que, mesmo com 300 vezes mais neurônios, não sabe fazer nenhuma dessas coisas).

        O formigueiro funciona com um sistema de divisão do trabalho: além das operárias e dos soldados, também há fêmeas aladas, machos reprodutores e uma formiga-rainha, que pode viver até 15 anos.

        O destino de cada uma é traçado antes do nascimento. As larvas que recebem mais alimento dão origem a fêmeas aladas, que podem fundar outros formigueiros e se tornar rainhas deles.

        A formiga-rainha coloca os ovos que dão origem a todas as demais. Ela é tão importante que bastaria matá-la para acabar com um formigueiro.

        Mas, para fazer isso, seria preciso vencer os soldados e as operárias — que defendem a colônia de predadores, como tatus, ou dos ataques de outras formigas. Elas podem travar verdadeiras guerras pelo controle do território, em vários pontos do planeta.

(Fonte: Super Abril — adaptado.)
O termo sublinhado em “Mas, para fazer isso, seria preciso vencer os soldados e as operárias [...].” (10º parágrafo) pode ser substituído, sem mudança de sentido, por:
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Q2308294 Português

Julgue o item subsequente. 


A frase “foi desenvolvido vários projetos para a construtora, que rejeitou todos” está de acordo com as normas de concordância da gramática padrão (norma culta da Língua Portuguesa). 

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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2023 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q2307864 Português
A utopia de um mundo sem droga


O tema das drogas ocorre sempre em meio a discussões calorosas e polêmicas. De um lado, existem aqueles que são absolutamente contrários a ___________ espécie de regulamentação ou flexibilização do uso de “drogas”. ____________ora em princípios médicos, ora em princípios morais ou religiosos, tais pessoas ou entidades abominam o uso de substâncias, até mesmo para fins terapêuticos. Do outro lado, pois se apresentam como lados diametralmente opostos, estão os que argumentam favoravelmente ao uso de substâncias, desde que regulado por políticas públicas. Em 1961, ano em que ocorreu a Convenção Única Sobre Estupefacientes, nos EUA, passou-se a aspirar ___________uma sociedade livre de drogas, um mundo sem drogas.___________ a liderança do então presidente estadunidense Richard Nixon, no auge da hegemonia dos EUA e inspirado pelo espírito vitorioso do pós-Segunda Grande Guerra, uma outra guerra foi declarada, desta vez contra as drogas. Em que pese o fracasso de uma outra experiência anterior, a da Lei Seca, que consolidou as gangues de tráfico de álcool e aumentou e profissionalizou a criminalidade no país, o ideal da guerra às drogas foi adotado e internacionalizado mediante os princípios proibicionistas e criminalizantes de seu uso. A utopia de um mundo sem drogas, no entanto, foi-se mostrando cada vez mais distante. Informes do Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crime (UNODC) vêm anunciando que, desde então, o número de usuários dessas substâncias vem experimentando um assombroso crescimento.

(Paulo Amarante, “A utopia de um mundo sem droga”. https://revistacult.uol.com.br/, 02.07.2023. Adaptado)
Analise as passagens:

•  Do outro lado, pois se apresentam como lados diametralmente opostos, estão os que argumentam favoravelmente ao uso de substâncias, desde que regulado por políticas públicas.

•  Em que pese o fracasso de uma outra experiência anterior, a da Lei Seca, que consolidou as gangues de tráfico de álcool e aumentou e profissionalizou a criminalidade no país, o ideal da guerra às drogas foi adotado...

•  A utopia de um mundo sem drogas, no entanto, foi-se mostrando cada vez mais distante.

