Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3573406 Português

Leia com atenção as afirmativas a seguir:


I.Arthur avançou com bravura e coragem admirável.

II.O cavaleiro vestia tabardo e luva vermelhos.

III.Interesso-me pelos hábitos e pela culinária italianos.

IV.Perdi a primeira e a segunda sessão do novo filme do Nolan.


Assinale a alternativa que indique em qual das afirmativas a concordância nominal está correta:

Alternativas
Q3572309 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo e assinale aquela em que se pode verificar um erro na concordância verbal nos termos da norma padrão da língua portuguesa:

Alternativas
Q3572199 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
Analise: “A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras.” E assinale o tipo de sujeito presente nesta oração. 
Alternativas
Q3572198 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
Assinale a alternativa cujo trecho a seguir foi reescrito de maneira que não altere seu sentido. “Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas.”
Alternativas
Q3571440 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.Festas, jogos, bebidas, nada a tirava da depressão.

II.Não foram as crianças quem derrubou o vinho.

III.A multidão de fãs gritaram ao ver seu ídolo.

IV.A maioria dos policiais que estava no quartel ouviram os tiros.



Assinale a alternativa que indique em quais sentenças não há erro na concordância:

Alternativas
Q3571378 Português

Leia com atenção o período a seguir:



Tenho certeza de que ele é capaz de vencer todos os desafios.



Qual a classificação correta da oração subordinada acima?

Alternativas
Q3571283 Português

Considerando os dois Dicionários de Regência de Luft, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) Regência deriva de “reger”. Como esse verbo significa “comandar, dirigir, governar, administrar, é natural que regência signifique ‘comando, direção, governo, administração”. Na nomenclatura gramatical, tem-se empregado o termo regência em sentido amplo e restrito.


( ) Em sentido restrito, e mais habitual, o termo regência serve para designar a subordinação peculiar de certas estruturas a palavras que as requerem ou preveem na sua significação ou em seus traços semânticos.


( ) Complemento de verbo é o que se chama “complemento verbal” e a previsão deste pelo verbo constitui a regência verbal. Análoga e paralelamente, leva o nome de “complemento nominal” o complemento de palavras que não são verbos, e “regência nominal”, o respectivo fenômeno semântico-sintático, ou seja, a exigência ou previsão de complementação por parte de tais palavras.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q3570914 Português

Leia atenciosamente as alternativas abaixo e verifique em qual delas há um erro de concordância nominal nos termos do que dispõe a norma culta da língua portuguesa:

Alternativas
Q3570910 Português

Leia com atenção as afirmativas a seguir:



I.Desejoso de aprender, o aluno dedicou-se aos estudos com afinco.


II.Ela é hábil em lidar com situações de alta pressão no trabalho.


III.O escritor era alheio as críticas negativas e continuou a criar com paixão.


IV.Ele sente horror a ideia de nadar no mar durante a noite.


V.Sua proeminência sobre os demais colegas era evidente devido ao seu excelente desempenho na empresa.



Em quais das afirmativas acima podem ser encontrados erros de regência nominal? 

Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570625 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Analise: “É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores.” E assinale a alternativa que apresenta a conjugação correta do verbo “fazer”, caso a conjunção “ou” fosse substituída por “e”. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570624 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Assinale a alternativa cujo trecho a seguir foi reescrito de maneira que não altere seu sentido.

“Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial”
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570623 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Analise: “quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo” e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta desta oração.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570622 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Para que o trecho a seguir, tenha um sujeito oculto, qual adaptação seria necessária?
“Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única.”
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570619 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Analise: “A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade” e assinale a alternativa que apresenta o núcleo do sujeito desse trecho. 
Alternativas
Q3569434 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.



Texto 04



Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística do texto 04.



I - A expressão “a gente” comprova a presença de coloquialidade no texto.


II - O termo “ventura” foi usado para fazer referência ao termo “felicidade”.


III - A expressão “tal e qual” foi usada com valor semântico de comparação.


IV - O elemento -inho, na palavra “avozinho”, indica uma desinência de grau.


