Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Foram encontradas 41.997 questões

Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260878 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
“[...] de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações” (4º parágrafo). Se o termo destacado fosse substituído por “mil doações”, a reescrita desse trecho, à luz da norma padrão, seria:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: HEMOMINAS Provas: SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Qualquer Área de Formação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Arquiteto | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Assistente Social | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Bibliotecário | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Biomédico/Biólogo/Farmacêutico/Bioquímico - 40 Horas | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Patologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Pedagogo | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Analista de Captação | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Cirurgião Plástico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico do Trabalho | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico Hematologista | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Enfermeiro | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Engenheiro de Produção | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Farmacêutico | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - ANHH - Nível I - Grau A - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - HEMOMINAS - Analista de Hematologia e Hemoterapia - MEDHH - Nível III - Grau A - Médico com Qualquer Especialidade |
Q3260877 Português
Previsão de queda nos estoques de sangue preocupa Hemorio

 Unidade funciona para doações todos os dias neste fim de ano

As festas de fim de ano e o período de férias escolares em janeiro interferem diretamente no número de doações de sangue. Pelos cálculos do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti do Rio de Janeiro (Hemorio), a redução gira em torno de 10% a 15%.

Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes.

“Justamente nesse período a demanda cresce, porque as pessoas viajam e saem mais de casa, o que, infelizmente, aumenta o número de acidentes. Por isso, é importante que as pessoas venham doar”, apela a assistente social do Hemorio Ana Ester Carlos.

A unidade é o segundo maior hemocentro do Brasil e está na frente em número de doadores voluntários. O órgão informou que recebe entre 250 e 300 pessoas para doação por dia e, de janeiro a novembro deste ano, houve mais de 82 mil doações. A previsão é concluir 2024 com pelo menos 92 mil doações.

Os estoques do Hemorio abastecem os bancos de sangue de 130 unidades de saúde pública e particulares conveniadas ao SUS nos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro. Com a quantidade abaixo do necessário, o órgão alerta para as consequências graves que podem ocorrer.

“Tratamentos de pacientes podem ser prejudicados, e cirurgias eletivas podem ser adiadas quando não há sangue disponível. Além disso, o estado de saúde de pacientes internados que já estão estáveis pode se agravar. Por isso, precisamos muito das doações”, alerta Ana Ester.

O Hemorio foi fundado em 1943 e se transformou em referência em doação de sangue no Brasil. É também o hospital que mais atende pacientes com doença falciforme no mundo.

 Exigências

Para ser doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, estar em boas condições de saúde, pesar mais de 50 kg e não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação. Não é necessário estar em jejum, mas devem ser evitados alimentos gordurosos antes da doação.

“É obrigatório apresentar um documento oficial com foto, como carteira de identidade, carteira de habilitação ou passaporte. Menores de 18 anos precisam apresentar um Termo de Consentimento assinado pelos pais ou responsável legal”, recomenda a unidade.

Quem quiser informações complementares sobre doação pode acessar o Disque Sangue, no telefone (21) 3916-8310, ou então as redes sociais do Hemorio, que funcionará para doações em todos os dias, neste fi m de ano, exceto no dia 1º de janeiro.

Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2024/12/6974304-previsao-de-queda nos-estoques-de-sangue-preocupa-hemorio.html. Acesso em 22/12/2024. Texto adaptado
“Essa é uma grande preocupação do Hemorio, que funciona no centro da capital, porque nessa época costuma ocorrer um volume maior de acidentes” (2º parágrafo). Nesse trecho, as vírgulas foram empregadas para:
Alternativas
Q3260847 Português
Os sapatos de meu pai

       O dia começou completamente sexta-feira, pensei enquanto levava o saco de lixo para a calçada. Um céu úmido chuviscava irritação sobre a cidade indefesa e fria, obrigando-me a proteger o rosto do vento molhado e escolher o lugar onde punha os pés. As lojas vizinhas também levantaram suas portas onduladas. Minha rotina dos dias pares, nossa escala entre as balconistas.

       A três passos do poste, junto ao qual deixaria minha carga, dois sapatos largos e sujos, tamanhos, o direito esfregando-se na guia para se livrar do barro. Meu sangue parou e todo meu corpo também. Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas. O medo grudava-me no céu da boca um gosto indeciso entre o morno e o frio. Qualquer coisa amarga em uma colher: toma, minha filha, vai te fazer bem. Eram os sapatos de meu pai. Por tudo que sei dele, eram os sapatos de meu pai.

       Já não sei se o que me resta dele, de meu pai, são reminiscências minhas, situações que eu mesma vivi, ou são as lembranças de minha mãe, casos que ela me contava com olhos brilhantes, muitas vezes de lágrimas, outras vezes de pura paixão.

       Paralisada no meio do caminho, não conseguia desgrudar os olhos daquele sapato embarrado esfregando-se na quina da guia. A garoa apertava mais densa, e um pequeno córrego escorria pelo meio-fio. Quase alegre. A poucos metros abaixo, entretanto, sem nenhuma resistência, despejava-se na boca de lobo e sumia na face escura da sexta-feira. Lá embaixo.