As expressões destacadas expressam, correta e respectivamente, sentidos de:
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2023 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q2307861 Português
A utopia de um mundo sem droga


O tema das drogas ocorre sempre em meio a discussões calorosas e polêmicas. De um lado, existem aqueles que são absolutamente contrários a ___________ espécie de regulamentação ou flexibilização do uso de “drogas”. ____________ora em princípios médicos, ora em princípios morais ou religiosos, tais pessoas ou entidades abominam o uso de substâncias, até mesmo para fins terapêuticos. Do outro lado, pois se apresentam como lados diametralmente opostos, estão os que argumentam favoravelmente ao uso de substâncias, desde que regulado por políticas públicas. Em 1961, ano em que ocorreu a Convenção Única Sobre Estupefacientes, nos EUA, passou-se a aspirar ___________uma sociedade livre de drogas, um mundo sem drogas.___________ a liderança do então presidente estadunidense Richard Nixon, no auge da hegemonia dos EUA e inspirado pelo espírito vitorioso do pós-Segunda Grande Guerra, uma outra guerra foi declarada, desta vez contra as drogas. Em que pese o fracasso de uma outra experiência anterior, a da Lei Seca, que consolidou as gangues de tráfico de álcool e aumentou e profissionalizou a criminalidade no país, o ideal da guerra às drogas foi adotado e internacionalizado mediante os princípios proibicionistas e criminalizantes de seu uso. A utopia de um mundo sem drogas, no entanto, foi-se mostrando cada vez mais distante. Informes do Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crime (UNODC) vêm anunciando que, desde então, o número de usuários dessas substâncias vem experimentando um assombroso crescimento.

(Paulo Amarante, “A utopia de um mundo sem droga”. https://revistacult.uol.com.br/, 02.07.2023. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2023 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q2307859 Português
Kazukuta

     Nós estávamos sempre atentos à queda das nêsperas, das pitangas e das goiabas, e era mesmo por gritarmos ou por corrermos que o Kazukuta acordava assim no modo lento de vir nos espreitar, saía da casota dele a ver se alguma fruta ia sobrar para a fome dele.
      Normalmente ele comia as nêsperas meio cansadas ou de pele já escura que ninguém apanhava. Mexia-se sempre devagarinho, bocejava, e era capaz de ir procurar um bocadinho de sol para lhe acudir as feridas, ou então mesmo buscar regresso na casota dele. Às vezes, mesmo no meio das brincadeiras, meio distraído, e antes de me gritarem com força para eu não estar assim tipo estátua, eu pensava que, se calhar, o Kazukuta naquele olhar dele de ramelas e moscas, às vezes, ele podia estar a pensar. Mesmo se a vida dele era só estar ali na casota, sair e entrar, tomar banho de mangueira com água fraca, apanhar nêsperas podres e voltar a entrar na casota dele, talvez ele estivesse a pensar nas tristezas da vida dele.
      Acho que o Kazukuta era um cão triste. Nós não lhe ligávamos nenhuma. Ninguém brincava com ele, nem já os mais velhos lhe faziam só uma festinha de vez em quando. Mesmo nós só queríamos que ele saísse do caminho e não nos viesse lamber com a baba dele bem grossa de pingar devagarinho e as feridas quase a nunca sararem. Acho que o Kazukuta nunca apanhou nenhuma vacina, se calhar ele tinha alergia ou medo de vacina, não sei, devia perguntar ao tio Joaquim. Também o Kazukuta não passeava na rua e cada vez andava só a dormir mais.

(Ondjaki, Os da minha rua, 2007. Fragmento)
Na passagem do primeiro parágrafo – Nós estávamos sempre atentos à queda das nêsperas... –, a expressão destacada exemplifica a regência nominal, assim como a destacada em:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2023 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q2307858 Português
Kazukuta

