Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3676482 Português
Texto

Na luta contra o etarismo, mulheres provam que são mais que idade!

Com o passar do tempo, a saúde mental e física necessita de cuidados. Envelhecer, no entanto, pode ser um processo ainda mais difícil em razão de questões e dilemas sociais. Para as mulheres, esse ciclo representa inúmeros desafios


Eduardo Fernandes - postado em 03/03/2024


    Envelhecer é um processo natural da vida. As rugas aparecem, a atenção com a saúde precisa ser redobrada e a pele necessita de mais cuidados. Entretanto, no meio desse ciclo, outras questões aparecem. Para as mulheres, a idade é uma prerrogativa para o preconceito e o início de várias dificuldades, em diversas áreas da sociedade. Chamada de etarismo de gênero, das roupas que usam até a produtividade no mercado de trabalho, essa forma de discriminação põe o valor delas à prova.

    Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), 16,8% dos brasileiros com mais de 50 anos já se sentiram vítima de algum tipo de discriminação ligado à idade. Embora o etarismo, preconceito com a pessoa idosa, impacte tanto o público masculino quanto o feminino, é com as mulheres que ele se desenvolve de maneira mais cruel.

    Isso, de acordo com Camila Potyara Pereira, socióloga e professora do Departamento de Serviço Social e do Programa de Pósgraduação em Política Social da UnB, porque há uma cultura sexista enraizada na sociedade. "O sexismo se expressa de diferentes modos. Um deles é o etarismo de gênero, uma discriminação dupla que menospreza mulheres pela faixa etária. Apesar de não ser exclusivo do campo profissional, o etarismo de gênero encontra nesse espaço um solo fértil", detalha.

    No trabalho, quando mais jovens, são vistas como meninas, imaturas, ingênuas e fracas. Para muitos, incapazes de exercerem suas profissões. Após os 50 anos, são consideradas frágeis, descartáveis e sem vigor. A crença, inclusive, é de que este público deveria dar lugar a pessoas com mais energia, conforme explica Camila. "Contudo, não há idade ideal. Entre os 40 e os 50 anos as mulheres são discriminadas pela maternidade, pela sobrecarga imposta pelos afazeres domésticos, pela menstruação e pela chegada da menopausa", ressalta a socióloga.

    Do preconceito, derivam práticas discriminatórias amplamente conhecidas, como a opção pela não contratação de mulheres em empresas, os salários desiguais e a interferência do chefe na vida privada das funcionárias. Infelizmente, na visão da especialista, o estigma não se restringe somente ao ambiente do trabalho. Opiniões e condutas esperadas das mulheres, mesmo em espaços de lazer ou descanso, são igualmente mediados pelo etarismo de gênero. Intimamente ligado à aparência e ao valor sexual, o etarismo direcionado às mulheres atua como agente opressor para que se mantenham sempre jovens e desejáveis.

    "O público feminino é proibido de envelhecer. De fato, enquanto os homens são vistos como mais preparados e sábios à medida que envelhecem, as mulheres passam a ser vistas como desinteressantes, ultrapassadas e caricatas. A discriminação é tão grande que as mulheres são as mais afetadas pela depressão, pela ansiedade e pela síndrome do impostor, que se caracteriza por sentimentos constantes de incapacidade, desqualificação e farsa", acrescenta Camila.


Fora da caixa


    "Depois de uma certa idade, nem opinião própria podemos ter." A professora de educação física Cheila de Souza Luiz, 51 anos, tem vivido na pele a pressão do etarismo. As cobranças e os questionamentos, que sempre existiram, bateram na porta assim que completou cinco décadas de vida. Machismo, opressão e comentários desconfortáveis inauguraram uma nova percepção de realidade a ela. Algo como estar presa a uma ideia que os outros gostariam que Cheila fosse para sempre. Dentro desse imaginário coletivo, descobriu no poder da luta feminina uma forma de se reinventar.

    "É muito comum ouvir frases como: 'nossa, você está conservada para a idade que tem'; 'você aparenta ser 10 anos mais nova'. Há uma cobrança exacerbada para que estejamos dentro do padrão de juventude pelo resto de nossos dias. A frase que parece clichê — cabelos grisalhos neles é charme —, infelizmente, é vista como uma verdade", enfatiza a multiartista.