(BRAFF, Menalton. A coleira no pescoço. São Paulo: Bertrand Brasil. p. 77-80. Fragmento.)
O conectivo destacado em “Só meus olhos mantinham alguma vida, mas que não ousavam subir além de dois palmos das pernas.” (2º§) correlaciona ideias introduzindo o valor semântico de: 
Alternativas
Q3260694 Português

Transplantes: uma doação de vida 


    Entre janeiro e junho, o país registrou uma média de 19 doadores por milhão de habitantes. O número foi divulgado pela Associação Brasileira de Doação de Órgãos nesta quinta-feira. O Brasil bateu o recorde de doações de órgãos no primeiro semestre de 2023.

    No caso do coração, a taxa passou de 1,7 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 2,0 neste ano, enquanto o de fígado foi de 10 para 10,9 no mesmo período. Por outro lado, a taxa de doadores de pulmão caiu de 0,5 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 0,3 neste ano.

    A atleta e professora de educação física Liége Gautério teve fibrose pulmonar, uma condição grave que a obrigou a receber um novo pulmão. Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos. "Depois do transplante, então, eu reescrevi a minha história. Eu transplantei o pulmão esquerdo. O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona. Então, eu me tornei atleta com um pulmão em funcionamento. A questão não é pensar em doação de órgãos como a partida e a morte, mas sim a possibilidade de dar vida", afirma.

    O levantamento também mostrou que a quantidade de recusa das famílias aumentou em relação aos últimos anos. Pela legislação brasileira, a doação só acontece se o paciente tiver o diagnóstico de morte cerebral e a família autorizar o procedimento. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Doação de Órgãos, Gustavo Ferreira, quase 50% das famílias ainda se negam a fazer o procedimento. "Falta de conhecimento, primeiro, da importância da doação de órgãos, que isso é que salva vidas. Só existe transplante se existe doação. E ter, hoje, uma recusa da ordem de 49%, a gente poderia estar atingindo ainda mais pacientes com a oportunidade de transplantar se a gente reduzisse essa recusa. Ou seja: a cada duas doações que a gente poderia estar tendo hoje, somente uma efetivamente está ocorrendo", diz. Outros motivos para que a doação não acontecesse incluem contraindicação médica, parada cardíaca e morte encefálica não confirmada.

    Ao todo, foram realizados quase 4,3 mil e de órgãos de janeiro a junho. O rim lidera a lista, com dois mil e novecentos transplantes. De acordo com a associação, isso se explica pelo fato de que um rim pode ser doado por uma pessoa em vida. Em segundo lugar está o fígado, com mais de mil e cem transplantes, sendo 85 vindos de pacientes vivos. É possível doar em vida até 70% do órgão.

    Atualmente, a lista de espera para o transplante de órgãos é de quase cinquenta e sete mil e quatrocentas pessoas ativas. Mais de 1,3 mil pessoas precisam de um fígado, trezentas pessoas de coração, e quase vinte e quatro mil pessoas precisam de córnea.


Fonte: Transplantes: uma doação de vida | Saúde | cbn 

Assinale a alternativa que apresente a relação de sentido estabelecida pela oração subordinada em destaque no período: “Só existe transplante se existe doação”.
Alternativas
Q3260693 Português

Transplantes: uma doação de vida 


    Entre janeiro e junho, o país registrou uma média de 19 doadores por milhão de habitantes. O número foi divulgado pela Associação Brasileira de Doação de Órgãos nesta quinta-feira. O Brasil bateu o recorde de doações de órgãos no primeiro semestre de 2023.

    No caso do coração, a taxa passou de 1,7 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 2,0 neste ano, enquanto o de fígado foi de 10 para 10,9 no mesmo período. Por outro lado, a taxa de doadores de pulmão caiu de 0,5 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 0,3 neste ano.

    A atleta e professora de educação física Liége Gautério teve fibrose pulmonar, uma condição grave que a obrigou a receber um novo pulmão. Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos. "Depois do transplante, então, eu reescrevi a minha história. Eu transplantei o pulmão esquerdo. O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona. Então, eu me tornei atleta com um pulmão em funcionamento. A questão não é pensar em doação de órgãos como a partida e a morte, mas sim a possibilidade de dar vida", afirma.

    O levantamento também mostrou que a quantidade de recusa das famílias aumentou em relação aos últimos anos. Pela legislação brasileira, a doação só acontece se o paciente tiver o diagnóstico de morte cerebral e a família autorizar o procedimento. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Doação de Órgãos, Gustavo Ferreira, quase 50% das famílias ainda se negam a fazer o procedimento. "Falta de conhecimento, primeiro, da importância da doação de órgãos, que isso é que salva vidas. Só existe transplante se existe doação. E ter, hoje, uma recusa da ordem de 49%, a gente poderia estar atingindo ainda mais pacientes com a oportunidade de transplantar se a gente reduzisse essa recusa. Ou seja: a cada duas doações que a gente poderia estar tendo hoje, somente uma efetivamente está ocorrendo", diz. Outros motivos para que a doação não acontecesse incluem contraindicação médica, parada cardíaca e morte encefálica não confirmada.