     Nós estávamos sempre atentos à queda das nêsperas, das pitangas e das goiabas, e era mesmo por gritarmos ou por corrermos que o Kazukuta acordava assim no modo lento de vir nos espreitar, saía da casota dele a ver se alguma fruta ia sobrar para a fome dele.
      Normalmente ele comia as nêsperas meio cansadas ou de pele já escura que ninguém apanhava. Mexia-se sempre devagarinho, bocejava, e era capaz de ir procurar um bocadinho de sol para lhe acudir as feridas, ou então mesmo buscar regresso na casota dele. Às vezes, mesmo no meio das brincadeiras, meio distraído, e antes de me gritarem com força para eu não estar assim tipo estátua, eu pensava que, se calhar, o Kazukuta naquele olhar dele de ramelas e moscas, às vezes, ele podia estar a pensar. Mesmo se a vida dele era só estar ali na casota, sair e entrar, tomar banho de mangueira com água fraca, apanhar nêsperas podres e voltar a entrar na casota dele, talvez ele estivesse a pensar nas tristezas da vida dele.
      Acho que o Kazukuta era um cão triste. Nós não lhe ligávamos nenhuma. Ninguém brincava com ele, nem já os mais velhos lhe faziam só uma festinha de vez em quando. Mesmo nós só queríamos que ele saísse do caminho e não nos viesse lamber com a baba dele bem grossa de pingar devagarinho e as feridas quase a nunca sararem. Acho que o Kazukuta nunca apanhou nenhuma vacina, se calhar ele tinha alergia ou medo de vacina, não sei, devia perguntar ao tio Joaquim. Também o Kazukuta não passeava na rua e cada vez andava só a dormir mais.

(Ondjaki, Os da minha rua, 2007. Fragmento)
Em conformidade com a norma-padrão, a frase do 3o parágrafo – Acho que o Kazukuta era um cão triste. – pode ser expandida da seguinte forma: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2023 - TJ-SP - Oficial de Justiça |
Q2307854 Português
O significado de conviver com o semiárido

      O sentido da expressão “convivência com o semiárido”, em uma primeira visão ou leitura, pode levar a uma compreensão equivocada: viver no semiárido, sofrendo com a problemática das mudanças climáticas que tanto aflige, principalmente, os agricultores e agricultoras de base familiar.
    Mas o sentido real da expressão “convivência com o semiárido” traz em seu arcabouço o real significado sociotransformador: viver buscando transformar os obstáculos provocados pelas mudanças climáticas e pelas injustiças sociais em oportunidades para mudar as condições de vida a partir de transformações no comportamento. Isso inclui premissas como o cuidado com o meio ambiente para uma vida digna, evitando que a região venha a se constituir um deserto.
      É grande a riqueza de possibilidades, de caminhos, de alternativas que já foram geradas. São frutos das lutas populares, dos trabalhos pastorais, comunidades eclesiais de base etc., a partir das quais muitas organizações sociais nasceram e permanecem até hoje. Elas mobilizam os agricultores e agricultoras, promovendo trocas de experiência e qualificando-os a partir da estratégia de construção coletiva do conhecimento.
      Essas organizações sociais geram reais possibilidades de se conviver com o semiárido e ter vida digna, sobretudo a partir da produção agroecológica, da transição energética, da captação e manejo de água de chuva, que gera vida não só para os seres humanos, mas para todos que habitam o semiárido no bioma caatinga.

(José Dias, “O significado de conviver com o semiárido”. Folha de S.Paulo, 10.08.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a concordância verbal e o emprego de verbos estão de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q2307809 Português
“Também chamado de garapa, o caldo de cana vem diretamente da cana-de-açúcar por meio do processo de moagem: a casca da cana é raspada para eliminar sujeiras, a cana é espremida, e o caldo sai pronto para tomar (fica melhor gelado!).”
(Fonte: https://recreio.uol.com.br/noticias/escola/bebidas-tipicamente-brasileiras.phtml. Adaptado.)
Qual é a classificação dos sujeitos dos verbos grifados no trecho acima? 
Alternativas
Q2307757 Português
Qual é o sujeito da oração “Mario de Andrade e Manuel Bandeira foram escritores modernistas do Brasil.”?
Alternativas
Q2307751 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:

9,5 milhões de pessoas atuam no trabalho remoto e ganham quase 3 vezes mais que a média, diz IBGE