V - O pronome oblíquo átono “os” foi utilizado para retomar o termo “óculos”.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3569405 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 04



Analise as afirmativas tendo em vista a estrutura linguística do texto 04.



I. O termo “saber”, que pertence à classe gramatical dos verbos, foi usado, no texto, como um substantivo.


II. O termo “humildes”, que pertence à classe gramatical dos adjetivos, foi usado, no texto, como um substantivo.


III. A expressão “a gente” comprova a presença de marca da linguagem coloquial no texto.


IV. A subjetividade, a pessoalidade, presente na primeira frase do texto, é conferida pela expressão linguística “a gente”.


V. O verbo “é” poderia ser retirado sem que houvesse alteração de sentido da ideia veiculada na segunda frase do texto.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3569400 Português

INSTRUÇÃO: O texto 02 a seguir faz parte de uma pesquisa mais ampla sobre o uso das redes sociais. Leia-o, com atenção, e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 



Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de construção linguística do título do texto 02.



I. O termo “as” que precede a expressão” redes sociais” e o termo “as” que precede o verbo “utilizar” exercem funções diferentes, uma vez que o primeiro acompanha o termo “redes”, determinando-o em gênero e número,” e o segundo retoma e substitui o termo “redes sociais”.


II. O termo “se”, que inicia o título do texto assim como o termo “se” que precede o termo “tal” foram usados como conjunções subordinativas adverbiais e inserem, no referido título, ideia de condição.


III. O termo “tal” foi usado, no referido título, como um pronome demonstrativo para retomar a ideia “deixar de as utilizar” e poderia ser substituído, com igual correção, pelo também pronome demonstrativo “isso”.


IV. A vírgula depois do termo “sociais”, de acordo com a norma, deve ser usada para separar a oração adverbial que se encontra antecipada, já a vírgula depois do termo “utilizar”, é de uso facultativo, uma vez que a oração adverbial não se encontra antecipada.


V. A expressão “de forma frequente” foi usada, no texto, como uma expressão adverbial e poderia, com igual correção ser substituída pelo termo “frequentemente”.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3569080 Português

Texto 02



Disponível em: http://bichinhosdejardim.com/page/4/. Acesso em: 27 jul. 2023. 

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística do texto 02.

I - Na primeira fala, verifica-se o uso de um vocativo representado pela expressão “workaholics do meu coração”.
II - Na segunda fala, foi empregada a concordância verbal gramatical, uma vez que os verbos estão concordando com os núcleos dos seus sujeitos.
III - Na terceira fala, o verbo “parar” foi usado semanticamente indicando ordem e encontra-se, portanto, no modo imperativo afirmativo.
IV - Na terceira fala, há duas marcas de coloquialidade indicadas pelo uso de “pra” e do verbo “ter” no lugar do verbo “haver”.
V - A vírgula usada na primeira fala, é obrigatória, de acordo com a norma, uma vez que separa um aposto explicativo.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3568990 Português
A IMPORTÂNCIA DO ABRAÇO!

(1º§) Os abraços, além de demonstrarem carinho e afeto, trazem benefícios diários que muitas pessoas não imaginam. Um abraço é capaz de reduzir o estresse e promover a empatia entre as pessoas.

(2º§) Pesquisas demonstram que abraçar e rir também são extremamente efetivos para ajudar na cura de doenças como: pressão arterial, solidão, depressão e ansiedade e ainda ajuda a melhorar nossa memória. Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar.

(3º§) Estudos mostram que um abraço apertado, quando os dois corações estão pressionados um contra o outro, podem trazer benefícios como os que seguem. Leia-os com cuidado, para entender a importância do abraço.

(4º§) – É importante construir uma relação de confiança, assim o diálogo entre as pessoas será tão beneficiado, quão mais aberto e honesto. Aumentar, instantaneamente, os níveis de ocitocina, que curam sentimentos de solidão, isolamento e raiva. Ocitocina, também chamada de oxitocina, é um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado a partir da neuro-hipófise na corrente sanguínea. Os receptores de ocitocina são encontrados em células de todo o corpo.

(5º§) -Elevar os níveis de serotonina, melhorando o humor e gerando felicidade, além de fortalecer o sistema imunológico pode ser fruto de um abraço.