    Ao todo, foram realizados quase 4,3 mil e de órgãos de janeiro a junho. O rim lidera a lista, com dois mil e novecentos transplantes. De acordo com a associação, isso se explica pelo fato de que um rim pode ser doado por uma pessoa em vida. Em segundo lugar está o fígado, com mais de mil e cem transplantes, sendo 85 vindos de pacientes vivos. É possível doar em vida até 70% do órgão.

    Atualmente, a lista de espera para o transplante de órgãos é de quase cinquenta e sete mil e quatrocentas pessoas ativas. Mais de 1,3 mil pessoas precisam de um fígado, trezentas pessoas de coração, e quase vinte e quatro mil pessoas precisam de córnea.


Fonte: Transplantes: uma doação de vida | Saúde | cbn 

Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: “Eu transplantei o pulmão esquerdo”
Alternativas
Q3260692 Português

Transplantes: uma doação de vida 


    Entre janeiro e junho, o país registrou uma média de 19 doadores por milhão de habitantes. O número foi divulgado pela Associação Brasileira de Doação de Órgãos nesta quinta-feira. O Brasil bateu o recorde de doações de órgãos no primeiro semestre de 2023.

    No caso do coração, a taxa passou de 1,7 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 2,0 neste ano, enquanto o de fígado foi de 10 para 10,9 no mesmo período. Por outro lado, a taxa de doadores de pulmão caiu de 0,5 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 0,3 neste ano.

    A atleta e professora de educação física Liége Gautério teve fibrose pulmonar, uma condição grave que a obrigou a receber um novo pulmão. Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos. "Depois do transplante, então, eu reescrevi a minha história. Eu transplantei o pulmão esquerdo. O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona. Então, eu me tornei atleta com um pulmão em funcionamento. A questão não é pensar em doação de órgãos como a partida e a morte, mas sim a possibilidade de dar vida", afirma.

    O levantamento também mostrou que a quantidade de recusa das famílias aumentou em relação aos últimos anos. Pela legislação brasileira, a doação só acontece se o paciente tiver o diagnóstico de morte cerebral e a família autorizar o procedimento. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Doação de Órgãos, Gustavo Ferreira, quase 50% das famílias ainda se negam a fazer o procedimento. "Falta de conhecimento, primeiro, da importância da doação de órgãos, que isso é que salva vidas. Só existe transplante se existe doação. E ter, hoje, uma recusa da ordem de 49%, a gente poderia estar atingindo ainda mais pacientes com a oportunidade de transplantar se a gente reduzisse essa recusa. Ou seja: a cada duas doações que a gente poderia estar tendo hoje, somente uma efetivamente está ocorrendo", diz. Outros motivos para que a doação não acontecesse incluem contraindicação médica, parada cardíaca e morte encefálica não confirmada.

    Ao todo, foram realizados quase 4,3 mil e de órgãos de janeiro a junho. O rim lidera a lista, com dois mil e novecentos transplantes. De acordo com a associação, isso se explica pelo fato de que um rim pode ser doado por uma pessoa em vida. Em segundo lugar está o fígado, com mais de mil e cem transplantes, sendo 85 vindos de pacientes vivos. É possível doar em vida até 70% do órgão.

    Atualmente, a lista de espera para o transplante de órgãos é de quase cinquenta e sete mil e quatrocentas pessoas ativas. Mais de 1,3 mil pessoas precisam de um fígado, trezentas pessoas de coração, e quase vinte e quatro mil pessoas precisam de córnea.


Fonte: Transplantes: uma doação de vida | Saúde | cbn 

Assinale a alternativa que apresente a justificativa para o emprego da vírgula no período: “O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona”.
Alternativas
Q3260691 Português

Transplantes: uma doação de vida 


    Entre janeiro e junho, o país registrou uma média de 19 doadores por milhão de habitantes. O número foi divulgado pela Associação Brasileira de Doação de Órgãos nesta quinta-feira. O Brasil bateu o recorde de doações de órgãos no primeiro semestre de 2023.

    No caso do coração, a taxa passou de 1,7 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 2,0 neste ano, enquanto o de fígado foi de 10 para 10,9 no mesmo período. Por outro lado, a taxa de doadores de pulmão caiu de 0,5 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 0,3 neste ano.

    A atleta e professora de educação física Liége Gautério teve fibrose pulmonar, uma condição grave que a obrigou a receber um novo pulmão. Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos. "Depois do transplante, então, eu reescrevi a minha história. Eu transplantei o pulmão esquerdo. O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona. Então, eu me tornei atleta com um pulmão em funcionamento. A questão não é pensar em doação de órgãos como a partida e a morte, mas sim a possibilidade de dar vida", afirma.

