Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Qual o impacto da tecnologia no setor de serviços?
Os termos destacados no trecho, sintática e respectivamente, exercem a função de:
Qual o impacto da tecnologia no setor de serviços?
Analise a concordância estabelecida no trecho e julgue as afirmativas, marcando (V) as verdadeiras e (F) as falsas:
(__)Quando o sujeito é formado por uma expressão no singular e outra no plural, o verbo pode concordar tanto com o termo no singular, como em 'está' concordando com 'setor', quanto com o termo no plural, concordando com 'serviços'.
(__)A regra de concordância estabelecida com a forma verbal 'está' também pode ser observada em 'O nível de inadimplências elevam os cuidados dos comerciantes'.
(__)As formas verbais 'realizando' e 'está' compartilham o mesmo sujeito; no entanto, no segundo caso, ele está oculto.
(__)A expressão 'atendimento' é o núcleo do sujeito do verbo 'realizar', por essa razão o verbo está flexionado no singular.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
“(...) pela manhã dera logo as providências para que tudo voltasse aos seus eixos o mais depressa possível.” (O Cortiço, de Aluísio Azevedo)
Mantendo-se o mesmo sentido, a expressão destacada no trecho anterior pode ser substituída adequadamente por:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Servidor certo no lugar certo: Perfil Profissiográfico é destaque na estratégia do MGI para valorizar competências
Imagina começar em um novo trabalho e já ser direcionado para uma área que tem tudo a ver com o seu perfil, suas experiências e seus interesses. Parece ideal, certo? Pois essa é justamente a proposta do Perfil Profissiográfico, uma nova ferramenta desenvolvida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), que busca proporcionar alocações mais eficientes e humanas no serviço público.
A iniciativa começou com o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), que vai levar milhares de novos servidores para órgãos públicos federais. Com tanta gente entrando ao mesmo tempo — em alguns casos, centenas de pessoas por órgão — surgiu a necessidade de um jeito mais inteligente e justo de fazer as alocações.
"Nosso objetivo era encontrar uma forma de aproveitar melhor o potencial que cada servidor traz, de modo alinhado às necessidades dos órgãos públicos", explica Janice Oliveira Godinho, Coordenadora de Gestão de Informações e Conhecimento em Concursos e Provimentos da SGP/MGI.
O que é, afinal, o Perfil Profissiográfico?
É uma ferramenta digital que cruza os dados do currículo e as respostas a um questionário feito pelo servidor recém-aprovado, com os perfis de vagas informados previamente pelos órgãos. O resultado é um Relatório Individual de Subsídio à Alocação, o chamado RISA, que sugere onde aquele servidor pode ser melhor aproveitado.
Esse relatório mostra quais áreas têm mais a ver com o que o servidor sabe fazer, com suas formações e até com o que ele tem vontade de aprender. Ele também orienta os gestores sobre onde aquele servidor poderia atuar com mais eficácia e até indica quando um treinamento pode ser necessário. "Quando a pessoa atua em uma área com a qual se identifica, seu desempenho tende a ser melhor. Além disso, aumentam as chances de permanência e satisfação no cargo", ressalta Janice.
O desenvolvimento do Perfil Profissiográfico contou com o apoio técnico e científico da Universidade de Brasília (UnB). Pesquisadores da área de Psicologia Social e do Trabalho participaram voluntariamente da construção da metodologia e da validação dos relatórios gerados. "Essa parceria com a UnB foi essencial para dar rigor acadêmico ao processo, garantindo que a ferramenta tivesse base sólida e pudesse, de fato, refletir o potencial de cada servidor de forma justa e criteriosa", explica Janice.
Como funciona na prática?
O servidor ou servidora responde a um questionário profissiográfico no momento da posse, via SOUGOV. As informações são analisadas por um sistema com base em critérios pré-definidos e com uso de inteligência artificial. Esse sistema cruza os dados com os perfis de cargos previamente coletados junto aos 21 órgãos que vão receber os servidores do CPNU.
O relatório final é entregue ao setor de gestão de pessoas do órgão. Lá, o gestor pode visualizar os dados e tomar decisões com mais embasamento e agilidade. Tudo é feito por meio da plataforma Sigepe Oportunidades, de forma segura e digital.
Janice destaca que o sistema é um apoio à decisão, e não um limitador: "Ele não obriga a alocação do servidor em determinada área. Mas oferece ao gestor uma bússola, um mapa com informações que antes eram difíceis de reunir. É uma forma mais inteligente e respeitosa de começar essa jornada", ressalta.
Embora tenha nascido como uma solução para o Concurso Nacional Unificado, o Perfil Profissiográfico poderá ser adotado por qualquer órgão público que deseje melhorar seus processos de alocação e gestão de pessoas. A ferramenta já despertou interesse em outras instituições e está pronta para ser usada em seleções futuras, inclusive no CPNU 2.
"É a primeira vez que o governo federal desenvolve um instrumento tão completo e baseado em dados para apoiar a alocação de novos servidores. Isso tem tudo para se consolidar como uma prática estratégica de gestão de pessoas", afirma Janice.
Nova cultura
Mais do que tecnologia, o Perfil Profissiográfico representa uma mudança de olhar. Deixa de lado a lógica de "preencher buracos" e passa a reconhecer o potencial humano em sua totalidade. "Quem não passou por isso ou conhece alguém que entrou num órgão e teve a sensação de estar sendo alocado aleatoriamente, num lugar em que ninguém queria estar? É frustrante. Com o perfil Profissiográfico, a ideia é minimizar essas situações", compartilha Janice
https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/servidor-ce rto-no-lugar-certo-perfil-profissiografico-e-destaque-na-estrategia-do-m gi-para-valorizar-competencias
"O desenvolvimento do Perfil Profissiográfico contou com o apoio técnico e científico da Universidade de Brasília (UnB)."
O verbo 'contar' apresenta mais de uma transitividade, dependendo do seu significado no contexto empregado. No trecho, ele está como transitivo. Identifique em qual alternativa a sua transitividade está apresentada de forma incorreta.
“Esforço-me por ignorá-los [...] Eles, porém, me ignoram com a maior facilidade. A vitrola toca uma canção minha, em solo do piano. Seria péssimo se eles reconhecessem o autor e ficassem diferentes por minha causa. Mas não achavam nada demais a vizinhança de um homem que fez uma canção.”
Em relação ao valor que exprimem, essas conjunções são classificadas, respectivamente, como: