Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3399014 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


A origem da palavra “algoritmo” é a mesma de “algarismo”?

É sim. A explicação envolve um dos maiores matemáticos da história – e uma reforma ortográfica francesa que deu errado.

Bruno Vaiano - 2 fev. 2024


As duas palavras derivam, em última instância, do nome de Abū Jaʿfar Muḥammad ibn Mūsā al-Khwārizmī (essa é uma transliteração precisa a partir do alfabeto árabe, mas é comum aportuguesar a grafia do último sobrenome como “Alcuarismi”).


Ele foi um matemático persa, nascido no atual território do Uzbequistão, que trabalhou em Bagdá no século 9 d.C., época em que o califado islâmico Abássida era a maior potência científico-tecnológica do mundo. A cidade sediava a Casa da Sabedoria, um centro de pesquisa que continha, talvez, a biblioteca mais vasta de seu tempo. [...]


O nome completo significa, ao pé da letra, “Mohamed, pai de Jafar, filho de Moisés, nativo de Khiva” – uma cidade uzbeque que permanece com o mesmo nome até hoje. Assim, Alcuarismi não era bem um sobrenome. Era uma designação de origem similar à que os gregos da Antiguidade empregavam em nomes como “Pitágoras de Samos” ou “Tales de Mileto”.


O nome “Alcuarismi” chegou ao latim medieval com a pronúncia torta algorismus, que deu origem a “algarismo” em português e também ao termo algorisme em francês arcaico.


O problema: os franceses da Idade Média não sacaram a raiz árabe da palavra algorisme. Pensaram que vinha do grego arithmos (que também significa “número”, mas não tem nada a ver com nosso amigo Alcuarismi). É uma confusão compreensível.


Por isso, eles “consertaram” a dita cuja para algorithme, que se tornou algorithm em inglês e chegou ao português, após a invenção dos computadores, como “algoritmo”.


Alcuarismi é considerado o pai da álgebra. Uma das suas invenções mais importantes é algo básico no currículo escolar: o procedimento em que você inverte os termos de uma equação ao passá-los para o outro lado do sinal de igual (o que soma passa subtraindo, o que multiplica passa dividindo etc).


Ele foi o primeiro a fornecer soluções sistemáticas para equações lineares e quadráticas, produziu as tabelas de senos e cossenos mais precisas de seu tempo e, também, as primeiras tabelas de tangentes da história.



Pergunta de Cassio, de Santo André (SP), via e-mail.
(Fonte: https://super.abril.com.br)
“Ele foi um matemático persa, nascido no atual território do Uzbequistão, que trabalhou em Bagdá no século 9 d.C, [...].” A oração destacada está construída a partir de uma estrutura:
Alternativas
Q3398815 Português
Gastos de turistas no Brasil em 2023 superam ano de Copa e chegam a US$ 6,9 bilhões, diz governo


    A Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) informou nesta segunda-feira (5) que os gastos de turistas de outros países no Brasil em 2023 atingiram US$ 6,9 bilhões, representando, segundo o órgão, o maior valor no período de um ano.


    Segundo a Embratur, até então, o recorde havia sido registrado em 2014, quando os turistas gastaram no Brasil US$ 6,8 bilhões (em valores corrigidos). A série histórica do Banco Central para o indicador, utilizado pela Embratur, tem início em 1995.


    Naquele ano, o país sediou a Copa do Mundo de futebol em mais de uma dezena de cidades, entre as quais Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador.


    Na comparação com 2022, quando os turistas de outros países gastaram no Brasil US$ 4,9 bilhões, o crescimento em 2023 foi de US$ 2 bilhões, segundo os dados oficiais. A meta, de acordo com a Embratur, é alcançar em 2027 o montante de US$ 8,1 bilhões.


    Em nota, o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, avaliou que o resultado tem relação com a reaproximação do Brasil com outros países do mundo, acrescentando que o setor de turismo tem capacidade de gerar emprego e renda à medida em que aumentarem os números de turistas e de gastos no país.


    De acordo com a agência, o país registrou a entrada de 6 milhões de turistas, o que representa número próximo ao registrado pré-pandemia de Covid.


Fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/02/05/gastos-de-turistasno-brasil-em-2023-superam-ano-de-copa-e-chegam-a-us-69-bilhoes-dizgoverno.ghtml(adaptado).
No trecho "o país sediou a Copa do Mundo de futebol", a expressão "Copa do Mundo de futebol" constitui:
Alternativas
Q3398716 Português

Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas da frase abaixo:



______ moças ______ elegantes, _______ belos vestidos. 

Alternativas
Q3398713 Português

            Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.



            Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.



            Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.



            Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.



            “Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.



            É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro. 



            Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.



            Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.



            “Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”



(Fonte: National Geographic — adaptado.)

Em “[...] a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro [...]”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na frase: 
Alternativas
Q3398511 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Analise o seguinte trecho, retirado do texto:

Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano.

Agora, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O trecho consiste em um período composto por subordinação.
(__) "Imperceptíveis" desempenha o papel de sujeito da oração.
(__) Há, no trecho, um conectivo que estabelece a ideia de concessão.
(__) "Imperceptíveis" e "onipresentes" são características atribuídas aos gases nobres.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3398433 Português
População de Rodeio (SC) é de 12.757 pessoas, aponta o Censo do IBGE


    A população da cidade de Rodeio (SC) chegou a 12.757 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 16,8% em comparação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


    Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.


     No estado de Santa Catarina, a população é de 7.609.601, o que representa um aumento de 21,78% quando comparado ao Censo anterior.


    No ranking de população dos municípios, Rodeio está:


- na 108ª colocação no estado;

- na 403ª colocação na região Sul;

- na 2.555ª colocação no Brasil.


    A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Rodeio tem uma densidade demográfica de 98,89 habitantes por km² e uma média de 2,7 moradores por residência.


O Censo


    O Censo é uma pesquisa realizada a cada 10 anos pelo IBGE; a anterior foi feita em 2010.


    O levantamento realiza uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira e permite traçar um perfil socioeconômico do país.


    A atual edição do Censo deveria ter acontecido em 2020, mas foi adiada por conta da pandemia de Covid-19. Em 2021, houve um novo adiamento em razão da falta de recursos do governo.


    Além de saber exatamente qual o tamanho da população, o Censo visa obter dados sobre as características dos moradores — idade, sexo, cor ou raça, religião, escolaridade, renda, saneamento básico dos domicílios, entre outras informações.


Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2023/06/28/populacao-de-rodeio-sc-e-de-12-757-pessoasaponta-o-censo-do-ibge.ghtml (adaptado).
Em "A atual edição do Censo deveria ter acontecido em 2020, mas foi adiada por conta da pandemia de Covid-19", a conjunção "mas" indica:
Alternativas
Q3398389 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:


Sabia que o detox pode fazer mais mal do que bem ao seu corpo?

Veja o que dizem os especialistas


   Nesta época do ano, especialmente por conta do verão, o que não falta é conteúdo que se aproveite da ansiedade causada pelo excesso de açúcar ou de bebida alcóolica que podemos ter consumido ao longo dos dias e das férias – e dos quilos extras que podem ter se seguido.

    Basta pesquisar "detox" ou "limpeza" nas redes sociais. É um setor global multibilionário. Embora seja completamente normal que o corpo mude e nenhum alimento seja ruim com moderação, você pode se perguntar: devo experimentar uma dessas “dietas mágicas” de desintoxicação e limpeza do organismo? E será que elas realmente funcionam?

    A resposta, como a maioria das coisas que envolvem o corpo, é complicada. Nenhuma pesquisa séria e de qualidade sugere qualquer benefício de longo prazo associado a dietas de limpezas ou detox, de acordo com Melissa Prest, nutricionista certificada e porta-voz da Academy of Nutrition and Dietetics, dos Estados Unidos. Algumas podem, na verdade, ser prejudiciais, especialmente sem supervisão médica.

    Por outro lado, algumas pessoas juram que se sentem melhor ao fazer uma dieta de limpeza – com mais energia, pensamento mais claro, menos inchaço. Prest diz que isso não é surpreendente: "Se alguém que talvez esteja comendo muitos alimentos ultraprocessados, com açúcares refinados, sem muita fibra, com pouquíssimas frutas e vegetais, e agora está substituindo esses alimentos, mesmo em quantidades menores, por alimentos ricos em nutrientes, é claro que se sentirá melhor."

  Em última análise, certas mudanças em sua dieta podem trazer benefícios a curto prazo, mas mesmo essas mudanças vêm com ressalvas consideráveis.

   O que é uma dieta de “limpeza”?

   Não há uma definição específica do que é uma limpeza ou detox do organismo, mas a nutricionista Prest diz que ela normalmente envolve a restrição da dieta por um curto período de tempo com a intenção de desintoxicar o corpo – seja de subprodutos naturais, como o ácido lático, ou de forças externas, como mercúrio em frutos do mar ou poluentes.

  Fazer uma limpeza pode significar cortar os laticínios ou o glúten por um mês, fazer uma dieta líquida e só beber sucos por uma semana, ou simplesmente jejuar. Até mesmo dietas como Whole 30 ou a dieta cetogênica podem ser consideradas limpezas.

   Mas a Academy of Nutrition and Dietetics, a maior organização mundial de profissionais de nutrição e dietética, não recomenda as limpezas. Prest diz que isso se deve ao fato de o corpo já ter seu próprio processo altamente eficaz para se livrar das toxinas, principalmente por meio do fígado, dos rins e do sistema digestivo. Por exemplo, o corpo pode metabolizar o álcool em apenas um dia, dependendo do número de drinques consumidos (e da intensidade deles).

  A maioria das dietas de limpeza se enquadra na categoria de "dietas da moda", que geralmente cortam grupos de alimentos, não fornecem nutrição adequada e promovem mudanças de curto prazo que são difíceis de manter, de acordo com um estudo de 2022 na revista científica Frontiers.

  Muitas empresas que oferecem limpezas rotulam seus produtos como "apoiados por pesquisas". Mas essas descobertas podem ser manipuladas para se adequar a uma narrativa. Por exemplo, uma "desintoxicação com água com limão" se tornou algo básico para quem se preocupa com a limpeza. Mas um estudo, frequentemente citado como base para essa limpeza, monitorou menos de cem participantes por apenas 11 dias.

  "A maioria das mudanças positivas também foi observada entre os participantes de uma dieta com restrição calórica semelhante, sem a mesma mistura de suco de limão", diz Melinda Ring, especialista em medicina interna e integrativa da Northwestern Medicine e diretora do Osher Center for Integrative Health da Northwestern University, nos Estados Unidos.

  Muitos desses estudos também são feitos em animais, cujos resultados não são facilmente transferidos para os seres humanos.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/02/

(adaptado).
No segmento "A resposta, como a maioria das coisas que envolvem o corpo, é complicada", a oração "que envolvem o corpo" classifica-se como:
Alternativas
Q3398155 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
Em “Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita” (6º parágrafo), no contexto de uso, o verbo destacado é:
Alternativas
Q3398151 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
Em “A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental” (4º parágrafo), a oração destacada é classificada como:
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Q3398067 Português
Movimentações do Pix batem recorde com R$ 17,2 trilhões em 2023


    Dados do Banco Central (BC) mostram que movimentações do Pix somaram R$ 17,2 trilhões e alcançaram novo recorde em 2023. O volume financeiro das transações via a plataforma digital aumentou 57,8% ante 2022, quando totalizou R$ 10,9 trilhões, e mais do que dobrou em relação a 2021.


    Hoje, a modalidade é amplamente usada por pessoas físicas e no setor varejista, enquanto outros meios de pagamento, como o DOC e TEC, são substituídos pela plataforma.


    Na contramão, o volume das tradicionais cédulas e moedas totalizou no último dia de dezembro de 2023 cerca de R$ 341 bilhões. Isso representa uma diminuição de 7,78% desde o surgimento do Pix, em 2020, quando o meio circulante nacional foi de aproximadamente R$ 370 bilhões.


    Segundo o BC, o Pix teria o potencial de incentivar, entre outros pontos, a “eletronização” do mercado de pagamentos de varejo e a inclusão financeira.


    O ano de 2020 fechou com 178 milhões de CPFs cadastrados na plataforma. Já no fim do ano passado, esse número subiu para 194 milhões — ou seja, pouco mais de 95% do total da população brasileira, que somou 203 milhões, segundo o Censo de 2022.


    Atualmente, o BC se encaminha para implantar definitivamente o Pix Automático, modalidade que permite pagamentos recorrentes ao modelo de débito em conta e que deve ser ofertado obrigatoriamente pelos participantes.


    “O Pix Automático tem o potencial para reduzir a inadimplência e otimizar o processo de cobrança, além de viabilizar uma ampliação da base de clientes dada a penetração do Pix”, explicou o chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Angelo Duarte.


    Já do ponto de vista do pagador, Duarte acredita que irá corroborar com a efetivação de pagamentos e, com o preço menor, estimular as empresas a cada vez mais “ofertarem essa alternativa de pagamentos recorrentes por meio do Pix Automático, podendo, em alguns casos, ampliar o acesso da população a determinados serviços”.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/financas/movimentacoesdo-pix-batem-recorde-com-r-172-trilhoes-em-2023/(adaptado). 
No trecho "dados do Banco Central (BC) mostram" as palavras sublinhadas cumprem qual função sintática?
Alternativas
Q3398066 Português
Movimentações do Pix batem recorde com R$ 17,2 trilhões em 2023


    Dados do Banco Central (BC) mostram que movimentações do Pix somaram R$ 17,2 trilhões e alcançaram novo recorde em 2023. O volume financeiro das transações via a plataforma digital aumentou 57,8% ante 2022, quando totalizou R$ 10,9 trilhões, e mais do que dobrou em relação a 2021.


    Hoje, a modalidade é amplamente usada por pessoas físicas e no setor varejista, enquanto outros meios de pagamento, como o DOC e TEC, são substituídos pela plataforma.


    Na contramão, o volume das tradicionais cédulas e moedas totalizou no último dia de dezembro de 2023 cerca de R$ 341 bilhões. Isso representa uma diminuição de 7,78% desde o surgimento do Pix, em 2020, quando o meio circulante nacional foi de aproximadamente R$ 370 bilhões.


    Segundo o BC, o Pix teria o potencial de incentivar, entre outros pontos, a “eletronização” do mercado de pagamentos de varejo e a inclusão financeira.


    O ano de 2020 fechou com 178 milhões de CPFs cadastrados na plataforma. Já no fim do ano passado, esse número subiu para 194 milhões — ou seja, pouco mais de 95% do total da população brasileira, que somou 203 milhões, segundo o Censo de 2022.


    Atualmente, o BC se encaminha para implantar definitivamente o Pix Automático, modalidade que permite pagamentos recorrentes ao modelo de débito em conta e que deve ser ofertado obrigatoriamente pelos participantes.


    “O Pix Automático tem o potencial para reduzir a inadimplência e otimizar o processo de cobrança, além de viabilizar uma ampliação da base de clientes dada a penetração do Pix”, explicou o chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Angelo Duarte.


    Já do ponto de vista do pagador, Duarte acredita que irá corroborar com a efetivação de pagamentos e, com o preço menor, estimular as empresas a cada vez mais “ofertarem essa alternativa de pagamentos recorrentes por meio do Pix Automático, podendo, em alguns casos, ampliar o acesso da população a determinados serviços”.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/financas/movimentacoesdo-pix-batem-recorde-com-r-172-trilhoes-em-2023/(adaptado). 
No trecho "o BC se encaminha para implantar definitivamente o Pix Automático", a expressão "definitivamente" atua como:
Alternativas
Q3398022 Português
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes



Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.


Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.


Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.


Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.


Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.


Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.


Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.


Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).


Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem.


De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.


No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.



Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.; CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele mentos-inertes/ 14 mar., 2024.
Gases nobres: a química oculta dos elementos inertes


Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano. Estão contidos no ar que respiramos, dão luz aos letreiros de néon que adornam nossas ruas e até mesmo preenchem os balões de festa que decoram ocasiões especiais. Devido à sua relutância em reagir com outros elementos químicos, ganharam fama de 'inertes'. Hoje em dia, compreendemos as condições nas quais gases nobres formam compostos moleculares e conhecemos diversos de seus derivados, tanto em ambientes terrestres quanto extraterrestres.

Na Grécia Antiga, uma visão proeminente afirmava que toda a existência derivava de quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar. Em contraste com essa visão, a compreensão moderna da matéria se baseia em uma lista muito mais ampla de elementos.

Atualmente, reconhecemos os átomos como as unidades básicas de matéria conhecida e identificamos ao menos 118 tipos distintos deles. Cada um corresponde a um elemento − seja o hidrogênio (H), cuja fusão ocorre no coração do Sol e de todas as estrelas, ou o carbono (C), presente em todas as formas de vida que conhecemos.

Tudo o que vemos, tocamos e experimentamos é resultado da combinação desses 118 elementos, classificados e meticulosamente organizados segundo suas propriedades químicas e físicas na célebre Tabela Periódica.