    O levantamento também mostrou que a quantidade de recusa das famílias aumentou em relação aos últimos anos. Pela legislação brasileira, a doação só acontece se o paciente tiver o diagnóstico de morte cerebral e a família autorizar o procedimento. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Doação de Órgãos, Gustavo Ferreira, quase 50% das famílias ainda se negam a fazer o procedimento. "Falta de conhecimento, primeiro, da importância da doação de órgãos, que isso é que salva vidas. Só existe transplante se existe doação. E ter, hoje, uma recusa da ordem de 49%, a gente poderia estar atingindo ainda mais pacientes com a oportunidade de transplantar se a gente reduzisse essa recusa. Ou seja: a cada duas doações que a gente poderia estar tendo hoje, somente uma efetivamente está ocorrendo", diz. Outros motivos para que a doação não acontecesse incluem contraindicação médica, parada cardíaca e morte encefálica não confirmada.

    Ao todo, foram realizados quase 4,3 mil e de órgãos de janeiro a junho. O rim lidera a lista, com dois mil e novecentos transplantes. De acordo com a associação, isso se explica pelo fato de que um rim pode ser doado por uma pessoa em vida. Em segundo lugar está o fígado, com mais de mil e cem transplantes, sendo 85 vindos de pacientes vivos. É possível doar em vida até 70% do órgão.

    Atualmente, a lista de espera para o transplante de órgãos é de quase cinquenta e sete mil e quatrocentas pessoas ativas. Mais de 1,3 mil pessoas precisam de um fígado, trezentas pessoas de coração, e quase vinte e quatro mil pessoas precisam de córnea.


Fonte: Transplantes: uma doação de vida | Saúde | cbn 

Assinale a alternativa cuja palavra possua prefixo em sua estrutura: 
Alternativas
Q3260688 Português

Transplantes: uma doação de vida 


    Entre janeiro e junho, o país registrou uma média de 19 doadores por milhão de habitantes. O número foi divulgado pela Associação Brasileira de Doação de Órgãos nesta quinta-feira. O Brasil bateu o recorde de doações de órgãos no primeiro semestre de 2023.

    No caso do coração, a taxa passou de 1,7 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 2,0 neste ano, enquanto o de fígado foi de 10 para 10,9 no mesmo período. Por outro lado, a taxa de doadores de pulmão caiu de 0,5 transplante por milhão de habitantes em 2022 para 0,3 neste ano.

    A atleta e professora de educação física Liége Gautério teve fibrose pulmonar, uma condição grave que a obrigou a receber um novo pulmão. Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos. "Depois do transplante, então, eu reescrevi a minha história. Eu transplantei o pulmão esquerdo. O direito ainda continua comigo, mas ele já não funciona. Então, eu me tornei atleta com um pulmão em funcionamento. A questão não é pensar em doação de órgãos como a partida e a morte, mas sim a possibilidade de dar vida", afirma.

    O levantamento também mostrou que a quantidade de recusa das famílias aumentou em relação aos últimos anos. Pela legislação brasileira, a doação só acontece se o paciente tiver o diagnóstico de morte cerebral e a família autorizar o procedimento. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Doação de Órgãos, Gustavo Ferreira, quase 50% das famílias ainda se negam a fazer o procedimento. "Falta de conhecimento, primeiro, da importância da doação de órgãos, que isso é que salva vidas. Só existe transplante se existe doação. E ter, hoje, uma recusa da ordem de 49%, a gente poderia estar atingindo ainda mais pacientes com a oportunidade de transplantar se a gente reduzisse essa recusa. Ou seja: a cada duas doações que a gente poderia estar tendo hoje, somente uma efetivamente está ocorrendo", diz. Outros motivos para que a doação não acontecesse incluem contraindicação médica, parada cardíaca e morte encefálica não confirmada.

    Ao todo, foram realizados quase 4,3 mil e de órgãos de janeiro a junho. O rim lidera a lista, com dois mil e novecentos transplantes. De acordo com a associação, isso se explica pelo fato de que um rim pode ser doado por uma pessoa em vida. Em segundo lugar está o fígado, com mais de mil e cem transplantes, sendo 85 vindos de pacientes vivos. É possível doar em vida até 70% do órgão.

    Atualmente, a lista de espera para o transplante de órgãos é de quase cinquenta e sete mil e quatrocentas pessoas ativas. Mais de 1,3 mil pessoas precisam de um fígado, trezentas pessoas de coração, e quase vinte e quatro mil pessoas precisam de córnea.


Fonte: Transplantes: uma doação de vida | Saúde | cbn 

Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “Hoje, ela é bicampeã mundial no atletismo na categoria dos 100 metros rasos”.
Alternativas
Q3260419 Português
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
“O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio” (4º parágrafo). As duas partes principais da frase são unidas pela expressão “à medida que” com o valor semântico de: 
Alternativas
Q3260415 Português
O país dos não leitores

        São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

        Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

        O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância? Não sei.