    No Brasil, 9,5 milhões de pessoas trabalharam de forma remota em 2022, o que corresponde a menos de 10% do total de ocupados do País. Destes, 51,2% são homens, já as mulheres representam 48,8%. Em relação à raça, cerca de 63,3% que adotam esse modelo de trabalho são pessoas brancas, seguido por pardas (27,1%) e pretas (7,7%). A conclusão é do levantamento do IBGE divulgado nesta quarta-feira, 25, com dados extraídos da PNAD, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios.
    Ainda conforme a pesquisa, mais da metade do contingente de trabalhadores desta categoria detêm ensino superior completo (69,1%). Na modalidade, a renda média alcança R$ 6. 567. O rendimento é 2,7 vezes maior se comparado à remuneração da população ocupada, R$ 2. 714.
    Sobre a média salarial, o documento ressalta que o rendimento superior não é resultado do modelo de trabalho, mas, sim, reflete outros fatores: “ocupações relacionadas a maior nível de escolaridade; empresas inseridas em atividades que pagam maiores remunerações”, exemplifica.
    O estudo engloba três modalidades:
   1. Domicílio: refere-se aos trabalhadores que, em pelo menos 1 dos 30 dias, trabalharam na própria casa.
    2. Remoto: realizado em um local alternativo de trabalho, domicílio é descartado dessa categoria.
   3. Teletrabalho: exercido com a utilização de equipamentos de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), como: computador, tablet, telefone fixo ou móvel.     

    O Sudeste lidera o ranking das regiões com maiores taxas de pessoas que trabalham home office, com (17,6%), seguido por Centro-oeste (14,2%), Sul e Nordeste dividem o terceiro lugar com (14,1%).
    Entre as profissões com maior percentual de profissionais que atuam no modelo remoto, estão:
   a) Profissionais das ciências e intelectuais: advogados, analistas de sistema e de gestão e administração, professores, contadores (28,6%).
      b) Cargos ligados à gestão, direção ou gerência de equipes de trabalho (26,1%).
    c) Técnicos e profissionais de nível médio: serviços jurídicos, técnicos de redes e sistemas de computadores, técnicos em operações de tecnologia da informação e das comunicações (16,3%).

Fonte: Estadão (adaptado)
No trecho "O Sudeste lidera o ranking das regiões com maiores taxas de pessoas que trabalham home office", qual é o termo essencial da primeira oração que exerce a função de sujeito? 
Alternativas
Q2307750 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:

9,5 milhões de pessoas atuam no trabalho remoto e ganham quase 3 vezes mais que a média, diz IBGE

    No Brasil, 9,5 milhões de pessoas trabalharam de forma remota em 2022, o que corresponde a menos de 10% do total de ocupados do País. Destes, 51,2% são homens, já as mulheres representam 48,8%. Em relação à raça, cerca de 63,3% que adotam esse modelo de trabalho são pessoas brancas, seguido por pardas (27,1%) e pretas (7,7%). A conclusão é do levantamento do IBGE divulgado nesta quarta-feira, 25, com dados extraídos da PNAD, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios.
    Ainda conforme a pesquisa, mais da metade do contingente de trabalhadores desta categoria detêm ensino superior completo (69,1%). Na modalidade, a renda média alcança R$ 6. 567. O rendimento é 2,7 vezes maior se comparado à remuneração da população ocupada, R$ 2. 714.
    Sobre a média salarial, o documento ressalta que o rendimento superior não é resultado do modelo de trabalho, mas, sim, reflete outros fatores: “ocupações relacionadas a maior nível de escolaridade; empresas inseridas em atividades que pagam maiores remunerações”, exemplifica.
    O estudo engloba três modalidades:
   1. Domicílio: refere-se aos trabalhadores que, em pelo menos 1 dos 30 dias, trabalharam na própria casa.
    2. Remoto: realizado em um local alternativo de trabalho, domicílio é descartado dessa categoria.
   3. Teletrabalho: exercido com a utilização de equipamentos de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), como: computador, tablet, telefone fixo ou móvel.     

