Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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As vírgulas nessa frase marcam um(a):
O conector que substitui o ponto final entre os dois períodos acima, mantendo o sentido apresentado no texto, é:
Julgue o item a seguir.
De acordo com as regras de regência verbal da Língua
Portuguesa, o verbo “Participar”, no sentido de tomar
parte, rege as preposições “de” ou “em”: Os servidores
participaram da reunião. Agora, no sentido de comunicar,
ele é transitivo direto e indireto: "Participamos a decisão a
quem pudesse interessar". Por fim, no sentido de
compartilhar, rege a preposição “de”: Participamos das
suas decisões.
Julgue o item a seguir.
Considerando as regras de concordância verbal da
Língua Portuguesa, nos casos de frases em que são
empregadas as expressões “é muito”, “é pouco”, “é mais
de”, “é menos de”, o verbo ser fica no singular, como
ocorrem em: Três semanas é muito.
Assinale a frase na qual há um adjetivo na função de predicativo do objeto direto.
Julgue o item que se segue.
Em relação à regência nominal, o verbo ASPIRAR, com
sentido de desejar ardentemente, de pretender, é
transitivo indireto, regendo a preposição “a”, assim, é
correto dizer que: O projeto aspira à estabilidade
econômica da sociedade.
Julgue o item que se segue.
Na concordância nominal, adjetivos (nomes ou
pronomes), artigos e numerais concordam em gênero e
número com os substantivos de que dependem.
Exemplos: Todos os outros duzentos processos
examinados foram aprovados. Todas as outras duzentas
causas examinadas foram aprovadas.
Julgue o item subsequente.
Na concordância nominal, adjetivos (nomes ou
pronomes), artigos e numerais concordam em gênero e
número com os substantivos de que dependem.
Exemplos: Todos os outros duzentos processos
examinados foram aprovados. Todas as outras duzentas
causas examinadas foram aprovadas.
Julgue o item subsequente.
Nas regras de concordância verbal da Língua Portuguesa,
quando o sujeito é representado por expressões partitivas
(A MAIORIA DE, PARTE DE, UMA PORÇÃO DE, METADE
DE) acompanhadas por nome, o verbo concorda somente
com o nome, como ocorre em: Pesquisa mostra que
metade dos brasileiros se protegem da radiação solar.
Hoje, acredita-se que a polenta seja o alimento básico mais popular da Itália, depois das massas e da pizza. Na sua essência, continua a ser um humilde prato comunitário, mas durante os anos da Segunda Guerra Mundial foi consumido, principalmente, por necessidade. No final de um árduo dia de trabalho, alguns familiares reuniam-se à volta da mesa e partilhavam a polenta. Usando as mãos como colheres, esfregavam cada mordida em um arenque seco pendurado por um barbante no teto da cozinha para dar mais sabor à polenta simples e, ao mesmo tempo, conservar o peixe.
Segundo o chef e o historiador alimentar Amedeo Sandri, o milho foi posteriormente importado para a Itália por missionários que voltavam das Américas para a região de Friuli. O cultivo em grande escala se espalhou nos anos 1600 para Veneto e Lombardia, substituindo as culturas tradicionais e desencadeando uma revolução agrária. Hoje, existem cerca de uma dúzia de tipos de milho italiano cultivados no país. “Os agricultores perceberam que o milho tinha maior rendimento e ciclo de cultivo mais curto em comparação ao milheto, centeio e trigo, e que dava força suficiente para trabalhar na lavoura”, diz Sandri. “Mas houve alguns efeitos colaterais graves nesta dieta à base de polenta.”
Fonte: Polenta: história secreta de uma das comidas favoritas da Itália | CNN Brasil
Hoje, acredita-se que a polenta seja o alimento básico mais popular da Itália, depois das massas e da pizza. Na sua essência, continua a ser um humilde prato comunitário, mas durante os anos da Segunda Guerra Mundial foi consumido, principalmente, por necessidade. No final de um árduo dia de trabalho, alguns familiares reuniam-se à volta da mesa e partilhavam a polenta. Usando as mãos como colheres, esfregavam cada mordida em um arenque seco pendurado por um barbante no teto da cozinha para dar mais sabor à polenta simples e, ao mesmo tempo, conservar o peixe.
Segundo o chef e o historiador alimentar Amedeo Sandri, o milho foi posteriormente importado para a Itália por missionários que voltavam das Américas para a região de Friuli. O cultivo em grande escala se espalhou nos anos 1600 para Veneto e Lombardia, substituindo as culturas tradicionais e desencadeando uma revolução agrária. Hoje, existem cerca de uma dúzia de tipos de milho italiano cultivados no país. “Os agricultores perceberam que o milho tinha maior rendimento e ciclo de cultivo mais curto em comparação ao milheto, centeio e trigo, e que dava força suficiente para trabalhar na lavoura”, diz Sandri. “Mas houve alguns efeitos colaterais graves nesta dieta à base de polenta.”
Fonte: Polenta: história secreta de uma das comidas favoritas da Itália | CNN Brasil