        Só sei que fracassamos.
Ruy Castro
(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
A frase que se encontra formulada na voz passiva é:
Alternativas
Q3260107 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: “As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95”.
Alternativas
Q3260106 Português
Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público

    Uma passagem secreta do século 13 que liga o Castel Sant’Angelo, em Roma, ao Vaticano foi reaberta ao público depois de seis anos sem receber visitantes. Após obras de restauros, o icônico corredor de 800 metros passa a receber visitas guiadas diurnas e noturnas.
    Construído como uma passagem segura aos Papas, sendo usado para propósitos de defesa e como rota de fuga, o Passetto di Borgo liga a Torre del Mascherino, na Piazza della Città Leonina, ao Bastione San Marco, no Castel Sant’Angelo.
    A visita é alternada em dois níveis: um superior descoberto, que garante vistas panorâmicas do entorno de Roma e do Vaticano, e um inferior coberto que serviu como a real passagem secreta dos Papas. A entrada inicia-se na Piazza della Città Leonina e termina no bastião do castelo, onde visitantes contam com uma exposição com obras e objetos que narram acontecimentos históricos ligados ao Passetto e ao Castel Sant’Angelo.
    Erguido originalmente no século 2 como um mausoléu para o imperador Adriano, o Castel Sant’Angelo foi convertido em uma fortaleza militar, já que possui uma localização estratégica às margens do rio Tibre. Ao longo do tempo, a fortificação passou por vários usos, desde residência papal, prisão e até um luxuoso palácio. Em 1277, sob olhar do Papa Nicolau III, a ligação com o Vaticano foi construída com o objetivo de garantir uma passagem segura aos Papas entre os dois endereços. Com o tempo, algumas intervenções mudaram o aspecto do local, a exemplo da adição de uma passagem coberta, similar ao corredor que pode ser encontrado hoje.
    As visitas guiadas dão conta de narrar toda a história do local, feitas ao lado de arqueólogos e historiadores da arte. São três modalidades à venda: uma visita guiada diurna somente no Passetto di Borgo; uma visita diurna que compreende o Passetto e também o Castel Sant’Angelo; e uma visita noturna especial no Passetto e na fortaleza fechada ao grupo, sem a presença de outros visitantes.
    As visitas guiadas são realizadas em grupos de 25 pessoas e saem pelo valor a partir de 16 euros, cerca de R$ 95. Os ingressos podem ser adquiridos online. Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos.
    Hoje, a fortaleza abriga um museu que conta a história do local, em que os visitantes podem conferir as antigas salas do mausoléu, as celas da prisão, os apartamentos papais e os terraços. Além da história, o local também foi imortalizado em filmes populares, servindo como pano de fundo para cenas de “007 – Spectre”, “Anjos e Demônios” e “A Princesa e o Plebeu”.

Fonte: Passagem secreta dos papas em Roma é reaberta ao público | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: “Segundo a Direção Geral de Museus da Itália, um financiamento de 2,5 milhões de euros, cerca de R$ 15 milhões, permitirá futuras melhorias na ligação secreta e ao Castel Sant’Angelo, com novas intervenções previstas para os próximos três anos”.
Alternativas
Q3260047 Português
Acordado à noite e cansado pela manhã? Veja como regular seu sono


     Sentir-se cansado no momento “errado” é uma queixa comum que os pacientes compartilham com seus médicos do sono, segundo Sonja Schütz, neurologista especializada em medicina do sono e professora associada de neurologia da Escola de Medicina da Universidade de Michigan.

    Frequentemente, uma pessoa que luta com esse problema pode ser vista como preguiçosa, especialmente quando a questão é comumente observada em adolescentes, segundo Allison Harvey, professora de psicologia e diretora da Clínica de Pesquisa do Sono e Humor Golden Bear da Universidade da Califórnia, Berkeley.

      Mas o problema não é indicativo de força de vontade ou falta dela, e sim um sinal de que alguém pode estar lidando com uma questão como má higiene do sono, sono perturbado durante a noite ou um distúrbio do sono subjacente, segundo Schütz. Vale a pena encontrar a fonte dos problemas, já que ter um sono de qualidade é essencial para a saúde geral e a capacidade de funcionamento de uma pessoa.

     “Dormir e ter um sistema circadiano regularizado (o relógio biológico interno de 24 horas de uma pessoa) é essencial para nossa saúde mental, nossa saúde física, nossa saúde cognitiva — nossa capacidade de pensar, resolver problemas, ser criativo — e também nossa saúde social e comportamental”, diz Harvey. “Quando dormimos bem, temos menos probabilidade de assumir riscos, ser impulsivos, e temos mais probabilidade de nos dar bem com as pessoas.”

      Se alguém consistentemente acorda cansado, primeiro precisa começar a rastrear seus padrões de sono — quando vai para a cama todas as noites e quando acorda, de acordo com Michelle Drerup, diretora do programa de medicina comportamental do sono no Centro de Distúrbios do Sono da Clínica Cleveland em Ohio.

     Provavelmente, o problema pode ser que o ritmo circadiano de alguém está deslocado, fazendo com que produza melatonina mais tarde do que o horário em que precisa dormir. Pela manhã, essa melatonina ainda pode estar em modo de produção, causando inércia do sono, um estado temporário de sonolência ao acordar, acrescentou ela.