    Exigências desproporcionais em relação aos homens. O peso das rugas, dos quilos extras, dos fios brancos é desafiador, principalmente se elas ainda estão subjugadas e presas a crenças castradoras e limitantes. Cheila acredita que há sempre uma tentativa de reduzir mulheres a esse lugar de servidão, do qual praticamente sempre estiveram. Além disso, se o tema foi reprodutividade ou sexualidade, com o passar da idade, logo perdem a funcionalidade. (...)


Como combater o etarismo?


    Para combater esse tipo de discriminação, a socióloga Camila Potyara Pereira afirma que é essencial um letramento de gênero. Homens e mulheres devem ter acesso a uma pedagogia feminista, ou seja, uma educação que discuta as desigualdades entre os gêneros e questione criticamente os papéis sociais atribuídos a cada um deles.

     "Uma pedagogia feminista incentiva a construção social de mulheres independentes e que podem escolher o próprio destino, reconhecendo seu valor pelo que são, e não em comparação com os homens. E friso que essa pedagogia não deve estar presente apenas nas instituições educacionais. O processo educativo também ocorre no dia a dia, nas rodas de amigos e no almoço de domingo."


Impacto na autoestima


    Para Lucas Benevides, psiquiatra e professor de medicina do Ceub, o etarismo pode ter efeitos negativos na saúde mental das mulheres, afetando a autoestima, o bem-estar emocional e o psicológico. Isso, de acordo com ele, porque a sociedade frequentemente impõe expectativas e padrões que valorizam a juventude, especialmente para o sexo feminino, o que pode levar a uma série de problemáticas quando elas envelhecem. (...)

    "As cobranças sociais relacionadas à aparência, à produtividade e aos papéis tradicionais podem se intensificar com a faixa etária. Mulheres são frequentemente avaliadas por sua capacidade de manter a aparência jovem e atender às expectativas de cuidados dos outros. A comparação com padrões inalcançáveis pode levar a uma percepção distorcida de si mesma e a sentimentos de inadequação", explica o profissional. (...)



Sem medo de envelhecer


     Encarar o envelhecimento e o etarismo de maneira positiva envolve a construção de resiliência psicológica e a busca por apoio social. A participação em grupos sociais ou atividades coletivas que valorizem a diversidade de idades, bem como o desenvolvimento de uma identidade positiva que transcenda a aparência física são fundamentais, na visão de Lucas. "Práticas de autocuidado, como a manutenção de um estilo de vida saudável e a busca por terapia quando necessário, também são cruciais", destrincha o psiquiatra.

    Falar sobre saúde mental das mulheres após os 50 anos requer uma compreensão holística que inclua os aspectos físicos, emocionais e sociais do envelhecimento. A sociedade precisa, antes de tudo, compreender e reconhecer, incluindo profissionais de saúde da área, o que é etarismo. Assim, o trabalho para promover uma visão mais inclusiva e respeitosa no que diz respeito ao envelhecimento pode acontecer. (...)


https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2024/03/6809873-na-luta-contra-o-etarismo-mulheres-provam-que-sao-mais-que-idade.html
Depois de analisar os períodos compostos a seguir e de compreender as relações de sentido estabelecidas, indique o item que classifica corretamente as conjunções/ locuções conjuntivas que ligam as orações

I. “De fato, enquanto os homens são vistos como mais preparados e sábios à medida que¹ envelhecem, as mulheres passam a ser vistas como desinteressantes, ultrapassadas e caricatas”.
II. “A participação em grupos sociais ou atividades coletivas que valorizem a diversidade de idades, bem como² o desenvolvimento de uma identidade positiva que transcenda a aparência física são fundamentais, na visão de Lucas”.
III. Apesar de³ não ser exclusivo do campo profissional, o etarismo de gênero encontra nesse espaço um solo fértil", detalha”.
Alternativas
Q3676478 Português
Texto

Na luta contra o etarismo, mulheres provam que são mais que idade!

Com o passar do tempo, a saúde mental e física necessita de cuidados. Envelhecer, no entanto, pode ser um processo ainda mais difícil em razão de questões e dilemas sociais. Para as mulheres, esse ciclo representa inúmeros desafios


Eduardo Fernandes - postado em 03/03/2024


    Envelhecer é um processo natural da vida. As rugas aparecem, a atenção com a saúde precisa ser redobrada e a pele necessita de mais cuidados. Entretanto, no meio desse ciclo, outras questões aparecem. Para as mulheres, a idade é uma prerrogativa para o preconceito e o início de várias dificuldades, em diversas áreas da sociedade. Chamada de etarismo de gênero, das roupas que usam até a produtividade no mercado de trabalho, essa forma de discriminação põe o valor delas à prova.

    Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), 16,8% dos brasileiros com mais de 50 anos já se sentiram vítima de algum tipo de discriminação ligado à idade. Embora o etarismo, preconceito com a pessoa idosa, impacte tanto o público masculino quanto o feminino, é com as mulheres que ele se desenvolve de maneira mais cruel.

    Isso, de acordo com Camila Potyara Pereira, socióloga e professora do Departamento de Serviço Social e do Programa de Pósgraduação em Política Social da UnB, porque há uma cultura sexista enraizada na sociedade. "O sexismo se expressa de diferentes modos. Um deles é o etarismo de gênero, uma discriminação dupla que menospreza mulheres pela faixa etária. Apesar de não ser exclusivo do campo profissional, o etarismo de gênero encontra nesse espaço um solo fértil", detalha.

    No trabalho, quando mais jovens, são vistas como meninas, imaturas, ingênuas e fracas. Para muitos, incapazes de exercerem suas profissões. Após os 50 anos, são consideradas frágeis, descartáveis e sem vigor. A crença, inclusive, é de que este público deveria dar lugar a pessoas com mais energia, conforme explica Camila. "Contudo, não há idade ideal. Entre os 40 e os 50 anos as mulheres são discriminadas pela maternidade, pela sobrecarga imposta pelos afazeres domésticos, pela menstruação e pela chegada da menopausa", ressalta a socióloga.

    Do preconceito, derivam práticas discriminatórias amplamente conhecidas, como a opção pela não contratação de mulheres em empresas, os salários desiguais e a interferência do chefe na vida privada das funcionárias. Infelizmente, na visão da especialista, o estigma não se restringe somente ao ambiente do trabalho. Opiniões e condutas esperadas das mulheres, mesmo em espaços de lazer ou descanso, são igualmente mediados pelo etarismo de gênero. Intimamente ligado à aparência e ao valor sexual, o etarismo direcionado às mulheres atua como agente opressor para que se mantenham sempre jovens e desejáveis.

    "O público feminino é proibido de envelhecer. De fato, enquanto os homens são vistos como mais preparados e sábios à medida que envelhecem, as mulheres passam a ser vistas como desinteressantes, ultrapassadas e caricatas. A discriminação é tão grande que as mulheres são as mais afetadas pela depressão, pela ansiedade e pela síndrome do impostor, que se caracteriza por sentimentos constantes de incapacidade, desqualificação e farsa", acrescenta Camila.


Fora da caixa


    "Depois de uma certa idade, nem opinião própria podemos ter." A professora de educação física Cheila de Souza Luiz, 51 anos, tem vivido na pele a pressão do etarismo. As cobranças e os questionamentos, que sempre existiram, bateram na porta assim que completou cinco décadas de vida. Machismo, opressão e comentários desconfortáveis inauguraram uma nova percepção de realidade a ela. Algo como estar presa a uma ideia que os outros gostariam que Cheila fosse para sempre. Dentro desse imaginário coletivo, descobriu no poder da luta feminina uma forma de se reinventar.

    "É muito comum ouvir frases como: 'nossa, você está conservada para a idade que tem'; 'você aparenta ser 10 anos mais nova'. Há uma cobrança exacerbada para que estejamos dentro do padrão de juventude pelo resto de nossos dias. A frase que parece clichê — cabelos grisalhos neles é charme —, infelizmente, é vista como uma verdade", enfatiza a multiartista.

    Exigências desproporcionais em relação aos homens. O peso das rugas, dos quilos extras, dos fios brancos é desafiador, principalmente se elas ainda estão subjugadas e presas a crenças castradoras e limitantes. Cheila acredita que há sempre uma tentativa de reduzir mulheres a esse lugar de servidão, do qual praticamente sempre estiveram. Além disso, se o tema foi reprodutividade ou sexualidade, com o passar da idade, logo perdem a funcionalidade. (...)