Essa estrutura organizacional − indiscutivelmente, uma das maiores conquistas da humanidade − fornece um mapa valioso para navegar pela vasta diversidade e complexidade da matéria no universo.

Os gases nobres, encontrados no grupo 18 da Tabela Periódica, são tradicionalmente chamados 'inertes' ou 'raros', por causa da percepção inicial de suas incapacidades em formar compostos químicos. Ou seja, gases nobres pareciam não reagir com outros elementos.

Essa família de elementos inclui o hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn). Suas propriedades físicas notáveis incluem não só uma densidade baixa, mas também uma emissão luminosa bem característica como resposta à absorção de energia de uma fonte.

Cada um dos 118 tipos de átomos, ao absorverem energia e passarem a um estado denominado 'excitado', emite luz em 'cores' (frequências) muito específicas. O conjunto dessas emissões − caracterizado por linhas finas, coloridas e descontínuas entre si − é chamado espectro luminoso (ou eletrônico).

Essas linhas espectrais atuam como uma 'impressão digital', o que possibilita a identificação precisa do elemento que a está emitindo. A origem dessas linhas espectrais está baseada no fato de os elétrons de cada elemento químico responderem de modo muito particular à energia que eles absorvem. De modo geral, os elétrons, ao ganharem energia extra, 'saltam' para níveis de energia mais elevados, ou seja, mais distantes do núcleo atômico. Em seguida, retornam ao seu estado original, liberando a energia absorvida na forma de luz. Esse processo é realizado de forma única por cada tipo de elemento.

No cotidiano, a emissão luminosa intensa dos gases nobres é observada nos letreiros de 'luz néon' − no caso, a energia extra vem de uma fonte elétrica. Encontramos também, no dia a dia, aplicações da baixa densidade desses gases: os balões de hélio, que flutuam, por serem mais 'leves' que o ar.


Retirado e adaptado de: ARAUJO, Lucas. FANTUZZI, Felipe.;
CARDOZO, Thiago Messias. Gases nobres: a química oculta dos
elementos inertes. Ciência Hoje. https://cienciahoje.org.br/artigo/gases-nobres-a-quimica-oculta-dos-ele
mentos-inertes/ 14 mar., 2024.

Analise o seguinte trecho, retirado do texto:

Imperceptíveis, mas onipresentes, os gases nobres permeiam silenciosamente nosso cotidiano.

Agora, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O trecho consiste em um período composto por subordinação.
(__) "Imperceptíveis" desempenha o papel de sujeito da oração.
(__) Há, no trecho, um conectivo que estabelece a ideia de concessão.
(__) "Imperceptíveis" e "onipresentes" são características atribuídas aos gases nobres.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3397917 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma oração subordinada adjetiva restritiva:
Alternativas
Q3397464 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1


A saga dos agrotóxicos

Impulsionado por ruralistas e rechaçado por ambientalistas, o projeto de lei que facilita autorizações para o comércio de agrotóxicos foi aprovado pelo Congresso, depois de mais de duas décadas de tramitação, e vai à sanção presidencial.
O ponto mais problemático se refere ao esvaziamento das atribuições da Anvisa e do Ibama, que assumem papel de consultores, enquanto as liberações se concentram no Ministério da Agricultura. [...]Deve-se considerar que, no primeiro semestre deste ano, foram liberados 231 produtos [...].
De todo modo, a estipulação no projeto de um período para liberações é sensata. O prazo máximo pode variar de 30 dias (para produtos destinados apenas à pesquisa) a dois anos (produtos novos). Os senadores demonstraram sobriedade ao aprovar o diploma com alterações e supressões.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2023/12/a-novela-dos-agrotoxicos.shtml>. Acesso em: 02 dez. 2023.
No fragmento em análise, há duas orações subordinadas adjetivas introduzidas por pronomes relativos. Elas são classificadas, respectivamente, em 
Alternativas
Q3397189 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas


No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas. 


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte. 


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.

Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus - ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.

Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":

Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.

Em seguida, analise as afirmações apresentadas. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

() Poderíamos adicionar um "apenas" antes de "o mais quente até então" sem que isso prejudicasse o sentido do texto.
() Há uma repetição na segunda sentença do período. Portanto, poderíamos concluir a ideia no primeiro ponto final e suprimir o resto, sem prejuízo de sentido ao texto.
() Há, entre as sentenças, uma relação de sentido que se aproxima da concessão, ainda que esta não esteja explícita.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3397187 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas


No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas. 