    Ser uma pessoa noturna ou madrugadora, que são descritores comuns do cronotipo de uma pessoa, está diretamente correlacionado ao ritmo circadiano e à inclinação natural do corpo para dormir ou estar alerta em certos momentos do dia. Para ajustar isso para se adequar melhor ao horário de trabalho de alguém, a consistência é fundamental, segundo Harvey. Mas o ciclo sono-vigília leva tempo para ser ajustado e não pode ser feito em grandes incrementos — Harvey recomenda ir dormir 15 a 30 minutos mais cedo a cada noite até que seu corpo se ajuste ao horário necessário.

    Nos fins de semana, as pessoas que estão consistentemente cansadas durante a semana tendem a dormir até mais tarde, mas essa mudança de rotina só tornará mais difícil acordar quando a segunda-feira chegar, de acordo com Drerup. Ela recomenda que uma pessoa mantenha seu horário habitual e não durma mais do que uma hora além do seu horário normal de despertar durante a semana.

   Outros hábitos importantes de higiene do sono a serem considerados incluem o quão tarde alguém está consumindo cafeína e certos alimentos, seus hábitos de tempo de tela e o tipo de mídia que estão usando antes de dormir que podem ser estimulantes ou causar ansiedade, diz Drerup. Para uma melhor rotina de relaxamento, procure desligar os eletrônicos uma ou duas horas antes de dormir, diminua as luzes da casa e faça uma atividade calmante como ler, segundo Schütz. Da mesma forma, os adolescentes tendem a fazer várias atividades diferentes antes de dormir, como dever de casa e usar redes sociais, o que pode dificultar o relaxamento, especialmente quando estão transitando para uma idade em que têm menos sono profundo do que quando eram crianças, completa Harvey.

    Especialistas concordam que a quantidade recomendada de sono para adultos é de sete a nove horas por noite, mas isso pode variar ligeiramente de pessoa para pessoa, diz Schütz. “É muito comum que as pessoas estejam privadas de sono sem perceber, porque seu corpo precisa de pelo menos nove horas para se sentir realmente descansado.”


Fonte: Acordado à noite e cansado pela manhã? Veja como regular seu sono | CNN Brasil


Considerando o seguinte período do texto: “Ela recomenda que uma pessoa mantenha seu horário habitual e não durma mais do que uma hora além do seu horário normal de despertar durante a semana”, qual a alternativa que apresenta a função sintática exercida pelo termo em destaque:
Alternativas
Q3260046 Português
Acordado à noite e cansado pela manhã? Veja como regular seu sono


     Sentir-se cansado no momento “errado” é uma queixa comum que os pacientes compartilham com seus médicos do sono, segundo Sonja Schütz, neurologista especializada em medicina do sono e professora associada de neurologia da Escola de Medicina da Universidade de Michigan.

    Frequentemente, uma pessoa que luta com esse problema pode ser vista como preguiçosa, especialmente quando a questão é comumente observada em adolescentes, segundo Allison Harvey, professora de psicologia e diretora da Clínica de Pesquisa do Sono e Humor Golden Bear da Universidade da Califórnia, Berkeley.

      Mas o problema não é indicativo de força de vontade ou falta dela, e sim um sinal de que alguém pode estar lidando com uma questão como má higiene do sono, sono perturbado durante a noite ou um distúrbio do sono subjacente, segundo Schütz. Vale a pena encontrar a fonte dos problemas, já que ter um sono de qualidade é essencial para a saúde geral e a capacidade de funcionamento de uma pessoa.

     “Dormir e ter um sistema circadiano regularizado (o relógio biológico interno de 24 horas de uma pessoa) é essencial para nossa saúde mental, nossa saúde física, nossa saúde cognitiva — nossa capacidade de pensar, resolver problemas, ser criativo — e também nossa saúde social e comportamental”, diz Harvey. “Quando dormimos bem, temos menos probabilidade de assumir riscos, ser impulsivos, e temos mais probabilidade de nos dar bem com as pessoas.”

      Se alguém consistentemente acorda cansado, primeiro precisa começar a rastrear seus padrões de sono — quando vai para a cama todas as noites e quando acorda, de acordo com Michelle Drerup, diretora do programa de medicina comportamental do sono no Centro de Distúrbios do Sono da Clínica Cleveland em Ohio.

     Provavelmente, o problema pode ser que o ritmo circadiano de alguém está deslocado, fazendo com que produza melatonina mais tarde do que o horário em que precisa dormir. Pela manhã, essa melatonina ainda pode estar em modo de produção, causando inércia do sono, um estado temporário de sonolência ao acordar, acrescentou ela.

    Ser uma pessoa noturna ou madrugadora, que são descritores comuns do cronotipo de uma pessoa, está diretamente correlacionado ao ritmo circadiano e à inclinação natural do corpo para dormir ou estar alerta em certos momentos do dia. Para ajustar isso para se adequar melhor ao horário de trabalho de alguém, a consistência é fundamental, segundo Harvey. Mas o ciclo sono-vigília leva tempo para ser ajustado e não pode ser feito em grandes incrementos — Harvey recomenda ir dormir 15 a 30 minutos mais cedo a cada noite até que seu corpo se ajuste ao horário necessário.