Como combater o etarismo?


    Para combater esse tipo de discriminação, a socióloga Camila Potyara Pereira afirma que é essencial um letramento de gênero. Homens e mulheres devem ter acesso a uma pedagogia feminista, ou seja, uma educação que discuta as desigualdades entre os gêneros e questione criticamente os papéis sociais atribuídos a cada um deles.

     "Uma pedagogia feminista incentiva a construção social de mulheres independentes e que podem escolher o próprio destino, reconhecendo seu valor pelo que são, e não em comparação com os homens. E friso que essa pedagogia não deve estar presente apenas nas instituições educacionais. O processo educativo também ocorre no dia a dia, nas rodas de amigos e no almoço de domingo."


Impacto na autoestima


    Para Lucas Benevides, psiquiatra e professor de medicina do Ceub, o etarismo pode ter efeitos negativos na saúde mental das mulheres, afetando a autoestima, o bem-estar emocional e o psicológico. Isso, de acordo com ele, porque a sociedade frequentemente impõe expectativas e padrões que valorizam a juventude, especialmente para o sexo feminino, o que pode levar a uma série de problemáticas quando elas envelhecem. (...)

    "As cobranças sociais relacionadas à aparência, à produtividade e aos papéis tradicionais podem se intensificar com a faixa etária. Mulheres são frequentemente avaliadas por sua capacidade de manter a aparência jovem e atender às expectativas de cuidados dos outros. A comparação com padrões inalcançáveis pode levar a uma percepção distorcida de si mesma e a sentimentos de inadequação", explica o profissional. (...)



Sem medo de envelhecer


     Encarar o envelhecimento e o etarismo de maneira positiva envolve a construção de resiliência psicológica e a busca por apoio social. A participação em grupos sociais ou atividades coletivas que valorizem a diversidade de idades, bem como o desenvolvimento de uma identidade positiva que transcenda a aparência física são fundamentais, na visão de Lucas. "Práticas de autocuidado, como a manutenção de um estilo de vida saudável e a busca por terapia quando necessário, também são cruciais", destrincha o psiquiatra.

    Falar sobre saúde mental das mulheres após os 50 anos requer uma compreensão holística que inclua os aspectos físicos, emocionais e sociais do envelhecimento. A sociedade precisa, antes de tudo, compreender e reconhecer, incluindo profissionais de saúde da área, o que é etarismo. Assim, o trabalho para promover uma visão mais inclusiva e respeitosa no que diz respeito ao envelhecimento pode acontecer. (...)


https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2024/03/6809873-na-luta-contra-o-etarismo-mulheres-provam-que-sao-mais-que-idade.html
No período “Um deles é o etarismo de gênero, uma discriminação dupla que menospreza mulheres pela faixa etária”, a parte destacada exerce função sintática de
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Q3676337 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família...”. No período composto por subordinação, a locução conjuntiva “não obstante” está introduzindo uma oração do tipo
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Q3676336 Português
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A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Identifique a função da partícula “que” no período: “As notícias mostram ainda que¹ há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que² pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço”.
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Q3676335 Português
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A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Ao analisar sintaticamente os elementos que compõem o período “Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir...”, pode-se afirmar que a parte em destaque está exercendo função sintática de
Alternativas
Q3676334 Português
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A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
“A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas...”. A oração destacada no período pode ser classificada como 
Alternativas
Q3676333 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
“Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento...”. O pronome “nos” exerce, no período em destaque, a função sintática de 
Alternativas
Q3676331 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
Em relação às regras gramaticais de colocação pronominal no período “Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes....”, pode-se afirmar que o pronome oblíquo átono “nos” ocupa
Alternativas
Q3676330 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
No período “Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”, a oração em destaque pode ser classificada como
Alternativas
Q3676329 Português
Texto

A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


Publicado em 10/06/2025 às 06:00.
Por Viviane Gago


    Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

    Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc, tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

    A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

    Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAS criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente. Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

    Não obstante, e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família e, portanto, não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

    Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês ao hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicam que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

    As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a 10 (dez) vezes o valor do serviço.

    Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc e que seduzem muitas pessoas, levam-nos ao questionamento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

    E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários? 

    Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais centradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

    Os nossos fiéis amigos, os cães, já têm sua versão robótica também. Não sujam as casas, não soltam pelos, não comem, não fazem xixi e “caquinha”; prometendo amizade, sem custo, ao longo do tempo.

    Para quem sabe o que é ter animais de estimação, será que tais cachorros robôs substituem os nossos amados cães que nos recebem com um super entusiasmo, alegria e amor?

    E o que dizer dos bonecos acompanhantes com forma e tamanho de ser humano real? Vários modelos, cores, formas etc.

    E a própria arte em formato de filmes, por exemplo, que está nos mostrando relacionamentos amorosos profundos entre os seres vivos e a tecnologia. São pessoas que estão satisfazendo seu lado emocional e até mesmo instintivo com esses objetos e/ou ficção criada pela tecnologia (Inteligência Artificial).

    Uma coisa é fato, as pessoas voltadas para essa desumanização crescente estão centradas somente em si próprias, não precisam aprender, ceder, doar-se, ouvir e nem respeitar outras opiniões; só o que prevalece é o que ela quer, pensa e sente.

    Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será.

     Uma coisa é fato, o AMOR na medida certa é a cura para tudo, e mesmo quem diga que isso é bobagem no fundo sabe que tempo, atenção e amor é o que realmente importa e o que todo mundo quer. Um beijo, um abraço, um olhar, uma palavra, o tempo de alguém nunca poderá ser substituído. 

    Vamos refletir: normalizar a desumanização favorece a quem? E está a serviço do que? Vamos pensar.


* Advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano

Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/a-desumanizac-o-que-quer-ser-normalizada-o-que-pensar-disso-1.1070082
“Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena estão substituindo o humano pelo que não é humano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas...”. A expressão “ou seja” foi empregada no texto com o objetivo de
Alternativas
Q3676233 Português
O papel da Defensoria Pública como instrumento de efetivação do acesso à justiça dos
vulneráveis 

Por César Augusto Luiz Leonardo e Aline Buzete Gardinal




(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando a função sintática aos respectivos termos sublinhados.


Coluna 1


1. Adjunto adnominal.

2. Complemento nominal.


Coluna 2



( ) “ao alcance de todos” (l. 12-13).

( ) “solução dos conflitos civis” (l. 17).

( ) “crescimento das sociedades” (l. 26).

( ) “denúncia das discrepâncias” (l. 30).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q3676229 Português
O papel da Defensoria Pública como instrumento de efetivação do acesso à justiça dos
vulneráveis 

Por César Augusto Luiz Leonardo e Aline Buzete Gardinal




(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Leia o período a seguir, retirado do texto.


“O denominado Estado Liberal tinha um forte assento individual e não intervencionista, uma vez que se baseava na premissa de que todos os seres humanos nascem iguais, devendo desenvolver suas potencialidades cujo aproveitamento, basicamente, posicionava-os na sociedade”.


Sobre esse trecho, analise as assertivas a seguir:


I. O período é composto por quatro orações.

II. Identifica-se no período uma oração adverbial.

III. Há no trecho a presença de uma oração reduzida.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q3676228 Português
O papel da Defensoria Pública como instrumento de efetivação do acesso à justiça dos
vulneráveis 

Por César Augusto Luiz Leonardo e Aline Buzete Gardinal




(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica corretamente a função sintática da oração subordinativa sublinhada no trecho a seguir:


“partindo-se da compreensão de que não cabia ao Estado sua intervenção ou preservação”.

Alternativas
Q3676227 Português
O papel da Defensoria Pública como instrumento de efetivação do acesso à justiça dos
vulneráveis 

Por César Augusto Luiz Leonardo e Aline Buzete Gardinal




(Disponível em: https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3527 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:


I. Nas linhas 03 e 04, o emprego das aspas indica a citação direta de um trecho da Carta Magna.

II. Na linha 19, o emprego dos dois pontos introduz uma oração subordinada apositiva.

III. Nas linhas 31 e 32, as vírgulas separam uma oração subordinada reduzida de particípio.


Quais estão corretas?

