Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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A obra ilustra a intenção do governo francês.
Assinale a opção CORRETA quanto à sintaxe.
1. Vem pra Caixa você também. 2. Você quer um desconto? Faz um 21! 3. Obedeça sua sede. 4. O primeiro pagamento só daqui 45 dias. 5. Quem lê, sabe.
Sobre os textos, assinale a alternativa correta.
O homem não disse nada, mas seu sorriso sinistro falava por si. (3º parágrafo)
Em relação à oração que a antecede, a oração sublinhada expressa ideia de
Para responder à questão, considere a seguinte passagem do 1° parágrafo:
Todas as manhãs, o calçadão Ipanema-Leblon transborda de gente contente por apenas estar ali, exercendo o seu direito de viver. É gente de vários estratos, idades, cores, línguas e de todos os estilos de caminhar ou correr.
O termo destacado na frase – ... gente contente por apenas estar ali... – exprime a noção de
COLUNA I. A- Verbo transitivo direto. B- Verbo transitivo indireto. C- Verbo transitivo direto e indireto. D- Verbo intransitivo. E- Verbo de ligação.
COLUNA II. 1- O banqueiro não necessitava de dinheiro. 2- O político retornou à cidade. 3- As reivindicações trabalhistas eram justas e importantes. 4- O deputado enviou ao presidente um novo projeto social. 5- O escritor contemporâneo escreveu várias obras importantes.

Charge do cartunista Duke.
No quadro, as orações “Sou de esquerda”, “Sou de direita”, “Quero educação de qualidade!”, “Quero saúde e
segurança!”, “Quero a redução de desigualdade social!”, “Quero te dar um abraço!”, são:
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase – um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão – essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até ao ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta a terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967. Adaptado.)