    Nos fins de semana, as pessoas que estão consistentemente cansadas durante a semana tendem a dormir até mais tarde, mas essa mudança de rotina só tornará mais difícil acordar quando a segunda-feira chegar, de acordo com Drerup. Ela recomenda que uma pessoa mantenha seu horário habitual e não durma mais do que uma hora além do seu horário normal de despertar durante a semana.

   Outros hábitos importantes de higiene do sono a serem considerados incluem o quão tarde alguém está consumindo cafeína e certos alimentos, seus hábitos de tempo de tela e o tipo de mídia que estão usando antes de dormir que podem ser estimulantes ou causar ansiedade, diz Drerup. Para uma melhor rotina de relaxamento, procure desligar os eletrônicos uma ou duas horas antes de dormir, diminua as luzes da casa e faça uma atividade calmante como ler, segundo Schütz. Da mesma forma, os adolescentes tendem a fazer várias atividades diferentes antes de dormir, como dever de casa e usar redes sociais, o que pode dificultar o relaxamento, especialmente quando estão transitando para uma idade em que têm menos sono profundo do que quando eram crianças, completa Harvey.

    Especialistas concordam que a quantidade recomendada de sono para adultos é de sete a nove horas por noite, mas isso pode variar ligeiramente de pessoa para pessoa, diz Schütz. “É muito comum que as pessoas estejam privadas de sono sem perceber, porque seu corpo precisa de pelo menos nove horas para se sentir realmente descansado.”


Fonte: Acordado à noite e cansado pela manhã? Veja como regular seu sono | CNN Brasil


Assinale qual alternativa apresenta termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto:
“Nos fins de semana, as pessoas que estão consistentemente cansadas durante a semana tendem a dormir até mais tarde, mas essa mudança de rotina só tornará mais difícil acordar quando a segunda-feira chegar, de acordo com Drerup”.
Alternativas
Q3260044 Português
Acordado à noite e cansado pela manhã? Veja como regular seu sono


     Sentir-se cansado no momento “errado” é uma queixa comum que os pacientes compartilham com seus médicos do sono, segundo Sonja Schütz, neurologista especializada em medicina do sono e professora associada de neurologia da Escola de Medicina da Universidade de Michigan.

    Frequentemente, uma pessoa que luta com esse problema pode ser vista como preguiçosa, especialmente quando a questão é comumente observada em adolescentes, segundo Allison Harvey, professora de psicologia e diretora da Clínica de Pesquisa do Sono e Humor Golden Bear da Universidade da Califórnia, Berkeley.

      Mas o problema não é indicativo de força de vontade ou falta dela, e sim um sinal de que alguém pode estar lidando com uma questão como má higiene do sono, sono perturbado durante a noite ou um distúrbio do sono subjacente, segundo Schütz. Vale a pena encontrar a fonte dos problemas, já que ter um sono de qualidade é essencial para a saúde geral e a capacidade de funcionamento de uma pessoa.

     “Dormir e ter um sistema circadiano regularizado (o relógio biológico interno de 24 horas de uma pessoa) é essencial para nossa saúde mental, nossa saúde física, nossa saúde cognitiva — nossa capacidade de pensar, resolver problemas, ser criativo — e também nossa saúde social e comportamental”, diz Harvey. “Quando dormimos bem, temos menos probabilidade de assumir riscos, ser impulsivos, e temos mais probabilidade de nos dar bem com as pessoas.”

      Se alguém consistentemente acorda cansado, primeiro precisa começar a rastrear seus padrões de sono — quando vai para a cama todas as noites e quando acorda, de acordo com Michelle Drerup, diretora do programa de medicina comportamental do sono no Centro de Distúrbios do Sono da Clínica Cleveland em Ohio.

     Provavelmente, o problema pode ser que o ritmo circadiano de alguém está deslocado, fazendo com que produza melatonina mais tarde do que o horário em que precisa dormir. Pela manhã, essa melatonina ainda pode estar em modo de produção, causando inércia do sono, um estado temporário de sonolência ao acordar, acrescentou ela.

    Ser uma pessoa noturna ou madrugadora, que são descritores comuns do cronotipo de uma pessoa, está diretamente correlacionado ao ritmo circadiano e à inclinação natural do corpo para dormir ou estar alerta em certos momentos do dia. Para ajustar isso para se adequar melhor ao horário de trabalho de alguém, a consistência é fundamental, segundo Harvey. Mas o ciclo sono-vigília leva tempo para ser ajustado e não pode ser feito em grandes incrementos — Harvey recomenda ir dormir 15 a 30 minutos mais cedo a cada noite até que seu corpo se ajuste ao horário necessário.

    Nos fins de semana, as pessoas que estão consistentemente cansadas durante a semana tendem a dormir até mais tarde, mas essa mudança de rotina só tornará mais difícil acordar quando a segunda-feira chegar, de acordo com Drerup. Ela recomenda que uma pessoa mantenha seu horário habitual e não durma mais do que uma hora além do seu horário normal de despertar durante a semana.