(6º§) A suave pressão realizada durante o ato de carinho eleva a carga emocional e ativa os “centros de energia” (os chakras ou chacras do plexo solar). Isso estimula a glândula timo, que regula e equilibra o corpo na produção de glóbulos brancos, que o mantém saudável e livre de doenças.

(7º§) -Equilibrar o sistema nervoso, relaxar os músculos e liberar a tensão no corpo são benefícios do abraço. Abraços podem tirar a dor ou acalmá-las, aumentando a circulação.

(8º§) Abrace o seu próximo, o seu ente querido, seu amigo ou seu falso amigo. Desta forma, troque suas energias através do abraço!

(Equipe Vitae Home Care, cuidando com amor!) – (Adaptado)

(https://www.vitaehomecare.com.br/noticias/a-importancia-do-abraco/18)
Analise as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I - O período: “Isso estimula a glândula timo, que regula e equilibra o corpo na produção de glóbulos brancos” – está escrito com termos denotativos, tendo por objetivo informar o leitor, portanto, predomina a função referencial da linguagem.
II - No período: “É importante construir uma relação de confiança” – temos uma oração subordinada substantiva subjetiva.
III - O período: “Desta forma, troque suas energias através do abraço!” – é composto por coordenação e subordinação.
IV - O período: “A suave pressão realizada durante o ato de carinho eleva a carga emocional e ativa os centros de energia” – está escrito com voz verbal reflexiva simples. 
Alternativas
Q3568988 Português
A IMPORTÂNCIA DO ABRAÇO!

(1º§) Os abraços, além de demonstrarem carinho e afeto, trazem benefícios diários que muitas pessoas não imaginam. Um abraço é capaz de reduzir o estresse e promover a empatia entre as pessoas.

(2º§) Pesquisas demonstram que abraçar e rir também são extremamente efetivos para ajudar na cura de doenças como: pressão arterial, solidão, depressão e ansiedade e ainda ajuda a melhorar nossa memória. Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar.

(3º§) Estudos mostram que um abraço apertado, quando os dois corações estão pressionados um contra o outro, podem trazer benefícios como os que seguem. Leia-os com cuidado, para entender a importância do abraço.

(4º§) – É importante construir uma relação de confiança, assim o diálogo entre as pessoas será tão beneficiado, quão mais aberto e honesto. Aumentar, instantaneamente, os níveis de ocitocina, que curam sentimentos de solidão, isolamento e raiva. Ocitocina, também chamada de oxitocina, é um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado a partir da neuro-hipófise na corrente sanguínea. Os receptores de ocitocina são encontrados em células de todo o corpo.

(5º§) -Elevar os níveis de serotonina, melhorando o humor e gerando felicidade, além de fortalecer o sistema imunológico pode ser fruto de um abraço.

(6º§) A suave pressão realizada durante o ato de carinho eleva a carga emocional e ativa os “centros de energia” (os chakras ou chacras do plexo solar). Isso estimula a glândula timo, que regula e equilibra o corpo na produção de glóbulos brancos, que o mantém saudável e livre de doenças.

(7º§) -Equilibrar o sistema nervoso, relaxar os músculos e liberar a tensão no corpo são benefícios do abraço. Abraços podem tirar a dor ou acalmá-las, aumentando a circulação.

(8º§) Abrace o seu próximo, o seu ente querido, seu amigo ou seu falso amigo. Desta forma, troque suas energias através do abraço!

(Equipe Vitae Home Care, cuidando com amor!) – (Adaptado)

(https://www.vitaehomecare.com.br/noticias/a-importancia-do-abraco/18)
Sobre o período transcrito a seguir, marque a alternativa com análise incorreta.

“Estudos mostram que um abraço apertado, quando os dois corações estão pressionados um contra o outro, podem trazer benefícios como os que seguem”.
Alternativas
Respostas
20261: D
20262: D
20263: A
20264: D
20265: B
20266: D
20267: A
20268: A
20269: D
20270: A
20271: D
20272: D
20273: C
20274: D
20275: B
20276: E
20277: E
20278: X
20279: B
20280: E