    O Sudeste lidera o ranking das regiões com maiores taxas de pessoas que trabalham home office, com (17,6%), seguido por Centro-oeste (14,2%), Sul e Nordeste dividem o terceiro lugar com (14,1%).
    Entre as profissões com maior percentual de profissionais que atuam no modelo remoto, estão:
   a) Profissionais das ciências e intelectuais: advogados, analistas de sistema e de gestão e administração, professores, contadores (28,6%).
      b) Cargos ligados à gestão, direção ou gerência de equipes de trabalho (26,1%).
    c) Técnicos e profissionais de nível médio: serviços jurídicos, técnicos de redes e sistemas de computadores, técnicos em operações de tecnologia da informação e das comunicações (16,3%).

Fonte: Estadão (adaptado)
No trecho "ocupações relacionadas a maior nível de escolaridade", a palavra "relacionadas" concorda em gênero e número com:
I. Ocupações. II. Nível. III. Escolaridade.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q2307699 Português
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da seguinte afirmação:

Na passagem – Tomava um drinque em um bar quando vi um jovem na casa dos 30 usando uma camiseta que dizia “Chega de adultar por hoje”. Depois, entrevistei uma mulher cuja camiseta transmitia uma mensagem simples: “Adultar é cruel!”. – a palavra “que” é um pronome _________na função de___________ -; a palavra “simples” é um ___________na função de________________ .
Alternativas
Q2307698 Português
A fuga da autoridade adulta

       Eu estava falando em uma conferência em Nova Iorque durante o verão de 2016 quando descobri o termo “adultar”. Tomava um drinque em um bar quando vi um jovem na casa dos 30 usando uma camiseta que dizia “Chega de adultar por hoje”. Depois, entrevistei uma mulher cuja camiseta transmitia uma mensagem simples: “Adultar é cruel!”.
       Caso você não esteja familiarizado com a palavra, adaptada do inglês “adulting”, adultar é definido como “a prática de se comportar do modo característico de um adulto responsável, especialmente na realização de tarefas mundanas, mas necessárias”. A palavra é usada para transmitir uma conotação negativa em relação às responsabilidades associadas à vida adulta. E sugere que, dada a oportunidade, qualquer mulher ou homem sensato na casa dos 30 preferiria não adultar, e evitar o papel de um adulto.
          A tendência de retratar a vida adulta como uma conquista excepcionalmente difícil que precisa ser ensinada coexiste com uma sensação palpável de desencanto com o status de adulto. Em tudo além do nome a vida adulta se tornou desestabilizada, a ponto de ter se tornado alvo de escárnio e, para muitos, uma identidade indesejada. Não surpreende que adultar seja uma atividade que muitos indivíduos biologicamente maduros só estejam preparados para desempenhar em tempo parcial.
         O corolário da idealização do adultamento em regime parcial é o desmantelamento da autoridade adulta. O impacto corrosivo da perda da autoridade adulta no desenvolvimento dos jovens foi uma grande preocupação para a filósofa política Hannah Arendt. Escrevendo nos anos 1950, Arendt chamou atenção para o “colapso gradual da única forma de autoridade” que existiu em “todas as sociedades conhecidas historicamente: a autoridade dos pais sobre filhos, dos professores sobre os alunos e, em geral, dos mais velhos sobre os mais novos”. Setenta anos depois, a desautorização da vida adulta se tornou amplamente celebrada na cultura popular ocidental. Em vez de se preocupar com as consequências da erosão da autoridade adulta, esse desenvolvimento é visto como positivo por partes da mídia, que acreditam que pessoas crescidas têm muito pouco a ensinar às crianças.

(Frank Furedi, revistaoeste.com. 24.07.2020. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância e colocação dos pronomes átonos.
Alternativas
Respostas
21461: A
21462: D
21463: C
21464: D
21465: D
21466: A
21467: A
21468: B
21469: E
21470: A
21471: B
21472: A
21473: E
21474: A
21475: A
21476: C
21477: A
21478: B
21479: B
21480: A