   Outros hábitos importantes de higiene do sono a serem considerados incluem o quão tarde alguém está consumindo cafeína e certos alimentos, seus hábitos de tempo de tela e o tipo de mídia que estão usando antes de dormir que podem ser estimulantes ou causar ansiedade, diz Drerup. Para uma melhor rotina de relaxamento, procure desligar os eletrônicos uma ou duas horas antes de dormir, diminua as luzes da casa e faça uma atividade calmante como ler, segundo Schütz. Da mesma forma, os adolescentes tendem a fazer várias atividades diferentes antes de dormir, como dever de casa e usar redes sociais, o que pode dificultar o relaxamento, especialmente quando estão transitando para uma idade em que têm menos sono profundo do que quando eram crianças, completa Harvey.

    Especialistas concordam que a quantidade recomendada de sono para adultos é de sete a nove horas por noite, mas isso pode variar ligeiramente de pessoa para pessoa, diz Schütz. “É muito comum que as pessoas estejam privadas de sono sem perceber, porque seu corpo precisa de pelo menos nove horas para se sentir realmente descansado.”


Fonte: Acordado à noite e cansado pela manhã? Veja como regular seu sono | CNN Brasil


Considerando o período:

“Se alguém consistentemente acorda cansado, primeiro precisa começar a rastrear seus padrões de sono — quando vai para a cama todas as noites e quando acorda, de acordo com Michelle Drerup, diretora do programa de medicina comportamental do sono no Centro de Distúrbios do Sono da Clínica Cleveland em Ohio”.

Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelos termos em destaque:
Alternativas
Q3259901 Português
O bonde do tigrinho

Os números indicam que os brasileiros se tornaram usuários pesadíssimos das plataformas de apostas, as chamadas bets. Em 2022, ano da estatística mais recente disponível, o Brasil foi o campeão mundial.

O volume de apostas chegou a tal ponto que a economia está sentindo o baque. Empresário do setor alimentício disse que clientes de baixa renda estão comprando menos comida porque dedicam parte de seus ganhos aos aplicativos de apostas. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes relaciona a queda do faturamento do setor ao mesmo motivo. Além disso, cresceram os índices de inadimplência e o endividamento das famílias mais pobres.

Para provocar tamanho estrago, as bets movimentam uma máquina de propaganda de alta potência.

Em 2024, a ministra da Saúde anunciou que o vício em apostas era uma pandemia. Com a explosão das bets, triplicou o número de pessoas que procuram ajuda no Programa Ambulatorial do Jogo (Pro-Amjo) do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo. A necessidade de ampliar o acesso fará a equipe retomar a estratégia adotada durante o auge da crise do vício em bingos, em 1998: as sessões coletivas. Segundo um psiquiatra atuante nesse Instituto, era previsível que as bets causariam grande problema no país, tanto mais ao se associarem ao futebol, esporte onipresente na vida dos brasileiros. O psiquiatra explica, ainda, que as redes sociais são um convite à dependência, com o mecanismo das curtidas, o uso do algoritmo e a ferramenta de rolagem, que permite deslizar a tela infinitamente.

Todavia, diante da regulamentação do setor, da correria do governo e do alarido do Congresso para enfrentar os estragos da jogatina, o mercado publicitário on-line continua adotando a modalidade de cachês milionários para influenciadores digitais. 

Batista Jr., João e Medina, Alessandra. “O bonde do tigrinho. Como os influenciadores ganharam fortunas e ajudaram as bets a produzir a pandemia do vício”. In: Piauí. Edição 220, Janeiro 2025. Págs. 14-20. Excerto adaptado. Disponível para assinantes em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/obonde-do-tigrinho-bets/ 
A frase “Todavia“, diante da regulamentação do setor...”, do parágrafo final do texto, tem sentido muito alterado, caso se substitua o conector que a inicia por:  
Alternativas
Q3259128 Português
A alternativa que apresenta adequação quanto à concordância é:
Alternativas
Q3259127 Português
Por um breve instante Marcelo deteve em tia Olívia o olhar frio sem nexo. Chegou a esboçar um sorriso, aquele mesmo sorriso que tivera quando Madrinha, na sua ingênua excitação, nos apresentou a ambos, “pronto, Marcelo, aí está sua priminha, agora vocês poderão brincar juntos”. Ele então apertou um pouco os olhos. E sorriu.” (Lygia Fagundes Telles – com adaptações)

No fragmento acima, os termos destacados exercem a função, respectivamente, de:
Alternativas
Q3259126 Português
A alternativa que apresenta um período composto com uma oração coordenada que transmite ideia de oposição em relação a outra oração é:
Alternativas
Q3259124 Português
O termo destacado está corretamente analisado em:
Alternativas
Respostas
9321: B
9322: D
9323: A
9324: A
9325: D
9326: C
9327: E
9328: C
9329: B
9330: D
9331: A
9332: C
9333: A
9334: E
9335: C
9336: B
9337: A
9338: C
9339: B
9340: D