Alternativas
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Q3676155 Português
Considere o texto: "O relatório, embora extenso, foi entregue. A diretoria, contudo, ainda não o analisou." A relação semântica estabelecida pelos conectivos "embora" e "contudo" é, respectivamente, de:
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Ano: 2025 Banca: Gama Consult Órgão: Prefeitura de Mauá da Serra - PR Provas: Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Advogado | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Analista de Sistema | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Assistente Social | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Auditor Fiscal da Receita Municipal | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Contador | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Enfermeiro | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Engenheiro Ambiental | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Engenheiro Civil | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Farmacêutico | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Fiscal Tributário | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Fonoaudiólogo | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Fisioterapeuta | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Médico | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Nutricionista | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Odontólogo | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Professor de Educação Física | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Professor | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Psicólogo | Gama Consult - 2025 - Prefeitura de Mauá da Serra - PR - Veterinário |
Q3676151 Português
A regência verbal está em DESACORDO com a norma-padrão em:
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Q3676149 Português
De acordo com a norma-padrão, a concordância verbal está INCORRETA na seguinte frase:
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Q3676148 Português
No enunciado "Vende-se esta casa", a partícula 'se' é classificada morfossintaticamente como:
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Q3676079 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em “O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos”, a locução conjuntiva destacada empregada no período tem a função de
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Q3675685 Português
Cabeça Cheia: o Que Fazer para se Livrar da Sobrecarga Mental?


Você já sentiu que sua cabeça está a ponto de explodir? Pois saiba que nosso cérebro realmente tem um limite. Imagine que ele é um HD. Não dá para colocar dados à vontade nele. Há uma capacidade a partir da qual não só o HD começa a ficar mais lento, como, se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar, aparecerá uma mensagem "capacidade máxima atingida".

Vivemos em um mundo que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos. Ao mesmo tempo, cobramos de nós que estejamos 100% do tempo conectados. É a ideia por trás do FOMO − da sigla em inglês 'fear of missing out ', que pode ser traduzido por algo como 'e se eu perco algo'? O resultado é que temos tratado o nosso cérebro como se ele fosse um poço sem fundo. E ele não é. Não por acaso um significativo número de pessoas anda se sentindo mentalmente exausta, sem energia, impaciente, mal-humorada, com pouca capacidade de se concentrar, mais dificuldade de tomar de decisões e de pensar com clareza.

Isso é o que chamamos de sobrecarga mental: um estado em que o cérebro se vê tão sobrecarregado que ultrapassa a sua capacidade de processamento. Logicamente, isso impacta não apenas as funções cognitivas (a memória é uma das primeiras coisas a falhar) como o corpo físico − daí a sensação de exaustão, de que "eu não aguento". Que fique claro: sobrecarga mental não é a mesma coisa que burnout, embora as coisas estejam ligadas. Enquanto no burnout a exaustão é geral − emocional, mental e física -, a sobrecarga mental afeta fundamentalmente a parte cognitiva.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/09/cabeca-cheia-o-que-fazer-p ara-se-livrar-da-sobrecarga-mental/ fragmento 
"Não dá para colocar dados à vontade nele. Há uma capacidade a partir da qual não só o HD começa a ficar mais lento, como, se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar, aparecerá uma mensagem "capacidade máxima atingida". Quanto à análise sintática do trecho acima, marque com (V) as afirmativas verdadeiras e com (F) as falsas:

(__) No trecho 'Há uma capacidade', o verbo 'haver' é impessoal, usado com sentido de 'existir', sendo o termo 'uma capacidade' o sujeito da oração.
(__)  oração 'se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar' é uma oração subordinada completiva nominal.
(__) A expressão 'uma mensagem' exerce a função de objeto direto do verbo 'aparecer', que está empregado como transitivo direto.
(__) O verbo 'colocar' está empregado como verbo bitransitivo, apresentando tanto o objeto direto quanto o objeto indireto de forma explícita no trecho.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
6781: A
6782: A
6783: B
6784: A
6785: D
6786: C
6787: B
6788: D
6789: C
6790: B
6791: E
6792: E
6793: B
6794: C
6795: A
6796: D
6797: C
6798: A
6799: D
6800: A