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte. 


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.

Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus - ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.

Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da pontuação a exemplos de seu emprego no texto:

Primeira coluna: função da pontuação
(1) Enumeração.
(2) Isolamento de aposto.
(3) Isolamento de adjunto adverbial.
(4) Isolamento de conjunção.

Segunda coluna: exemplo de emprego
() Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade.
() Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada.
() Julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.
() No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3396900 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo


A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras. A civilização literalmente termina por lá.


A tal "cidade do fim do mundo" também é preocupada com o fim do mundo. Ela abriga o Global Seed Vault (banco global de sementes), basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes − mas capacidade para 2,5 bilhões, de 4,5 milhões de espécies diferentes.


São caixas e caixas de produtos agrícolas vindos de quase todos os países do mundo − o Brasil já contribuiu com sementes de arroz, feijão e milho. Elas ficam guardadas em três salas, mas você só chega lá depois de passar por um corredor de 120 metros dentro de uma montanha, e por 5 portas anti-explosões. O bunker é mantido sob temperatura de -18 graus celsius e fica trancado 350 dias por ano − só é aberto para inspeções ou para receber mais sementes.


Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso. O Seed Vault foi inaugurado em 2008 como uma parceria entre instituições governamentais da Noruega e a organização internacional Global Crop Diversity Trust − fundada em 2004 pela Food and Agriculture Organization (FAO), um órgão da Organização das Nações Unidas. O objetivo é manter um estoque de tudo que a humanidade planta para, no caso de um apocalipse, poder reconstruir a agricultura mundial.


As sementes são lacradas em embalagens com três camadas, que também são lacradas dentro de caixas e guardadas em prateleiras dentro do cofre. A baixa temperatura e umidade dentro do Seed Vault garantem também uma baixa atividade metabólica, mantendo as sementes viáveis por muito tempo. 


"Nós esperamos que as sementes se mantenham férteis por centenas de anos", diz o biólogo Åsmund Asdal, coordenador do bunker, em uma entrevista à Super em 2017.


De acordo com o site do "banco", ele é a "apólice de seguro definitiva para a alimentação mundial, garantindo milhões de sementes de todas as culturas importantes no mundo disponíveis hoje e oferecendo opções para as gerações futuras superarem os desafios das alterações climáticas e do crescimento populacional".


Se enchentes, guerras, epidemias ou outros desastres naturais comprometerem as plantações mundiais, o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios. 


E o primeiro "saque" do banco já aconteceu. Em 2015, por causa dos estragos feitos pela guerra civil, a Síria fez a primeira (e única) retirada de sementes do cofre. Foram 38 mil, de várias espécies do Oriente Médio.


A localização do bunker foi escolhida levando em conta algumas questões: a permafrost (um tipo de solo mistura de terra e gelo) e a grossa camada de rochas da montanha oferecem um resfriamento natural para as sementes − os gastos com ar-condicionado são bem menores. A entrada fica 130 metros acima do nível do mar, então inundações não ameaçam o estoque. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade. Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível.

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo. 
SuperInteressante. Disponível https://super.abril.com.br/ciencia/banco-global-de-sementes-na-norueg a-protege-plantas-contra-o-fim-do-mundo/ Acesso em: 16 jan., 2024.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo":

Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível.

Podemos afirmar que a palavra em destaque oferece o seguinte sentido à sentença:
Alternativas
Q3396896 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo


A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras. A civilização literalmente termina por lá.


A tal "cidade do fim do mundo" também é preocupada com o fim do mundo. Ela abriga o Global Seed Vault (banco global de sementes), basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes − mas capacidade para 2,5 bilhões, de 4,5 milhões de espécies diferentes.


São caixas e caixas de produtos agrícolas vindos de quase todos os países do mundo − o Brasil já contribuiu com sementes de arroz, feijão e milho. Elas ficam guardadas em três salas, mas você só chega lá depois de passar por um corredor de 120 metros dentro de uma montanha, e por 5 portas anti-explosões. O bunker é mantido sob temperatura de -18 graus celsius e fica trancado 350 dias por ano − só é aberto para inspeções ou para receber mais sementes.


Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso. O Seed Vault foi inaugurado em 2008 como uma parceria entre instituições governamentais da Noruega e a organização internacional Global Crop Diversity Trust − fundada em 2004 pela Food and Agriculture Organization (FAO), um órgão da Organização das Nações Unidas. O objetivo é manter um estoque de tudo que a humanidade planta para, no caso de um apocalipse, poder reconstruir a agricultura mundial.


As sementes são lacradas em embalagens com três camadas, que também são lacradas dentro de caixas e guardadas em prateleiras dentro do cofre. A baixa temperatura e umidade dentro do Seed Vault garantem também uma baixa atividade metabólica, mantendo as sementes viáveis por muito tempo. 


"Nós esperamos que as sementes se mantenham férteis por centenas de anos", diz o biólogo Åsmund Asdal, coordenador do bunker, em uma entrevista à Super em 2017.


De acordo com o site do "banco", ele é a "apólice de seguro definitiva para a alimentação mundial, garantindo milhões de sementes de todas as culturas importantes no mundo disponíveis hoje e oferecendo opções para as gerações futuras superarem os desafios das alterações climáticas e do crescimento populacional".


Se enchentes, guerras, epidemias ou outros desastres naturais comprometerem as plantações mundiais, o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios. 


E o primeiro "saque" do banco já aconteceu. Em 2015, por causa dos estragos feitos pela guerra civil, a Síria fez a primeira (e única) retirada de sementes do cofre. Foram 38 mil, de várias espécies do Oriente Médio.


A localização do bunker foi escolhida levando em conta algumas questões: a permafrost (um tipo de solo mistura de terra e gelo) e a grossa camada de rochas da montanha oferecem um resfriamento natural para as sementes − os gastos com ar-condicionado são bem menores. A entrada fica 130 metros acima do nível do mar, então inundações não ameaçam o estoque. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade. Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível.

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo. 
SuperInteressante. Disponível https://super.abril.com.br/ciencia/banco-global-de-sementes-na-norueg a-protege-plantas-contra-o-fim-do-mundo/ Acesso em: 16 jan., 2024.
Analise o título do texto: "Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo". Podemos afirmar que as vírgulas foram empregadas no título para:
Alternativas
Q3396243 Português

Leia o poema a seguir.


Ciranda ao redor do mundo

Se todas as moças do mundo

Quisessem se dar

A mão ao redor do mar

Poderiam dançar uma ciranda

Se todos os rapazes do mundo

Quisessem ser marinheiros

Sairiam em barcos ligeiros

Pelo mar profundo

Saltando de onda em onda...

Poderiam então

Fazer uma ciranda

Ao redor do mundo

Se toda gente do mundo

Quisesse se dar a mão...


FORT, Paul. In: Obras-primas da poesia universal. Trad. Raymundo Magalhães Junior. São Paulo. Martins Fontes.


Na primeira estrofe do poema, o termo “se” se repete apresentando sentidos diferentes. Em relação à função gramatical que ocupam no período, eles são, respectivamente

Alternativas
Q3396241 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1

A saga dos agrotóxicos

Impulsionado por ruralistas e rechaçado por ambientalistas, o projeto de lei que facilita autorizações para o comércio de agrotóxicos foi aprovado pelo Congresso, depois de mais de duas décadas de tramitação, e vai à sanção presidencial.
O ponto mais problemático se refere ao esvaziamento das atribuições da Anvisa e do Ibama, que assumem papel de consultores, enquanto as liberações se concentram no Ministério da Agricultura. [...] Deve-se considerar que, no primeiro semestre deste ano, foram liberados 231 produtos [...].
De todo modo, a estipulação no projeto de um período para liberações é sensata. O prazo máximo pode variar de 30 dias (para produtos destinados apenas à pesquisa) a dois anos (produtos novos). Os senadores demonstraram sobriedade ao aprovar o diploma com alterações e supressões.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2023/12/a-novela-dos-agrotoxicos.shtml>. Acesso em: 02 dez. 2023. 
No trecho “Deve-se considerar que, no primeiro semestre deste ano, foram liberados 231 produtos”, há, na ordem em que o período está escrito,
Alternativas
Respostas
11341: C
11342: C
11343: A
11344: C
11345: D
11346: A
11347: B
11348: B
11349: A
11350: A
11351: B
11352: A
11353: E
11354: B
11355: A
11356: B
11357: C
11358: B
11359: C
11360: C